Guerra Mundial Z
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4,2
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Ederson R.
Ederson R.

10 seguidores 2 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 2 de julho de 2013
Guerra Mundial Z! Os Zumbis Velozes & Furiosos!

Apocalipse Zumbi, um dos temas mais abordado dos últimos anos nos cinemas e seriados de TV. The Walking Dead, In The Flesh, Residente Evil, Meu Namorado é um zumbi, Zumbilândia e etc... são exemplos da invasão zumbi nas nossas casas e telonas, um tema que parece tentar ou está tentando nos alertar de como vai ser ou como poder ser o nosso fim do mundo e dando um alerta: "PREPARE-SE".

Com uma trama muito boa de deixar você tenso e temendo o pior, há cenas de prender a atenção de tal modo a deixar você sem piscar, diga-se de passagem muito bem realizadas, principalmente as perseguições zumbirescas, zumbis esses, que até nos choca com a sua rapidez, já que estamos acostumados com zumbis mais lentos e tranquilos, apesar que em Extermínio os "zumbis"(humanos com raiva) eram também rápidos, mas creio que a ideia foi exatamente essa impactar o público com zumbis velozes e furiosos. O filme tem lá seus problemas, principalmente com o uso exagerado de computação, mas há de se entende que a ideia era da uma velocidade aos acontecimentos como era a velocidade de transformação dos humanos em zumbis, velocidade essa altamente questionável, mas aceita no contexto, mas a carga dramática não foi tão pesada, esperava-se mais terror, mas era quebrado pelo humor de certas cenas, apesar disso ficou bem equilibrado os climas de tensão e comedia.

Brad Pitt, não tem muito do que se falar, ele é ele, atua muito bem num papel que é até um pouco confuso para entender qual a sua profissão, mas como sempre se supera. Direção muito boa e coerente com o roteiro. Portanto, é um BLOCKBUSTER ou seja um PIPOCÃO muito bom, para curtir e vale a pena ir ao cinema para assistir.
Fernanda O.
Fernanda O.

11 seguidores 1 crítica Seguir usuário

3,5
Enviada em 2 de julho de 2013
Guerra Mundial Z coloca definitivamente Brad Pitt para enfrentar os monstros da moda nos dias de hoje. Mesmo com as famosas maquiagens com carne apodrecida, quando mostra uma amputação, é fora do quadro e com o mínimo de sangue possível, os zumbis são mais marcados pela sua movimentação que parece mais espasmos, ai é o divertido ver os Zumbis parecer formigas! Me impressionou por não ser um filme pesado e ao mesmo tempo divertido !
Rafael M.
Rafael M.

7 seguidores 1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 2 de julho de 2013
Uma crítica sincera sobre o filme. Fui ao cinema não esperando muita coisa, pois infelizmente estamos em uma época onde o "Zumbi" se tornou o centro de quase qualquer mídia e as vezes acaba por destruir nossas expectativas. Mas o GMZ esta de parabéns!Momento algum no filme voce consegue respirar e pensar: "o pior já passou". O que é surpreendente pois é essa a mentalidade de um mundo que sofre essa praga! Voce consegue se unir ao protagonista e comprar a briga dele para salvar sua família e assim todo e qualquer plano frustrado ambos (você e o protagonista) sentem na pele o quão ruim foi aquilo.
Por isso dou nota máxima para esse filme!
Daniela S.
Daniela S.

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2,5
Enviada em 2 de julho de 2013
EU ACHEI Q O FILME VISOU MAIS A CORRIDA E A SOBREVIVÊNCIA DE BRET PIT AS CENAS BOAS DO FILMES COM ZUMBIS FORAM POUCAS NO TRAILER APARECEM AS BOAS CENAS E SÓ NÃO FOI TÃO IMPA QUITANTE QUANTO PENSEI,COMEÇA O FILME SEM SABERMOS COMO ACONTECEU O Q E ISSO O FILME SE PASSA EM TORNO DO ATOR PRINCIPAL E NÃO NOS ZUMBIS ,MUITOS EFEITOS POUCO FOCO NO TEMA DO FILME Q SÃO OS ZUMBIS ,O FILME PODERIA SE CHAMAR COMO SE MANTER VIVO EM GUERRA MUNDIAL Z .AFF!NÃO ME IMPRESSIONOU FIQUEI FRUSTADA TANTA EXPECTATIVA POR NADA!"
Cristiano H.
Cristiano H.

