Guerra Mundial Z
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4,2
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Alinne L.
Alinne L.

18 seguidores 1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 30 de julho de 2013
Apesar de não ser uma abordagem inédita (alastro de zumbis em meio aos humanos) vê-se
ação em todo o tempo e um *quase desfecho suave, daquele retorno à paz e ao lar.

*Seguramente que haverá uma Parte 2 por aí...
rmac
rmac

2 seguidores 19 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 29 de julho de 2013
Guerra Mundial Z traz Hordas zumbis muito rapidas e bem fortes, nada de humanos encarando 10 zumbis na mão e vencendo como em resident. 3D que vale a pena apesar de algumas cenas que ficaram bem escuras. suspense, sustos e um final aberto para uma otima continuação. e torço pra que ela venha
Felipe N.
Felipe N.

12 seguidores 1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 20 de julho de 2013
Um morto-vivo do gê realizou A Noite dos Mortos-Vivos (The Night of the Living Dead, 1968), George A. Romero provavelmente não imaginou que aquelas criaturas de seu filme, com o tempo, viriam a se tornar um dos maiores ícones da cultura pop. Mesmo quase quatro décadas depois, os zumbis seguem presentes no imaginário popular, talvez hoje ainda mais adorados do que nunca. Nos últimos tempos, os mortos-vivos puderam ser vistos em diversas mídias e retratados das mais diferentes formas: pelas telonas ou pelas telinhas, já passaram zumbis cômicos, zumbis apaixonados, zumbis tratados como animais de estimação, zumbis lerdos, zumbis velocistas e até mesmo zumbis que não são mais zumbis. Como, portanto, apresentar algo novo a esse já saturado subgênero? No caso de Guerra Mundial Z (World War Z, 2013), a resposta a essa pergunta é uma só: acrescentando uma escala épica à produção. Dirigido pelo versátil Marc Forster, responsável por obras tão díspares quanto Em Busca da Terra do Nunca (Finding Neverland, 2004) e 007 – Quantum of Solace (Quantum of Solace, 2008), o filme aposta na grandiosidade como seu maior diferencial, apresentando – como diz o título – uma verdadeira guerra mundial contra os zumbis, com locações em diversos países e, literalmente, milhares e milhares de mortos-vivos sedentos por sangue. As cenas são impressionantes. Sem medo de utilizar planos aéreos, exatamente com a intenção de transmitir essa escala épica, e a computação gráfica, Forster cria instantes visualmente estarrecedores, com hordas de criaturas escalando muros gigantes e dominando cidades inteiras. São alguns dos momentos mais fantásticos que o cinema de zumbis já produziu. No entanto, infelizmente, Guerra Mundial Z pouco oferece além disso. Desde os primeiros minutos, o espectador já percebe estar diante de um filme que não irá se preocupar muito com história ou personagens: há apenas uma cena curta na qual é apresentada a família de Brad Pitt e, logo em seguida, a correria descerebrada já tem início. A partir daí, verdade seja dita, Forster consegue imprimir um ritmo alucinante à obra, reduzindo ao mínimo possível os momentos mais intimistas. Guerra Mundial Z salta de uma cena de ação de a outra sem muita parcimônia, com os personagens – e, por consequência, o próprio filme – sempre em movimento, o que garante energia e dinamismo. Porém, se por um lado a obra não se arrasta, por outro esse foco quase exclusivo na ação também resulta em uma experiência emocionalmente estéril à plateia. O roteiro, escrito por Matthew Michael Carnahan, Drew Goddard e Damon Lindelof (todos com bons trabalhos no cinema e na televisão) e adaptado de um livro de Max Brooks, parece ter sido escrito em total piloto automático. Não há qualquer tentativa de fazer a plateia conhecer de verdade Gerry Lane e sua família a ponto de se interessar ou de se preocupar com eles. Não apenas os momentos compartilhados entre eles são poucos, uma vez que o protagonista é separado da família logo no início, como também todas as cenas que poderiam gerar algum impacto dramático parecem ter sido cortadas ou tratadas de forma desleixada, como a saída da mulher e de suas filhas no navio. Como resultado, a experiência de assistir aos ataques dos zumbis se torna apenas visual, sem jamais causar alguma espécie de tensão ou sentimento. Além disso, o roteiro ainda sofre pela falta de desenvolvimento, ou ao menos de boa vontade por parte dos escritores. A