Guerra Mundial Z
Média
4,2
6151 notas

299 Críticas do usuário

5
78 críticas
4
105 críticas
3
69 críticas
2
24 críticas
1
15 críticas
0
8 críticas
Organizar por
Críticas mais úteis Críticas mais recentes Por usuários que mais publicaram críticas Por usuários com mais seguidores
Fábio L.
Fábio L.

8 seguidores 5 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 30 de junho de 2013
Bom mas...
O filme começa bem, não faz muita firula para mostrar o que você espera ver em um filme de zumbis, zumbis é claro! Estes zumbis são um tanto diferentes dos que já nos acostumamos a ver por ai, em outros filmes do gênero, e até acho isso bem legal por sinal, eles são completamente alucinados.
Guerra Mundial Z me lembrou muito a dinâmica do filme Contágio com uma pitada de zumbis no estilo Zumbilândia, porém sem a parte cômica. O filme conta com ótimas cenas de ação, com direito a muitas explosões e efeitos especiais.
No entanto, tudo tem que ter um fim, e é claro, na minha opinião, o filme peca muito nessa parte, parece até que se perdeu, e ao se encontrar finalizou de maneira um tanto quanto "broxante".
Vale a pena ver o filme, isso com certeza, porém seu final deixa um ar de "puts! é sério isso!".
Gustavo O.
Gustavo O.

34 seguidores 4 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 29 de junho de 2013
Encerrando o primeiro semestre de 2013, “Guerra Mundial Z” enfim chega aos cinemas. De fato, o blockbuster produzido e estrelado por Brad Pitt teve uma produção bem conturbada. Os motivos foram muitos: elementos acrescentados ao roteiro devido a não aprovação do mesmo, estouros no orçamento (que, aliás, ultrapassou facilmente a marca dos 200 milhões), diversas cenas regravadas e conflitos entre o astro Brad Pitt e o diretor Marc Foster – que precisaram até mesmo de um intermediário para se comunicarem em certos momentos das filmagens.

Com isso, muitas especulações e comentários vieram à tona, por vezes classificando o filme como “bomba” antes mesmo de estrear. Contudo, bastaram os primeiros materiais de divulgação ser divulgados para que começássemos a aguardar com mais atenção um dos filmes de zumbis mais ambiciosos da história (a propósito, o trailer é realmente sensacional). E agora, vendo e analisando o resultado, compreendemos que a espera valeu a pena, ainda que a grandiosa produção esteja muito longe de alcançar alguma profundidade em relação a sua própria proposta.

Logo de início, ao abrir a narrativa, Mark Foster, diretor, propõe várias ideias bem interessantes acerca da humanidade e de um mundo globalizado, apontando, com planos rápidos e perfeitamente sincronizados, um real instinto selvagem contido em todos nós, como se fôssemos somente mais uma espécie como qualquer outra à mercê da natureza. Em meio a tal conjunto de proposições metafóricas, Foster também não perde tempo em relação às explicações das causas da epidemia que se alastra mundialmente, fornecendo explicações simples e diretas (que certamente soarão superficiais a muitos).

De qualquer forma, em poucos minutos somos introduzidos ao universo da trama, apresentados a uma simpática família (a qual seguimos durante toda a narrativa) e surpreendidos por uma espetacular sequência de ação inicial, que, por si só, mostra onde foram gastos mais de 200 milhões. A partir de então, o filme, após imprimir um ritmo alucinante em seu primeiro ato, começa a trabalhar suas ideias – e é justamente nesse ponto que “Guerra Mundial Z” apresenta seus problemas.

Adaptando livremente a obra de Max Brooks, o roteiro de J. Michael Straczynski e Matthew Michael Carnahan logo se revela inconsistente no desenvolvimento de suas premissas, apresentando sucessivamente argumentos falhos em relação à construção narrativa do filme e sua atmosfera. Na verdade, todo o caos global, tenso e visceral exibido repetidamente nos trailers não passa de pura fachada, quando o que realmente temos é uma mera história pontual fundamentada em diversos clichês.

Felizmente, isso não significa que “Guerra Mundial Z” seja um filme carente de criatividade, ainda mais tendo em vista as monstruosas sequências de ação concebidas com ótimos efeitos visuais de tirar o fôlego (por sinal, as cenas nas quais milhares de zumbis escalam um ao outro para, com isso, ultrapassar determinados obstáculos são realmente espetaculares). No entanto, as fragilidades do roteiro são extremamente nítidas quando este é obrigado a desenvolver ideias “globais”, por assim dizer. Nestes casos o que temos são argumentos superficiais que conferem certa desorganização à narrativa, que, por sua vez, vai aos poucos se tornando incoerente e não muito envolvente, à medida que o protagonista atravessa o mundo em diversas missões – o que, entretanto, proporciona vários momentos alucinantes.

