Guerra Mundial Z
Média
4,2
6147 notas

299 Críticas do usuário

5
78 críticas
4
105 críticas
3
69 críticas
2
24 críticas
1
15 críticas
0
8 críticas
Organizar por
Críticas mais úteis Críticas mais recentes Por usuários que mais publicaram críticas Por usuários com mais seguidores
Ysla R.
Ysla R.

7 seguidores 2 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 30 de junho de 2013
esse filme é muito bom e engraçado também é ótimo gostei muito
Leo H.
Leo H.

11 seguidores 2 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 30 de junho de 2013
"Guerra Mundial Z" é um thriller que consegue entreter e cativar o espectador, do início ao fim. O filme tem uma fotografia primorosa, a direção de Marc Forster é precisa e envolvente, sem falar nos efeitos especiais, que são impressionantemente bem feitos. Forster consegue, ainda, imprimir no filme uma atmosfera de tensão que, com sucesso, atinge seu objetivo: causar susto e surpresa no espectador. A maquiagem é um detalhe à parte, muito bem executada. Enfim... Nos quesitos técnicos, o que poderíamos esperar senão o melhor de um blockbuster que custou cerca de 200 milhões de dólares? Todavia, são nos quesitos mais artísticos e menos técnicos que "Guerra Mundial Z" peca. Brad Pitt tem uma atuação fraca, isso não significa que seja ruim, mas que não dá a seu personagem toda a carga dramática que poderia ser dada, ficando um pouco a desejar. Nem parece aquele Pitt que, com louvor, teve uma atuação quase irrepreensível no tocante "O Curioso Caso de Benjamin Button" (2008). Outra coisa que fica a desejar, nesse longa, é o 3D. Veja, o filme tem inúmeros e muito bem produzidos efeitos especiais, mas o 3D não é explorado como poderia ser, de forma a maximizar a sensação dos mesmos efeitos especiais. O grande diferencial do 3D só começa a ser percebido na segunda metade do filme; quando, na primeira metade, o recurso praticamente foi esquecido. O roteiro, em alguns aspectos, é interessante, bem pensado; em outros, é vexatório. Ora, se a motivação do personagem principal é totalmente plausível, aceitável, crível; o mesmo não se pode dizer da forma como o governo encontrou para descobrir a cura de uma pandemia. O protagonista/herói, interpretado por Pitt, após ter se livrado da luta contra zumbis, ter salvo sua família e estar seguro com a mesma, descobre que terá de voltar a enfrentar as feras para ajudar o governo encontrar cura para a pandemia que está si instaurando pelo mundo; caso contrário, tanto ele como a esposa e as filhas sairiam daquele ambiente seguro onde se encontravam. Ou ele se arrisca e garante o bem estar de sua família, ou tanto ele se coloca em risco como a sua família também. Que drama, não é?! Ponto positivo para o roteiro. Toda via, dá para levar a sério e acreditar numa história onde nenhum dos governos mundiais e nenhum dos gênios da ciência foram capazes de fazer o que apenas um único homem comum fez: chegar à raiz de onde se originou essa epidemia mundial que está transformando seres humanos em zumbis? Porque escolher um único homem para combater uma pandemia quando se pode ter os melhores cientistas do mundo? Não faz sentido! Apesar desses problemas pontuais, "Guerra Mundial Z" não é um filme ruim, vale a pena de ser assisto. Pra quem gosta do gênero, é um prato cheio. Digamos que a boa direção de Marc Forster foi capaz de maquiar esses detalhes e levar às telonas um filme digno de ser assistido. Aliás, a melhor coisa desse filme é sua direção.
Fábio L.
Fábio L.

8 seguidores 5 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 30 de junho de 2013
Bom mas...
O filme começa bem, não faz muita firula para mostrar o que você espera ver em um filme de zumbis, zumbis é claro! Estes zumbis são um tanto diferentes dos que já nos acostumamos a ver por ai, em outros filmes do gênero, e até acho isso bem legal por sinal, eles são completamente alucinados.
Guerra Mundial Z me lembrou muito a dinâmica do filme Contágio com uma pitada de zumbis no estilo Zumbilândia, porém sem a parte cômica. O filme conta com ótimas cenas de ação, com direito a muitas explosões e efeitos especiais.
No entanto, tudo tem que ter um fim, e é claro, na minha opinião, o filme peca muito nessa parte, parece até que se perdeu, e ao se encontrar finalizou de maneira um tanto quanto "broxante".
Vale a pena ver o filme, isso com certeza, porém seu final deixa um ar de "puts! é sério isso!".
Guilherme L.
Guilherme L.

