Não recomendado para menos de 12 anos
Uma atriz em fim de carreira (Robin Wright) decide aceitar uma proposta ousada, mas muito bem paga, para ter melhores condições de cuidar de seu filho, portador de deficiência física. Segundo o acordo, ela deve colaborar com uma empresa que vai fazer uma versão digital de sua imagem, criando assim uma atriz virtual idêntica à ela mesma. Enquanto a empresa pode utilizar essa imagem virtual para os fins que desejar, a atriz real será proibida de atuar até o resto de sua vida. Aos poucos, ela começa a perceber as consequências catastróficas da atitude que tomou.
4,0
Muito bom
O Congresso Futurista
Lugar incomum
por Lucas Salgado
Quem acompanha Robin Wright na série House of Cards, talvez tenha um pouco de dificuldade de aceitar a fragilidade da atriz em O Congresso Futurista, mas é bom lembrar que o projeto nasceu antes da produção do Netflix estourar. Assim, o cenário na carreira da atriz é o visto no filme. Robin interpreta a si própria, uma atriz de meia idade que frequenta o segundo escalão de Hollywood, tendo prejudicado sua carreira tão promissora após sucessos como A Princesa Prometida e Forrest Gump - O Contador de Histórias.
O longa começa com a atriz tomando uma dura do agente Al (Harvey Keitel), que destaca que ela jogou a carreira fora com péssimas escolhas de filmes e homens (Sean Penn deve ter sentido a alfinetada). Ela vive com os dois filhos, Aaron (Kodi Smit-McPhee) e Sarah (Sami Gayle) em uma área isolada próxima a um aeroporto, onde o menino aproveita para desenvolver sua paixão por pipas. Sem
Ler a crítica
2:03
1:58





7 Notícias e Matérias Especiais
perfeito, as falas são muito pertinentes... pequenos detalhes ao longo do filme que fazem nos questionarmos o quer será do futuro com o atual presente, atores de ótima qualidade... e animação impecável.
É preciso uma dose de aceitação ao único, ao lúdico, à metalinguagem para embarcar na aventura deste filme. A maior surpresa, indiscutível, entre os poucos filmes que pude assistir em 2014.
Um momento de discussão sobre o futuro não apenas do cinema, mas do ator, do ser, do mundo, enfim, o futuro de tanta coisa. Ao final, tudo é triste e pessimista, mas que sem pesar para nenhuma lado. Pois no futuro contado no filme (nas belas ...
Leia Mais
Leia Mais
O israelense Folman despontou para o mundo cinematográfico com a elogiadíssima animação Valsa com Bashir, indicada ao Oscar e Globo de Ouro de Melhor Filme Estrangeiro em 2009. O que muitos não esperavam é que ele se superaria já em seu longa seguinte, o intrigante The Congress, uma feliz união de live action e animação baseado no livro de Stanislaw Lew, que faz uma crítica corajosa à própria indústria do cinema. O filme parte de ...
Leia Mais
Leia Mais
O filme mais instigante e perturbador a que assisti. Criatividade sem limites, e o uso em diferentes momentos de 'live action' e animação é inteligente porque bem encaixado com a história. O roteiro é excelente, as falas das personagens são contundentes e a crítica à indústria cinematográfica é contundente e extremamente pertinente. Uma obra excelente.
Filmagens
As filmagens ocorreram entre os meses de fevereiro e março de 2011.
Nacionalidades
Israel,
Alemanha,
Polônia,
Luxemburgo,
França,
Bélgica
Distribuidor
IMOVISION
Ano de produção
2013
Tipo de filme
longa-metragem
Curiosidades
1 curiosidade
Orçamento
8 000 000 EUR
Idiomas
Inglês
Formato de produção
-
Cor
Colorido e Preto & Branco
Formato de áudio
-
Formato de projeção
-
Número Visa
-
Mais filmes : Melhores filmes do ano 2013, Melhores filmes Animação, Melhores filmes de Animação de 2013.