5 seguidores 1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 2 de julho de 2013
“Zumbis”, dizia o e-mail com remetente sul-coreano a que ninguém deu atenção, enviado onze dias antes dos acontecimentos de “Guerra Mundial Z”, de Marc Foster. Mas este filme dá nova dimensão aos filmes de apocalipse zumbi, talvez porque de maneira alguma se resuma às criaturas descritas pela primeira vez na fé vodu da África e do Caribe.

Os filmes-catástrofe podem se basear em invasões alienígenas (“Guerra dos Mundos”, “O Dia Em Que a Terra Parou”, “Invasão do Mundo – Batalha de Los Angeles”), desastres naturais (“O Dia Depois de Amanhã”, “2012”, “Armageddon”), pandemias (“Contágio”, “Filhos da Esperança”, “Sentidos do Amor”).

“Z” de alguma forma é um amálgama destas ameaças, e é sintomático que seja intitulado Guerra Mundial, remetendo a dois episódios históricos que despertaram todo o mal – e também o bem – da raça humana, mas que no panorama atual seriam mais provavelmente evocados uma terceira vez com um inimigo não-humano, seja um vírus, a temperatura ou zumbis.

Às vezes, a humanidade de algumas pessoas fica em dormência, como se fossem zumbis, até que um perigo conjunto desse naipe as faça acordar. Quando assim confrontados como espécie, reagimos por instinto de sobrevivência, e isso inclui governo, cientistas, militares, mídia e o cidadão. Ou seja, todo mundo. Mas se, ao contrário de em uma comédia romântica, por exemplo, os eventos de um filme afetam todos os terráqueos, um recorte se faz necessário. 7 bilhões é gente demais, então quem acompanharemos?

Muitos bons filmes do gênero optam por uma solução mista, isto é, personagens que têm interesses particulares, como preservar sua própria família, e alguma ligação com as instituições que podem fazer diferença em nível global, que às vezes são reunidas em uma força-tarefa para salvar o mundo. Quando a grande família humana está ameaçada, todos os núcleos familiares menores também estão. Este filme está adaptado aos novos tempos, e mesmo sendo uma produção norte-americana, não apenas não ignora o resto do mundo (o patriótico “Independence Day”), como mostra que em uma família tão vasta como o H. sapiens as abordagens são diversas.

Assim, o nosso protagonista é um pai de família, mas também um investigador da ONU, que, parado em um congestionamento tão comum nas grandes metrópoles, vê a calmaria virar tempestade em um mero instante, como nos suicídios da cena inicial de “Fim dos Tempos”. Para vencer os zumbis – e qualquer inimigo, é preciso ser um homem de ação, mas também processar intelectualmente cada detalhe, como os segundos de contaminação e transformação de um vivo em morto-vivo, ali à sua frente, rebatendo-se.

Ao largo de sua jornada, Gerry Lane (Brad Pitt) se deparará com novas realidades, do Pacífico para a Ásia, do Oriente Médio para a Europa, sem contar uma batalha na Rússia que acabou descartada como desfecho. Como num thriller geopolítico, só ficamos a imaginar o grau de sucesso da curiosa solução anti-zumbi de um dos países mais fechados do mundo, a Coréia do Norte, mas vimos em todos os ângulos e pompa o estratagema à la Berlim, em qualquer hipótese um paliativo, erguido em Israel. O estado judeu parece em princípio uma Zion de “Matrix”, último reduto da resistência. Mas cai numa mistura de estupidez humana e inteligência coletiva zumbi – que assemelha-se taticamente às formigas amazônicas que se prendem umas às outras para flutuar.

Qualquer que seja a guerra, contra outro país, uma facção terrorista, a gripe suína, uma civilização extraterrestre ou o aquecimento global, conhecer com o que se está lidando é fundamental. Os zumbis aqui são atraídos por decibéis, mas não acusam a presença de humanos em certas condições. E força por vezes é vulnerabilidade, é a mensagem que darwinisticamente apregoa um cientista, levada adiante por Lane.

