Média
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Ás vezes não consigo entender o que leva a atores, diretores ou produtores a embarcarem em um projeto. Ao assistir esse filme me lembrei do cinema apenas como uma arte que apenas entretém, mas mesmo assim não consegui enxergar tal coisa. Foram duas horas de falta de imaginação, roteiro ruim, interpretação idem e um design de produção que até não é tão ruim, mas que não ajuda muito ao filme..
Kai (Keanu Reeves) é um mestiço. Fruto de uma relação entre uma japonesa e um estrangeiro. Ele é achado em uma floresta e passa a ser cuidado por lorde Asano (Min Tanaka). Kira (Tadanobu Asano), rival de lorde Asano, faz um pacto com Lady Mizuki (Rinko Kikuchi), uma feiticeira, para que lorde Asano morra e ele domine o território rival. Quando o lorde morre, os samurais não tem mais serventia e por isso tornam-se ronins, samurais sem um senhor.
A cultura japonesa leva a figura do samurai como um ser humano que tem um desejo de honrar o que ele preza por justiça. Quando os samurais deixam de ter seus senhores viram ronins. Se tornam mercenários, mas a honra e a coragem devem prevalecer. É interessante que a figura dos samurais-ronins sejam tão humanas. Quando um filme passa a misturar esse universo tão humano para colocar feitiçaria ou seres fantasiosos acabam perdendo a essência. Em 47 Ronins isso acaba atrapalhando a história. Não conheço tanto a cultura japonesa, mas misturar esse "mundo fantasioso" com o Japão dos samurais me deu a impressão que queriam pegar o mundo dos samurais e entrar adentro da Terra Média.
É impressionante quando você tem total atenção ao assistir um filme e assim consegue perceber como o roteiro pode ser desenvolvido com diálogos ou cenas que só servem para poluir ou enganar o espectador. As cenas que fazem a história se movimentar são frágeis e logo em seguida acabam por não representar nada na estrutura narrativa. A vontade de explicar demais o filme também atrapalha. A participação de Keanu Reeves parece ter sido colocada para os espectadores apenas se identificarem com alguém ocidental e é claro conhecido do público.
O design de produção até certo ponto é interessante por definir bem os personagens, dividindo os clãs por cores específicas. Os efeitos especiais utilizam mais uma vez o CGI que é usado hoje em dia praticamente em todo filme de ação. A utilização desse recurso até que não decepciona. Como filme de ação as cenas de lutas teriam que ser um destaque, porém não apresentam nada de empolgante. Inclusive mais uma vez assistimos um filme de ação que procura higienizar as mortes de maneira que não há sangue nelas. Há uma utilização de personagens, que inclusive estão no cartaz do filme, que não fazem nada no filme. Um personagem todo tatuado (deve ter dado trabalho fazer aquela pintura) aparece não mais que quinze segundos. Para quê?
Há filmes que realmente não são mais que uma arte que vem somente para entreter, mas aqui assistimos a um filme que propõe que desliguemos nosso cérebro. Infelizmente um cinema que trata o espectador ainda como uma criança só decepciona.
Kai (Keanu Reeves) é um mestiço. Fruto de uma relação entre uma japonesa e um estrangeiro. Ele é achado em uma floresta e passa a ser cuidado por lorde Asano (Min Tanaka). Kira (Tadanobu Asano), rival de lorde Asano, faz um pacto com Lady Mizuki (Rinko Kikuchi), uma feiticeira, para que lorde Asano morra e ele domine o território rival. Quando o lorde morre, os samurais não tem mais serventia e por isso tornam-se ronins, samurais sem um senhor.
A cultura japonesa leva a figura do samurai como um ser humano que tem um desejo de honrar o que ele preza por justiça. Quando os samurais deixam de ter seus senhores viram ronins. Se tornam mercenários, mas a honra e a coragem devem prevalecer. É interessante que a figura dos samurais-ronins sejam tão humanas. Quando um filme passa a misturar esse universo tão humano para colocar feitiçaria ou seres fantasiosos acabam perdendo a essência. Em 47 Ronins isso acaba atrapalhando a história. Não conheço tanto a cultura japonesa, mas misturar esse "mundo fantasioso" com o Japão dos samurais me deu a impressão que queriam pegar o mundo dos samurais e entrar adentro da Terra Média.
