Guerra Mundial Z
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4,2
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299 Críticas do usuário

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Eduardo Santos
Eduardo Santos

340 seguidores 183 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 4 de julho de 2013
GUERRA MUNDIAL Z

Um insulto à inteligência dos espectadores. Essa seria a melhor forma de definir este filme ultrajante. Marc Forster parece ter perdido completamente a sensibilidade de outrora, que o conduzia numa bela filmografia, com filmes interessantíssimos como A Última Ceia, Em Busca da Terra do Nunca, Mais Estranho que a Ficção e O Caçador de Pipas. Ele já havia dado uma bola fora com A Passagem e um tombo feiíssimo com o mais fraco filme que eu já vi do 007, o sonífero Quantum of Solace (único filme ruim de Daniel Craig como Bond). Agora, Forster nos brinda com essa afronta de filme de zumbis, com uma avalanche de clichês um após o outro, num filme frio, sem brilho e com um elenco que está ruim de doer. Brad Pitt está mais canastrão que nunca, e as pontas de David Morse e, em especial do excelente ator alemão Moritz Bleibtreu, estão extremamente aquém do potencial desses atores. Há aqueles que digam que esse tipo de filme não exige muito dos atores, pois definitivamente não é um filme de “interpretação”, mas com certeza esse fator ajudaria a não ser o fiasco que é se os bons atores que integram seu elenco tivessem um roteiro decente para trabalhar. Vou enumerar alguns dos vários problemas do filme: os personagens são mal construídos e sem carisma, além de personagens chatas, como as filhas do personagem de Pitt, que no meio a um ataque zumbi ficam preocupadas ora com um bicho de pelúcia dos mais feios como também com um certo cobertor (!?!) que sabe-se lá porque é mencionado... minha vontade era de que um dos mortos vivos mordesse o pescoço daquelas meninas pra calar a boca delas e até mesmo causar alguma certa comoção que inexiste durante todo o filme; os efeitos especiais são bem feitos, mas as melhores cenas estão no trailer, então não é preciso perder seu tempo vendo o filme na tela grande, até porque os efeitos 3D em si me pareceram dispensáveis; O roteiro peca em tudo, principalmente por abusar dos meios mais fáceis de causar sustos planejados e na superficialidade da narrativa; Dentre isso, vale frisar que uma cena ou outra é interessante, como a que o personagem de Pitt está num laboratório que armazena terríveis ameaças biológicas e tem que decidir, entre tantos absurdos do filme, sobre uma possível forma de se sacrificar em prol da humanidade. Mas são cenas bem isoladas, desmanchadas por um final risível (que dá margem a uma já anunciada continuação, pela qual eu passarei bem longe) e que me deu simplesmente vontade de exigir meu pobre dinheirinho de volta na bilheteria do cinema. Ainda bem que pago meia entrada e fui durante a semana, que é mais barato, ou a dor de perder mais dinheiro com tamanha perda de tempo seria ainda pior.

Nota 1.
Rogério Gonçalves
Rogério Gonçalves

9 seguidores 40 críticas Seguir usuário

1,5
Enviada em 27 de junho de 2013
Se você quiser assistir este filme, assista na promoção. Filme muito ruim.
Camila V.
Camila V.

7 seguidores 8 críticas Seguir usuário

1,5
Enviada em 1 de julho de 2013
Não gostei do filme, a não ser alguns zumbis que realmente são engraçados e deixa o filme um pouco mais leve!!
Kamila A.
Kamila A.

7.940 seguidores 816 críticas Seguir usuário

1,5
Enviada em 19 de dezembro de 2013
Filmes como “Guerra Mundial Z”, dirigido por Marc Forster, existem a torto e a direito se analisarmos a história do cinema, especialmente o norte-americano, que é muito afeto ao chamado cinema catástrofe, gênero cinematográfico em que os seres humanos são confrontados com situações quase irreversíveis e que nos fazem ter a percepção de que o fim do mundo como o conhecemos está muito próximo. Por isso mesmo, a necessidade de que um longa como esse apresente um diferencial, de forma, até mesmo, a chamar a atenção da plateia. Infelizmente, este não é o caso da obra – que é um dos maiores projetos do ator Brad Pitt em 2013.

Talvez, isso seja um reflexo direto da produção complicada de “Guerra Mundial Z”, que não contou com o apoio da Paramount Pictures, especialmente no que diz respeito à primeira edição feita pelo diretor Marc Forster, que era considerada “abrupta e incoerente” pelos chefes do estúdio. Revisões feitas por Drew Goddard e Damon Lindelof no roteiro original escrito por Matthew Michael Carnahan também não ajudaram e deixam o longa com a leve sensação de que estamos assistindo a uma série de reuniões de pequenos acontecimentos, em escala global, que não possuem coesão e que continuam deixando “Guerra Mundial Z” como um filme que pode receber os adjetivos que os chefões da Paramount o caracterizaram.

