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A aceitação é o primeiro passo para a felicidade! Foi revigorante poder assistir o que é a cumplicidade do amor genuíno, aquele que é capaz de se colocar no lugar do outro...alteridade!
Muito doce a forma como a descoberta de Einar acontece.... Maravilhoso ator, realmente um filme muito recomendado para pessoas que tem sensibilidade em aceitar as diferenças de genero e,principalmente, que tem a intenção de entender as questões relacionadas ao tema...
muito bom filme, uma doçura de historia real com fatos humanos e uma paixão de uma esposa. Sem duvida o melhor ator do Oscar
Quando vemos um filme que aborda um tema tão polêmico e delicado como as pessoas transgêneras presupomos uma série de clichês que estão por vir. O preconceito, o esforço individual do protagonista, e umas pinceladas de crítica social. Mas A Garota Dinamarquêsa foge dessas armadilhas, não por medo, mas sim por que tem algo mais a dizer.
É um filme de amor. E mais do que isso: um filme de amor incondicional. O longa não joga na nossa cara que devemos pensar isso ou aquilo dos transgêneros, nem apela à humilhação física ou social sofrida por Lily. Mas com suavidade ele nos convida à entrar na intimidade de um casal que descobre, à duras penas é verdade, que o amor é plural. Não depende do sexo ou de sexo, e não é mais ou menos bonito por ser assim ou assado. Com uma mensagem tão clara e potente não há necessidade de questionar o preconceito, pois o filme desconstrói a qualquer ideia ou argumento que justificasse tal.
Redmayne nos brinda com a tradução dos dilemas intrapsiquicos inerentes de uma descoberta tão radical e reveladora, mas nos transmite no final o sentimento de ciclo completo. Lily pôde morrer no corpo em que sempre anseou viver, o corpo de uma mulher.
É um filme de amor. E mais do que isso: um filme de amor incondicional. O longa não joga na nossa cara que devemos pensar isso ou aquilo dos transgêneros, nem apela à humilhação física ou social sofrida por Lily. Mas com suavidade ele nos convida à entrar na intimidade de um casal que descobre, à duras penas é verdade, que o amor é plural. Não depende do sexo ou de sexo, e não é mais ou menos bonito por ser assim ou assado. Com uma mensagem tão clara e potente não há necessidade de questionar o preconceito, pois o filme desconstrói a qualquer ideia ou argumento que justificasse tal.
Redmayne nos brinda com a tradução dos dilemas intrapsiquicos inerentes de uma descoberta tão radical e reveladora, mas nos transmite no final o sentimento de ciclo completo. Lily pôde morrer no corpo em que sempre anseou viver, o corpo de uma mulher.
A atuação de Eddie é surreal, dá para sentir sua dor , sua tristeza ,Alicia Vikander também está maravilhosa , o filme é bem feito ,lindas fotos , lugares maravilhosos , uma pena não ter relatado com originalidade a história , mesmo assim eu recomendo ! Para finalizar , nunca mais assisto o Oscar , por mais que o DiCaprio tenha feito um bom trabalho mais uma vez , não tem comparação em nível com o Eddie Redmayne , a academia e suas politicagens como em tudo , não acho justo.
EXCELENTE filme!Que fotografia ,atuação irretocável do Eddie Redmayne!Baseado em fatos reais ,pesquisei e vi que respeitaram ,com devidas adaptações ,a verdadeira história de Gerda e Einar.
Fiquei bastante impressionada com o filme,me fez refletir muito e me fez enxergar com outros olhos a angústia e sofrimento dos transexuais .
Fiquei bastante impressionada com o filme,me fez refletir muito e me fez enxergar com outros olhos a angústia e sofrimento dos transexuais .
Filme baseado em fatos reais, dirigido com muita sensibilidade e com atuações primorosas, indicações merecidas ao oscar.
Existe uma certa ambiguidade em cima do título A Garota Dinamarquesa, filme dirigido por Tom Hooper. Tem um determinado momento da obra, em que não sabemos se isso se refere à pintora Gerda Wegener (Alicia Vikander, em atuação vencedora do Oscar 2016 de Melhor Atriz Coadjuvante) ou ao seu marido, o também pintor Einar Wegener (Eddie Redmayne, em performance indicada ao Oscar 2016 de Melhor Ator).
A verdade é que a construção do relacionamento entre Einar e Gerda é o ponto mais positivo do filme. Tente se imaginar no lugar da esposa que ama profundamente o seu marido e que testemunha a coragem dele em vivenciar aquilo que ele escondeu dentro de si durante todo esse tempo. Tente se colocar na posição do homem que relegou, durante anos, os seus verdadeiros desejos; ao mesmo tempo em que ele vive um dilema interno enorme, por possuir um enorme carinho e respeito pela mulher que ele assumiu como sua companheira de vida.
