O Corvo
Média
2,7
200 notas

53 Críticas do usuário

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12 críticas
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13 críticas
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Maria Helena Xavier
Maria Helena Xavier

1 crítica Seguir usuário

3,5
Enviada em 16 de novembro de 2024
O filme é muito legal, só que a história no meio do filme fica um pouco perdida e fica muito fácil de se perder durante o filme. Mas de resto, o filme é legal e os efeitos também, ficaram muito bons.
Vitor Araújo
Vitor Araújo

4 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 16 de novembro de 2024
O Corvo, dirigido por Rupert Sanders e estrelado por Bill Skarsgård, oferece uma nova perspectiva sobre a clássica história de vingança e amor eterno criada por James O’Barr. Esta adaptação se diferencia ao aprofundar o drama emocional e o relacionamento entre Eric Draven e Shelly, interpretada por FKA twigs. Em vez de focar apenas na ação, o filme explora de maneira mais intensa os temas de amor e perda, enquanto Eric busca vingança contra aqueles que os prejudicaram. O antagonista, Vincent Roeg, interpretado por Danny Huston, traz uma dimensão sobrenatural à trama com sua busca por vida eterna através de pactos demoníacos. A direção de Sanders, aliada à performance envolvente de Skarsgård, oferece uma narrativa que equilibra confrontos intensos e uma exploração mais profunda dos sentimentos humanos, mantendo a essência sombria que tornou a história original um ícone cult.
Billy Butcher
Billy Butcher

2 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 15 de novembro de 2024
Um grande desrespeito com a memória do Brandon Lee. O filme tenta empurrar uma narrativa contra o tempo, sem passar sentimento ou intensidade, tentando se enquadrar nos dias atuais e nessa agenda Woke. A atriz que faz papel da Shelly não tem nenhum aspecto da original, foi escalada para preencher cota do elenco (além de ser péssima atuando). Pegaram referências do filme original e empurrar goela abaixo sem contexto. Em resumo: um desastre.
Bad.vihx_x Kill
Bad.vihx_x Kill

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 25 de outubro de 2024
O reboot de O Corvo (2024), estrelado por Bill Skarsgård, entrega uma releitura poderosa e emocionalmente intensa de uma história icônica. Desde o início, o filme abraça sua natureza sombria e melancólica, refletindo com fidelidade a essência do quadrinho original de James O'Barr, ao mesmo tempo em que traz uma nova energia para o clássico cult dos anos 90.
Skarsgård, com sua presença magnética e versatilidade, incorpora o espírito torturado de Eric Draven de maneira marcante. Ele equilibra vulnerabilidade e ferocidade com precisão, tornando sua jornada de vingança tanto trágica quanto compreensível. Ao contrário de tentativas de imitar a performance de Brandon Lee, Skarsgård faz o papel seu, trazendo uma profundidade emocional que enriquece a narrativa. Sua capacidade de transitar entre o desespero silencioso e a fúria explosiva cria um protagonista cativante que prende o público do começo ao fim.
A direção de Rupert Sanders é uma verdadeira carta de amor ao visual gótico que fez do filme de 1994 um ícone. Ele mistura sombras, chuva incessante e paisagens urbanas decadentes de forma magistral, criando uma atmosfera envolvente e sufocante, que reflete o estado emocional do protagonista. Ao mesmo tempo, há uma modernização estética que atualiza o cenário para os tempos atuais, mas sem perder a conexão com a nostalgia que os fãs da obra original podem esperar.
Os efeitos visuais são utilizados de forma inteligente e comedida, ajudando a amplificar a sensação sobrenatural que permeia a jornada de Draven, mas sem ofuscar a crueza da narrativa. O equilíbrio entre CGI e efeitos práticos é bem-vindo e contribui para a imersão no universo sombrio do filme.
Embora a trama principal siga o arco original — Eric Draven retornando dos mortos para buscar vingança contra aqueles que o assassinaram junto com sua noiva — o filme consegue adicionar nuances que aprofundam a mitologia de O Corvo. Pequenos ajustes na narrativa trazem novos contextos emocionais, permitindo ao público se conectar mais com os personagens, especialmente no que diz respeito à relação de Draven com sua noiva e a sua dor avassaladora.
O ritmo do filme também é bem controlado, oferecendo momentos de reflexão e tristeza, intercalados com cenas de ação visceral. Essas cenas são intensas e bem coreografadas, mostrando a transformação física e psicológica de Draven em uma força implacável de justiça.
Outro ponto forte do filme é a trilha sonora. Tal como no original, a música desempenha um papel vital na construção do ambiente emocional. Com faixas que misturam rock, metal e toques eletrônicos, a trilha complementa perfeitamente o tom sombrio e violento do filme, criando uma sinergia entre o visual e o sonoro que eleva a experiência.
O reboot de O Corvo com Bill Skarsgård é uma obra que respeita profundamente seu legado, mas também ousa seguir seu próprio caminho. A performance cativante de Skarsgård, a direção atmosférica e uma narrativa que equilibra vingança com melancolia fazem deste filme uma excelente homenagem ao original, ao mesmo tempo em que atualiza a história para uma nova geração. Para fãs antigos e novos, O Corvo (2024) é um sucesso, trazendo de volta uma lenda com nova vida e fúria.
isabelle linda
isabelle linda

