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QG
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66 críticas
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5,0
Enviada em 12 de novembro de 2020
O filme é ótimo o que mata é essas 3h de filme é muito tempo pra uma história que poderia ser contada por menos, enfim história de máfia são sempre interessante.
Joe Pesci está excelente, com certeza, levou o filme nas costas. De Niro e Sharon Stone não ficam atrás, mas o casal da um pouco de preguiça. O roteiro é um pouco longo, 3hrs é bastante tempo pra uma história relativamente curta.
Começa a ficar repetitivo falar sobre os filmes de Martin Scorsese. São 3 horas de filme que trazem uma história incrível, uma ação com pitadas de comédia, cenas de violência, sexo e drogas, e um elenco de estrelas. Única coisa que achei estranha é que Joe Pesci interpreta um personagem de personalidade quase idêntica ao que ele interpretou em Os Bons Companheiros. Parece que o personagem reapareceu em outro filme e com outro nome, e essa repetição pega mal. Creio que foi uma falha do diretor, mas não é algo que comprometa esta trama. Ótimo filme!
Subestimado. Subestimado até demais, chega a ser irritante como esse filme é subestimado! Como que o único Oscar que ganhou foi só de melhor atriz? Devia ter ganhado, sem dúvida, melhor filme.
Eu não entendo como esse filme é tão subestimado. Na minha opinião, é bem superior a Os Bons Companheiros. Robert De Niro nunca esteve tão bem, sua melhor performance desde Taxi Driver, Joe Pesci também não fica para trás, entregando mais um personagem caótico e brilhante. Sharon Stone finalmente atua, o mestre Scorsese realmente faz milagre. Uma trama envolvente com várias reviravoltas, o filme tem um ritmo muito bom, sua extensa duração passa voando, sem falar na soundtrack matadora característica dos filmes do icônico cineasta. Enfim, um excelente entretenimento.
Mais um !.Sempre é essa a sensação que temos ao ver um filme do mestre Scorsese,que prova ainda mais o sua enorme maestria a filmes do gênero máfia com Cassino,um violento retrato da corrupção dos cassinos americanos.Através de três personagens básicos: um diretor de cassino (Robert De Niro) com um passado comprometedor; uma prostituta de alta classe (Sharon Stone), que dominava a todos, menos o seu cafetão; e um gângster (Joe Pesci), que tomava conta do diretor do cassino e passa gradativamente, a seguir os passos dela, criado um painel de Las Vegas dos anos 70, quando a Máfia controlava o jogo, até o gradual surgimento das grandes corporações, que ficaram no lugar das quadrilhas e transformaram a cidade em uma Disneylandia. Escrito por Nicholas Peleggi e Martin Scorsese o longa abrange uma trama simplesmente espetacular,grandiosa e cheia de "Testosterona",características dos filmes do cineasta.Temos aqui mais uma vez a parceria Dele com Robert De Niro e Joe Pesci mostrando dar excelentes resultados.Na época de seu lançamento,o filme recebeu duras críticas por seu excesso de violência,aqui temos realmente um violento filme e não poderia ser diferente,temos torturas,crimes de ódio e muito sangue o que nunca se torna excessivo pois acontece de maneira dosada.A montagem do filme é precisa,com 3 horas de filme ele nunca se torna massivo e entrega uma experiência imersiva,o uso da câmera mais uma vez preciso fazendo muitos tracking shots sensacionais.O roteiro escrito pelo Nicholas Pileggi e pelo Scorsese acompanha rigorosamente o protagonista Sam mostrando suas razões,ambições e seu relacionamento com a esposa Ginger,ele sabe contruir os personagens e desenvolver um eficiente filme de máfia que só o cineasta sabe fazer,mesmo com uma ou oitra decisão que cai um pouco no ritmo.O elenco é brilhante,temos o melhor de Joe Pesci,o cara esquentadinho e agressivo com suas divertidas explosões,Robert De Niro mais uma vez tem uma afiada atuação e a Sharon Stone tem uma interpretação espetacular com uma personagem ambiciosa e odiável que rendeu até uma indicação ao Oscar.Cassino é grandioso,imersivo,bem escrito e atuado nos oferecendo o melhor de Martin Scorsese.
