A Garota Dinamarquesa
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4,3
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Jake D.
Jake D.

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3,0
Enviada em 15 de fevereiro de 2016
A Garota Dinamarquesa... mais um filme, que está entre os indicados em diversas categorias, conta a história de Lili Elbe (Eddie Redmayne), que foi a primeira pessoa a passar por uma cirurgia de mudança de gênero, focando em seu relacionamento com Gerda (Alicia Vikander), e a sua descoberta como mulher. O filme tem um conceito bem interessante, e a direção de Tom Hooper, funciona em algumas vezes, mas acaba sendo falha por sua insegurança em diversos momentos. As interpretações são excelentes, Eddie Redmayne está ótimo, mas Alicia Vikander está impecável, talvez até ganhe o óscar de melhor atriz coadjuvante. O roteiro não funciona na maioria das vezes, faltou muita estrutura em certos diálogos. A fotografia é lindíssima, outro ponto alto do filme, mas a trilha sonora é só boa não é nada marcante. A Garota Dinamarquesa é um filme mediano que apresenta uma ideia original e excelentes interpretações, mas a direção é insegura, e o roteiro é em diversas vezes, mal escrito, não acho que o Eddie Redmayne ganhará o óscar, mas Alicia Vikander tem grandes chances para atriz coadjuvante, então, o filme tem alguns problemas, mas não chega a ser uma catástrofe total.
Jamylle Catharine R.
Jamylle Catharine R.

13 seguidores 20 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 29 de fevereiro de 2016
É um drama triste e meio louco. De repente o que era uma ideia engraçada se transforma num pesadelo sem igual. Pobre coitada dessa mulher. Quase fica louca com a doença do marido.
Kamila A.
Kamila A.

7.940 seguidores 816 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 15 de março de 2016
Existe uma certa ambiguidade em cima do título A Garota Dinamarquesa, filme dirigido por Tom Hooper. Tem um determinado momento da obra, em que não sabemos se isso se refere à pintora Gerda Wegener (Alicia Vikander, em atuação vencedora do Oscar 2016 de Melhor Atriz Coadjuvante) ou ao seu marido, o também pintor Einar Wegener (Eddie Redmayne, em performance indicada ao Oscar 2016 de Melhor Ator).

A verdade é que a construção do relacionamento entre Einar e Gerda é o ponto mais positivo do filme. Tente se imaginar no lugar da esposa que ama profundamente o seu marido e que testemunha a coragem dele em vivenciar aquilo que ele escondeu dentro de si durante todo esse tempo. Tente se colocar na posição do homem que relegou, durante anos, os seus verdadeiros desejos; ao mesmo tempo em que ele vive um dilema interno enorme, por possuir um enorme carinho e respeito pela mulher que ele assumiu como sua companheira de vida.

Tudo isso é difícil, mas A Garota Dinamarquesa escolhe um caminho correto a seguir ao nos retratar toda a cumplicidade que envolvia Einar e Gerda, que dividiam, além da vida, a casa, a profissão, o amor, o apoio, a parceria e o companheirismo. A transformação de Einar em Lili nos é retratada de uma maneira bastante respeitosa por Tom Hooper, que entende que a sua personagem (bem como as pessoas que a rodeavam) possuem um tempo próprio para “aceitar” tudo aquilo que estava se passando.

Diretor competente, Tom Hooper entrega, com A Garota Dinamarquesa, um filme tecnicamente perfeito. Entretanto, Hooper perde a mão a partir do momento em que decide colocar Gerda e Einar, mesmo que temporariamente, em sentidos opostos. A força de A Garota Dinamarquesa vem do amor e do respeito que ambos tinham um pelo outro. Sem o apoio de Gerda, Lili nunca existiria. Uma sempre foi a extensão da outra.
Sandro P.
Sandro P.

7.485 seguidores 572 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 3 de fevereiro de 2017
Um filme bem produzido, mas esperava mais, o destaque do longa vai para a química e atuação do casal (Eddie Redmayne e Alicia Vikander), o figurino e a trilha sonora. Na minha opinião faltou emoção!!!
Vitor Araujo
Vitor Araujo

3.873 seguidores 618 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 15 de junho de 2016
Transexual. Época. Delicado. Atuação. Dinamarca. Drama. Pintores. Suave. Triste. Quadros. Esposa. Situação difícil.
Juarez Vilaca
Juarez Vilaca

2.918 seguidores 393 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 12 de fevereiro de 2016
Um bom filme. Um drama sobre sexualidade. A direção foi irretocável, considerando a complexidade do tema. Eddie Redmayne, perfeito, embora não acredite em sua premiação. Quanto a Alicia Vikander, no papel de Gerda Wegener, apenas um bom desempenho, também não leva a estatueta de atriz coadjuvante. O filme, embora retrate uma época um pouco distante, trata do tema de forma mito madura e atual. As incertezas, a vida dupla, a insegurança o envolvimento de pessoas que sempre estiveram ao lado, retratam o que ainda acontece hoje em dia nas vidas dos homossexuais. Muito interessante, vale a pena. O tema está na moda, também em Hollywood, temos dois filmes tratando disso esse ano.
Eduardo Santos
Eduardo Santos

