Guerra Mundial Z
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Erick L.
Erick L.

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3,5
Enviada em 2 de julho de 2013
O principal problema do filme, que surge em toda e qualquer adaptação literária, é traduzir todos os detalhes de uma obra, sem que nada seja perdido, mas que o resultado e o impacto sejam mantidos. A obra de Brooks, diferentemente do filme, não tem como foco a história de Gerry, mas sim, os relatos de outros sobreviventes e como cada um deles viu a epidemia. Sendo assim, o livro se passa após o apocalipse zumbi, com discussões focadas na repercussão financeira (venda de remédios, que prometiam a cura para epidemia, que era vendida como um tipo de raiva, chamada no livro de “raiva africana”), política (partidos não existem mais, por exemplo) e social (racismo, super população) deste evento.
Tiago F.
Tiago F.

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3,0
Enviada em 2 de julho de 2013
Guerra Mundial Z – Vi ou não vi sangue?

Com uma leva de filmes nos últimos anos criando os seus “zumbi” de formas particular e as vezes com características novas esquecendo os clássicos zumbis. O que se esperava do filme era exatamente isso: Aí vem outra “espécie” de zumbi. E como será? E será que eles acertam desta vez? – Eu particularmente fui com essas perguntas. O público sempre espera algo novo, mas que não fuja da daquela essência dos clássicos zumbis. Como em “Madrugada dos Mortos” e da recente série “The Walking Dead” zumbi são zumbi e ponto. Não precisamos de novo de uma massante introdução ao gênero, ponto para o roteiro aqui, que coitado sofreu com tantas alterações, mas que conseguiu se vender.
Quando decidimos sair de casa e ir ao cinema, queremos ver a tal criatura e assim como no filme e na série que citei acima, em Guerra Mundial Z, o roteiro não perde tempo e já cai direto na ação. Para não dizer que o ponto de virada está no início da projeção, temos uma breve apresentação da família que será a espinha do roteiro. Uma família um tanto clichê: Uma mãe dedicada, um pai herói, uma filha asmática - para aumentar o drama -, e mais uma menina para piorar, ou seja, o personagem de Brad Pitt, Gerry Lane, está rodado de mulheres em um mundo desmoronando.

Se todos nós já tínhamos a ideia de como seria um apocalipse, eis que assistindo este filme mudamos nossos pensamentos e passamos a enxergar de uma outra maneira o cenário e os perigos que uma ameça desta magnitude pode causar a uma população despreparada para um ataque viral sem precedentes. Deixando um pouco de lado essa essência política do roteiro e olhando para os personagens, é chato não existir a “jornada do herói” (evolução do personagem de Pitt), na verdade, nenhum dos personagens passa por evoluções e nisso todos pecam: Todos entram e saem do mesmo jeito. Gerry (Pitt) é herói do começo ao fim e elevando ainda mais seu mérito quando descobre a cura.

Basicamente o que irá impulsionar o protagonista para dentro do filme será aceitar a missão com o objetivo de manter em segurança sua família. Um objetivo fraco, mas que funciona. Com a decorrer da ação frenética e os susto na poltrona, vamos esquecendo do seu verdadeiro objetivo, mas em certos pontos, o roteiro faz questão de nos lembrar que ele só está ali por causa disto, porque claro, ele deixou um rádio comunicador com a esposa que sempre vai voltar a cena tentando contato. O que torna desnecessário em certas ocasiões.

Faltou estampar o sangue, os pedaços de carne humana, as mordidas, etc?...Isso é algo que esperamos em um filme de zumbi. Faltou! Mas não percebemos essa falta ao assistir porque o diretor conseguiu usar bem os enquadramentos deixando tudo bem subentendido para baixar a classificação do filme. No final da projeção o sangue jorrou, as pernas foram arrancadas e as cabeças estouraram. Um bom filme e um dos melhores e inovador do gênero da atualidade.
Kálita J.
Kálita J.

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3,5
Enviada em 2 de julho de 2013
Filme muito bom, mas acho que o final deveria ser mais dramático.
Um final mais esperado tipo muitos zumbis querendo atacar quase isso
mais gostei muito da parte da camuflagem e da forma como mudaram um pouco a visão dos zumbis
q ele são atraídos por barulho
Patricia V.
Patricia V.

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3,5
Enviada em 2 de julho de 2013
Somos agraciados com mais um filme de Marc Forster, com muitos efeitos especiais e o papai queridinho da América. O foco do filme, o qual é inspirado em livro, digamos de passagem, já esta um tanto desgastado, zumbis, apocalipse e um único herói capaz de salvar o mundo, acabou por tornar o filme mais uma ficção previsível, mas, não menos emocionante para aqueles que são fãs dessa subcultura, de adrenalina, efeitos especiais e também aqueles que ansiavam ver o galã mais uma vez em ação. Levando em conta a falta de originalidade do roteiro, Foster, foi extremamente inteligente ao agregar ao filme todos esses elementos, e com isso conquistar a curiosidade de diferentes públicos.
Renan F.
Renan F.