E se Jack Foster, por um lado, se esforça constantemente em conferir energia, realismo e dinamismo ao longa; suas opções de filmagem e enquadramento, por outro, assinalam mais um grande problema do filme. Apostando em várias tomadas rodadas exclusivamente com câmera na mão, Foster, ao lado da falha fotografia de Robert Richardson, concebe muitos travellings definitivamente caóticos e neuróticos, que prejudicam diversas cenas, transformado-as em uma verdadeira bagunça.

Em contrapartida, o gigantesco desing de produção cumpre perfeitamente seu papel. Fora a inconvincente e picotada edição em momentos isolados, todos os outros requisitos (sobretudo direção de arte, edição de som e maquiagem) não deixam a desejar em nada. Os efeitos visuais, em especial, são um show a parte, uma vez que o objetivo não é principalmente alcançar um realismo perfeito de caracterização, mas, sim, criar e modelar algumas das criaturas mais insanas da história dos filmes do gênero – dito isso, não há dúvidas que a missão foi mais que cumprida.

Em relação ao elenco, Brad Pitt, com mais de 80% do tempo de tela, prova mais uma vez que tem talento, força e carisma suficientes para estrelar e conduzir praticamente sozinho uma superprodução como essa. Afinal, além dele é difícil encontrar alguém que se destaque, embora o elenco seja plenamente convincente, com atores que sempre alcançam êxito dramático quando necessário.

Apostando, ainda, em um desfecho aberto que escancara as portas para uma muito provável continuação, “Guerra Mundial Z”, após seu clímax um tanto quanto decepcionante, consolida-se, à sua maneira, como um bom filme, que diverte, entretém e convence – embora, voltando a salientar, esteja muito longe de alcançar algum nível de complexidade e profundidade narrativa.

No geral, vale a pena conferir este “novo capítulo” do legado dos zumbis no cinema, que, desta vez, são ainda mais desprovidos de humanidade e razão – remetendo metaforicamente à natureza de nossa existência, que, quer queiramos ou não, caminha sempre para o mesmo final miserável.

OBS:* Assista em 2D, pois o 3D, além de não acrescentar muita coisa, prejudica o filme, tornando-o incomodamente escuro.

29 de Junho de 2013.
Evelin
Evelin

2 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 29 de junho de 2013
E nessa onda de zumbis e após lidar com vários problemas de produção, principalmente no terceiro ato, finalmente chega nos cinemas GUERRA MUNDIAL Z, novo filme com Brad Pitt.
Adoro filmes que começam com impacto como acontece neste. O caos na cidade, a infecção se alastrando, ninguém entende realmente o que está acontecendo e a única coisa que fala mais alto nesse momento é o seu instinto por sobrevivência.
E daí por diante vemos isso tomar conta. Brad Pitt é obrigado a fazer parte da busca pelo paciente zero para poder manter sua família em segurança e colocar um fim em tudo isso.
O que me surpreendeu mais foi o tipo de zumbi retratado nesse filme, diferente de todos que você já viu (The walking dead, extermínio, zumbilândia, e muitos outros). Se transforma em segundos e em alguns casos demora alguns minutos, é muito rápido, sem qualquer tipo de autopreservação, ele precisa comer e se isso requer que ele se jogue de um prédio, ele fará isso!!!
Temos ataques de zumbis, mas são poucos os que vemos cara a cara, a maioria é retratada na correria da população, como se você fosse um mero observador nesse show de horror. E isso foi o que me deixou mais decepcionada.
spoiler: A cena em que Brad Pitt e mais duas pessoas precisam buscar um vírus no laboratório 139 para testar a ideia que Brad sugere para fazer a tal camuflagem diante dos zumbis, tinha todo o conteúdo para se tornar uma cena sangrenta, aterrorizante, luta corpo a corpo, e é frustrante porque eles apenas se escondem e fogem, matam um ou outro zumbi, mas não é o suficiente para dar o impacto.

Eu sei que não estamos diante de um Residente Evil, mas isso é fundamental para dar mais emoção num filme desse gênero.
No final das contas, pra quem gosta de filmes desse gênero é bem capaz de gostar pelo tom se suspense que ele traz. E como já foi anunciado pelo estúdio teremos GUERRA MUNDIAL Z 2.
Wagner R.
Wagner R.

