Guerra Mundial Z
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4,2
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299 Críticas do usuário

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DaniCatt
DaniCatt

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2,5
Enviada em 14 de julho de 2013
A princípio o filme não precisa muito tempo para comecarmos a ver cenas muito muito previsíveis, outras até bizarras e outras sem cabimento! Além de ter que ver Brad com uma única expressão facial do começo ao fim do filme. REGULAR
Romualdo G.
Romualdo G.

24 seguidores 7 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 16 de julho de 2013
Peguem caneta e papel pra anotar a dica mais importante que Brad Pitt nos ensina para sobreviver num Apocalipse Zumbi: Tenha o cabelo perfeito e seja um galã estiloso... só assim você sobreviverá. Agora prevejo que 80% da população deve morrer.
A história gira em torno do funcionário das Nações Unidas, Gerry Lane (Pitt), que atravessa o mundo em uma corrida contra o tempo para deter uma pandemia que está derrotando exércitos e governos, e ameaçando dizimar a própria humanidade.
O filme não dá explicações de onde vem essa praga, como ela surgiu e nem nada do tipo. As coisas simplesmente acontecem, porque tem que acontecer e o roteiro não perde tempo mastigando tudo pra gente. Guerra Mundial Z já foi adiado diversas vezes, passou por regravações várias vezes e seu final foi todo refeito estourando muito seu orçamento.
Depois de tanto dinheiro gasto no que é o filme de Zumbi mais caro da história, Guerra Mundial Z resolveu tomar certas medidas pra poder lucrar mais no mercado internacional. A primeira coisa foi o 3D, mas não deu muita bilheteria os ingressos mais caros. A segunda coisa foi a censura, aí sim eles conseguiram lucrar. Não há nenhuma gota significativa de sangue e nenhuma cena violenta de gore sequer. Só há correria, pessoas desesperadas e os pseudos zumbis espertos que não comem carne humana... eles só dão uma mordidinha pra espalharem a infecção e é isso.
A direção é boa no entanto e consegue uns ângulos interessantes, principalmente no que diz respeito a tomadas aéreas e planos abertos (Afinal, tem zilhões de zumbis pra mostrar).
Os efeitos especiais estão críveis apesar da cena mais famosa do filme, aquela montanha de zumbis se formando no muro, ser feita de CG. A computação gráfica melhorou e os zumbis são tão rápidos que você nem percebe os clones dos mesmos zumbis misturados com zumbis em computação gráfica em algumas cenas. A câmera de mão e muitas vezes nervosa ajuda nas cenas de ação e agonia.
O roteiro é esburacado e suas falhas são perceptíveis como o fato do rádio acabar a bateria, mas na outra cena estar funcionando. Ou o avião explodindo e apenas o nosso protagonista e mais uma ajudante sobreviver de maneira muito conveniente e outras coisas do tipo. O 3D não vale o ingresso, pois não tem profundidade, escurece ainda mais o filme e só trabalha o primeiro plano.
A trilha sonora ajuda a criar cenas de impacto e apesar da luta pela sobrevivência, também há alguns pouquíssimos alívios cômicos (Principalmente da parte dos Zumbis que parecem galinhas cacarejando). Nosso galã Brad Pitt não passa disso: Um galã. Seu visual simplesmente não casa com o ambiente e mais parece que ele está fazendo um comercial de shampoo do que lutando pra sobreviver (Taí uma dica para as marcas Seda e Garnier Nutrisse).
Parece impossível de acreditar, mas mesmo sem sangue, sem quase nenhuma originalidade (Um cara que fica com cabelo impecável o tempo todo e uma montanha de zumbis são coisas originais num filme do gênero, não?), sem terror e com furos no roteiro, Guerra Mundial Z não é um filme ruim e está um pouquinho só acima a média. O que falta de verdade na obra é um pouco mais de alma, mais elaboração e um tempero mais regado de criatividade.
Lucas D.
Lucas D.

4 seguidores 5 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 10 de julho de 2013
Não vou desmerecer o trabalho, porque a parte técnica do filme é boa e bem trabalhada, além de que o Brad Pitt é um ator com um experiência considerável, por isso, a atuação dele mesmo sendo boa, não era mais do que o esperado. Os efeitos especiais são bons e tudo mais, porém, achei a história bem vazia e a solução do problema muito pouco plausível. Nem me venham com esses pensamentos de "Ah, é um filme, não é pra ser realista", oras, se a maior parte do filme tentaram fazer cenas realistas, como a infecção em si e o caos no início da infecção, fazer um final meramente plausível seria uma boa pedida. Mas não vou criticar tanto o final, pois é parte da cultura americana o protagonista encontrar a solução para um problema mundial, por mais clichê que seja, funciona razoavelmente. O que baixou bastante a nota da minha crítica são: que personagens que tiveram um grande foco no início, como a mulher e filhas, são simplesmente lançadas de lado o restante do filme, aliás, basicamente todos foram lançados de lado. spoiler: A morte do virologista é simplesmente ridícula! O imbecil sai correndo, escorrega e se dá um tiro na cabeça!
. Zumbis saltam de alturas simplesmente inacreditáveis, caem praticamente de peito no chão e continuam correndo como se nada tivesse acontecido. Tentaram fazer algo realista, mais exageraram em muitas coisas. É um filme legal de assistir, mas não vá preparado para algo inovador, vá preparado para simplesmente mais um filme de ação hollywoodiano.
Iverson B.
Iverson B.

