Guerra Mundial Z
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4,2
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mariazinhalinda1951
mariazinhalinda1951

1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 2 de julho de 2013
Eu adorei o filme. super tenso do início ao fim. Mas confesso que tive a sensação de que algo ficou faltando, de que acabou abruptamente. Por exemplo, (SPOILER) o suposto "drama" envolvendo a retirada da família dele do navio e tal não teve desdobramento nenhum...fora a questão levantada sobre que "virus" ele iria se contaminar (se fosse um da caixa esquerda, ele estaria morto). Nada disso teve desdobramento. Talvez sejam furos pra continuação, sei lá...
Mah
Mah

7 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 2 de julho de 2013
Achei a história fraca, mas nas partes do filme com ação dá pra se divertir.
Karla S.
Karla S.

13 seguidores 1 crítica Seguir usuário

3,0
Enviada em 2 de julho de 2013
É mais um desses filmes que chamam de blockbuster...muito marketing, efeito visual e pouco conteúdo. Mas apesar do tema manjadão (milhões de filmes com algo/alguém invadindo/contaminando o planeta) a história conseguiu ser um pouco diferente. E pra confirmar que é um filme feito pra ter lucro.. já li q vai ter continuação.. É legalzinho.. mas só isso.
Erick L.
Erick L.

2 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 2 de julho de 2013
O principal problema do filme, que surge em toda e qualquer adaptação literária, é traduzir todos os detalhes de uma obra, sem que nada seja perdido, mas que o resultado e o impacto sejam mantidos. A obra de Brooks, diferentemente do filme, não tem como foco a história de Gerry, mas sim, os relatos de outros sobreviventes e como cada um deles viu a epidemia. Sendo assim, o livro se passa após o apocalipse zumbi, com discussões focadas na repercussão financeira (venda de remédios, que prometiam a cura para epidemia, que era vendida como um tipo de raiva, chamada no livro de “raiva africana”), política (partidos não existem mais, por exemplo) e social (racismo, super população) deste evento.
varella
varella

30 seguidores 4 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 2 de julho de 2013
spoiler: A trama é centrada em um investigador (Pitt) da Comissão Pós-Guerra da ONU, que deve entrevistar sobreviventes de uma infestação zumbi que quase aniquilou o planeta. Passando por vários países, dez anos após a crise, ele publica um relatório com as mudanças que aconteceram em todos os aspectos da sociedade – religiosos, políticos e etc. O Diretor Marc Foster optou por uma película escura para dar ao espectador uma sensação de medo e quem não sabe, o longa é baseado no livro homônimo de Max Brooks, um dos grandes nomes da cena zumbi norte-americana, e um dos responsáveis por este subgênero ter alcançado seu status atual nos últimos anos. Seu custo superou 200 milhões de dólares(quase meio bilhão de reais), ... Muito se deve ao trabalho de promoção de Brad Pitt ao redor do filme. Por fim, quero finalizar dizendo que Guerra Mundial Z é um filme bem bacana. Justifica ser o filme de terror mais caro da história? Creio que não. Mas justifica o ingresso. É uma boa diversão, que oscila entre o terror e a aventura, de ritmo frenético, direção competente e com a presença magnética de Brad Pitt – sem dúvida o trunfo do filme.
Tiago F.
Tiago F.

6 seguidores 1 crítica Seguir usuário

3,0
Enviada em 2 de julho de 2013
Guerra Mundial Z – Vi ou não vi sangue?

Com uma leva de filmes nos últimos anos criando os seus “zumbi” de formas particular e as vezes com características novas esquecendo os clássicos zumbis. O que se esperava do filme era exatamente isso: Aí vem outra “espécie” de zumbi. E como será? E será que eles acertam desta vez? – Eu particularmente fui com essas perguntas. O público sempre espera algo novo, mas que não fuja da daquela essência dos clássicos zumbis. Como em “Madrugada dos Mortos” e da recente série “The Walking Dead” zumbi são zumbi e ponto. Não precisamos de novo de uma massante introdução ao gênero, ponto para o roteiro aqui, que coitado sofreu com tantas alterações, mas que conseguiu se vender.
Quando decidimos sair de casa e ir ao cinema, queremos ver a tal criatura e assim como no filme e na série que citei acima, em Guerra Mundial Z, o roteiro não perde tempo e já cai direto na ação. Para não dizer que o ponto de virada está no início da projeção, temos uma breve apresentação da família que será a espinha do roteiro. Uma família um tanto clichê: Uma mãe dedicada, um pai herói, uma filha asmática - para aumentar o drama -, e mais uma menina para piorar, ou seja, o personagem de Brad Pitt, Gerry Lane, está rodado de mulheres em um mundo desmoronando.