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 1 de julho de 2013
Já que existe vários filmes e séries sobre zumbis, eu não sabia o que esperar desse longa-metragem; será que já exploraram tudo em torno do tema? Bom, depois do trailer eu soube o quão tenso o filme seria e o quão espetacular o visual do mesmo seria, mas só depois de assistir eu pude responder essa pergunta: Não. Não se aprofundaram em tudo sobre o tipo de história porque em Guerra Mundial Z há uma originalidade ótima e interessantíssima, nunca antes vista em qualquer lugar, uma nova ideia envolvendo zumbis, desde de como uma pessoa se transforma até o comportamento de um morto-vivo e como sobreviver em meio à muitos deles. Admito que nunca ouvi falar do livro ou do autor antes dessa obra-prima do cinema, e tenho que dizer que meu interesse em comprar um exemplar está bem alto agora.
O grande orçamento de 190 milhões de dólares (grande mesmo, até porque esse se tornou filme de horror mais caro da história), foram muito bem usados; os efeitos especiais e as locações, por exemplo, são fantásticos e faz com que você sinta o clima intenso e assustador que os personagens estão vivendo. A direção também é ótima, Marc Forster colocou as câmeras em ângulos excelentes, principalmente nas cenas de ação, das quais você não pode piscar arriscando perder um magnífico e épico ponto vista. Não posso deixar de falar também do roteiro e da trilha sonora (com a essencial participação da banda Muse) que são ambos, de novo usarei a insubstituível palavra, ÉPICOS que, juntando com todas a qualidades que falei e muitas outras, fazem o espectador mergulhar bem fundo nesse original grande feito cinematográfico.
Com belas atuações e com fotografia, edição, direção de arte, música.. enfim, uma produção de tirar o fôlego (literalmente), esse é o melhor filme com zumbis e com apocalipses em geral e, um dos melhores do ano.
Não, esse com certeza não é o fim Brad Pitt.
wilas
wilas

1 seguidor 1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 29 de junho de 2013
O Filme Guerra Mundial Zumbi com astro ( Brad Pitt ) desejou bastante para aqueles que curtem filme desse tipo de genero bons efeitos especiais boa maquiagem dos atores bom enredo , filme interessante e uma boa historia e otimas atuaçns Paramount
Weslley B.
Weslley B.

7 seguidores 1 crítica Seguir usuário

2,5
Enviada em 29 de junho de 2013
O filme ¨Guerra Mundial Z", à primeira vista pode se estranhar o conteúdo em relação ao título. Pois o filme não se trata literalmente de uma "guerra" e sim de uma epidemia desconhecida literalmente mortal e facilmente transmitida que assusta à população. O filme mostra Brad Pitt, como um ex-militar que decidiu largar o emprego afim de dedicar mais tempo a família, desde já o filme já não mostra nenhuma atuação tão marcante. O filme também mistura muitos gêneros como ação e drama, o que não acaba gerando um bom resultado. Um dos maiores pontos fortes do filme é a sua edição , mas um dos maiores pontos fracos (talvez até o maior) seja o desenrolar do enredo, já que em menos de 10 minutos de filme, a população já entra em pânico e começa o vuco-vuco e mesmo tendo uma ótima edição isso pode acabar confundindo o telespectador. A trilha sonora do filme também se adapta perfeitamente às cenas em que são apresentadas, principalmente na introdução do filme. O filme também erra em alguns pontos cruciais, como a integração de algumas cenas totalmente sem sentido algum, spoiler: como a cena em que após um dos surtos da epidemia na cidade, a esposa de Brad Pitt no filme é atacada em um super mercado por dois cidadãos sem motivo algum aparentemente
. Mas o erro BANAL que é cometido no filme é o fato de que o diretor usa o tema de zumbis (que muitas vezes é associado à sátiras, e um tremendo clichê) em um filme de drama e ação, o que acaba fazendo com que você não leve muito a sério o filme. Mas um dos maiores pontos fracos do filme também vem a ser os efeitos especias e a maquiagem utilizada nos figurantes que interpretam os zumbis, que ao serem vistos pelo 3D pode realmente chegar a assustar e fazer o telespectador se encolher na poltrona do cinema. Também é possível perceber que o filme foi criado a partir de uma ideia simples que foi simplesmente incrementada. Enfim, o filme é criado para atrair um diversos públicos em torno de uma ideia central que não agrada, mas manipula muito bem através de alguns itens!
Gustavo O.
Gustavo O.