14 seguidores 9 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 8 de julho de 2013
É isso ai, é um filme fraco! Fala sério, perdi uma grande parte da minha noite assistindo um filme que muitos ai dizem que é bom, mas mal se lembram da história. O trailer comparado ao filme mesmo é de decepcionar já que não mostra que o filme fala de zumbis. A filmagem muito em cima das pessoas, em alguns momentos você não vê nada, porque a movimentação no filme é intenção.
Acredito que quando se trata de filme, desde o inicio até da entrada ao fim, o filme deveria deixar você com uma curiosidade de saber como será o final do filme, e não fazer isso ao contrário, porque foi exatamente quando o filme acabou, quando o Pitt descobriu como deixar as pessoas como se fossem invisíveis aos Zumbis que eu estava começando a gostar.
José M.
José M.

3 seguidores 2 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 7 de julho de 2013
O filme vai bem até a metade, quando creio eu os roteiristas não sabiam bem como terminar o fime, e uma saída absolutamente inverossímel é jogada no colo do pobre espectador.

Vale apenas como diversão. Mas pagando-se 46 reais a entrada (23 x 2), mais uns 20 de pipoca e 5 de estacionamento, a conta não fecha.

Melhor esperar pra ver na Net ou Sky de graça daqui a algum tempo.
Fernanda C.
Fernanda C.

12 seguidores 1 crítica Seguir usuário

2,0
Enviada em 2 de julho de 2013
Achei o filme fraco, cheio de clichês, previsível!! Uma versão piorada de " A Lenda ".
Ivanildo P.
Ivanildo P.

8 seguidores 1 crítica Seguir usuário

2,0
Enviada em 2 de julho de 2013
SEM ALMA E SEM SANGUE

De todos os monstros do cinema, o zumbi sempre foi o pária, o menos nobre. Não à toa, nunca recebeu tratamento de superprodução, diferente dos vampiros, dos alienígenas e até dos lobisomens. Quer dizer, até agora, pois “Guerra Mundial Z” mostra todo o apocalipse a que o publico tem direito, graças ao dinheiro de um grande blockbuster, e ainda é estrelado por um dos maiores astros do cinema atual, Brad Pitt. Mas, pelo resultado, aparentemente mortos-vivos e grandiosidade não combinam muito bem.

No filme, Pitt interpreta Gerry Lane, um funcionário das Nações Unidas (embora a trama não deixe clara a exata natureza do seu trabalho) que vive em Nova York com a esposa, Karin (Mireille Enos) e suas duas filhas pequenas. Logo nos primeiros minutos, a família se vê diante do começo do fim do mundo, quando a população, infectada por uma estranha doença, começa a se transformar em zumbis e a atacar os vivos. Por ser um funcionário de alto escalão, Gerry e sua família conseguem ser evacuados da cidade, mas após deixar sua mulher e filhas em segurança, ele inicia uma corrida pelo globo à procura de uma forma de entender, e se possível, curar a epidemia. O filme é baseado no livro de Max Brooks “Guerra Mundial Z: Uma História Oral da Guerra dos Zumbis”, originalmente publicado em 2006 e escrito como uma coleção de narrativas a respeito da infestação dos mortos-vivos e como ela destruiu a civilização. Para conceber sua obra, o autor foi influenciado pelos diversos filmes do gênero apocalíptico, lançados ao longo dos anos.

Ao adaptar o livro para o cinema, os cineastas optaram por uma narrativa mais tradicional e se dispuseram a fazer o primeiro filme de zumbi realmente grandioso. E aí começaram os problemas. O roteiro, escrito por cinco profissionais – nunca um bom sinal, mesmo que entre os escritores haja nomes conhecidos como Damon Lindelof e J. Michael Straczynski – não apresenta nenhuma figura carismática ou personagem mais aprofundado. Gerry é um protagonista muito genérico e um desperdício dos talentos de Brad Pitt. As situações também já foram vistas em dezenas de outros filmes: a sequência inicial em Nova York lembra “Guerra dos Mundos” (War of the Worlds, 2005). “Eu Sou a Lenda” (I Am Legend, 2007), “Extermínio” (28 Days Later, 2002) e “Contágio” (Contagion, 2011) também cederam alguns dos seus elementos de trama para os roteiristas de “Guerra Mundial Z”.

