Distrito 9
Média
4,1
1851 notas

77 Críticas do usuário

5
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Jorge L.
Jorge L.

1 seguidor 1 crítica Seguir usuário

4,5
Enviada em 28 de outubro de 2013
Filme excelente! Cheio de cenas tristes que comovem o coração. Porém o final deixou a desejar, pela questão de que Wikus se torna um alien e não consegue a cura.
Anderson C.
Anderson C.

7 seguidores 2 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 25 de setembro de 2013
Filme faz uma excelente crítica sobre a natureza humana egoísta e mesquinha. Achei muito bom, o roteiro é excelente. Traz uma ótima ação também.
Sérgio T.
Sérgio T.

10 seguidores 6 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 15 de setembro de 2013
UM DOS MELHORES FILMES DE FICÇÃO DE TODOS OS TEMPOS!

Eu adoro filmes sci-fi e este foi um dos melhores que assisti. Sabe porque? Porque é um filme de ficção, mas poderia estar acontecendo agora, é algo possível de rolar.
Mostra mais que ETs e coisas assim, mostra a maldade humana diante do desconhecido, da cobiça e superstição. Mostra uma raça diferente da nossa e com seus problemas, um filme majestoso que parece realidade. Consigo imaginar a cena da colossal nave aparecendo no Jornal Nacional.

Este filme é altamente recomendado! A história não é absurda, não é forçada e prende do começo ao fim. Digno de oscar!
Cinetrix
Cinetrix

20 seguidores 55 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 12 de setembro de 2013
Em um primeiro momento, imaginei que “Distrito 9” fosse mais um filme entre alienígenas assassinos versus ‘terráqueos indefesos’. Felizmente me enganei e a produção me surpreendeu por sua metáfora e por seu ponto de vista pouco convencional sobre extraterrestres.

Numa invasão de ETs, ao invés de hostilidade os humanos encontram seres ‘pacíficos’ que se instalam em uma área de Johanesburgo, na África do Sul, de nome Distrito 9. Lá eles foram explorados por forças armadas por mais de 20 anos no intuito de fabricar armas com grande poder de fogo tendo como 'matéria prima' o DNA dessas criaturas.

O roteiro desenvolve o drama de forma simples tendo como base o clichê que dá ação ao tenso ritmo da película: fuga sucedida da situação ‘quando algo dá errado’. Para tentar disfarçar a trivialidade, o longa investe numa interessante linguagem documentarista e didática para narrar e explicar os acontecimentos.

O filme já vale uma ‘espiadinha’ pelo fato de a estória não se passar em território norte-americano, como estamos acostumados a ver, principalmente em Nova Iorque. Outras sacadas bacanas são as metáforas politizadas que traz conceitos de antropologia, ações humanitárias e discriminação racial, que nos remete ao Holocausto e, até mesmo, ao apartheid sul-africano.

Além da ótica pouco explorada sobre os ETs, a produção se destaca também por sua parte técnica, como as boas cenas de ação em seu clímax, a fotografia seca, os efeitos visuais realistas assim como a maquiagem, que cria alienígenas crustáceos bizarros e parecidos com camarões. Enfim, “Distrito 9” pode ser difícil de agradar, mas é obrigatório para quem curte o tema.
Gledson Gomes
Gledson Gomes

1 crítica Seguir usuário

3,5
Enviada em 10 de setembro de 2013
Um bom filme, como fã de ficção cientifica espero que o filme me dê coisas para pensar e questionar.

No filme vemos como (na visão dos criadores) seria a descoberta de vida em outros planetas na sociedade de hoje, diferente das invasões alienigenas de sempre (ponto positivo).

Mostra-los como seres diferentes, de costumes e hábitos difentes que acabam os tornando um problema social, vivendo em favelas, refletindo os problemas sociais da própria humanidade, isso foi um percepção acertada de seus produtores, bem como a estética documental apresentada que empresta um certo realismo em relação aos efeitos visuais excelentes.

No fim das contas DISTRITO 9 comete alguns pecados, mais a sua visão pioneira (embora não tenha sido entendida por todos, afinal é do Brasil que estamos falando) sobre como nós (terraquios) não seriamos bons visinhos de galáxia.
Edinei D.
Edinei D.

4 seguidores 3 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 23 de agosto de 2013
O filme pode ser considerado realista, contrastando com a ficção científica. O filme basea-se em 3 pilares, a questão de qual é o significado do termo ser humano, o que nos diferencia dos animais ou dos alienígenas, o segundo pilar é a metamorfose, mudar para tornar-se melhor ou mais humano, e por ultimo a busca constante pelo poder. Por ser parecido com um documentario com relatos de pessoas no filme, isso faz com que pareça que tudo esta acontecendo nesse exato momento.
Walter Paes
Walter Paes

3 seguidores 5 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 17 de junho de 2013
Realmente não entendo como tem gente que diz que o filme é bom, e escolhe nota 2 na crítica. Mas enfim, o filme é ótimo, parabéns para o Neil Blomkamp, é um cara que está começando na direção agora e está fazendo um ótimo trabalho, são caras assim que me inspiram a ser diretor um dia. O filme retrata ficção científica de um jeito completamente diferente, tem uma estória impressionante e surpreendente, isso também é muito importante hoje em dia, é ruim quando você assiste a um filme e logo de cara você já consegue adivinhar o final, e isso não acontece em Distrito 9. Ótimo filme, vale a pena assistir. Sucesso para o Neil, acho que a carreira dele só vai subir daqui para frente.
Pedro R.
Pedro R.