Tudo isso é difícil, mas A Garota Dinamarquesa escolhe um caminho correto a seguir ao nos retratar toda a cumplicidade que envolvia Einar e Gerda, que dividiam, além da vida, a casa, a profissão, o amor, o apoio, a parceria e o companheirismo. A transformação de Einar em Lili nos é retratada de uma maneira bastante respeitosa por Tom Hooper, que entende que a sua personagem (bem como as pessoas que a rodeavam) possuem um tempo próprio para “aceitar” tudo aquilo que estava se passando.
Diretor competente, Tom Hooper entrega, com A Garota Dinamarquesa, um filme tecnicamente perfeito. Entretanto, Hooper perde a mão a partir do momento em que decide colocar Gerda e Einar, mesmo que temporariamente, em sentidos opostos. A força de A Garota Dinamarquesa vem do amor e do respeito que ambos tinham um pelo outro. Sem o apoio de Gerda, Lili nunca existiria. Uma sempre foi a extensão da outra.
A verdade é que a construção do relacionamento entre Einar e Gerda é o ponto mais positivo do filme. Tente se imaginar no lugar da esposa que ama profundamente o seu marido e que testemunha a coragem dele em vivenciar aquilo que ele escondeu dentro de si durante todo esse tempo. Tente se colocar na posição do homem que relegou, durante anos, os seus verdadeiros desejos; ao mesmo tempo em que ele vive um dilema interno enorme, por possuir um enorme carinho e respeito pela mulher que ele assumiu como sua companheira de vida.
Tudo isso é difícil, mas A Garota Dinamarquesa escolhe um caminho correto a seguir ao nos retratar toda a cumplicidade que envolvia Einar e Gerda, que dividiam, além da vida, a casa, a profissão, o amor, o apoio, a parceria e o companheirismo. A transformação de Einar em Lili nos é retratada de uma maneira bastante respeitosa por Tom Hooper, que entende que a sua personagem (bem como as pessoas que a rodeavam) possuem um tempo próprio para “aceitar” tudo aquilo que estava se passando.
Diretor competente, Tom Hooper entrega, com A Garota Dinamarquesa, um filme tecnicamente perfeito. Entretanto, Hooper perde a mão a partir do momento em que decide colocar Gerda e Einar, mesmo que temporariamente, em sentidos opostos. A força de A Garota Dinamarquesa vem do amor e do respeito que ambos tinham um pelo outro. Sem o apoio de Gerda, Lili nunca existiria. Uma sempre foi a extensão da outra.
Um tema polêmico transmitido com sensibilidade e delicadeza pelo diretor. Um filme intenso sem ser vulgar! Alicia e Eddie conseguiram, com maestria, transmitir os sentimentos dos personagens. Impossível não se emocionar!
Confesso que quando descobri que Eddie Redmayne seria o ator principal desse filme fiquei com um pé atrás. Não gostei de sua atuação em Os Miseráveis e muito menos concordei com o Oscar de melhor ator por A Teoria de Tudo. Então assisti sem muitas expectativas. Não esperava tamanha surpresa.
Eddie Redmayne simplesmente se superou como Lili Elbe. Uma atuação impecável, emocionante e única. Isso sem apelar para a voz forçada e transitando mais que naturalmente entre as duas personalidades que vivem em seu interior. Além disso, Alicia Vikander que deu vida à Gerda Wegener também não fica muito atrás Seu Oscar foi mais que merecido.
Tom Hooper volta a mostrar que sabe o que faz com um filme tocante e lindo. Com uma trilha sonora perfeitamente sincronizada com a história, mas onipresente, o que pode incomodar alguns, mas não a mim.
Com um desfecho que quase me levou às lágrimas (e olha que isso não é nada fácil), The Danish Girl entra na minha lista de filmes favoritos.
Eddie Redmayne simplesmente se superou como Lili Elbe. Uma atuação impecável, emocionante e única. Isso sem apelar para a voz forçada e transitando mais que naturalmente entre as duas personalidades que vivem em seu interior. Além disso, Alicia Vikander que deu vida à Gerda Wegener também não fica muito atrás Seu Oscar foi mais que merecido.
Tom Hooper volta a mostrar que sabe o que faz com um filme tocante e lindo. Com uma trilha sonora perfeitamente sincronizada com a história, mas onipresente, o que pode incomodar alguns, mas não a mim.
Com um desfecho que quase me levou às lágrimas (e olha que isso não é nada fácil), The Danish Girl entra na minha lista de filmes favoritos.
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