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Barboza Wagner
47 seguidores
58 críticas
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2,5
Enviada em 6 de janeiro de 2016
O filme conta a historia do pintor Einar Wegener que mesmo casado e com uma carreira de sucesso, quer assumir sua identidade feminina chamada de Lily.
Mesmo o filme abordando toda a dificuldade dele querer assumir essa identidade, é onde há falhas no roteiro, pois, tal mudança e desejo não viriam em um evento ou outro, mas, algo que teria que acompanha-lo durante toda uma vida, e não é o que vimos no decorrer do filme.
O roteiro não surpreende, assim como a direção de Tom Hooper , que diversas vezes colocou focos e ângulos que não casaram com as cenas e os diálogos. Bem diferente dos seus trabalhos anteriores ( Os Miseráveis e O Discurso do Rei).
O grande destaque do filme fica com figurino, fotografia e a atuação impecável de Eddie Redmayne e Alicia Vikander, a química e a entrega dos dois para os personagens foram magistrais.
Vale apena ser visto, mas, nada surpreendente ou inovador.
A redescoberta delicada (até demais) do eu interior sob o glamour europeu da década de 1920 e a cumplicidade inquebrável de um casal de pintores. Uma pena que Tom Hooper seja um diretor falcatrua e não trate a causa transgênero como deveria.
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