Na ciência, uma tese deve ser provada, com experimentos. A guerra se beneficia da ciência, mas segue seu ritmo, sem importar-se com provas empíricas. Quando a comprovação vem, no entanto, faz-se luz: após uma sequencia hitchcockiana, é então no filme que o ser desengonçado, descerebrado e faminto batendo pateticamente os dentes molares uns contra os outros pode virar motivo de escárnio. Aqui, é onde menos há dúvidas: o comportamento zumbi não tem traço de humanidade, e a comédia surge talvez da consciência, afinal, de nossa superioridade.

Os zumbis são essenciais desde o Z do título, mas este não é um filme de qualidade Z porque o que vemos são atitudes humanas, motivadas, claro, por zumbis. A resposta organizada que só guarnece quem é essencial, a cidade que se isola mesquinhamente e ainda assim recebe as levas de refugiados, o cara que tem a ideia que muda o resultado da guerra e só quer voltar a fritar panquecas.

Como em “A Hospedeira”, os créditos começam a rolar após uma virada de jogo implícita. Parece que nós temos agora ferramentas para consistentemente vencer o inimigo. Eventuais continuações de mesmo fôlego dependerão de desfazer, em algum grau, essa impressão.
Alex FreireRP
Alex FreireRP

9 seguidores 42 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 2 de julho de 2013
O filme conseguiu com maestria explorar o tema da moda "zumbis", efeitos especiais deslumbrantes e um roteiro bem amarrado que não deixa a trama ficar cansativa, Guerra Mundial Z é Ótimo, melhor que muitos do gênero, não perca.
Leonardo C.
Leonardo C.

2 seguidores 1 crítica Seguir usuário

3,0
Enviada em 2 de julho de 2013
Sejamos honestos: um filme marcado por tantos problemas durante as filmagens e edições, como atrasos (muitos), mudanças no roteiro, refilmagens e brigas do diretor Marc Foster com Brad Pitt, além de um gasto maciço em efeitos visuais (que geralmente desviam a atenção para as falhas de roteiro), já não poderia ter apresentado um resultado final totalmente satisfatório. Assim, apenas por tal consideração, ir assisti-lo com grandes expectativas só irá levar à sensação final de que “faltou algo”.
Devemos considerar ainda que o filme, supostamente, seria uma transposição para tela grande de um livro do autor Max Brooks. Bem, quem leu o livro (como aquele que vos fala) logo percebe que muito pouco dele realmente foi utilizado, basicamente o conceito e algumas cenas adaptadas da narrativa, o que torna-se mais um fator causador de decepção. E se você é ainda um amante das obras clássicas do gênero de terror com zumbis (tomando como base Romero), sentirá com certeza um certo estranhamento perante a velocidade e vigor físico dos zumbis apresentados neste filme, com a incômoda falta de sangue (quesito também nestes filmes) e enquadramentos modestos, que apenas sugerem (focando a redução da faixa etária para exibição, uma jogada puramente comercial)... Mais decepção.
Acrescente aí uma dinâmica de filmes de ação com muita correria e tiroteios a cada terço do filme, um herói patriota e com alma de “lobo solitário”, uma família inexpressiva para a obra, uma trilha sonora que inoportunamente se torna muito agitada (quando deveria ser mais opressiva e soturna) e, para “por o último prego no caixão”, a total falta de compromisso com a reflexão sobre as políticas e influências dos governos sobre as pessoas, e como tudo isto pode levar à ruína da própria sociedade, temos o que Guerra Mundial Z realmente é, apenas mais um blockbuster compromentido com a arrecadação de volumes ostensivos de dinheiro sem qualquer compromisso com a obra inspiradora e os fãs.
Claro, se você deseja comprar uma pipoca, um refrigerante e sair com amigos, vá em frente. As cenas de ação são tecnicamente incríveis e os efeitos visuais fantásticos. Na verdade, o que mais gostei no filme foi justamente a forma criativa com a qual os zumbis se deslocam em grandes massas, como uma onda viva (ou morta!) que passa por cima de tudo e de todos. E a escalada deles no muro de Israel lembra o trabalho cooperativo das formigas! Assista, divirta-se e depois esqueça, sem maiores considerações ou reflexões.
Não recomendo levar a namorada, não porque é violento ou assustador. Pelo contrário, é o filme de zumbis com menos cenas violentas e menos assustador que já assisti! Por isso mesmo, não vão rolar muitos sustos para sua namorada ficar com medo e te abraçar... Aliás, é mais fácil ela ficar suspirando pelo Brad do que ter medo daqueles zumbis!
Wesley J.
Wesley J.

