47 Ronins
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Lucas S. Lima
Lucas S. Lima

1 seguidor 6 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 2 de fevereiro de 2014
Crítica: 47 Ronins

Superficial e óbvio. É possível definir assim esse primeiro trabalho do diretor britânico Carl Erik Rinsch, no cinema. Contando com a presença de Keanu Reeves, o filme tenta representar essa lenda da cultura japonesa e, ainda, acrescenta demônios, bruxas, fantasmas e monstros – o que poderia ser até interessante se fosse melhor aproveitado.

O filme inicia com a narração de Kai (Keanu Reeves) situando o espectador naquele mundo. Ele é um mestiço que vive em uma floresta onde há seres demoníacos. Certo dia ele é encontrado caído por Oishi (Hiroyuki Sanada) e pelo mestre samurai lorde Asano (Min Tanaka), que o leva para Ako e o mantém sob sua proteção. Entretanto, por mais que habite o local há muitos anos, ele nunca foi aceito por Oishi, o chefe dos samurais. Um dia, o shogun Tsunayoshi (Cary-Hiroyuki Tagawa) é convidado para uma apresentação em Ako, que também terá a participação da província do norte, comandada pelo lorde Kira (Tadanobu Asano). Ele possui um pacto secreto com uma bruxa (Rinko Kinkuchi). Juntos, eles tramam contra Asano para tomar Ako e fazer com que Oishi e seus samurais caiam em desgraça. Um ano depois, Mika (Ko Shibasaki), a filha de Asano, está de casamento marcado com Kira. É o suficiente para que Oishi procure a ajuda de Kai, que sempre nutriu um forte sentimento por ela.

“47 Ronins” tenta ser fiel ao básico da cultura japonesa, mostrando guerreiros que são capazes de dar a própria vida para defender a honra de seu grande mestre. Mas para por aí. No mais, só vemos clichês sendo vomitados na tela sem a menor vergonha. Como o herói que sofre por amor em silêncio e fica sempre a margem da comunidade; ou a desconfiança pela qual ele passa até mostrar seu valor; e o vilão capaz de qualquer coisa para ver seu maior rival caído e, assim, ter o caminho livre para conseguir todo o poder possível.

A presença do ator Keanu Reeves – eterno astro da trilogia matrix - funciona como um chamariz para o filme. Mas depois de mais essa performance, fica a dúvida de até quando o carisma do ator vai ser suficiente para os estúdios o chamarem para protagonizar um longa, visto que ele continua com a sua, tão criticada, expressão congelada? O que me leva a outra pergunta: por que diabos o diretor insiste em focar no rosto do ator?

Fica até difícil falar sobre alguma atuação, já que a edição apressada não dá muito espaço para que qualquer personagem seja desenvolvido de forma mais satisfatória. Mas vale destacar o trabalho do ator Hiroyuki Sanada, que faz o que pode para mostrar um Oishi sofrido por não ter vingado seu mestre quando teve a chance. A atriz Kô Shibasaki também merece aplausos quando chora num certo momento, visto que ela fica relegada a três ou quatro frases sempre que aparece. O destaque negativo fica por conta do ator Tadanobu Asano, que faz um vilão caricatural, cujo sorriso cínico forçado evidência isso. E da atriz Rinko Kinkuchi, que dá vida a uma bruxa completamente descartável.

O roteiro procura dá certo destaque às criaturas existentes naquele universo, mas nunca se aprofunda em seus mundos. Até a origem de Kai é contada de forma vazia e sem a menor emoção. Esse é o principal problema do longa, tudo não passa de intenção e citação. O que dá ao espectador a dura tarefa de se envolver nessa aventura.

Sem falar que a direção de Carl Erik Rinch traz fracos – quase inexistentes – duelos com espadas, algo tão característico do gênero samurai. Ficando a luta com dragão (isso mesmo) como a melhor sequência de "batalha".

A bela fotografia levemente saturada surge como um dos pontos fortes do filme – embora algumas paisagens devessem ser melhor aproveitadas. Ao lado da trilha sonora, que se esforça para dar a esse filme vazio um tom épico.

“47 Ronins” parece mais um daqueles filmes de aventura adolescente do que um clássico do gênero samurai. Aliás, o longa tem o mérito de criar mais um gênero no cinema: “samurai hollywoodizado”. Já que, perto de outros filmes do gênero, esse tem tudo para ser considerado um “ronin”.
Matheus R.
Matheus R.

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2,0
Enviada em 2 de fevereiro de 2014
Direção: Carl Erik Rinsch

Elenco: Keanu Reeves, Hiroyuki Sanada, Ko Shibasaki, Cary-Hiroyuki Tagawa, Tadanobu Asano, Min Tanaka & Jin Akanishi

47 Ronins, o novo filme do ator Keanu Reeves, decepciona e mostra que, mesmo com um grande orçamento, não se garante um bom filme. O longa passou por muitos problemas, desde adiamentos até ao afastamento do diretor Carl Erik Rinsch. Keanu Reeves, que não é muito querido pelos cinéfilos, ficou com a missão de interpretar um Ronin. Infelizmente, Reeves não consegue dar uma qualidade maior ao filme. Mas ele não é o único problema do filme.