É impressionante quando você tem total atenção ao assistir um filme e assim consegue perceber como o roteiro pode ser desenvolvido com diálogos ou cenas que só servem para poluir ou enganar o espectador. As cenas que fazem a história se movimentar são frágeis e logo em seguida acabam por não representar nada na estrutura narrativa. A vontade de explicar demais o filme também atrapalha. A participação de Keanu Reeves parece ter sido colocada para os espectadores apenas se identificarem com alguém ocidental e é claro conhecido do público.
O design de produção até certo ponto é interessante por definir bem os personagens, dividindo os clãs por cores específicas. Os efeitos especiais utilizam mais uma vez o CGI que é usado hoje em dia praticamente em todo filme de ação. A utilização desse recurso até que não decepciona. Como filme de ação as cenas de lutas teriam que ser um destaque, porém não apresentam nada de empolgante. Inclusive mais uma vez assistimos um filme de ação que procura higienizar as mortes de maneira que não há sangue nelas. Há uma utilização de personagens, que inclusive estão no cartaz do filme, que não fazem nada no filme. Um personagem todo tatuado (deve ter dado trabalho fazer aquela pintura) aparece não mais que quinze segundos. Para quê?
Há filmes que realmente não são mais que uma arte que vem somente para entreter, mas aqui assistimos a um filme que propõe que desliguemos nosso cérebro. Infelizmente um cinema que trata o espectador ainda como uma criança só decepciona.
Não consegui nem terminar de ver, deu sono. Faltou uma estória mais cativante.
Muito Bom!!!Os efeitos visuais são belíssimos,as lutas são dinâmicas,a trama do filme é muito boa!!!!!!!!!!!
Gostei do Filme, as cenas são legais mas depois de ver um erro grotesco na cena em que a bruxa da a adaga pra a japa se matar tem um erro horroroso em que ela finca a adaga no chão e muda a adaga ta caída, e quando volta a adaga esta fincada. Isso me chateou muito.
Gostei muito do filme, fotografia exuberante! Keanu mandou muito bem e o elenco também. A cada filme sobre o japão, admiro mais ainda sua cultura.
Inicialmente charmoso,onde traz uma narrativa,onde explora muitos personagens,em uma história que parece ser bastante ,nada se comprova com o passar de alguns zmente não conseguimos apreciar um belo trabalho de Keanu Reeves,nem mesmo o resto do elenco,e também direção.É cheio de cores e personagens,mas que não alavancam em nada o interesse por 47 Ronins.
Inspirado num lenda japonesa, 47 Ronin conta a história de Kai, um mestiço filho de um ocidental com uma japonesa, que se une á Oishi e outros samurais sem líder, que foram banidos de sua província após o suicídio de seu líder, numa viagem cujo objetivo final é vingar a morte dele.
Seria uma injúria se eu dissesse que este é um bom filme, pois bom não se encaixa na produção, já que ela está num patamar mais além. 47 Ronin é a estréia de Carl Rinsch na direção, com Keanu Reeves e um excelente elenco oriental. E aí está a única falha que vou apontar: O idioma. O filme poderia ter sido em japonês, já que seria muito mais compatível com o período histórico (século 18, Japão feudal).
Quando se envolve uma princesa, um reino em perigo, um vilão declarado, um herói disposto a tudo e um mundo fantástico, temos - ao menos - uma base para uma boa história. Entretanto, como eu disse: é uma injúria dizer que 47 Ronin é apenas bom. O longa foi tão bem produzido que com poucos diálogos, um narrador e um trabalho magnífico de atuação do elenco coadjuvante, nos envolve completamente com a história contada.
O filme tem uma fotografia incrível, colorida, contrastante; ainda, deixa bem claro ao espectador que existe uma divisão entre o bem e o mal, representados através de cores claras e escuras, de ambientes e cenários amplos, vistosos, e outros mais sombrios e pesados. E conforme o espectador é envolvido nessa trama, a trilha sonora nos conduz brilhantemente, dando o toque que a produção tanto precisa.
Sem dúvida alguma, o elenco é que merece toda a glória. O filme em si tem pouquíssimos diálogos, sem contar com a narração, mas ainda sim, não foi preciso um monte de cenas cheias de falatórios para que toda a mensagem pudesse ser passada com louvor ao espectador. Este é um filme de sentimentos, em que eles são transmitidos - muito! - através do olhar e de gestos que, em nossa vaga concepção, podem parecer rígidos e, muitas vezes, tolos.
