Guerra Mundial Z
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4,2
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Fábio C.
Fábio C.

7 seguidores 1 crítica Seguir usuário

3,0
Enviada em 29 de junho de 2013
World War Z (Guerra Mundial Z

O gênero zumbi é conhecidíssimo do grande público nos tempos atuais, principalmente por causa do sucesso da série de TV “The Walking Dead”. Grande parte deste sucesso é devido ao fato de que o criador do gênero moderno de zumbis, George Romero, usou essa temática para fazer analogias, sempre críticas, da sociedade naquele momento.

Nos anos 2000, o gênero “zumbi” voltou com tudo após ficar em dormência durante os anos 80 e 90. Os expoentes desta retomada foram “Extermínio” e “Madrugada dos Mortos”. Porém, a estética dos zumbis se alterou. Ao invés de criaturas decrépitas e lentas, agora temos zumbis super-rápidos e que se se movem sempre em grupos enormes com um comportamento irracional, e é aqui que se encaixa a analogia aos tempos modernos, a crítica ao consumismo, as grandes massas que se movimentam sem pensar, somente seguindo impulsos primários, aglomerando-se e brigando por aquilo que consideram vital. Quem já passou por uma liquidação, ou mesmo vivenciou uma Black Friday, deve ter experimentado algo parecido.

Guerra Mundial Z terminou de ser filmado em 2011, mas problemas de filmagem, produção, brigas entre o ator/produtor Brad Pitt e o diretor Marc Foster atrasaram o lançamento do longa, que até teve o final refilmado. Geralmente filmes com problemas assim acabam dando um resultado ruim, mas não foi este o caso. Guerra Mundial Z convence como filme-catástrofe e como ação. Consegue prender a atenção do espectador e criar momentos genuínos de tensão sem apelar a (muitos) clichês do gênero.

Na história, Gerry Lane (Pitt) é um ex-funcionário da ONU especialista em trabalhar em regiões de conflito pelo mundo, por isso sua intensa experiência em fugas de situações de risco. Porém, agora ele está aposentado. E o filme se inicia justamente em seu cotidiano familiar na Filadélfia, ao mesmo tempo em que somos apresentados gradualmente a notícias de uma estranha infecção estar se espalhando pelo mundo (também excepcionalmente apresentada na abertura, com a também boa música-tema executada pela banda britânica Muse).

Durante também uma excelente sequência no trânsito congestionado, somos apresentados a infecção de uma hora para outra, o que não pareceu fazer muito sentido, porque por mais que Lane conte o tempo de infecção através de mordida em 12 segundos, uma onda como a que atravessa a cidade seria sentida bem antes, de forma mais gradual.

A partir daí, o 1º ato é todo de Lane e sua família tentando fugir da infecção, conseguir mantimentos e procurar abrigo, o que também tem dois pontos negativos: a cena do supermercado, onde sua mulher é atacada sem mais nem menos em meio a uma multidão, para criar uma tensão que soou um pouco artificial, e a vitimização e o excesso de bondade e hospitalidade de imigrantes latinos que recebem Lane em sua família. Há a clara tentativa de sensibilizar o espectador, que também soa um pouco artificial. Pequenos problemas e situações ao mesmo tempo forçadas e sem sentido naquele contexto se repetem algumas vezes durante a exibição, o que talvez possa ser creditado a tantos problemas de filmagem e produção.

No entanto, após o 2º ato seguimos Lane por sua investigação no mundo a respeito de como a doença surgiu e como poderia pará-la. E o comportamento de Lane frente à ameaça é um dos pontos mais interessantes do filme, já que geralmente protagonistas de filmes desse gênero não conseguem aprender com a prática, observando e tirando conclusões, o que Lane faz de maneira bem clara e inteligente, e sempre com o propósito de avançar a história. As sequências na Coreia do Sul e principalmente em Israel são boas, apesar dos zumbis escalando o muro parecerem artificiais demais em alguns momentos.
Na parte final, no laboratório da OMS, momentos de tensão são muito bem construídos, com o som ambiente silencioso, construindo uma crescente e lenta angústia no espectador, consciente que o menor ato pode desencadear uma tragédia. No final, a história tem um desfecho aceitável, e que provavelmente será retomada em continuações.

Apesar de alguns problemas, Guerra Mundial Z convence ao criar momentos honestos de tensão e medo, e um senso de urgência real frente ao perigo apresentado, onde conseguimos nos identificar com o protagonista, suas intenções e reações. Em um gênero tão desgastado por filmes e séries de TV, é sempre bom ver algo que tente apresentar algo de novo.
Marryce M
Marryce M

13 seguidores 1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 29 de junho de 2013
Para quem não sabe, o filme será dividido em três. Portanto, oq não foi explicado neste, será explicado no segundo ou no terceiro filme.
Marcelo H.
Marcelo H.

6 seguidores 2 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 29 de junho de 2013
Fiquei um pouco decepcionado porque achei que era realmente um filme de guerra e não de zumbis como muitos outros por aí. Entretanto foi muito bem feito e rendeu minha atenção da mesma forma.
Luiz G.
Luiz G.