Tentar explicar a trama principal de “Guerra Mundial Z” é muito fácil. Nela, Brad Pitt interpreta um ex-investigador da Organização das Nações Unidas (ONU) chamado Gerry Lane, que é recrutado novamente pelo governo norte-americano quando uma enfermidade se espalha pelo mundo transformando as pessoas em zumbis. O filme tem como enfoque a investigação feita por Gerry para tentar descobrir o que está acontecendo antes que a humanidade seja totalmente extinta.

Em paralelo a essa trama principal, o roteiro também nos mostra o lado humano de Gerry Lane, por meio do relacionamento que ele possui com sua esposa, Karin (Mireille Enos, conhecida pelos papeis na série “Big Love” e “The Killing”), e as duas filhas. Porém, mesmo assim, o tipo de direção impressa por Marc Forster nessa obra – e isso chega a ser surpreendente, especialmente se levarmos em consideração seu histórico como diretor – transforma “Guerra Mundial Z” num longa muito frio e que falha em estabelecer uma conexão com a plateia, que, dificilmente, irá se importar com o destino desses personagens.

Desta maneira, “Guerra Mundial Z” se destaca pelo ótimo trabalho exercido na parte técnica do longa. Preste atenção especialmente ao ótimo trabalho de direção de fotografia feito Ben Seresin e Robert Richardson, em tons cinzas e granulados que reforçam a sensação de que o mundo, realmente, está num momento muito sombrio; à boa trilha sonora composta por Marco Beltrami e, especialmente, aos Efeitos Visuais, que foram pré-selecionados, inclusive, pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas (AMPAS) para concorrer a uma das vagas da categoria.
Stanislaus  Kat
Stanislaus Kat

24 seguidores 82 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 13 de março de 2016
A história trata de uma pandemia causada por um vírus que transforma rapidamente hospedeiros humanos infectados em zumbis, que apresentam habilidades sobre-humanas. O filme é baseado no livro de mesmo nome escrito por Max Brooks. Nos cinemas foi um sucesso comercial, com várias críticas favoráveis. Apresenta um roteiro fraco, atuações pífias, efeitos especiais focados nas aptidões dos zumbis e um final feliz previsível. Cansativo de ver.
Alan David
Alan David

17.183 seguidores 685 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 21 de dezembro de 2014
Uma visão muito distorcida do que é um filme de zumbis e ainda a atuação de Brad Pitt é de dar sono.
Renato C.
Renato C.

3 seguidores 3 críticas Seguir usuário

1,5
Enviada em 8 de setembro de 2013
típico filme de infectados em busca da cura, vírus que não se sabe de onde veio, o filme todo Gerry foge dos zumbis. Qual a diferença para os outros filmes? a diferença é que esse tem o Brad Pit, nome de peso no cinema mundial, mas que não colabora na desenvoltura do filme. Um filme que não vale ir ao cinema para assistir, mesmo para aqueles que curte ficção e efeitos especiais, assim como eu.
Alessandra d.
Alessandra d.

6 seguidores 7 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 8 de dezembro de 2014
gente e um filme sem pe e cabeca.
a historia comeca simplesmente do nada. e no fim nem tem uma explicacao. pode ter ate muita acao e com efeitos visuais muito bom mas a historia e pessima.
Joel B.
Joel B.

8 seguidores 2 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 14 de julho de 2013
Filme totalmente TRASH, uma mistura de "I am Legend" e "The Walking Dead", algums efeitos desnecessârio, trama ruim, não leva nota ZERO porque a atuaçãodo Brad Bitt foi "boa".
Ricardo S.
Ricardo S.

7 seguidores 3 críticas Seguir usuário

1,5
Enviada em 16 de julho de 2013
Sabe aqueles filmes, que começam com um problema grave, que destruirá a TUDO E/OU TODOS; mas tem um cara, que É O CARA e, somente ele é capaz de salvar a humanidade?! Pois é, o final é previsível na primeira cena.

Seguem-se várias cenas de ação, cheias de clichês; no entanto, a mais espantosa, foi perto do final do filme- o avião explode, e o mocinho tem um ferro transfixado na altura da cintura. No entanto, pouco tempo depois já estava sarado fazendo misérias...kkkkk

Em suma, o filme é uma porcaria-LITERALMENTE! Acredito que BRAD PITT deve ter recebido uma fortuna para fazer um papelão daqueles....kkkkk
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