Prometheus
Média
3,7
2608 notas

135 Críticas do usuário

5
17 críticas
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Caio M
Caio M

17 seguidores 87 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 4 de julho de 2019
Um filme muito inteligente, com um enredo muito bom, gostei muito.
Para quem gosta de ficção é um prato cheio.
J.Marques
J.Marques

11 seguidores 13 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 30 de junho de 2018
Uma palavra: sensacional!
Prometheus não é apenas um filme de ficção científica, mas traz uma das questões mais inquietantes da humanidade: de onde viemos?
Ao descobrir a resposta, a equipe de cientistas da nave Prometheus vê que nem tudo é questão de honrar a ciencia, quando a coisa sai de controle e eles se vem cercados de criaturas que um dia foi nosso inicio.
Surpreendente e enigmático, capaz de agradar até os mais conservadores, já que apresenta a possibilidade de aliens tanto da perspectiva científica quanto da religiosa pela cientista chefe da expedição.
Um filme que vai te prender do inicio ao fim!
Luiz Antonio S.
Luiz Antonio S.

11 seguidores 9 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 30 de abril de 2013
“Alien - O Oitavo Passageiro”, de 1979, com certeza é ótimo e revelou um monstro que originaria todo um universo de mistérios que cativa e choca até hoje. Seus ótimos efeitos especiais, a história marcante cheia de reviravoltas e suas cenas clássicas e inesquecíveis fazem desse um belo exemplar da ficção científica. Eis que chega, em 2012, “Prometheus”, prelúdio que soluciona algumas dúvidas, e que ainda acrescenta mais perguntas sobre a origem desse mito de outra galáxia. Muitos podem discordar, mas acho que Ridley Scott superou seu clássico do terror espacial com essa obra muito envolvente, com um ambicioso roteiro e recursos técnicos extraordinários. Veremos porquê.

o Deus que buscava a igualdade entre humanos e imortais, inclusive apresentando o fogo a nós), em busca de respostas. Nisso, conflitos intensos podem surgir.

A construção da tensão no enredo é ótima, mantendo a curiosidade e medo do desconhecido sempre em constante gradação, intercalando cenas de ação com outras mais preocupadas em revelar fatos. Isso gera um ritmo fluente na obra, que não deixa os olhos desgrudarem da tela. A construção dos personagens mais importantes é muito boa, explorando seus desejos, ambições e medos, criando um forte relacionamento entre os membros da equipe da nave (como são 17 passageiros nessa nave, alguns ficaram meio ofuscados, mesmo assim foi bem oscilado, em termos de momentos aos personagens).

As atuações são bem trabalhadas. Noomi Rapace consegue atingir um nível respeitável, comparado a Sigourney Weaver, segurando o filme com força, fragilidade e determinação, tudo bem mediado. Charlize Theron cria um tipo curioso, como a comandante inexpressiva propositalmente (uma hora, perguntam a ela: “Você é um robô?”), mas que se revela em certos momentos. Guy Pearce está irreconhecível! Quem o conhece se pergunta até o clímax “cadê ele?”, até cair a ficha e se surpreender com sua atuação notável, mesmo recheado de maquiagem. Michael Fassbender acaba sendo o destaque, pelo melhor personagem. Seu David, o robô da nave, fã de “Lawrence da Arábia”, torna-se a figura mais complexa da história, sendo o que mais procura por respostas e soluções. Às vezes, ele se assemelha ao “HAL”, de 2001, pelas suas intenções discutíveis. O resto do elenco mantém uma boa qualidade.

A parte técnica é espetacular. O som estremece corpos despreparados, os efeitos visuais são realistas e na medida, o visual da nave e das locações vislumbra e resgata a beleza dos filmes que vão além do nosso planeta, escassos atualmente, e a trilha sonora envolve com sua força. Sem contar nas várias referências ao filme original, seja no uso do ponto de vista das câmeras utilizadas pelos exploradores, certas semelhanças entre personagens das duas versões e em acontecimentos que remetem a características da primeira obra. Outra coisa que permanece são certas atitudes duvidosas de alguns dos personagens, leve defeito em ambos os filmes. O diferencial estaria em certos buracos na história, que no primeiro filme soam estranhas, ainda mais quando são vistas as cenas excluídas, que realmente não eram para serem excluídas. Em “Prometheus”, isso não é tão perceptível.

Sem temer o uso de violência e nojeiras, “Prometheus” foi feito para quem curte seus antecessores, sendo o melhor blockbuster do ano até agora (Batman arrumando cada vez mais responsabilidades). A fidelidade com a mitologia “Alien” faz com que seja difícil que um amante da série de filmes não ache esse pelo menos bom. Tenso, filosófico, emocionante e chocante. Vale a pena conferir!
Alexandre C.
Alexandre C.

5.235 seguidores 525 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 14 de março de 2019
Otimo filme de ficçao,mostra muito bem o inicio do alien , embora deixe muitas perguntas e duvidas no ar, os fans da franquia com certeza vão adorar
Thamires F.
Thamires F.