47 Ronin é mal interpretado. E na maioria das vezes, é considerado ruim por não ter sido compreendido completamente, principalmente tratando-se do seu final. Mas é por ele mesmo, que analisando como um todo, entendemos que através de determinadas ações, é que aquele povo mostra o seu valor e a sua coragem. Por fim, é mesclando, de forma brilhante, a realidade e a fantasia, que Carl Rinsch conta a lenda dos samurais; e é deixando uma linda mensagem de amor, tanto de um homem para com uma mulher, quanto de um povo para com seu líder; e é através de uma produção absolutamente adorável, cativante e incrível, que mergulhamos de volta ao passado de um povo que, atualmente, julgamos apenas pelo que nossos olhos podem ver e não pelas mensagens que seus atos transmitem.
Seria uma injúria se eu dissesse que este é um bom filme, pois bom não se encaixa na produção, já que ela está num patamar mais além. 47 Ronin é a estréia de Carl Rinsch na direção, com Keanu Reeves e um excelente elenco oriental. E aí está a única falha que vou apontar: O idioma. O filme poderia ter sido em japonês, já que seria muito mais compatível com o período histórico (século 18, Japão feudal).
Quando se envolve uma princesa, um reino em perigo, um vilão declarado, um herói disposto a tudo e um mundo fantástico, temos - ao menos - uma base para uma boa história. Entretanto, como eu disse: é uma injúria dizer que 47 Ronin é apenas bom. O longa foi tão bem produzido que com poucos diálogos, um narrador e um trabalho magnífico de atuação do elenco coadjuvante, nos envolve completamente com a história contada.
O filme tem uma fotografia incrível, colorida, contrastante; ainda, deixa bem claro ao espectador que existe uma divisão entre o bem e o mal, representados através de cores claras e escuras, de ambientes e cenários amplos, vistosos, e outros mais sombrios e pesados. E conforme o espectador é envolvido nessa trama, a trilha sonora nos conduz brilhantemente, dando o toque que a produção tanto precisa.
Sem dúvida alguma, o elenco é que merece toda a glória. O filme em si tem pouquíssimos diálogos, sem contar com a narração, mas ainda sim, não foi preciso um monte de cenas cheias de falatórios para que toda a mensagem pudesse ser passada com louvor ao espectador. Este é um filme de sentimentos, em que eles são transmitidos - muito! - através do olhar e de gestos que, em nossa vaga concepção, podem parecer rígidos e, muitas vezes, tolos.
47 Ronin é mal interpretado. E na maioria das vezes, é considerado ruim por não ter sido compreendido completamente, principalmente tratando-se do seu final. Mas é por ele mesmo, que analisando como um todo, entendemos que através de determinadas ações, é que aquele povo mostra o seu valor e a sua coragem. Por fim, é mesclando, de forma brilhante, a realidade e a fantasia, que Carl Rinsch conta a lenda dos samurais; e é deixando uma linda mensagem de amor, tanto de um homem para com uma mulher, quanto de um povo para com seu líder; e é através de uma produção absolutamente adorável, cativante e incrível, que mergulhamos de volta ao passado de um povo que, atualmente, julgamos apenas pelo que nossos olhos podem ver e não pelas mensagens que seus atos transmitem.
Depois de assistir o filme você percebe porque ele ficou tão pouco tempo nos cinemas.
Daria 2 estrelas até descobrir que o filme de alguma forma se projeta para aproveitar da história cultural dos Ronins.
Uma apelação de mau gosto porque o filme cita uma coisa e faz outra, faz uma ficção de mau gosto. Botaram Keanu Reeves para dar estrelato mas ajudou sim foi a queimar a sua própria imagem.
Daria 2 estrelas até descobrir que o filme de alguma forma se projeta para aproveitar da história cultural dos Ronins.
Uma apelação de mau gosto porque o filme cita uma coisa e faz outra, faz uma ficção de mau gosto. Botaram Keanu Reeves para dar estrelato mas ajudou sim foi a queimar a sua própria imagem.
Filme Bacana! é legal vê filmes que lembram os grandes filmes japoneses do passado, como Sete Samurais, Rashomon entre outros de muito sucesso!! vale a pena vê o Reeves de uma forma diferente, agitado e atuando melhor!!
filme com muita ação fantasia e aventura, bons efeitos especias, vale a pena conferir
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