Guerra Mundial Z
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Eduardo K.
Eduardo K.

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4,0
Enviada em 2 de julho de 2013
Gerry Lane (Brad Pitt), um investigador da ONU, viaja pelo mundo em uma corrida contra o tempo para impedir umapandemia Zumbi que está exterminando governos e exércitos, e ameaçando dizimar a humanidade como um todo.

GUERRA MUNDIAL Z me surpreendeu. Em um bom sentido. Repleto de problemas em sua produção como diversas alterações no roteiro, o que causou atrasos em seu lançamento, o filme não inspirava muita confiança. Mas o filme dirigido pelo bom Marc Forster (A ÚLTIMA CEIA, O CAÇADOR DE PIPAS), pode ser definido como uma montanha-russa de ação e tensão, que permeia o filme durante praticamente toda a projeção.

O roteiro, no final das contas, escrito à OITO mãos por Matthew Michael Carnahan (O REINO, INTRIGAS DE ESTADO), J. Michael Straczynski (A TROCA, THOR), Drew Goddard (O SEGREDO DA CABANA, CLOVERFIELD: MONSTRO) e Damon Lindelof (PROMETHEUS, STAR TREK: ALÉM DA ESCURIDÃO), apesar de manter uma narrativa excessivamente comum, não compromete e nem ofende o livro do escritor Max Brooks, no qual é baseado. O livro, que é na verdade um conjunto de relatos e memorandos fictícios que relatam um “Apocalipse Zumbi”, até renderia algo mais inovador se o roteiro tivesse aproveitado sua estrutura narrativa. Mas como mencionei, a maneira de contar a história utilizada no filme, apesar de convencional, prioriza de maneira correta a ação e a tensão.

Desde MADRUGADA DOS MORTOS (2004), de Zack Snyder, o cinema não trazia um filme de zumbi com um início tão frenético como este GUERRA MUNDIAL Z. Com apenas dez minutos de filme, já somos jogados em um mundo em colapso, à beira da extinção completa de seus habitantes humanos, onde acompanhamos a odisséia do personagem de Pitt para salvar sua família em plena Nova York, e depois, para buscar uma cura, viajando ao redor do Mundo. Entre estas sequências em particular, chama a atenção uma cena primorosa onde assistimos Israel, um dos últimos locais ainda à salvo da pandemia global que assola o planeta, sendo tomada violentamente pelos zumbis, que são retratados aqui como criaturas realmente animalescas, que correm e saltam como verdadeiros animais selvagens, numa competente alusão à eficiente abertura do filme, que mostra entre cortes rápidos cenas de diferentes animais e insetos, atacando e destruindo, exatamente como os zumbis retratados no filme. Já no terço final do filme, a ação dá lugar à tensão e ao suspense, em sequências também eficientes e repletas de sustos cuidadosamente calculados para fazer a plateia saltar algumas vezes na cadeira.

Um ponto interessante do filme, é que o termo “zumbi” é utilizado em momentos pontuais do filme, já que a pandemia é tratada como uma doença como a raiva, por exemplo, já que é transmitida pela mordida de um ser infectado. Semelhante à ideia utilizada nos filmes da série EXTERMÍNIO, cujo primeiro filme foi dirigido pelo inglês Danny Boyle.

No elenco onde o único nome realmente famoso é o de Brad Pitt em um papel que não exige muito de suas qualidades dramáticas, o astro carrega o filme com seu enorme carisma, e chama a atenção também a rápida mas eficiente participação de James Badge Dale, como o capitão de uma força especial do exército americano. Vale lembrar que James já tinha ameaçado roubar a cena como um dos vilões de HOMEM DE FERRO 3. É um nome para se prestar atenção.

GUERRA MUNDIAL Z sente falta apenas de um final mais pungente. Ao final do filme, tem-se a impressão de que os roteiristas tentaram deixar as portas abertas para uma sequência, que honestamente, não acho que cabe aqui. Ainda assim, ao mesmo tempo deixa uma sutil mas importante mensagem para o público (leia-se humanidade), onde defende a ideia de que a “guerra” está apenas começando. E por esta guerra, você pode entender o que quiser. Afinal, o que seria uma guerra contra zumbis? Não seria uma guerra contra nós mesmos?

Por Eduardo Kacic.
Ton J.P
Ton J.P

4 seguidores 2 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 2 de julho de 2013
Filme estilo catástrofe que cumpre muito bem o seu papel... impressionar e reter a atenção do telespectador. Por muitas vezes me imaginei na situação - E se isso fosse real? O que fazer?. Aos fãs de The Walking Dead a espera de mais uma temporada da série, deixo aqui a minha sugestão!
Aline P.
Aline P.