Se todos nós já tínhamos a ideia de como seria um apocalipse, eis que assistindo este filme mudamos nossos pensamentos e passamos a enxergar de uma outra maneira o cenário e os perigos que uma ameça desta magnitude pode causar a uma população despreparada para um ataque viral sem precedentes. Deixando um pouco de lado essa essência política do roteiro e olhando para os personagens, é chato não existir a “jornada do herói” (evolução do personagem de Pitt), na verdade, nenhum dos personagens passa por evoluções e nisso todos pecam: Todos entram e saem do mesmo jeito. Gerry (Pitt) é herói do começo ao fim e elevando ainda mais seu mérito quando descobre a cura.

Basicamente o que irá impulsionar o protagonista para dentro do filme será aceitar a missão com o objetivo de manter em segurança sua família. Um objetivo fraco, mas que funciona. Com a decorrer da ação frenética e os susto na poltrona, vamos esquecendo do seu verdadeiro objetivo, mas em certos pontos, o roteiro faz questão de nos lembrar que ele só está ali por causa disto, porque claro, ele deixou um rádio comunicador com a esposa que sempre vai voltar a cena tentando contato. O que torna desnecessário em certas ocasiões.

Faltou estampar o sangue, os pedaços de carne humana, as mordidas, etc?...Isso é algo que esperamos em um filme de zumbi. Faltou! Mas não percebemos essa falta ao assistir porque o diretor conseguiu usar bem os enquadramentos deixando tudo bem subentendido para baixar a classificação do filme. No final da projeção o sangue jorrou, as pernas foram arrancadas e as cabeças estouraram. Um bom filme e um dos melhores e inovador do gênero da atualidade.
Eduardo K.
Eduardo K.

17 seguidores 2 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 2 de julho de 2013
Gerry Lane (Brad Pitt), um investigador da ONU, viaja pelo mundo em uma corrida contra o tempo para impedir umapandemia Zumbi que está exterminando governos e exércitos, e ameaçando dizimar a humanidade como um todo.

GUERRA MUNDIAL Z me surpreendeu. Em um bom sentido. Repleto de problemas em sua produção como diversas alterações no roteiro, o que causou atrasos em seu lançamento, o filme não inspirava muita confiança. Mas o filme dirigido pelo bom Marc Forster (A ÚLTIMA CEIA, O CAÇADOR DE PIPAS), pode ser definido como uma montanha-russa de ação e tensão, que permeia o filme durante praticamente toda a projeção.

O roteiro, no final das contas, escrito à OITO mãos por Matthew Michael Carnahan (O REINO, INTRIGAS DE ESTADO), J. Michael Straczynski (A TROCA, THOR), Drew Goddard (O SEGREDO DA CABANA, CLOVERFIELD: MONSTRO) e Damon Lindelof (PROMETHEUS, STAR TREK: ALÉM DA ESCURIDÃO), apesar de manter uma narrativa excessivamente comum, não compromete e nem ofende o livro do escritor Max Brooks, no qual é baseado. O livro, que é na verdade um conjunto de relatos e memorandos fictícios que relatam um “Apocalipse Zumbi”, até renderia algo mais inovador se o roteiro tivesse aproveitado sua estrutura narrativa. Mas como mencionei, a maneira de contar a história utilizada no filme, apesar de convencional, prioriza de maneira correta a ação e a tensão.

Desde MADRUGADA DOS MORTOS (2004), de Zack Snyder, o cinema não trazia um filme de zumbi com um início tão frenético como este GUERRA MUNDIAL Z. Com apenas dez minutos de filme, já somos jogados em um mundo em colapso, à beira da extinção completa de seus habitantes humanos, onde acompanhamos a odisséia do personagem de Pitt para salvar sua família em plena Nova York, e depois, para buscar uma cura, viajando ao redor do Mundo. Entre estas sequências em particular, chama a atenção uma cena primorosa onde assistimos Israel, um dos últimos locais ainda à salvo da pandemia global que assola o planeta, sendo tomada violentamente pelos zumbis, que são retratados aqui como criaturas realmente animalescas, que correm e saltam como verdadeiros animais selvagens, numa competente alusão à eficiente abertura do filme, que mostra entre cortes rápidos cenas de diferentes animais e insetos, atacando e destruindo, exatamente como os zumbis retratados no filme. Já no terço final do filme, a ação dá lugar à tensão e ao suspense, em sequências também eficientes e repletas de sustos cuidadosamente calculados para fazer a plateia saltar algumas vezes na cadeira.

Um ponto interessante do filme, é que o termo “zumbi” é utilizado em momentos pontuais do filme, já que a pandemia é tratada como uma doença como a raiva, por exemplo, já que é transmitida pela mordida de um ser infectado. Semelhante à ideia utilizada nos filmes da série EXTERMÍNIO, cujo primeiro filme foi dirigido pelo inglês Danny Boyle.