investigação de Gerry, por exemplo, é incrivelmente fácil e superficial: basta ele chegar a algum lugar e a primeira pessoa com a qual fala já tem informações sobre a epidemia. E o fato de que ninguém sabia onde tudo começou, como fica? Na verdade, Guerra Mundial Z, mais do que apenas um filme sem muita inteligência, é um filme que não respeita a inteligência dos espectadores. Em certo momento, no instante de epifania do protagonista, Forster e seus roteiristas preferem mostrar cenas e falas previamente vistas, em uma representação literal e desnecessária, como se a plateia não fosse capaz de entender o que o personagem descobriu. Como se não bastasse, a trama ainda é repleta de furos e incoerências (que fim levaram os pais do garoto Tomas, por exemplo? Aliás, qual a função dele na história mesmo? E atirar uma granada dentro de um avião? Sério?) e, ao contrário de boa parte das produções do gênero, não busca utilizar os zumbis como metáfora ou alegoria para algum comentário social; eles são comedores de pessoas, e só. E será que Carnahan, Goddard e Lindelof não se deram conta de que decepar um membro para evitar que a infecção se espalhe já foi visto há pouco tempo em The Walking Dead?Mas o roteiro de Guerra Mundial Z, mesmo que pouco episódico e genérico, ainda consegue apresentar algumas boas ideias. Certas falas deixam a impressão de que há algum resquício de cérebro por trás de tudo, como quando um personagem diz ao protagonista “Cada ser humano salvo é um zumbi a menos para combater”, uma frase realmente fatal em sua lógica. É uma pena, porém, que esses poucos lampejos de inspiração sejam arruinados pela abordagem excessivamente acelerada do filme. Em certo momento, por exemplo, o personagem de Brad Pitt entra em contato com um zumbi e, após matá-lo, corre diretamente para a beirada de um prédio para que, caso se transforme, não ponha em risco a sua família. É uma ótima ideia, que poderia render um instante de maior impacto, mas tudo é feito de maneira tão rápida que a intenção de Gerry pode até mesmo passar mente um diretor cujos trabalhos voltam-se mais à história e aos personagens, Marc Forster parece encontrar sérias dificuldades na condução das cenas de ação. Sim, quando aposta em planos amplos para ressaltar a imensidão dos ataques, o cineasta acerta no ponto. Porém, isso pode ser dito apenas de um ou dois quadros dentro de cada uma das grandes sequências, e são nessas que Forster demonstra sua falta de experiência com o gênero. Apostando em uma câmera em constante movimento e um trabalho de edição que pode ser chamado de epiléptico, o diretor compõe cenas de ação incrivelmente caóticas, nas quais é impossível ter a mínima ideia do que está acontecendo. É um trabalho equivocado, confuso e incompreensível, que não dá ao espectador qualquer noção de espaço ou da situação como um todo. Aliás, a melhor cena de toda a produção é aquela que se passa no laboratório, quando Forster deixa de lado a ação e acalma o ritmo, apostando na construção de um clima de suspense de verdade.O maior problema de Guerra Mundial Z, entretanto, não deve nem ao roteiro, nem à direção e muito menos ao trabalho preguiçoso de Brad Pitt no papel principal. O elemento que mais prejudica o resultado final da obra deve-se, muito provavelmente, às exigências do estúdio. O fato é que Guerra Mundial Z é um filme de zumbis no qual não há uma gota de sangue. É algo simplesmente inaceitável. Uma produção do gênero não somente fica melhor com o gore; ela precisa disso. Por que fazer um filme de zumbis se ele será asséptico, voltado às criancinhas? O resultado são momentos estranhíssimos nos quais a câmera de Forster simplesmente corta ou foge de momentos mais “pesados”. A plateia não vê as mordidas e pouco enxerga dos ataques. Até mesmo uma cena na qual o protagonista troca o curativo de uma personagem se acovarda. E isso em uma época na qual nem mesmo a televisão hesita em mostra mortos-vivos sendo decapitados e tendo seus cérebros se tudo isso não fosse suficiente, Guerra Mundial Z ainda traz uma das cenas de merchandising mais patéticas que o cinema já viu. É apenas a gota d’água de uma produção repleta de equívocos, displicente e que fica muito abaixo de outros filmes estrelados pelos sair da sala, o espectador fica com uma única pergunta na cabeça: quando começa mesmo a nova temporada de The Walking Dead?
Rafael S.
Rafael S.