1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 2 de julho de 2013
O que você faria se estivesse em meio a um “apocalipse zumbi”, vendo pessoas correndo por todos os lados, corpos se transformando em segundos e a sua vida e de sua família em risco? Para onde iria? Quem procuraria?

No longa 'Guerra Mundial Z', Gerry Lane (Brad Pitt), é um ex-funcionário da ONU que vai em busca dessas respostas. Ele precisa abdicar sua licença da Organização, em prol de solucionar o caso da pandemia zumbi que dominou do mundo. Para isso, ele deixa sua família para visitar vários países, numa corrida contra o tempo, a fim de deter o vírus que vem derrotando exércitos e governos, e ameaçando dizimar a própria humanidade.

Numa atuação visceral, Brad Pitt consegue transmitir toda a emoção do personagem e da situação, levando-nos a viajar por diversos ambientes a procura de uma solução para todo o caos instalado no mundo. Destaque para a soldado israelense, Segen, que com muita coragem mostra-se mais valente que muitos soldados do exército.

Com um roteiro muito bem escrito, trilha sonora impactante, fotografia bem elaborada, ‘Guerra Mundial Z’ é o tipo de filme que tira o fôlego e deixa o espectador tenso do início ao fim. Qualidade e diversão garantidas!

Texto: Aline Pagotto)
Rodrigo A.
Rodrigo A.

6 seguidores 1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 2 de julho de 2013
A formula usada em guerra mundial z é sobre zumbi que esta no auge por causa do sucesso de the Walking dead, mas o filme tem como foco a procura para o que levou ao desastre mundial. E a luta de famílias para sobrevivência em meios a devastação dos comedores de carne.

Visto de primeira que o filme é com o grande astro Brad Pitt, e só, não há outros no mesmo patamar. Mireille Enos é uma boa atriz apesar de não ser muito conhecida, as filha de do casal não mostra muito emoção no ataque dos zumbis no começo do filme e no decorrer do filme não tem mais cenas.

O filme começa com um toque de musica que ate mesmo parece com o exorcista que não tem muito haver com o clima de zumbi, mas as partes de ação e susto mudam e ficam de acordo com o clima. Com efeitos muito bons e cenas bem reais de carros e caminhões e helicóptero sendo destruídas, explosões, e dos zumbis que corre muito rápido que ate cria tumulto entre eles criando ate torres humanas isso tudo vai ser visto referente às viagens que o ator principal Gerry Lane (Brad Pitt) faz para descobrir a origens que eles presumam que seja viral.

Apesar de não ter muito sangue, pés, braço e tripas arrancados como outros filmes de zumbi, (pela censura de 14 anos), o enredo prende a atenção de quem esta na sala, o clima de suspense, e susto, e ate umas risadas e com o 3D, o filme em si vale muito apena ser visto. E com certeza teremos uma continuação como é falada no final a guerra ainda não acabou.

Rodrigo Ribeiro de Almeida 61 9338-1383
Leandro A.
Leandro A.

5 seguidores 1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 2 de julho de 2013
Quer saber como abordar um tema que está se tornando saturado, tanto em mídias eletrônicas quanto impressa, mas de uma forma diferente? Assista "Guerra Mundial Z" para aprender.
Aqui não veremos um mundo pós-apocalíptico como pode ser imaginado, mas um mundo em transformação em tempo real, o instinto de sobrevivência do ser humano impulsionado ao limite em um dia que era para ser rotineiro e cotidiano. Nos noticiários informes de doenças que se espalham pelo mundo, trazendo informações reais como as das doenças "H1N1" e a "Gripe Aviária". E, claro, como característico das pessoas, ignoram qualquer tipo de alerta.
A nova praga, de origem desconhecida, se espalha de forma rápida através da mordida do infectado em uma pessoa, transmitindo o parasita que toma posse do hospedeiro de forma quase imediata, mais precisamente em 12 segundos, e aviso que a cena em que se conta esse tempo é uma das melhores nos cinemas esse ano.
Gerry Lane, personagem interpretado por Brad Pitt, é ex-empregado da ONU e é contato por sua experiência em investigações para tentar descobrir a origem e uma possível para a epidemia, em tempo real, enquanto ela se espalha pelo mundo, criando uma corrida mundial contra o agente invisível que pode estar presente em qualquer lugar, e sua motivação está em assegurar a segurança de sua família, mantida em um navio usado como base de operações de defesa dos Estados Unidos.
Se você espera encontrar nesse filme galões de sangue, carnificinas e matanças, não irá encontrar. O filme foi gravado de modo que essas cenas ficassem subentendidas, provavelmente para diminuir a classificação etária e atingir um maior número de público. Isso não atrapalha em nada a história. As cenas de "violência" são usadas em momentos certos e de tensão.
Filme muito recomendando, mesmo não sendo destinado a se tornar um clássico, tanto que não tem essa intenção, mas com certeza muitos sairão do cinema e sempre se lembrarão de cenas como a que acontece no muro de Israel e a tranquila viagem de avião.
glauce  C.
glauce C.