15 seguidores 7 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 1 de julho de 2013
Guerra Mundial Z (World War Z) é um daqueles filmes que com certeza dividirá opiniões, incertezas, certezas e tudo mais...

Digo Isso, pois em pleno século XXI, o que mais poderá nos surpreender? Estamos tão acostumados a fazer previsões para o futuro que até já imaginamos como será o fim do mundo e de como teremos que agir em um possível fim apocalíptico, que talvez nem nos preocupemos mais.
Estamos tão acostumados em ver isso em filmes, seriados, programas de TV entre outros meios que ficamos até críticos de como será o fim para nós, puros mortais!
Brad Pitt, trás uma história sem nenhuma novidade, história a qual já estamos acostumados em ver, esse é World War Z.

Para quem já está vivenciado com o universo zumbi, fins apocalípticos, vírus e sobrevivência como, por exemplo, fãs de The Walking Dead não se surpreenderão em nada com o filme e até poderão sair meio decepcionados em relação à “maquiagem zumbilística” que o filme apresenta.

Gerry Lane (Brad Pitt) é um funcionário e, um dos melhores investigadores da ONU e é chamado para uma nova missão mundial, seu objetivo é descobrir a cura para uma nova epidemia que se espalhou rapidamente por toda região terrestre e ameaça acabar com toda a humanidade. Gerry é posto a prova quando tem que decidir entre ficar com sua esposa Karen (Mireille Enos) e suas lindas filhas ou sair em uma busca por todo o mundo para achar respostas. É então que uma verdadeira e pura chuva de tensão acontece quando Gerry se vê cada vez mais sem tempo para conseguir salvar a humanidade.

Eu digo o seguinte, o filme é bom. Muito bem produzido e dirigido por Marc Forster (O Caçado de Pipas), eu me surpreendi com o Brad interpretando esse tipo de papel e realmente ele aparenta ser um investigador. Por mais que o filme não surpreenda com coisas diferentes, ele apresenta aspectos que não estamos acostumados, como por exemplo, zumbis mais fortes, rápidos e inteligentes e, não mais aqueles retardados. Uma coisa também que me chamou muito atenção, foi à trilha sonora que me deixou bem focado o filme todo e levantou mais a energia tensa que estava dentro de mim.

Se pararmos para analisar o filme comparando-o com alguns seriados do gênero, será quase a mesma coisa, ou seja, a história começa bem alucinante, vai caindo um pouco, volta a ficar alucinante e ai não acontece nada e de repente o suspense aumenta e volta a ficar emocionante e assim acaba. Porém eu dou um ponto positivo, pois fazer um filme desse gênero que consista em apenas 120 minutos é muito complicado e Marc conseguiu fazer isso muito bem, principalmente com um final bem desenvolvido e intrigante.

Não é o melhor filme de fim do mundo, mas é um belo entretenimento para que curte o gênero

Devido a sua grande bilheteria de estreia, foi confirmado que Guerra Mundial Z ganhará uma continuação. Acredito que valerá a pena.

Atribuo nota 3 ao filme, e vocês?
Fábio C.
Fábio C.

7 seguidores 1 crítica Seguir usuário

3,0
Enviada em 29 de junho de 2013
World War Z (Guerra Mundial Z

O gênero zumbi é conhecidíssimo do grande público nos tempos atuais, principalmente por causa do sucesso da série de TV “The Walking Dead”. Grande parte deste sucesso é devido ao fato de que o criador do gênero moderno de zumbis, George Romero, usou essa temática para fazer analogias, sempre críticas, da sociedade naquele momento.

Nos anos 2000, o gênero “zumbi” voltou com tudo após ficar em dormência durante os anos 80 e 90. Os expoentes desta retomada foram “Extermínio” e “Madrugada dos Mortos”. Porém, a estética dos zumbis se alterou. Ao invés de criaturas decrépitas e lentas, agora temos zumbis super-rápidos e que se se movem sempre em grupos enormes com um comportamento irracional, e é aqui que se encaixa a analogia aos tempos modernos, a crítica ao consumismo, as grandes massas que se movimentam sem pensar, somente seguindo impulsos primários, aglomerando-se e brigando por aquilo que consideram vital. Quem já passou por uma liquidação, ou mesmo vivenciou uma Black Friday, deve ter experimentado algo parecido.