34 seguidores 4 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 29 de junho de 2013
Encerrando o primeiro semestre de 2013, “Guerra Mundial Z” enfim chega aos cinemas. De fato, o blockbuster produzido e estrelado por Brad Pitt teve uma produção bem conturbada. Os motivos foram muitos: elementos acrescentados ao roteiro devido a não aprovação do mesmo, estouros no orçamento (que, aliás, ultrapassou facilmente a marca dos 200 milhões), diversas cenas regravadas e conflitos entre o astro Brad Pitt e o diretor Marc Foster – que precisaram até mesmo de um intermediário para se comunicarem em certos momentos das filmagens.

Com isso, muitas especulações e comentários vieram à tona, por vezes classificando o filme como “bomba” antes mesmo de estrear. Contudo, bastaram os primeiros materiais de divulgação ser divulgados para que começássemos a aguardar com mais atenção um dos filmes de zumbis mais ambiciosos da história (a propósito, o trailer é realmente sensacional). E agora, vendo e analisando o resultado, compreendemos que a espera valeu a pena, ainda que a grandiosa produção esteja muito longe de alcançar alguma profundidade em relação a sua própria proposta.

Logo de início, ao abrir a narrativa, Mark Foster, diretor, propõe várias ideias bem interessantes acerca da humanidade e de um mundo globalizado, apontando, com planos rápidos e perfeitamente sincronizados, um real instinto selvagem contido em todos nós, como se fôssemos somente mais uma espécie como qualquer outra à mercê da natureza. Em meio a tal conjunto de proposições metafóricas, Foster também não perde tempo em relação às explicações das causas da epidemia que se alastra mundialmente, fornecendo explicações simples e diretas (que certamente soarão superficiais a muitos).

De qualquer forma, em poucos minutos somos introduzidos ao universo da trama, apresentados a uma simpática família (a qual seguimos durante toda a narrativa) e surpreendidos por uma espetacular sequência de ação inicial, que, por si só, mostra onde foram gastos mais de 200 milhões. A partir de então, o filme, após imprimir um ritmo alucinante em seu primeiro ato, começa a trabalhar suas ideias – e é justamente nesse ponto que “Guerra Mundial Z” apresenta seus problemas.

Adaptando livremente a obra de Max Brooks, o roteiro de J. Michael Straczynski e Matthew Michael Carnahan logo se revela inconsistente no desenvolvimento de suas premissas, apresentando sucessivamente argumentos falhos em relação à construção narrativa do filme e sua atmosfera. Na verdade, todo o caos global, tenso e visceral exibido repetidamente nos trailers não passa de pura fachada, quando o que realmente temos é uma mera história pontual fundamentada em diversos clichês.

Felizmente, isso não significa que “Guerra Mundial Z” seja um filme carente de criatividade, ainda mais tendo em vista as monstruosas sequências de ação concebidas com ótimos efeitos visuais de tirar o fôlego (por sinal, as cenas nas quais milhares de zumbis escalam um ao outro para, com isso, ultrapassar determinados obstáculos são realmente espetaculares). No entanto, as fragilidades do roteiro são extremamente nítidas quando este é obrigado a desenvolver ideias “globais”, por assim dizer. Nestes casos o que temos são argumentos superficiais que conferem certa desorganização à narrativa, que, por sua vez, vai aos poucos se tornando incoerente e não muito envolvente, à medida que o protagonista atravessa o mundo em diversas missões – o que, entretanto, proporciona vários momentos alucinantes.