A ideia de utilizar uma fantasia, para re-contar a história dos 47 Ronins, não é errada. Apenas, só não conseguiu acrescentar em nada neste novo filme. A vilã, interpretada pela atriz Rinko Kikuchi (Círculo de Fogo), utiliza suas feitiçarias para conseguir erguer o reinado de Kira ( Tadanobu Asano), porém, no momento derradeiro do filme não consegue impor respeito. A relação entre Kai ( Keanu Reeves) e Mika (Ko Shibasaki) não ajuda ao filme em nada. Apenas, coloca um romance na história, o que já é de praxe.

Sou fã de filmes de samurais, Ronins, ambientação em países feudais. Talvez, estes sejam os motivos deste longa não ter perdido mais pontos comigo. A fotografia está excelente, as cores combinam com o tom do filme, a trilha sonora também não decepciona. O problema de 47 Ronins, é que os defeitos se sobressam sobre os acertos. Faltou ousadia no longa do diretor Carl Erik Rinsch. E, ousadia, conta muito em um filme épico.

Confesso que esperava mais deste filme. Pelos trailers, pelas imagens, pela ambientação. Acredito, que faltou foco neste longa, e um filme que não sabe o que quer, é muito fácil sair errado. E 47 Ronin é cheio deles.
Thomas S.
Thomas S.

7 seguidores 1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 2 de fevereiro de 2014
Gostei do filme. Porem esperava mais ação e efeitos, Não que o filme não tenha mas acho que faltou um pouco mais. No entanto a historia recompensou e gosto muito dos filmes do Keanu Reeves. Recomendo!
JorDan R.
JorDan R.

3 seguidores 1 crítica Seguir usuário

3,5
Enviada em 17 de fevereiro de 2014
um bom filme inspirado em história real, com uma boa atuação de Rieves e excelentes efeitos especiais, mas não há veracidade nas mortes como por exemplo a falta de sangue.
Stefanie C.
Stefanie C.

5 seguidores 3 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 2 de fevereiro de 2014
O novo longa estrelado pelo ator Keanu Reeves, 47 Ronins, estreou na última sexta-feira (31/01) nos cinemas brasileiros. O longa baseado em uma famosa lenda japonesa, conta a história dos bravos 47 ronins (samurais sem mestre) que decidem vingar a morte de seu mestre, desafiando assim as ordens do shogun. Como todo filme sobre a cultura oriental, o filme tem uma fotografia belíssima (as cenas gravadas em Ako são lindas), figurino impecável e ensinamentos sobre honra e respeito. Mas, como os americanos não gostam de ler legendas e não respeitam a cultura alheia, infelizmente o idioma do filme não é o japonês (o que deixaria o filme ainda mais belo).
Um elenco de atores japoneses fazem um espetáculo a parte em suas atuações: Hiroyuki Sanada (Wolverine e O Último Samurai), Tadanobu Asano (Thor e Battleship) e Cary, Hiroyuki Tagawa (o eterno Shang Tsung de Mortal Kombat). Sanada vive o personagem Oishi, um honrado samurai que, muitas vezes, faz com que Kai (Keanu Reeves) seja apenas um coadjuvante. Keanu está lá, com seu andar desengonçado e voz engraçada, mas faz seu trabalho bem feito e... todos nós gostamos dele mesmo! As mulheres também tem destaque e belos papéis no longa: Ko Shibasaki (que faz par romântico com Keanu apesar da falta de química) e Rinko Kikuchi (Círculo de Fogo) no papel de uma poderosa feiticeira.
Bem dirigido e com cenas tão lindas de se guardar na memória (as de seppuku são poéticas), 47 Ronins cumpre seu dever de entreter o público e vale o ingresso e uma pipoquinha, mas talvez os telespectadores mais "desavisados" não percebam a poesia que existe nele.
Moacir M.
Moacir M.

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4,5
Enviada em 2 de fevereiro de 2014
Uma bela e bem cuidada produção cinematográfica, baseada em conhecida lenda japonesa, retrata com alguma fidelidade a questão da honra entre os samurais para com o seu senhor e mestre. Uma tradição que vai se perdendo com o passar dos anos na cultura japonesa, mas a lenda persiste no Japão de hoje. A lamentar sobre o filme é não ser falado em japonês, que daria muito mais autenticidade ao filme. Mesmo com o acréscimo das fantasias e magias, resultou num filme muito bem elaborado e com o uso correto do recurso 3D, um belo filme que merece ser visto. spoiler:
Vitor F.
Vitor F.

12 seguidores 1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 2 de fevereiro de 2014
É um filme sobre honra, orgulho, preconceito e amor ao embalo de lutas impecáveis, uma trilha sonora arrasadora e efeitos especiais pra ninguém botar defeito. Você vai rir, chorar e roer unhas no decorrer do filme. Vale a pena conferir o show de atuação de Keano Reeves em meio ao povo oriental e seus costumes milenares.
Sidney  M.
Sidney M.

29.816 seguidores 1.082 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 1 de fevereiro de 2014
47 Ronins não é um filme ruim, ele apenas não empolga como deveria. Tem boas cenas de ação, com belos efeitos especiais, mas não passa disso. Gostei do filme, mas não é daqueles que assisto duas ou mais vezes no cinema.
Emerson M.
Emerson M.

5 seguidores 1 crítica Seguir usuário

4,5
Enviada em 1 de fevereiro de 2014
É baseado numa história real, conta sobre a realidade do que foi ser um samurai. Quem aprende o bushido sabe, admira eidolatra o que é passado no filme.
Edna P.
Edna P.

2 seguidores 1 crítica Seguir usuário

3,0
Enviada em 1 de fevereiro de 2014
Os efeitos especiais são maravilhosos. Keanu não faz grandes coisas.
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