1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 2 de julho de 2013
Guerra Mundial Z impressiona com seus efeitos especiais, a quantidade de pessoas aglomeradas nas ruas é surpreendente, Brad Pitt luta heroicamente para salvar sua família da pandemia zumbi que vem devastando o planeta, esse filme promete fortes emoções do início ao fim. Não fique aí sentado, vá ao cinema assistir Guerra Mundial Z é um filme que você não pode perder!
wellington B.
wellington B.

1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 2 de julho de 2013
o filme é bom, mas esperava mais cenas 3d mais cenas chocantes e mais cenas com ação.
mas fora isso p filme é perfeito atores bom imagem ótima.
Ederson R.
Ederson R.

10 seguidores 2 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 2 de julho de 2013
Guerra Mundial Z! Os Zumbis Velozes & Furiosos!

Apocalipse Zumbi, um dos temas mais abordado dos últimos anos nos cinemas e seriados de TV. The Walking Dead, In The Flesh, Residente Evil, Meu Namorado é um zumbi, Zumbilândia e etc... são exemplos da invasão zumbi nas nossas casas e telonas, um tema que parece tentar ou está tentando nos alertar de como vai ser ou como poder ser o nosso fim do mundo e dando um alerta: "PREPARE-SE".

Com uma trama muito boa de deixar você tenso e temendo o pior, há cenas de prender a atenção de tal modo a deixar você sem piscar, diga-se de passagem muito bem realizadas, principalmente as perseguições zumbirescas, zumbis esses, que até nos choca com a sua rapidez, já que estamos acostumados com zumbis mais lentos e tranquilos, apesar que em Extermínio os "zumbis"(humanos com raiva) eram também rápidos, mas creio que a ideia foi exatamente essa impactar o público com zumbis velozes e furiosos. O filme tem lá seus problemas, principalmente com o uso exagerado de computação, mas há de se entende que a ideia era da uma velocidade aos acontecimentos como era a velocidade de transformação dos humanos em zumbis, velocidade essa altamente questionável, mas aceita no contexto, mas a carga dramática não foi tão pesada, esperava-se mais terror, mas era quebrado pelo humor de certas cenas, apesar disso ficou bem equilibrado os climas de tensão e comedia.

Brad Pitt, não tem muito do que se falar, ele é ele, atua muito bem num papel que é até um pouco confuso para entender qual a sua profissão, mas como sempre se supera. Direção muito boa e coerente com o roteiro. Portanto, é um BLOCKBUSTER ou seja um PIPOCÃO muito bom, para curtir e vale a pena ir ao cinema para assistir.
Cristiano H.
Cristiano H.

5 seguidores 1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 2 de julho de 2013
“Zumbis”, dizia o e-mail com remetente sul-coreano a que ninguém deu atenção, enviado onze dias antes dos acontecimentos de “Guerra Mundial Z”, de Marc Foster. Mas este filme dá nova dimensão aos filmes de apocalipse zumbi, talvez porque de maneira alguma se resuma às criaturas descritas pela primeira vez na fé vodu da África e do Caribe.

Os filmes-catástrofe podem se basear em invasões alienígenas (“Guerra dos Mundos”, “O Dia Em Que a Terra Parou”, “Invasão do Mundo – Batalha de Los Angeles”), desastres naturais (“O Dia Depois de Amanhã”, “2012”, “Armageddon”), pandemias (“Contágio”, “Filhos da Esperança”, “Sentidos do Amor”).

“Z” de alguma forma é um amálgama destas ameaças, e é sintomático que seja intitulado Guerra Mundial, remetendo a dois episódios históricos que despertaram todo o mal – e também o bem – da raça humana, mas que no panorama atual seriam mais provavelmente evocados uma terceira vez com um inimigo não-humano, seja um vírus, a temperatura ou zumbis.