Guerra Mundial Z terminou de ser filmado em 2011, mas problemas de filmagem, produção, brigas entre o ator/produtor Brad Pitt e o diretor Marc Foster atrasaram o lançamento do longa, que até teve o final refilmado. Geralmente filmes com problemas assim acabam dando um resultado ruim, mas não foi este o caso. Guerra Mundial Z convence como filme-catástrofe e como ação. Consegue prender a atenção do espectador e criar momentos genuínos de tensão sem apelar a (muitos) clichês do gênero.

Na história, Gerry Lane (Pitt) é um ex-funcionário da ONU especialista em trabalhar em regiões de conflito pelo mundo, por isso sua intensa experiência em fugas de situações de risco. Porém, agora ele está aposentado. E o filme se inicia justamente em seu cotidiano familiar na Filadélfia, ao mesmo tempo em que somos apresentados gradualmente a notícias de uma estranha infecção estar se espalhando pelo mundo (também excepcionalmente apresentada na abertura, com a também boa música-tema executada pela banda britânica Muse).

Durante também uma excelente sequência no trânsito congestionado, somos apresentados a infecção de uma hora para outra, o que não pareceu fazer muito sentido, porque por mais que Lane conte o tempo de infecção através de mordida em 12 segundos, uma onda como a que atravessa a cidade seria sentida bem antes, de forma mais gradual.

A partir daí, o 1º ato é todo de Lane e sua família tentando fugir da infecção, conseguir mantimentos e procurar abrigo, o que também tem dois pontos negativos: a cena do supermercado, onde sua mulher é atacada sem mais nem menos em meio a uma multidão, para criar uma tensão que soou um pouco artificial, e a vitimização e o excesso de bondade e hospitalidade de imigrantes latinos que recebem Lane em sua família. Há a clara tentativa de sensibilizar o espectador, que também soa um pouco artificial. Pequenos problemas e situações ao mesmo tempo forçadas e sem sentido naquele contexto se repetem algumas vezes durante a exibição, o que talvez possa ser creditado a tantos problemas de filmagem e produção.

No entanto, após o 2º ato seguimos Lane por sua investigação no mundo a respeito de como a doença surgiu e como poderia pará-la. E o comportamento de Lane frente à ameaça é um dos pontos mais interessantes do filme, já que geralmente protagonistas de filmes desse gênero não conseguem aprender com a prática, observando e tirando conclusões, o que Lane faz de maneira bem clara e inteligente, e sempre com o propósito de avançar a história. As sequências na Coreia do Sul e principalmente em Israel são boas, apesar dos zumbis escalando o muro parecerem artificiais demais em alguns momentos.
Na parte final, no laboratório da OMS, momentos de tensão são muito bem construídos, com o som ambiente silencioso, construindo uma crescente e lenta angústia no espectador, consciente que o menor ato pode desencadear uma tragédia. No final, a história tem um desfecho aceitável, e que provavelmente será retomada em continuações.

Apesar de alguns problemas, Guerra Mundial Z convence ao criar momentos honestos de tensão e medo, e um senso de urgência real frente ao perigo apresentado, onde conseguimos nos identificar com o protagonista, suas intenções e reações. Em um gênero tão desgastado por filmes e séries de TV, é sempre bom ver algo que tente apresentar algo de novo.
Alexandre P.
Alexandre P.

5 seguidores 1 crítica Seguir usuário

3,5
Enviada em 30 de junho de 2013
Em ter termo de produção o filme é muito bem feito.. A historia que deixa a deseja deveria se mais explorada
Wilken V
Wilken V

13 seguidores 46 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 1 de julho de 2013
A luta da humanidade contra uma praga incontrolável. Bom a história em si já é velha, mas Guerra Mundial Z mostra como o vírus letal quase dezimou a humanidade por inteiro.
Tenso, corrido e cheio de ação o filme consegue entreter e te prender na tela até os últimos minutos.
Dayane Perez
Dayane Perez

29 seguidores 21 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 2 de julho de 2013
Gostei! Fotografia linda, bons efeitos, elenco bacana e trilha sonora ideal. O roteiro não é lá muito original, mas as cenas são bem boladas. As pitadas de suspense no filme são mais um ponto positivo. Enfim, um bom entretenimento!
Juarez Vilaca
Juarez Vilaca

2.918 seguidores 393 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 1 de julho de 2013
Um bom filme catástrofe. Um pouco exagerado e inverossímil, mas muito interessante. Muito suspense e sustos. A história e cativante o enredo ficou muito bom e o elenco e de primeira qualidade. Recomendo.
Quer ver mais críticas?
  • As últimas críticas do AdoroCinema
  • Melhores filmes
  • Melhores filmes de acordo a imprensa