No elenco onde o único nome realmente famoso é o de Brad Pitt em um papel que não exige muito de suas qualidades dramáticas, o astro carrega o filme com seu enorme carisma, e chama a atenção também a rápida mas eficiente participação de James Badge Dale, como o capitão de uma força especial do exército americano. Vale lembrar que James já tinha ameaçado roubar a cena como um dos vilões de HOMEM DE FERRO 3. É um nome para se prestar atenção.

GUERRA MUNDIAL Z sente falta apenas de um final mais pungente. Ao final do filme, tem-se a impressão de que os roteiristas tentaram deixar as portas abertas para uma sequência, que honestamente, não acho que cabe aqui. Ainda assim, ao mesmo tempo deixa uma sutil mas importante mensagem para o público (leia-se humanidade), onde defende a ideia de que a “guerra” está apenas começando. E por esta guerra, você pode entender o que quiser. Afinal, o que seria uma guerra contra zumbis? Não seria uma guerra contra nós mesmos?

Por Eduardo Kacic.
Ivanildo P.
Ivanildo P.

8 seguidores 1 crítica Seguir usuário

2,0
Enviada em 2 de julho de 2013
SEM ALMA E SEM SANGUE

De todos os monstros do cinema, o zumbi sempre foi o pária, o menos nobre. Não à toa, nunca recebeu tratamento de superprodução, diferente dos vampiros, dos alienígenas e até dos lobisomens. Quer dizer, até agora, pois “Guerra Mundial Z” mostra todo o apocalipse a que o publico tem direito, graças ao dinheiro de um grande blockbuster, e ainda é estrelado por um dos maiores astros do cinema atual, Brad Pitt. Mas, pelo resultado, aparentemente mortos-vivos e grandiosidade não combinam muito bem.

No filme, Pitt interpreta Gerry Lane, um funcionário das Nações Unidas (embora a trama não deixe clara a exata natureza do seu trabalho) que vive em Nova York com a esposa, Karin (Mireille Enos) e suas duas filhas pequenas. Logo nos primeiros minutos, a família se vê diante do começo do fim do mundo, quando a população, infectada por uma estranha doença, começa a se transformar em zumbis e a atacar os vivos. Por ser um funcionário de alto escalão, Gerry e sua família conseguem ser evacuados da cidade, mas após deixar sua mulher e filhas em segurança, ele inicia uma corrida pelo globo à procura de uma forma de entender, e se possível, curar a epidemia. O filme é baseado no livro de Max Brooks “Guerra Mundial Z: Uma História Oral da Guerra dos Zumbis”, originalmente publicado em 2006 e escrito como uma coleção de narrativas a respeito da infestação dos mortos-vivos e como ela destruiu a civilização. Para conceber sua obra, o autor foi influenciado pelos diversos filmes do gênero apocalíptico, lançados ao longo dos anos.

Ao adaptar o livro para o cinema, os cineastas optaram por uma narrativa mais tradicional e se dispuseram a fazer o primeiro filme de zumbi realmente grandioso. E aí começaram os problemas. O roteiro, escrito por cinco profissionais – nunca um bom sinal, mesmo que entre os escritores haja nomes conhecidos como Damon Lindelof e J. Michael Straczynski – não apresenta nenhuma figura carismática ou personagem mais aprofundado. Gerry é um protagonista muito genérico e um desperdício dos talentos de Brad Pitt. As situações também já foram vistas em dezenas de outros filmes: a sequência inicial em Nova York lembra “Guerra dos Mundos” (War of the Worlds, 2005). “Eu Sou a Lenda” (I Am Legend, 2007), “Extermínio” (28 Days Later, 2002) e “Contágio” (Contagion, 2011) também cederam alguns dos seus elementos de trama para os roteiristas de “Guerra Mundial Z”.

Tudo isso, no entanto, é até perdoável – afinal, a busca por uma completa originalidade hoje em dia é vã. O que não é perdoável é a opção dos cineastas, notadamente do diretor Marc Forster, de deixar o filme completamente “sem mordida”, visando um maior lucro. Explica-se: “Guerra Mundial Z” teve uma produção tumultuada e praticamente todo o terceiro ato da trama teve de ser refilmado. Isso, e mais a escala grandiosa do filme, fez o orçamento ir às alturas – oficialmente, o projeto custou cerca de 200 milhões de dólares. Por causa disso, Forster teve de maneirar na censura, para garantir que seu filme alcançasse o público mais amplo possível – nos Estados Unidos, a censura ficou nos 13 anos, algo tradicional para um blockbuster, mas que representa a sentença de morte para qualquer longa de zumbi de respeito.