Às vezes, a humanidade de algumas pessoas fica em dormência, como se fossem zumbis, até que um perigo conjunto desse naipe as faça acordar. Quando assim confrontados como espécie, reagimos por instinto de sobrevivência, e isso inclui governo, cientistas, militares, mídia e o cidadão. Ou seja, todo mundo. Mas se, ao contrário de em uma comédia romântica, por exemplo, os eventos de um filme afetam todos os terráqueos, um recorte se faz necessário. 7 bilhões é gente demais, então quem acompanharemos?

Muitos bons filmes do gênero optam por uma solução mista, isto é, personagens que têm interesses particulares, como preservar sua própria família, e alguma ligação com as instituições que podem fazer diferença em nível global, que às vezes são reunidas em uma força-tarefa para salvar o mundo. Quando a grande família humana está ameaçada, todos os núcleos familiares menores também estão. Este filme está adaptado aos novos tempos, e mesmo sendo uma produção norte-americana, não apenas não ignora o resto do mundo (o patriótico “Independence Day”), como mostra que em uma família tão vasta como o H. sapiens as abordagens são diversas.

Assim, o nosso protagonista é um pai de família, mas também um investigador da ONU, que, parado em um congestionamento tão comum nas grandes metrópoles, vê a calmaria virar tempestade em um mero instante, como nos suicídios da cena inicial de “Fim dos Tempos”. Para vencer os zumbis – e qualquer inimigo, é preciso ser um homem de ação, mas também processar intelectualmente cada detalhe, como os segundos de contaminação e transformação de um vivo em morto-vivo, ali à sua frente, rebatendo-se.

Ao largo de sua jornada, Gerry Lane (Brad Pitt) se deparará com novas realidades, do Pacífico para a Ásia, do Oriente Médio para a Europa, sem contar uma batalha na Rússia que acabou descartada como desfecho. Como num thriller geopolítico, só ficamos a imaginar o grau de sucesso da curiosa solução anti-zumbi de um dos países mais fechados do mundo, a Coréia do Norte, mas vimos em todos os ângulos e pompa o estratagema à la Berlim, em qualquer hipótese um paliativo, erguido em Israel. O estado judeu parece em princípio uma Zion de “Matrix”, último reduto da resistência. Mas cai numa mistura de estupidez humana e inteligência coletiva zumbi – que assemelha-se taticamente às formigas amazônicas que se prendem umas às outras para flutuar.

Qualquer que seja a guerra, contra outro país, uma facção terrorista, a gripe suína, uma civilização extraterrestre ou o aquecimento global, conhecer com o que se está lidando é fundamental. Os zumbis aqui são atraídos por decibéis, mas não acusam a presença de humanos em certas condições. E força por vezes é vulnerabilidade, é a mensagem que darwinisticamente apregoa um cientista, levada adiante por Lane.

Na ciência, uma tese deve ser provada, com experimentos. A guerra se beneficia da ciência, mas segue seu ritmo, sem importar-se com provas empíricas. Quando a comprovação vem, no entanto, faz-se luz: após uma sequencia hitchcockiana, é então no filme que o ser desengonçado, descerebrado e faminto batendo pateticamente os dentes molares uns contra os outros pode virar motivo de escárnio. Aqui, é onde menos há dúvidas: o comportamento zumbi não tem traço de humanidade, e a comédia surge talvez da consciência, afinal, de nossa superioridade.

Os zumbis são essenciais desde o Z do título, mas este não é um filme de qualidade Z porque o que vemos são atitudes humanas, motivadas, claro, por zumbis. A resposta organizada que só guarnece quem é essencial, a cidade que se isola mesquinhamente e ainda assim recebe as levas de refugiados, o cara que tem a ideia que muda o resultado da guerra e só quer voltar a fritar panquecas.

Como em “A Hospedeira”, os créditos começam a rolar após uma virada de jogo implícita. Parece que nós temos agora ferramentas para consistentemente vencer o inimigo. Eventuais continuações de mesmo fôlego dependerão de desfazer, em algum grau, essa impressão.
Alex FreireRP
Alex FreireRP

9 seguidores 42 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 2 de julho de 2013
O filme conseguiu com maestria explorar o tema da moda "zumbis", efeitos especiais deslumbrantes e um roteiro bem amarrado que não deixa a trama ficar cansativa, Guerra Mundial Z é Ótimo, melhor que muitos do gênero, não perca.
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