"Cassino"(1995) dirigido por Martin Scorsese, conta a história de Sam Rothstein(Robert DeNiro), um mestre dos jogos e diretor de um cassino, junto de seu comparsa Nicky(Joe Pesci) e o amor de sua vida Ginger(Sharon Stone). O filme é dividido em três atos, a apresentação e a ascensão, os problemas e as sustentações para o último ato, que é o declínio constante e o desfecho da narrativa. O filme possui uma narração em terceira pessoa ao fundo, ora de Sam ora de Nicky, a qual funciona muito bem com o desenvolvimento do roteiro e consegue dar ritmo ao filme. A direção de Martin Scorsese está impecável, como de costume; Ele usa cenas curtas e planos sequência intercalados com maestria, usa planos abertos para mostrar a imensidão do cassino e planos fechados para mostrar a malícia dos jogos. A trilha sonora, regida de músicas famosas e animadas, da o perfeito ritmo para as cenas. As atuações são incríveis; Robert DeNiro consegue novamente uma ótima atuação, assim como Joe Pesci, os quais interpretaram papéis semelhantes em "Os Bons Companheiros"(1990). Porém, o destaque aqui vai para Sharon Tate, que consegue apresentar perfeitamente sua personagem e seu desenvolvimento, principalmente no último ato. No entanto, o filme perde o ritmo no segundo ato, deixando a narrativa lenta e o filme fica meio cansativo. "Cassino" é mais um filme típico de Martin Scorsese, que consegue entregar o que promete e contar uma ótima história, que apesar de ser mais do mesmo e um pouco lenta no segundo ato é ótima. Nota:8.9
A Bíblia fala sobre '' A mulher cujo o coração são laços e redes, e cujas mãos são grilhões que levarão o pecador à morte.'' Podemos dizer que Sharon Stone interpreta maravilhosamente essa mulher e Robert De Niro esse pecador. Quando assisti pela primeira vez havia confundido com os bons companheiros mas acabei gostando do filme, Joe Pesci está bem e até lembra ou pouco o Tommy dos Goddfellas enquanto Sharon Stone está impecável.
Vindo de Martin Scorsese (O Lobo de Wall Street, Taxi Driver, Touro Indomável), esse parece o Bons Companheiros -- que ele também dirige -- versão longa. É também sobre ascenção e queda, embora a ascenção pareça muito mais rápida que a queda. É sobre os bons e velhos tempos dos Cassinos em Las Vegas, a época das extorsões, da vista grossa, e onde os espertinhos eram tratados lá mesmo, em uma sala à parte, de preferência com um martelo. Ele conta a história de três tipos de pessoas que viviam por lá: o capanga violento e leal enquanto bem alimentado (Joe Pesci), a prostituta especialista em tomar dinheiro de apostadores (Sharon Stone) e alguém frio e calculista e disposto a atingir a perfeição para não perder seu lugar no que ele chama de paraíso (Robert De Niro).
“Cassino” é um filme vibrante, te faz pregar o olho em algumas cenas, e olhar no relógio em outras, com muita trilha sonora pop, cenas rápidas, planos sequencias, violência e ótimas atuações, “Cassino” é um típico filme de Martin Scorsese. Com um roteiro bem trabalhado, a película segue a tradição de filmes de máfia que nós adoramos, apresentação dos personagens, triunfo dos mesmos, apresentação do problema, crescimento do problema, decadência total (parcialmente neste caso), o roteiro, como eu disse, apesar de ser clichê é muito bem trabalhado e trata da temática dos jogos, não como vimos em The Godfather(I972), o filme se passa realmente dentro de um cassino mostrando a dicotomia entre os gangsters Sam (Robert De Niro) e Nicki (Joe Pesci), vale a ressalva pra atuação de Joe Pesci que embora seja praticamente idêntica a do seu personagem em “Os bons companheiros” chega a ser melhor que o apático De Niro (embora ele tenha a desculpa que seu personagem é assim), e a sensacional Sharon Stone fazendo um de suas melhores atuações, com trilha sonora sempre presente, muito pop, ela não combina com o que é mostrado na tela, mas ela sempre se encaixa na situação e é um dos pontos altos do filme juntamente com os diversos planos sequencias dentro do cassino que são maravilhosos e de fazem ficar preso na cadeira, as narrações em terceira pessoa são agradáveis e mostram pontos de vistas diferentes a cada situação, a direção do filme é ótima, a direção de arte também, e traz inspirações de Scarface(I983) nas montagens de cena. É um filme muito bom, com problemas de ritmo e de pouca inovação no roteiro, mas vale apena suas três horas, principalmente se você gostar dos filmes do gênero.
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