E se Jack Foster, por um lado, se esforça constantemente em conferir energia, realismo e dinamismo ao longa; suas opções de filmagem e enquadramento, por outro, assinalam mais um grande problema do filme. Apostando em várias tomadas rodadas exclusivamente com câmera na mão, Foster, ao lado da falha fotografia de Robert Richardson, concebe muitos travellings definitivamente caóticos e neuróticos, que prejudicam diversas cenas, transformado-as em uma verdadeira bagunça.

Em contrapartida, o gigantesco desing de produção cumpre perfeitamente seu papel. Fora a inconvincente e picotada edição em momentos isolados, todos os outros requisitos (sobretudo direção de arte, edição de som e maquiagem) não deixam a desejar em nada. Os efeitos visuais, em especial, são um show a parte, uma vez que o objetivo não é principalmente alcançar um realismo perfeito de caracterização, mas, sim, criar e modelar algumas das criaturas mais insanas da história dos filmes do gênero – dito isso, não há dúvidas que a missão foi mais que cumprida.

Em relação ao elenco, Brad Pitt, com mais de 80% do tempo de tela, prova mais uma vez que tem talento, força e carisma suficientes para estrelar e conduzir praticamente sozinho uma superprodução como essa. Afinal, além dele é difícil encontrar alguém que se destaque, embora o elenco seja plenamente convincente, com atores que sempre alcançam êxito dramático quando necessário.

Apostando, ainda, em um desfecho aberto que escancara as portas para uma muito provável continuação, “Guerra Mundial Z”, após seu clímax um tanto quanto decepcionante, consolida-se, à sua maneira, como um bom filme, que diverte, entretém e convence – embora, voltando a salientar, esteja muito longe de alcançar algum nível de complexidade e profundidade narrativa.

No geral, vale a pena conferir este “novo capítulo” do legado dos zumbis no cinema, que, desta vez, são ainda mais desprovidos de humanidade e razão – remetendo metaforicamente à natureza de nossa existência, que, quer queiramos ou não, caminha sempre para o mesmo final miserável.

OBS:* Assista em 2D, pois o 3D, além de não acrescentar muita coisa, prejudica o filme, tornando-o incomodamente escuro.

29 de Junho de 2013.
Evelin
Evelin

2 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 29 de junho de 2013
E nessa onda de zumbis e após lidar com vários problemas de produção, principalmente no terceiro ato, finalmente chega nos cinemas GUERRA MUNDIAL Z, novo filme com Brad Pitt.
Adoro filmes que começam com impacto como acontece neste. O caos na cidade, a infecção se alastrando, ninguém entende realmente o que está acontecendo e a única coisa que fala mais alto nesse momento é o seu instinto por sobrevivência.
E daí por diante vemos isso tomar conta. Brad Pitt é obrigado a fazer parte da busca pelo paciente zero para poder manter sua família em segurança e colocar um fim em tudo isso.
O que me surpreendeu mais foi o tipo de zumbi retratado nesse filme, diferente de todos que você já viu (The walking dead, extermínio, zumbilândia, e muitos outros). Se transforma em segundos e em alguns casos demora alguns minutos, é muito rápido, sem qualquer tipo de autopreservação, ele precisa comer e se isso requer que ele se jogue de um prédio, ele fará isso!!!
Temos ataques de zumbis, mas são poucos os que vemos cara a cara, a maioria é retratada na correria da população, como se você fosse um mero observador nesse show de horror. E isso foi o que me deixou mais decepcionada.
spoiler: A cena em que Brad Pitt e mais duas pessoas precisam buscar um vírus no laboratório 139 para testar a ideia que Brad sugere para fazer a tal camuflagem diante dos zumbis, tinha todo o conteúdo para se tornar uma cena sangrenta, aterrorizante, luta corpo a corpo, e é frustrante porque eles apenas se escondem e fogem, matam um ou outro zumbi, mas não é o suficiente para dar o impacto.