Tudo isso, no entanto, é até perdoável – afinal, a busca por uma completa originalidade hoje em dia é vã. O que não é perdoável é a opção dos cineastas, notadamente do diretor Marc Forster, de deixar o filme completamente “sem mordida”, visando um maior lucro. Explica-se: “Guerra Mundial Z” teve uma produção tumultuada e praticamente todo o terceiro ato da trama teve de ser refilmado. Isso, e mais a escala grandiosa do filme, fez o orçamento ir às alturas – oficialmente, o projeto custou cerca de 200 milhões de dólares. Por causa disso, Forster teve de maneirar na censura, para garantir que seu filme alcançasse o público mais amplo possível – nos Estados Unidos, a censura ficou nos 13 anos, algo tradicional para um blockbuster, mas que representa a sentença de morte para qualquer longa de zumbi de respeito.

O resultado é o filme de zumbi mais brando de todos os tempos. Chega a ser ridículo observar, numa cena, uma personagem ter a sua mão decepada e não se ver uma gota de sangue. As mordidas não sangram, os tiros dos soldados não têm impacto e os zumbis até parecem limpinhos e bem asseados. Isso é mortal para um projeto do gênero, pois tira a verossimilhança da história. Como podemos acreditar no horror daquela situação – e Gerry até tem pesadelos com bocas arreganhadas e mortos-vivos atacando – se o filme se nega a nos mostrar esse horror? Como resultado, o longa acaba sendo apenas uma grande correria, mas sem nenhum envolvimento. O espectador não teme por nenhum dos personagens, que já não são muito aprofundados, em momento algum. Todos falam sobre o fim do mundo, mas o espectador não o vê e não o sente.

Essa opção mercadológica pela censura branda chega a determinar a estética do filme. Para evitar mostrar o sangue, os cortes nas sequências de ação são rápidos, a ponto de torná-las incompreensíveis. Marc Forster, um diretor de pequenos filmes, bons e interessantes, como os dramas “A Última Ceia” (Monster’s Ball, 2001) e “O Caçador de Pipas” (The Kite Runner, 2007), já havia demonstrado incompetência ao se aventurar pelo terreno dos blockbusters com o filme de James Bond que ele dirigiu, o problemático “007: Quantum of Solace” (Quantum of Solace, 2008). Em “Guerra Mundial Z” ele repete a dose, com sequências confusas e frenéticas, mas mal montadas, desperdiçando algumas boas imagens e situações criadas pelo roteiro, como a “pirâmide humana” escalando o muro de Israel ou a cena a bordo do avião.

Além disso, alguns momentos da trama demonstram que o diretor parece incerto do tom da sua narrativa. A cena em que um personagem se mata de forma acidental ao descer de um avião é bizarra a ponto de causar risos na plateia. A narrativa episódica, estruturada pelas viagens do protagonista, deixa o longa com cara de videogame, com cada país correspondendo a uma “fase”. O roteiro também tem sua parcela de clichês (Filho asmático! Herói que se sacrifica pela cura!) e de absurdos – Gerry sobrevive a um desastre aéreo pavoroso, e a simples menção da palavra “zumbi” num comunicado do exército desafia a credibilidade (Quem levaria a sério esse e-mail, que teria descrito o paciente-zero da epidemia? Compreensivelmente, ninguém). O roteiro feito por comitê e cheio de problemas, aliado às equivocadas opções do diretor, acabam transformando o filme num espetáculo vazio.

No fim das contas, neste gênero dinheiro nunca realmente importou. O bom filme de zumbi, para funcionar, precisa criar um clima de ameaça – e para isso, mostrar a violência é, sim, essencial – e dar ao publico personagens pelos quais se possa torcer. Não é obrigatório, mas se o cineasta ainda conseguir transformar a história com mortos-vivos numa metáfora sobre a nossa sociedade, como o mestre George Romero costumava fazer, tanto melhor. “Guerra Mundial Z”, no entanto, falha nos dois primeiros aspectos e nem tenta se aventurar pelo terceiro. Seria melhor, para o filme, ter tido menos dinheiro e um pouco mais de “alma”.
Thiago M.
Thiago M.