32 seguidores 46 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 29 de abril de 2013
Diferente de uma maneira interessante.
Gostei pelo fato de terem criado uma atmosfera na qual os ETs já estivessem inseridos na terra até socialmente. É uma abordagem diferente e arriscada que conseguiu ser bem concretizada. Outro ponto positivo é que o filme é bem dinâmico já que simula noticias na TV, documentários no meio do filme e depoimentos. É interessante notar que eles colocaram os seres humanos como os vilões. O que faz com que o filme tenha seu diferencial.

Eu recomendo. Espero que gostem!
mahet
mahet

4 seguidores 6 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 11 de abril de 2013
Distrito 9

Geralmente filmes sobre ETs caem na obviedade de nos retratar como os bonzinhos defendendo nosso planeta contra a tirania dos cruéis e impiedosos seres (sempre) mais desenvolvidos.
Quando este mesmo gênero foge desse lugar comum, também geralmente, somos presenteados com bons filmes como por exemplo: O Dia em que a Terra Parou, ET, Contatos Imediatos dos Terceiro Grau, Enigma do Abismo, Esfera, dentre outros. Além de remarem contra a corrente, estes filmes primam por conduzirem a história com uma carga dramática acentuada (o que às vezes prejudica sua performance nas bilheterias, afinal não são todos os adolescentes que estão dispostos este tipo de filme) ou enveredarem por reflexões sociais e existenciais.

Eis que temos mais um exemplar que nos brinda com todas essas características incomuns. Distrito 9, cuja realização se deu graças ao aval de Peter Jackson ao novato diretor (em cinema) Neill Blomkamp, revela um olhar bem particular sobre os seres extraterrenos.

Para começar, eles já estão na Terra a 20 anos e para decepção estadunidense eles não aterrissaram sobre Nova Iorque e nem Washington, foram para Johanesburgo, África do Sul. Provavelmente desconectada da nave mãe, os ETs não conseguem voltar e ficam perdidos e sem comando, passam fome e são 'ajudados' pelos humanos. O que se iniciou como um programa de cooperação interplanetário acaba formar um gueto, uma favela cujo nome homônimo do título foi inspirado em um bairro da Cidade do Cabo. Sem qualquer estrutura, os seres são tratados como cidadãos de ultima categoria, com apenas dois direitos: o primeiro é não ter direito e o segundo é não abusar do primeiro (cortesia do meu amigo Helio da REDUC).

Em pouco tempo os camarões, como são chamados os ETs, se transformam em um problema para a população local e para os governantes. Subjugados, mesmo com superioridade física e tecnológica, os camarões convivem com a sujeira, a falta de comida, o tráfico e a opressão do Estado e ostilização da população humana. Qualquer semelhança não é mera coincidência.

Quando a situação se torna insustentável, cria-se um plano de realocação (expulsão) dessa população para uma área longe do centro urbano. Lembra da reforma urbana carioca de Pereira Passos? A lógica é afastar o problema da visão de todos ou pelo menos dos políticos e mais abastados.
Até aqui não temos mais do que dez minutos de filme e a trama irá se desenrolar a partir desse plano de 'realocação' alimentada por uma tentativa de fuga e uma contaminação de um dos agentes por um fluido extraterrestre que irá mudar a visão dele (e a nossa) com relação a convivências entre as duas espécies.

O impacto que a inter-relação entre esses dois mundos, o individualismo, a (falta de) humanidade e a falta de escrúpulos da figura estatal incrementam a história que aliada a muita ação, tiros e mais tiros, dão ao filme um ritmo frenético.

Outro ponto interessante e a estética inicial do filme que conta com takes em forma de documentário e imagens de câmeras de seguranças que dão um 'que' de credibilidade à história á exemplo de 'Bruxa de Blair', 'Quarentena' e do novato 'Atividade paranormal'.

Um sopro de criatividade e coragem em uma indústria que se acomodou a realizar continuações das continuações e beber de fontes quase secas.

Muito interessante e imperdível são os sites que dão apoio a história, dá até pra se candidatar a vagas na MNU ou se registrar como um camarão. Ontem recebi mensagem do Christopher (só vendo o filme para entender).

Nota: 10
Otávio
Otávio

18 seguidores 81 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Não gostei muito do filme não achei muito forçado.
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