Eu sei que não estamos diante de um Residente Evil, mas isso é fundamental para dar mais emoção num filme desse gênero.
No final das contas, pra quem gosta de filmes desse gênero é bem capaz de gostar pelo tom se suspense que ele traz. E como já foi anunciado pelo estúdio teremos GUERRA MUNDIAL Z 2.
Jeydson O.
Jeydson O.

3 seguidores 1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 1 de julho de 2013
A historia do filme, nos faz lembrar da franquia Extermínio, principalmente pelo efeito zumbi ser transmitido como um vírus de raiva. O enredo foi bem trabalhado e com isso o filme não ficou apenas no pragmatismo zumbi, as cenas de ações foram bem trabalhadas, ficou algumas questões a serem respondidas, uma delas refere-se ao momento em que Guerry Lane (Brad Pitty) entra em contato direto com a secreção de um zumbi e não é infectado. Por fim Guerra Mundial Z, pode ser considerado um dos melhores filmes do ano até o momento, vamos ver como se sairá o Homem de Aço.
Wagner R.
Wagner R.

15 seguidores 7 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 1 de julho de 2013
Guerra Mundial Z (World War Z) é um daqueles filmes que com certeza dividirá opiniões, incertezas, certezas e tudo mais...

Digo Isso, pois em pleno século XXI, o que mais poderá nos surpreender? Estamos tão acostumados a fazer previsões para o futuro que até já imaginamos como será o fim do mundo e de como teremos que agir em um possível fim apocalíptico, que talvez nem nos preocupemos mais.
Estamos tão acostumados em ver isso em filmes, seriados, programas de TV entre outros meios que ficamos até críticos de como será o fim para nós, puros mortais!
Brad Pitt, trás uma história sem nenhuma novidade, história a qual já estamos acostumados em ver, esse é World War Z.

Para quem já está vivenciado com o universo zumbi, fins apocalípticos, vírus e sobrevivência como, por exemplo, fãs de The Walking Dead não se surpreenderão em nada com o filme e até poderão sair meio decepcionados em relação à “maquiagem zumbilística” que o filme apresenta.

Gerry Lane (Brad Pitt) é um funcionário e, um dos melhores investigadores da ONU e é chamado para uma nova missão mundial, seu objetivo é descobrir a cura para uma nova epidemia que se espalhou rapidamente por toda região terrestre e ameaça acabar com toda a humanidade. Gerry é posto a prova quando tem que decidir entre ficar com sua esposa Karen (Mireille Enos) e suas lindas filhas ou sair em uma busca por todo o mundo para achar respostas. É então que uma verdadeira e pura chuva de tensão acontece quando Gerry se vê cada vez mais sem tempo para conseguir salvar a humanidade.

Eu digo o seguinte, o filme é bom. Muito bem produzido e dirigido por Marc Forster (O Caçado de Pipas), eu me surpreendi com o Brad interpretando esse tipo de papel e realmente ele aparenta ser um investigador. Por mais que o filme não surpreenda com coisas diferentes, ele apresenta aspectos que não estamos acostumados, como por exemplo, zumbis mais fortes, rápidos e inteligentes e, não mais aqueles retardados. Uma coisa também que me chamou muito atenção, foi à trilha sonora que me deixou bem focado o filme todo e levantou mais a energia tensa que estava dentro de mim.

Se pararmos para analisar o filme comparando-o com alguns seriados do gênero, será quase a mesma coisa, ou seja, a história começa bem alucinante, vai caindo um pouco, volta a ficar alucinante e ai não acontece nada e de repente o suspense aumenta e volta a ficar emocionante e assim acaba. Porém eu dou um ponto positivo, pois fazer um filme desse gênero que consista em apenas 120 minutos é muito complicado e Marc conseguiu fazer isso muito bem, principalmente com um final bem desenvolvido e intrigante.

Não é o melhor filme de fim do mundo, mas é um belo entretenimento para que curte o gênero

Devido a sua grande bilheteria de estreia, foi confirmado que Guerra Mundial Z ganhará uma continuação. Acredito que valerá a pena.

Atribuo nota 3 ao filme, e vocês?
Quer ver mais críticas?
  • As últimas críticas do AdoroCinema
  • Melhores filmes
  • Melhores filmes de acordo a imprensa