4 seguidores 1 crítica Seguir usuário

2,0
Enviada em 2 de julho de 2013
Embora possua um product placement deplorável por parte da Pepsi (eu ri na cena dentro do cinema... sério...), Guerra Mundial Z é um filme que entrega aquilo que é proposto: uma hecatombe mundial de zumbis. Nada mais, nada menos. Não espere aqui grandes novidades narrativas ou de qualquer outro tipo, na verdade, é um grande mais do mesmo de tudo que já foi filmado e escrito sobre zumbis, com muitas e muitas referências (especialmente, por incrível que possa parecer, com A Experiência II - A Mutação). Não é um filme ruim, embora não valha o ingresso de uma sessão de fim de semana. Assistam, mas na terça feira promocional. Como de praxe, a versão 3D é dispensável, caindo nos mesmos problemas da maioria dos filmes em 3D atuais: imagem borrada, escura e enquadramento errado de algumas legendas, fora o já tradicional desconforto dos óculos 3D.
Pedro K.
Pedro K.

8 seguidores 34 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 2 de julho de 2013
Depois de tanta troca de roteirista, problemas de diretor com a estrela Brad Pitt, e outras confusões que ocorreram na produção de Guerra Mundial Z, não dá pra se esperar muita coisa. E o resultado de tudo isso vemos em tela: o filme é corrido, temos inúmeros furos de roteiro e um diretor em uma das suas piores formas. A estrela principal salva o filme.

Na trama, Gerry é um sujeito que largou o trabalho para se dedicar á família, mas um ataque zumbi no mundo inteiro muda isso, e então ele precisa percorrer o mundo para achar uma cura que irá salvar todos nós.

É triste dar atenção ao resultado final do filme, visto que ele começa tão bem. Nos primeiro quinze minutos (apesar de corridos) temos Gerry junto á sua família, e somos mostrados o quanto felizes eles estão. Logo após, temos uma sequência excelente de tensão, em que a família fica presa no trânsito e explosões e mortes vão ocorrendo. Mas então ocorre uma cena de ação, e tenho que confessar que esse filme (apesar de ter umas decentes) tem várias das piores cenas de ação dos últimos 5 anos. O diretor faz cortes muitos rápidos, o resultado é uma tontura imensa (se eu assistisse em 3D com certeza iria vomitar) e não conseguimos entender absolutamente nada. Apesar de que a cena do avião seja ótima, no geral é ação do filme é realmente medíocre.

O roteiro do filme também é extremamente falho em vários aspectos. Os diálogos são completamente desinteressantes e chatos, o que torna o filme super cansativo, com apenas 1 hora de filme parecia que eu havia visto umas 3 vezes o novo e excelente filme do Star Trek. Além de ser muito corrido, com 15 minutos de filme já somos jogados em cenas de ação, e com 30 Gerry já está caçando a cura. É impossível criar um laço entre a família com tanto pouco tempo em tela para eles. Além de tudo isso, temos diversos furos, Como em um momento em que um avião tem todos o lugares do mundo para cair, mas cai bem ao lado de uma clínica onde há a cura. Ou então mais uma vez no avião, em que todas as pessoas morrem, exceto o protagonista e sua amiga, coincidência.

Mas não são apenas aspectos negativos, o filme tem uma ótima tensão (pena que são poucas cenas) e algumas chegam até a empolgar. Além de uma trilha sonora muito envolvente, que ajuda muito em várias cenas. Os zumbis, que as pessoas tinham medo que ficassem mal feitos, pelo contrário, estão muito convincentes e só falham em alguns momentos quando se movimentam. E talvez o grande destaque fique para Brad Pitt, que como sempre está excelente.

Mas pelo jeito o sucesso do filme foi grande, e mais dois filme estão por vir. E eu torço muito para que eles arrumem os erros deste, pois uma ideia tão boa não pode ser jogada fora por um diretor mediano e um roteiro preguiçoso. Infelizmente temos aqui um dos filmes mais decepcionantes do ano até agora.
Daniela S.
Daniela S.

2 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 2 de julho de 2013
EU ACHEI Q O FILME VISOU MAIS A CORRIDA E A SOBREVIVÊNCIA DE BRET PIT AS CENAS BOAS DO FILMES COM ZUMBIS FORAM POUCAS NO TRAILER APARECEM AS BOAS CENAS E SÓ NÃO FOI TÃO IMPA QUITANTE QUANTO PENSEI,COMEÇA O FILME SEM SABERMOS COMO ACONTECEU O Q E ISSO O FILME SE PASSA EM TORNO DO ATOR PRINCIPAL E NÃO NOS ZUMBIS ,MUITOS EFEITOS POUCO FOCO NO TEMA DO FILME Q SÃO OS ZUMBIS ,O FILME PODERIA SE CHAMAR COMO SE MANTER VIVO EM GUERRA MUNDIAL Z .AFF!NÃO ME IMPRESSIONOU FIQUEI FRUSTADA TANTA EXPECTATIVA POR NADA!"
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