133 seguidores 138 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 15 de março de 2016
Não gosto muito de filmes de ficção científica , mas Prometheus é um filme excelente , muito bem feito 

Nota 8/10
Gerson R.
Gerson R.

83 seguidores 101 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 27 de julho de 2017
Só o fato de um filme de ficção abordar questões filosóficas é o suficiente para destaca-lo entre outros. Prometheus é um destes, realmente. Embora o diretor Ridley Scott não consiga ser um Kubrick ou Tarkovski – esta prequel da série Alien está longe de ser tão profunda quanto os filmes dos cineastas citados – mas, ao menos, se propõe a tratar com alguma inteligência do tema de qual seria a verdadeira origem do ser humano.

O contraste entre a criação religiosa da Dra. Shaw de Noomi Rapace com suas descobertas arqueológicas que desmistificam as coisas que seu pai (numa curta participação de Patrick Wilson, em flashback) lhe ensinou sobre Deus na infância são uma das coisas mais interessantes do filme – as descobertas da doutora e seu marido Charlie (Marshall-Green) em cavernas da Irlanda levam a entender que existe um planeta onde estariam os criadores do universo – consequentemente, os criadores da terra. Conseguindo apoio das empresas Weyland – do idoso Peter Weyland (Pearce) – para financiar a viagem espacial na nave Prometheus, eles partem até o local onde pretendem encontrar todas as respostas para a origem da vida – mas, chegando lá, um patógeno alienígena transformará em morte tais tentativas de entender a vida.

Fazendo um bom trabalho como Shaw, Noomi Rapace consegue ser o alicerce do filme – apesar de não ser uma Ripley – já que sua personagem tem lá seus problemas de desenvolvimento – mas nada grave – o destaque do elenco acaba ficando sobre o sempre bom Michael Fassbender, que dá uma dualidade curiosa ao androide David – misto da arrogância do Ash de Alien com a bondade do Bishop de Aliens, O Resgate – acaba sendo um “robô emotivo” – cheio de duvidas sobre as suas reais funções e querendo saber das origens da humanidade também – mesmo que utilize-se de recursos desleais contra alguns integrantes da nave.

Existem desperdícios no elenco, infelizmente. Como a forma de posicionar a Vickers da ótima Charlize Theron como uma “megera” – tentando mantê-la como uma vilã – e a pouco aprofundada personalidade do capitão da nave interpretado por Idris Elba – que “ajuda” a estragar um importante ato no final do filme. Infelizmente, é visível uma fragilidade no roteiro – que do meio para frente se perde nas questões que levanta no inicio do filme – indo para lugar nenhum. Basicamente, deixar as respostas apenas para o espectador não é justo quando o discurso do projeto simplesmente some para dar lugar aos momentos de terror e tensão – que, na maioria das vezes funciona, pelo menos – justamente por tentar criar criaturas diferentes das já vistas na série – o alien estaria ainda em formação, portanto não tem a forma como conhecemos do primeiro longa da franquia – Scott consegue chamar a atenção na tensa cena onde Shaw é obrigada a se submeter a uma cirurgia dentro de uma maquina.

Visualmente muito bem criado – os cenários são recriações perfeitas de coisas que apenas foram mencionadas ou mostradas de relance nos filmes originais – acaba sendo melhor do que as partes 3 e 4 da franquia, mas ainda assim muito longe da empatia que as duas primeiras tinham – Prometheus tenta ser mais ousado do eu realmente é, mas não se sustenta apenas por seu discurso filosófico pouco aprofundado – que morre de forma fácil, assim como alguns de seus poucos personagens bons. É um bom filme, mas poderia ser bem melhor.
Emanuel F.
Emanuel F.

25 seguidores 15 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 24 de julho de 2013
Poderiam ter feito algo muito melhor pois a historia em geral é boa o problema são algumas partes do filme que são muito loucas, e surreais o futuro é distante mas vamos com calma na ultra tecnologia!
Luca T.
Luca T.

20 seguidores 82 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 15 de janeiro de 2013
Um filme bom,com uma história não original sobre ets,mas uma história muito interressante,bem conduzida valeu muito a pena ver
Arthur G.
Arthur G.

18 seguidores 17 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 27 de junho de 2012
Prometheus passa extremamente longe de ser um filme ruim. É angustiante, um tanto inovador e em certos momentos chega a ser surpreendente. Erra, erra, erra, e não cansa de errar. Quer dizer, cansa, e é nesse momento em que o telespectador desfruta de umas das cenas mais bem elaboradas do ano.
Allan P.
Allan P.

12 seguidores 4 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 21 de abril de 2013
Adorei o filme, assisti diversas vezes. Quando o filme acabou nem acreditei, queria continuar assistindo. Gostei da história, dos efeitos, dos atores. Algumas pessoas esperavam alí uma história como a de Alien, o 8º passageiro, porém só ao final o filme enlaça as duas histórias (embora utilize detalhes iguais, como o androide presente na tripulação). Recomendo.
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