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4,0
Enviada em 5 de julho de 2013
Um bom filme de ação usando a tematica de Zumbi... Inclusive os zumbis aqui dão um banho nos do "the walking dead". Mas depois de ver o filme duas vezes penso que deveria ser feito em duas partes... Mas em fim... vale a pena..
Guilherme B.
Guilherme B.

1 seguidor 5 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 16 de julho de 2013
Apesar de sua pouca duração (para as possibilidades que abarca) o filme "Guerra Mundial Z" consegue cumprir boa parte dos principais objetivos almejados pelo seu criador Max Brooks. Segundo o escritor, o gosto que as pessoas (principalmente estadunidenses) têm por filmes de zumbis se deve ao intrínseco individualismo da sociedade capitalista neoliberal aliado à sensação de onipotência propiciada pelo superconsumismo. Com isso em mente, o autor lançou, em 2005, o livro "World War Z". A escolha de (pseudo) zumbis não é por acaso. Brooks nos oferece um novo tipo de praga: os seus zumbis não são lentos ou pouco eficientes; personificam a irracionalidade e o consumismo viral de nossa sociedade. Espalham-se rapidamente e são dotados de uma violência implacável.
É uma obra que busca retratar a realidade como é: desnuda as maiores fragilidades dos aparelhos de governo em situações de crise e da sociedade ao lidar com uma situação extrema. Para tanto, reuniu um imenso repertório: leu vários livros sobre operações militares, medidas governamentais em crises e comportamento humano.
O filme, por sua vez, aborda os aspectos mais relevantes da crítica do escritor; a fotografia lida muito bem ao apresentar as críticas; as imagens da natureza chocante, violenta, no início do filme, em oposição à vida urbana introspecta em seu espaço isolado, ingênuo; a súbita mudança da realidade, assim como retrata Brooks com a sua inovadora e realística forma de descrever um apocalipse "zumbi". Lembra, da TV, o seriado "The Walking Dead" em sua primeira temporada, que tem também um impactante realismo (sem a profundidade filosófica).
O filme tem atuações apenas boas. Brad Pitt não parece estar de acordo com a intenção da obra. Mireille Enos, idem. Ambos não parecem ter reações à altura do que realmente pretendia o filme e a obra literária. Mas fora isso, temos atuações boas, na média.
De qualquer modo, no geral, as impressões que tive do filme foram aquelas que tive quando li o livro, de inovação com propriedade; não é apenas um filme de zumbi: é inteligente, sutil, com críticas interessantes da sociedade e dos governos. Vale a pena assistir, mas aqui vai uma dica: preste atenção nos detalhes; se possível leia o livro antes e também sobre o autor.
Geanice. Batista
Geanice. Batista

1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 1 de julho de 2013
Logo no começo de Guerra Mundial Z, você é envolvido na atmosfera central, o ataque dos Zombies. No entanto, no decorrer da história, é possível observar algumas diferenciações dos filmes tradicionais. Como ocorre na sua maioria, os filmes de Zombies iniciam com o que causou a incidência de mortos-vivos. Esse aspecto se torna um mistério no filme. Os efeitos foram bem trabalhados e, em algumas cenas, causam um impacto impressionante nos espectadores. Brad Pitt atuou brilhantemente, embora o filme tenha um gênero incomum dos que o tornaram um ícone. Em linhas gerais, se esse estilo de filme lhe agrada, Guerra Mundial Z atenderá às suas expectativas.
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