8 seguidores 1 crítica Seguir usuário

4,5
Enviada em 20 de julho de 2013
Muito bom e muito interessante.. um final estranho e indefinido
Dieferson D.
Dieferson D.

54 seguidores 58 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 17 de julho de 2013
Guerra Mundial Z
Hollywood tem suas tendências e as segue com muita energia e gente depois da onda dos bruxos, da guerra e dos vampiros é a vez dos Zumbis essas criaturas repugnantes eternizadas pelo cineasta George Romero aparecem em toda parte livros, quadrinhos, séries de TV e agora com muito mais força no cinema, boas apostas como o bom Zumbilandia e apostas ruins como o fraco mais lucrativo Meu Namorado é Um Zumbi vem elevando o gênero a um nível comercial muito interessante, resultado os estúdios saíram em uma corrida desenfreada para criar o super filme sobre Zumbis daí vem Guerra Mundial Z inspirado no livro homônimo de Max Brooks, traz o mega astro Brad Pitt e 200 milhões de dólares de investimento para trazer o filme de Zumbi definitivo, depois de muitos problemas refilmagem e troca de direção finalmente Guerra Mundial Z chega aos cinemas e apresenta uma nova ótica sobre o apocalipse Zumbi que vai levar o público a loucura.

Nesta história Gerry Lane um ex investigador da ONU vive sua aposentadoria calma com sua esposa e filhas, até que um dia ao sair com sua família se depara com um cenário apocalíptico pessoas correndo, a cidade destruída, o exercito nas ruas e pessoas totalmente transformadas atacando e devorando outras (Zumbis) frente a este cenário de caos o governo o recruta novamente para auxiliar na busca para esse problema de escalas globais, pressionado e pensando em sua família ele aceita e vai a uma missão ao redor de um mundo destruído procurando uma resposta para toda aquela tragédia, correndo contra o tempo e enfrentando os terríveis Zumbis que surgem em toda parte ele vai fazer de tudo para enfrentar essa ameaça e voltar para sua família.

Os primeiros minutos do filme são alucinantes depois o filme perde um pouco o ritmo, mas não a qualidade dando mais espaço para o suspense e as descobertas de Gerry sobre o apocalipse Zumbi, o filme vai te prender na poltrona e vai te fazer sentir medo, se divertir e torcer até o fim para Gerry e a humanidade.

Detalhe importante diferente de outros filmes do gênero os Zumbis não são molengas eles correm e muito, escalam todos os lugares possíveis e imagináveis, formam barreiras e ainda são assustadores como devem ser.

Vá o cinema e não perca tempo e curta esse ótimo filme.
Camila N.
Camila N.

6 seguidores 2 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 16 de julho de 2013
bom filme.

Tenso o filme todo. Achei o final do filme com pouca ação.
Luzitelmo C.
Luzitelmo C.

8 seguidores 1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 14 de julho de 2013
Filme com uma história já batida sobre zumbis, mas as cenas de ação e a boa atuação de Brad Pitt conseguem salvar o filme, diversão garantida.
Mateus S.
Mateus S.

67 seguidores 36 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 14 de julho de 2013
Bom, minha primeira impressão do filme antes de ele ser lançado, foi bem fraca. Vi os Trailers e já pensava que seria apenas mais um filme mediano de Zumbis. Que bom que eu estava enganado. Guerra Mundial Z não conta com um elenco de grande conhecimento do público, mas quando uma pessoa vê o nome de Brad Pitt estampado num poster de um filme de zumbis, qualquer um se interessa. O filme começa bem movimentado. Logo aos dois minutos iniciais já temos ação e ela só vem parar quando o filme acaba. Logo de início, você percebe o drama familiar em que Brad Pitt se encontra. Ele precisa proteger sua família a qualquer custo.
Nesta primeira cena de ação, percebemos o cuidado do roteirista ao escrever. Ele tome um grande cuidado com furos no roteiro e podemos perceber isso de início, onde tudo é bem explicado e bem mostrado. O filme além de ação possui elementos de Suspense e Terror também, o que intriga ainda mais o telespectador, sem contar ótimos sustos que fazem qualquer um pular da cadeira. A atuação de Brad Pitt está melhor do que nunca, ele demonstra de maneira magnifica seu papel, um Pai de família preocupado com o bem estar de seus entes.
O roteiro tem pequenos furos que com tanta ação e efeitos especiais e momentos que tiram seu fôlego, você nem percebe. O desenvolvimento da história é ótimo e homenageia o livro em que é baseado (Guia de Sobrevivência a Zumbis), mesmo não sendo contado através de entrevistas e de modo Oral. O melhor de tudo é que você sai do cinema com a sensação de que não é só mais um filme de zumbis qualquer. Ele tem seu diferencial, que é o que faz dele um dos melhores filmes de Mortos-Vivos já feito.
O Final do filme convence e tranquiliza a todos que gostariam de uma continuação. Com a Bilheteria já feita e com o final que se tem, é óbvio que o estúdio vai seguir com a ideia inicial de fazer uma Trilogia. Agora só resta esperar a continuação!
Duh C.
Duh C.

14 seguidores 6 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 22 de julho de 2013
ficam algumas coisas sem explicação mas em si é um bom filme, lembra eu sou a lenda, mas vale a pena o final foge um pouco do tradicional
Jvpc
Jvpc

25 seguidores 7 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 11 de julho de 2013
Tenho algumas reclamações do filme, 1º) A ausência de sangue é evidente, para um filme com está temática era esperado uma faixa etária de 18+, com muito sangue e morte. 2º) O final não é dos melhores, é o tipico final "Se der certo e fazer sucesso a gente cria uma sequencia, senão, fiquem com esse final meio explicativo".

Somente isso, tirando isso, os efeitos estão fantásticos, com certeza foi investido muito no filme é um dos filmes impossíveis de se perder. Vá no cinema.
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