14 seguidores 1 crítica Seguir usuário

3,5
Enviada em 2 de julho de 2013
Mesmo com problemas de produção “Guerra Mundial Z” apresenta um modelo inédito no fanatismo Zumbi

O diretor alemão Marc Forster já mostrou sua veia dramática em “A Última Ceia” e “Em Busca da Terra do Nunca”, e também bom trato nas cenas de ação em “007 – Quantum of Solace”. Em seu novo filme, “Guerra Mundial Z” ele une seus dois estilos em uma trama moldada por zumbis infectados em escala global. Em época de fanatismo por produtos como a série "The Walking Dead", o filme de Forster aborda os mesmos conflitos em tom mais leve (menos sangue) e até mais tenso.

“Guerra Mundial Z” é baseado em um romance literário de Max Brooks escrito em forma de relato jornalístico. O longa metragem retira poucos elementos da obra original, porém seu resultado é satisfatório. O clima de tensão e a pandemia são os principais elementos retirados da obra de Brooks.

Gerry Lane (Brad Pitt) é o repórter das Nações Unidas que vê o mundo entrar em crise devido a desconhecida infecção. Um dos pontos fortes do filme é justamente a atuação de Pitt, que se mostra um ator versátil e rouba as já poucas cenas dos coadjuvantes. As cenas em que Pitt aparece com sua família fictícia mostram a simplicidade urbana e dão o toque que o filme precisa para se mostrar autêntico em meio a tantas situações ímpares.

Não é segredo que “Guerra Mundial Z” passou por vários problemas em sua composição. O final do filme foi completamente reescrito durante sua produção e refilmagens tiveram que ser feitas. Certa preocupação alvoroçou os acompanhantes da sétima arte, pois, quanto mais mãos no roteiro pior o resultado, a estória fica confusa. “Guerra Mundial Z” é uma feliz exceção. O roteiro mostra-se bem escrito e com encaixe para as várias cenas de ação. Em suma, vale ressaltar o excelente trabalho de efeitos visuais, é surpreendente ver as ondas humanas de infectados. Cenas essas que enchem os olhos.
Pedro R.
Pedro R.

34 seguidores 1 crítica Seguir usuário

3,5
Enviada em 2 de julho de 2013
Bom, Brad Pitt... O filme me lembra um pouco de Madrugada dos Mortos, sendo pra mim, um dos melhores do gênero. O que o filme me passou? Passou pouca coisa. Primeiro; os acontecimentos são rápidos, poucas explicações e atuações fracas. O papel de Brad Pitt, como ditado no filme, ex guerrilheiro, poderia ser mais completo. O tempo todo ele precisava de ajuda, sem contar com a imensidão de cientistas e soldados ativos no momento "Zumbi" e só ele teve a visão, claro, é protagonista. Mas não posso tirar o mérito das cenas de ação e dos ataques Zumbi's. Os efeitos estão ótimos, principalmente as cenas de cima, ficaram boas. O final, deixaram apenas 10 minutos, com um resumo básico depois da descoberta da anulação dos ataques Zumbi's. Haverá outro, e a espera, claro, é para a destruição dos mortos vivos.
Fernanda O.
Fernanda O.

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3,5
Enviada em 2 de julho de 2013
Guerra Mundial Z coloca definitivamente Brad Pitt para enfrentar os monstros da moda nos dias de hoje. Mesmo com as famosas maquiagens com carne apodrecida, quando mostra uma amputação, é fora do quadro e com o mínimo de sangue possível, os zumbis são mais marcados pela sua movimentação que parece mais espasmos, ai é o divertido ver os Zumbis parecer formigas! Me impressionou por não ser um filme pesado e ao mesmo tempo divertido !
Leonardo C.
Leonardo C.

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3,0
Enviada em 2 de julho de 2013
Sejamos honestos: um filme marcado por tantos problemas durante as filmagens e edições, como atrasos (muitos), mudanças no roteiro, refilmagens e brigas do diretor Marc Foster com Brad Pitt, além de um gasto maciço em efeitos visuais (que geralmente desviam a atenção para as falhas de roteiro), já não poderia ter apresentado um resultado final totalmente satisfatório. Assim, apenas por tal consideração, ir assisti-lo com grandes expectativas só irá levar à sensação final de que “faltou algo”.
Devemos considerar ainda que o filme, supostamente, seria uma transposição para tela grande de um livro do autor Max Brooks. Bem, quem leu o livro (como aquele que vos fala) logo percebe que muito pouco dele realmente foi utilizado, basicamente o conceito e algumas cenas adaptadas da narrativa, o que torna-se mais um fator causador de decepção. E se você é ainda um amante das obras clássicas do gênero de terror com zumbis (tomando como base Romero), sentirá com certeza um certo estranhamento perante a velocidade e vigor físico dos zumbis apresentados neste filme, com a incômoda falta de sangue (quesito também nestes filmes) e enquadramentos modestos, que apenas sugerem (focando a redução da faixa etária para exibição, uma jogada puramente comercial)... Mais decepção.
Acrescente aí uma dinâmica de filmes de ação com muita correria e tiroteios a cada terço do filme, um herói patriota e com alma de “lobo solitário”, uma família inexpressiva para a obra, uma trilha sonora que inoportunamente se torna muito agitada (quando deveria ser mais opressiva e soturna) e, para “por o último prego no caixão”, a total falta de compromisso com a reflexão sobre as políticas e influências dos governos sobre as pessoas, e como tudo isto pode levar à ruína da própria sociedade, temos o que Guerra Mundial Z realmente é, apenas mais um blockbuster compromentido com a arrecadação de volumes ostensivos de dinheiro sem qualquer compromisso com a obra inspiradora e os fãs.
Claro, se você deseja comprar uma pipoca, um refrigerante e sair com amigos, vá em frente. As cenas de ação são tecnicamente incríveis e os efeitos visuais fantásticos. Na verdade, o que mais gostei no filme foi justamente a forma criativa com a qual os zumbis se deslocam em grandes massas, como uma onda viva (ou morta!) que passa por cima de tudo e de todos. E a escalada deles no muro de Israel lembra o trabalho cooperativo das formigas! Assista, divirta-se e depois esqueça, sem maiores considerações ou reflexões.
Não recomendo levar a namorada, não porque é violento ou assustador. Pelo contrário, é o filme de zumbis com menos cenas violentas e menos assustador que já assisti! Por isso mesmo, não vão rolar muitos sustos para sua namorada ficar com medo e te abraçar... Aliás, é mais fácil ela ficar suspirando pelo Brad do que ter medo daqueles zumbis!
Luc73
Luc73