O resultado é o filme de zumbi mais brando de todos os tempos. Chega a ser ridículo observar, numa cena, uma personagem ter a sua mão decepada e não se ver uma gota de sangue. As mordidas não sangram, os tiros dos soldados não têm impacto e os zumbis até parecem limpinhos e bem asseados. Isso é mortal para um projeto do gênero, pois tira a verossimilhança da história. Como podemos acreditar no horror daquela situação – e Gerry até tem pesadelos com bocas arreganhadas e mortos-vivos atacando – se o filme se nega a nos mostrar esse horror? Como resultado, o longa acaba sendo apenas uma grande correria, mas sem nenhum envolvimento. O espectador não teme por nenhum dos personagens, que já não são muito aprofundados, em momento algum. Todos falam sobre o fim do mundo, mas o espectador não o vê e não o sente.

Essa opção mercadológica pela censura branda chega a determinar a estética do filme. Para evitar mostrar o sangue, os cortes nas sequências de ação são rápidos, a ponto de torná-las incompreensíveis. Marc Forster, um diretor de pequenos filmes, bons e interessantes, como os dramas “A Última Ceia” (Monster’s Ball, 2001) e “O Caçador de Pipas” (The Kite Runner, 2007), já havia demonstrado incompetência ao se aventurar pelo terreno dos blockbusters com o filme de James Bond que ele dirigiu, o problemático “007: Quantum of Solace” (Quantum of Solace, 2008). Em “Guerra Mundial Z” ele repete a dose, com sequências confusas e frenéticas, mas mal montadas, desperdiçando algumas boas imagens e situações criadas pelo roteiro, como a “pirâmide humana” escalando o muro de Israel ou a cena a bordo do avião.

Além disso, alguns momentos da trama demonstram que o diretor parece incerto do tom da sua narrativa. A cena em que um personagem se mata de forma acidental ao descer de um avião é bizarra a ponto de causar risos na plateia. A narrativa episódica, estruturada pelas viagens do protagonista, deixa o longa com cara de videogame, com cada país correspondendo a uma “fase”. O roteiro também tem sua parcela de clichês (Filho asmático! Herói que se sacrifica pela cura!) e de absurdos – Gerry sobrevive a um desastre aéreo pavoroso, e a simples menção da palavra “zumbi” num comunicado do exército desafia a credibilidade (Quem levaria a sério esse e-mail, que teria descrito o paciente-zero da epidemia? Compreensivelmente, ninguém). O roteiro feito por comitê e cheio de problemas, aliado às equivocadas opções do diretor, acabam transformando o filme num espetáculo vazio.

No fim das contas, neste gênero dinheiro nunca realmente importou. O bom filme de zumbi, para funcionar, precisa criar um clima de ameaça – e para isso, mostrar a violência é, sim, essencial – e dar ao publico personagens pelos quais se possa torcer. Não é obrigatório, mas se o cineasta ainda conseguir transformar a história com mortos-vivos numa metáfora sobre a nossa sociedade, como o mestre George Romero costumava fazer, tanto melhor. “Guerra Mundial Z”, no entanto, falha nos dois primeiros aspectos e nem tenta se aventurar pelo terceiro. Seria melhor, para o filme, ter tido menos dinheiro e um pouco mais de “alma”.
Thiago M.
Thiago M.

4 seguidores 1 crítica Seguir usuário

2,0
Enviada em 2 de julho de 2013
Embora possua um product placement deplorável por parte da Pepsi (eu ri na cena dentro do cinema... sério...), Guerra Mundial Z é um filme que entrega aquilo que é proposto: uma hecatombe mundial de zumbis. Nada mais, nada menos. Não espere aqui grandes novidades narrativas ou de qualquer outro tipo, na verdade, é um grande mais do mesmo de tudo que já foi filmado e escrito sobre zumbis, com muitas e muitas referências (especialmente, por incrível que possa parecer, com A Experiência II - A Mutação). Não é um filme ruim, embora não valha o ingresso de uma sessão de fim de semana. Assistam, mas na terça feira promocional. Como de praxe, a versão 3D é dispensável, caindo nos mesmos problemas da maioria dos filmes em 3D atuais: imagem borrada, escura e enquadramento errado de algumas legendas, fora o já tradicional desconforto dos óculos 3D.
Ton J.P
Ton J.P

4 seguidores 2 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 2 de julho de 2013
Filme estilo catástrofe que cumpre muito bem o seu papel... impressionar e reter a atenção do telespectador. Por muitas vezes me imaginei na situação - E se isso fosse real? O que fazer?. Aos fãs de The Walking Dead a espera de mais uma temporada da série, deixo aqui a minha sugestão!
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