1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 24 de outubro de 2024
Deveria ser mais conhecido muito bom a química do casal muito boa,a relação deles realmente transmitia amor,queria que eles terminassem juntos mas muito bom o final
SÉRGIO RAUL
SÉRGIO RAUL

2 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 22 de outubro de 2024
Filme horrível desde o começo, cria todo um suspense sem graça que só causa sono, a penitenciaria que o casal se conhece tá melhor que a cela do lula, enredo fraco e lutas que só te deixam frenético pelo apelo a cenas sem censura, por que de resto nem se fala, quando chega no tão esperado final a luta com o antagonista parece que foi escrita por uma criança de 9 anos, filme termina mais sem sentido ainda.
Jorge Júnior
Jorge Júnior

11 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 17 de outubro de 2024
Fotografia 1000/10 o filme é lindo e o combate é visceral, MAS a primeira hora eu achei meio parado, não que seja péssimo, mas arrasta muito e acho que faltou melhor explorar o relacionamento dos dois, tudo bem que foi arrebatador e tal, mas foi forçado, apesar dos atores terem feito lindamente seus papéis. Vilão FRAAAACO demais, não teve seu potencial extraído, uma pena! Acho que não assistiria novamente, mas se estivesse passando pela televisão, e o filme estivesse para o final, eu ficaria para ver o combate, na minha opinião, o ponto alto.
Caio "Vasco"
Caio "Vasco"

7 seguidores 137 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 12 de outubro de 2024
Vamos começar do inicio, primeiro o filme é tão brutal tão violento mas a penitenciaria que os dois protagonistas se conhecem parece uma escola da novela mexicana Rebelde, tudo limpinho, tudo feliz, tudo calmo nem parece que tem criminosos e drogados dentro dessa cadeia. Segundo vem pelo romance, que começou do neida, de repente, vamos dizer que passaram algumas semanas de romance? Me desculpe além do casal sem quimica nenhuma, não tem como no mundo em semanas você se apaixonar tanto ao ponto de voltar da morte por vingança, mas ai tudo bem, é uma opiniõa particular minha. História continua, continua, cara ta dentro da limosine com o motorista dentro tb, esperando a sogra sair do enterro e entrar no carro ok, deve ter pago pro motorista do uber deixar ele ficar lá de butuca, corta cena, cara ta andando do neida e por acaso encontra seu assassino no carro (?) puta coinscidencia, mas ok seguimos de novo, ai vem a única cena que salva o filme a cena da ópera, sinceramente o filme só valeu a pena por essa cena na ópera, repito, cena muito boa de verdade vale muito só pra ver esse trecho. Luta frenética, bem orquestrada, desengonçada afinal nosso herói não é nenhum lutador, apanha, toma tiro, mas vai seguindo, essa cena é muito boa mas só também. Enfim, ai o final me incomoda pelo fato de trazer a vida quem ja morreu... mas finalizando se for assistir o filme, só valerá a cena da opera que dura uns bons minutos, mas de resto é desperdício de tempo.
Cristian Lima
Cristian Lima

5 seguidores 71 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 9 de outubro de 2024
Muito ruim mesmo. Basicamente, você encontra uma premissa básica, no máximo, similar ao do Corvo original, sendo que a estética do filme está diretamente relacionada ao protagonista em si, que era músico de rock e se maquiava de forma bastante semelhante à da banda Kiss, trazendo mais do um simples propósito narrativo para aquela caracterização extravagante. Aqui, é simplesmente algo descartável e ridículo para falar o mínimo. O arco de vingança não se sustenta, mesmo levando em conta as horas a mais que o novo filme despende no romance entre a dupla principal (no antigo, o casal surge de relance no início do filme). Enfim, é uma obra desconjuntada, pois não consegue transmitir emoção durante o arco de vingança, que possui fraquíssimas cenas de ação e um clímax monótono e com uma vitória muito vaga e rápida. O vilão é rapidamente superado e, portanto, somos libertados do fardo de ter assistido a este lixo (que é o único ponto positivo desse filme).
baby
baby

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 23 de setembro de 2024
AMEI, esse filme é daqueles que vale a pena rever umas 7 vezes até enjoar, a escolha dos atores me ganhou muito, mas a trilha sonora realmente deu vida as cenas, a muito tempo não assistia um filme com tanta química e que misturasse romance e ação na medida certa, assistam!
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