1 seguidor 11 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 30 de junho de 2013
O filme é uma junção de Contágio e Protocolo Fantasma em que um epidemia toma conta do planeta e um pai tenta proteger os filhos. Neste caso o pai é Brad Pitt um ex-funcionário da ONU acostumado a ir em locais perigosos e ele é trazido a bordo literalmente para ajudar na caçada a origem do vírus ao redor do mundo. Assim como no título os infectados, chamados zumbis, são mostrados por alto e só em alguns momentos em close-up mas sem serem sangrentos. O final é até surpreendente para um filme feito majoritariamente de grandes sequências de ação.
Leo H.
Leo H.

11 seguidores 2 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 30 de junho de 2013
"Guerra Mundial Z" é um thriller que consegue entreter e cativar o espectador, do início ao fim. O filme tem uma fotografia primorosa, a direção de Marc Forster é precisa e envolvente, sem falar nos efeitos especiais, que são impressionantemente bem feitos. Forster consegue, ainda, imprimir no filme uma atmosfera de tensão que, com sucesso, atinge seu objetivo: causar susto e surpresa no espectador. A maquiagem é um detalhe à parte, muito bem executada. Enfim... Nos quesitos técnicos, o que poderíamos esperar senão o melhor de um blockbuster que custou cerca de 200 milhões de dólares? Todavia, são nos quesitos mais artísticos e menos técnicos que "Guerra Mundial Z" peca. Brad Pitt tem uma atuação fraca, isso não significa que seja ruim, mas que não dá a seu personagem toda a carga dramática que poderia ser dada, ficando um pouco a desejar. Nem parece aquele Pitt que, com louvor, teve uma atuação quase irrepreensível no tocante "O Curioso Caso de Benjamin Button" (2008). Outra coisa que fica a desejar, nesse longa, é o 3D. Veja, o filme tem inúmeros e muito bem produzidos efeitos especiais, mas o 3D não é explorado como poderia ser, de forma a maximizar a sensação dos mesmos efeitos especiais. O grande diferencial do 3D só começa a ser percebido na segunda metade do filme; quando, na primeira metade, o recurso praticamente foi esquecido. O roteiro, em alguns aspectos, é interessante, bem pensado; em outros, é vexatório. Ora, se a motivação do personagem principal é totalmente plausível, aceitável, crível; o mesmo não se pode dizer da forma como o governo encontrou para descobrir a cura de uma pandemia. O protagonista/herói, interpretado por Pitt, após ter se livrado da luta contra zumbis, ter salvo sua família e estar seguro com a mesma, descobre que terá de voltar a enfrentar as feras para ajudar o governo encontrar cura para a pandemia que está si instaurando pelo mundo; caso contrário, tanto ele como a esposa e as filhas sairiam daquele ambiente seguro onde se encontravam. Ou ele se arrisca e garante o bem estar de sua família, ou tanto ele se coloca em risco como a sua família também. Que drama, não é?! Ponto positivo para o roteiro. Toda via, dá para levar a sério e acreditar numa história onde nenhum dos governos mundiais e nenhum dos gênios da ciência foram capazes de fazer o que apenas um único homem comum fez: chegar à raiz de onde se originou essa epidemia mundial que está transformando seres humanos em zumbis? Porque escolher um único homem para combater uma pandemia quando se pode ter os melhores cientistas do mundo? Não faz sentido! Apesar desses problemas pontuais, "Guerra Mundial Z" não é um filme ruim, vale a pena de ser assisto. Pra quem gosta do gênero, é um prato cheio. Digamos que a boa direção de Marc Forster foi capaz de maquiar esses detalhes e levar às telonas um filme digno de ser assistido. Aliás, a melhor coisa desse filme é sua direção.
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