7 seguidores 10 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 29 de junho de 2013
Historias de zumbis costumam ser melodramáticas e sem qualquer perspectiva de se encontrar algo que realmente faça sentido e que necessite de um embasamento para isso. Mas este não é o caso do filme estrelado por Brad Pitt que tomou a cena para si em praticamente as duas horas de filme. O filme ao contrário do que foi lançado também neste ano Meu Namorado é um Zumbi mostra a frieza realmente de um "ser sem vida" que apenas necessita de se alimentar de outras pessoas, e não se mostra preso apenas àquele espaço onde a drama começa e como honra ao seu nome a guerra se dá realmente em todo o mundo.
O ponto forte do filme são os fatos que sempre dão errados e que sempre possuem um "mas", porém com a inteligência do diretor isso acabou dando o filme um pouco mais de suspense e mostrando realmente a dominação dos zumbis. Algumas interrogações podem ser feitas, pois a resposta não esta presente no roteiro que acaba não sei se propositalmente deixando um ar de quero ver mais.
Harrison C.
Harrison C.

3 seguidores 3 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 29 de junho de 2013
Achei um filme realmente muito bom, obviamente o melhor filme de mortos vivo ja feito. A melhor parte foi que mais ou menos aos 5 minutos ja tinha ação, ja começava a aparecer os zumbis. O ruim foi que nao teve muita historia nao se sabe como nem porque os cidadãos começaram a virar mortos. Vi o filme em sua estreia gostei muito e recomendo.
Fábio R.
Fábio R.

23 seguidores 85 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 29 de junho de 2013
Esse filme é demais!!! Os zumbis foram meramente usados no filme como forma de mandar uma mensagem muito maior, que é sobre o futuro do planeta terra. Emoção garantida!!!
Andre F.
Andre F.

2 seguidores 1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 29 de junho de 2013
Filme está muito bom, excelentes efeitos 3d recomendadíssimo
Lidiane D.
Lidiane D.

2 seguidores 2 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 29 de junho de 2013
quem tiver nervos de aço pode assistir... tensão do começo ao fim. ... em 3D os sustos são garantidos
Caio M.
Caio M.

52 seguidores 3 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 29 de junho de 2013
Brad Pitt nos apresenta em sua mais nova aventura um mundo tomado por zumbis, legal, é apenas isso o filme, com um roteiro fraco, efeitos especiais duvidosos e cai entre-nos, uma atuação medíocre por parte de Pitt.
O filme vem com uma historia de primeira vista boa e ultimamente querida aos olhos do publico, mas quando os fatores direção, atuação, edição... Não são combinados da mesma forma que deveriam, é apresentado isso, um filme com um grande orçamento que falha em frente aos nossos olhos (saudades Lanterna Verde). Sinceramente, a única coisa que apreciei no filme sem colocar um defeito se quer foi à trilha sonora, fim!
Uma parte do filme me deixa com uma bela duvida, naquela cena que Pitt está em Jerusalém, à cidade é completamente fechada por muros gigantescos, beleza até então, mas uma cidade completa ainda funciona lá, com pessoa falando/gritando, carros buzinando, barulhos de helicópteros e aviões... Agora onde minha duvida se encaixa especificamente, apenas pelo fato de no máximo umas cinquentas pessoas se juntarem e cantarem, mesmo que seja com microfones de repentes todos zumbis em um raio de quilômetros conseguem ouvir lós e escalarem o muro que é maior que qualquer prédio do lugar?
Sim, você sem duvida está lendo a minha critica e está falando que eu sou exagerado demais, mas quem viu relembre e quem não, repare quando for ver momentos depois quando Pitt e sua turma estão dentro do laboratório tentando chegar as doenças, o doutor pisa nos CACOS de vidro e simplesmente nem um zumbi aparece, sendo que fato 1. Tinha zumbi a uma distancia bem menor deles do que na cena das pessoas cantando em Jerusalém. Fato 2. Alguns cacos de vidro não chamam a atenção de zumbi, mas uma lata caindo no chão que nem chega a estourar chama né. E fato 3. Em um lugar fechado, com eco! E não é notado nada pelos zumbis? Serio? Recuso-me a acreditar que apenas eu tenha ficado com esse “pequeno” fato na cabeça.
Apenas nesse fato é visto que o filme tem o grande problema de não detalhar e que por isso é pego em seus próprios erros, “Guerra Mundial Z” é apenas mais um blockbuster do verão americano com grande bilheteria que vem como uma grande promessa e sai como uma grande decepção. Bem, “Lanterna Verde” se tivesse sido lançado esse ano, não estaria sozinho na lista de decepções. Mas ao menos o filme cumpriu sua função principal, o entretenimento, se vai rir ou vai chorar nele, isso fica por cada um, mas que antes ele que traz uma grande estrela de Hollywood do que perder seu dinheiro atoa.
OBS: Já foi encomendada a continuação do filme, mas então, será em uma realidade paralela? Pois no fim do filme nos somos induzidos a acreditar que tudo vai ficar bem e que como é dito nos momentos finais “essa praga acabou”.
Alex K.
Alex K.

9 seguidores 30 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 13 de maio de 2014
Filme bem movimentado, bastante ação. Achei criativa a 'cura' do vírus, mas já assisti melhores do gênero.
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