340 seguidores 183 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 19 de fevereiro de 2016
Uma grande expectativa rondava este filme. Lembro-me que vários comentários surgiram nas redes sociais, há muitos meses atrás, ao postarem uma foto do ator Eddie Redmayne travestido de mulher. Muito se cogitou sobre indicações a prêmios mundo afora (o que foi concretizado, e mais do que justamente). Fiquei até curioso em ler o livro baseado na tal história do pintor casado com uma mulher e que se descobriria uma transexual, sendo a primeira pessoa a ser submetida a esta tão controversa e arriscada cirurgia de mudança de sexo. Einar (Redmayne, mais uma vez em interpretação tocante e irrepreensível) é um pintor casado com Gerda (Alicia Vikander, também em atuação excepcional). Certo dia, uma das modelos de Gerda não pode comparecer para que a artista dê os toques finais de um retrato, e então ela pede ao marido para usar meias femininas e cobrir-se com um vestido, em tom até de brincadeira, para que ela consiga concluir sua pintura. Só que a partir deste momento, o lado feminino de Einar ganha as formas de Lili. Obviamente se trata de algo que estava oculto e adormecido por muitos anos, e a partir deste momento foi “reaflorado”. A partir daí, um mundo de descobertas e tensão entre personalidades toma corpo elevando a vários questionamentos tanto de Einar quanto de Gerda. O filme tinha tudo pra ser excepcional. Parte técnica impecável, atores em atuações marcantes (e diria até memoráveis) e um tema interessantíssimo. Pena que não há profundidade em tudo isso. Todos os dilemas e incongruências ali retratados são apenas pincelados e romanceados. Há cenas incríveis, mas tudo parece amenizado de tal forma a ser tratado com uma leve história de amor de incompatibilidades. E o fato de eu estar lendo o livro, que é muito mais elaborado, complexo e pertinente, faz com que minha visão crítica sobre o filme não seja tão favorável. Várias importantes passagens do livro são amplamente simplificadas (algo que é até compreensível), mas que faz com o que o filme perca fluidez. Várias passagens, aliás, são alteradas numa frustrada tentativa de coesão narrativa. O filme está longe de ser ruim, afinal, é ainda assim um sensível retrato de um casal “diferente”, que age verdadeiramente por amor, mas que tem de enfrentar barreiras quase que sobre-humanas em busca de sonhos idealizados aparentemente inalcançáveis: o de Lili, se tornar fisicamente uma mulher, “matando” o seu lado “Einar” até então dominante; e o de Gerda, que ama incondicionalmente o marido e que se vê numa tremenda sinuca de bico, entre apoiar o sonho da pessoa que ama, e ter de ceder um futuro ao lado do grande amor de sua vida. É um belo filme, embora deveras romanceado, que poderia ter equilibrado melhor entre a boa intenção e a real execução de uma obra que poderia ser bem mais contundente.
Airton Reis Jr.
Airton Reis Jr.

25 seguidores 66 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 14 de fevereiro de 2016
Em "A garota dinamarquesa", o diretor Tom Hooper encara o desafio de enveredar pelo drama pessoal do pintor Einar Wegener (Eddie Redmayne) e de sua esposa Gerda Wegener (Alicia Vikander), o qual em plena década de 1920 enfrenta os desafios da transexualidade, sendo mesmo o pioneiro nesse quesito. O filme se baseia em uma obra ficcional, mas a técnica de Redmayne combinada com a sensibilidade de Vikander conta de forma terna o processo vivido na vida real pelo pintor dinamarquês. No terreno pantanoso da patrulha LGBT, que tal qual as feministas, nos primórdios do ativismo, por vezes precisa atacar para não ter que se defender, chegou-se a cogitar que Redmayne não estaria à altura do desafio de interpretar um transexual e que seria melhor uma atriz trans, sem levar em conta que o cinema é uma representação, salvaram-se todos, inclusive os coadjuvantes Matthias Schoenaerts (Hans Axgil) e Ben Whishaw (Henrik), este expondo didaticamente ao público a diferença entre o B, o G e o T da sigla anteriormente mencionada, com extrema dignidade. Redmayne, que confessou não entender da problemática transgênera tratou com respeito dramatúrgico o tema, lembrando que independentemente dos conflitos de identidade e sexualidade é um grande desafio aceitar e acolher outro ser humano em toda a sua complexidade. Vale a pena conferir!
Dagoberto M.
Dagoberto M.

262 seguidores 202 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 23 de janeiro de 2017
O personagem principal é exagerado, irritante e sua mulher tem caracteristicas extremamente passivas perante o fato. O filme tem algo que realmente não emociona.
Enilson S.
Enilson S.

149 seguidores 167 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 16 de fevereiro de 2016
Cenário bom, caracterização também, mais ainda não sei se merece um Oscar, acho que faltou alguma coisa para isso, a historia conta sobre como um homem casado se descobre como mulher, e é assim que basicamente a historia continua o filme todo.
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