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Um filme bem produzido, mas esperava mais, o destaque do longa vai para a química e atuação do casal (Eddie Redmayne e Alicia Vikander), o figurino e a trilha sonora. Na minha opinião faltou emoção!!!
O personagem principal é exagerado, irritante e sua mulher tem caracteristicas extremamente passivas perante o fato. O filme tem algo que realmente não emociona.
Imagine como seria ser um transexual na década de 30 na Europa. Já vimos em O Jogo da Imitação que ser homossexual não daria muito certo. Usando a mesma lógica...
O interessante desse filme é que ele promove uma discussão importante mas que no Brasil está totalmente nivelada por baixo, a identidade de gênero. Fora essa discussão o filme tem cenas muito bonitas e interessante, destaco a cena final. É impressionante o amor daquela mulher pelo personagem de Eddie. Ela ama aquela pessoa, aquele homem/mulher, mesmo ele não podendo corresponder as expectativas dela,
Ótimo filme, que traz uma história bem desenvolvida e cenas maravilhosas junto de perfeitas atuações.
Filme excelente. Ótima narradora e diálogos. Brilhante atuação dos atores principais e coadjuvantes...história mto bem retratada e introduzida. Ótimo filme.
Delicado, sensível e muito triste. Uma história real que nos faz refletir sobre como julgamos e tratamos nossos iguais.
Quem realmente somos? Uma pergunta que aparece de vez em quando, despercebida (ou não) em sua mente, seja de tempos em tempos ou diariamente. E quando se trata deste questionamento, a resposta não é a mais fácil, aquela que todos sabem responder, não é o seu "você" social de todos os dias e sim sobre aquele ser que seus olhos enxergam, através do espelho, a sua alma e nela, sua felicidade plena! Seja aquele futebol que você ama de paixão mas nunca se atreveu a jogar por achar que não serve para isso, ou aquele amor que aprecias discretamente e loucamente sem se pronunciar com medo da rejeição, ou até mesmo a vontade de ser alguém livre, liberto de seu casulo há tempos criado pela sociedade. O diretor Tom Hooper (famoso pelo O DISCURSO DO REI de 2010 e OS MISERÁVEIS de 2012), juntamente com a roteirista Lucinda Coxon, resolvem nos presentear com esta belíssima obra cinematográfica, adaptada de um livro de David Ebershoff, que trata sobre descobertas, preconceitos, incertezas, sentimentos, determinação, compreensão. Assistimos partes da trajetória do primeiro transexual e já aviso aos "machos" de plantão: homem de verdade é aquele que sabe respeitar e até aprender com a diversidade, racismo é de algo ignorante, estúpido e atrasado, com medo de algo que desconhece (o famoso "bundão"). Que trama! E que drama..... Peculiarmente ousado em suas cenas, acho eu que Hooper não nos traz todo o conteúdo presente na literatura de Ebershoff (que eu não li), apenas o que achou relevante e isso explicaria alguns pequenos pulos temporais na história sendo que acontecera algo que, com certeza, teria alguma consequência. E que Fotografia tem, parecendo certas tomadas, pinturas como aquelas que o protagonista pinta e o torna conhecido. O lado bonito está em como o personagem tem coragem de seguir sua escolha e se transformar em seu "eu" no mais puro significado de ser autêntico. Já o lado dramático é em como é difícil assumir algo "fora dos padrões" naquela época (na década de 20, se bem que, até hoje é.....) e a angústia de uma mulher em perder o homem que ama, mas por tal carinho, o apoia até o fim, mesmo que seu coração esteja em prantos, até porque, em seu real conteúdo, amar é deixar ir, mesmo com aquele sentimento de dor, isso é o amor! E entenda, aqui temos uma pessoa que acredita ser uma mulher que nasceu em corpo de homem (com vontades de até ser mãe, por exemplo), o que difere de ser homossexual. Só achei uma situação meio conveniente no que diz a respeito do sucesso da esposa do protagonista (ou o diferente começou a ser apreciado, não sei). E que fantásticas as atuações de Eddie Redmayne (conhecido por mim em OS MISERÁVEIS de 2012, mas pelo mundo com a estatueta do Oscar de melhor ator pela performance em A TEORIA DE TUDO de 2014) e Alicia Vikander (conhecida por EX_MACHINA: INSTINTO ARTIFICIAL de 2015 e O AGENTE DA U.N.C.L.E. de 2015, caramba, essa moça trabalhou neste ano.....), que formam um casal que se ama de uma maneira que transcende seu conceito. Perfeitos em cada diálogo, caras e bocas. Ele, mais uma vez sendo espetacular (e nem é o Homem-Aranha) na personificação e sem medo de ser medido pelas mais taradinhas de Hollywood em mostrar seus dotes. Ela, além de sua beleza facial e corporal (.....voz do Candy Crush dizendo DELICIOUS.....), mostra o porquê ganhou o Oscar de Atriz Coadjuvante pela grande interpretação que faz. Mas seria mesmo ela a adjunta neste enredo? Tenho minhas dúvidas. Só sei que, se quiseres mexer "neste armário" para descobrir coisas, cuidado, você pode se surpreender com o que (ou quem) sair de lá...
Complicado, Sensível, Instigante, Delicado, Emocionante. Em certos momentos, o filme com sua esplendorosa fotografia alinhada com um roteiro magnifico, te coloca diante de uma reflexão moral que de ser levada em consideração. Isto por que, o maior objetivo de A Garota Dinamarquesa é este, fazer com que reflitamos sobre nossos preconceitos a respeito da escolha sexual das pessoas. Confesso que em determinados momentos o filme nos confunde, e isto acontece exatamente porque está situação não é tratada com a devida importância pela sociedade atual. Imagina como devesse ser na época em que se passou o filme. E vamos ser francos, que atuação espetacular, digna de ser aplaudida de pé do ator Eddie Redmayne. Sabe por que ele não levou o Oscar de melhor ator? Simplesmente porque concorria com o extraordinário Leonardo Di Caprio, que também teve uma atuação primorosa em O Regresso. Se pudesse dividir a estatueta, certamente ele merecia também, mas Alicia Vikander, ganhou o Oscar como melhor atriz coadjuvante, o que a premiou com todos os méritos. Enfim, assistir ao filme foi uma experiência única, na busca de entender uma realidade tão pouco explorada no mundo cinematográfico. Parabéns ao diretor Tom Hooper pela coragem de retratar o tema e o faze-lo com tanta maestria.
Um filme super sensível, que em certos momentos parece uma pintura sobre tela, tamanha a sensibilidade para abortar o tema do transsexualismo. Conta a história da primeira pessoas a se submeter a cirurgia de troca de sexo. Excelente atuações de ambos os atores para contar uma história de amor, superação, enfim, o filme é imperdível com cenas marcantes e delicadas que não saem da cabeça. Uma OBRA DE ARTE para abordar o assunto. Palavras para definir o filme: SENSIBILIDADE, EMOÇÃO, AMOR, ARTE, DELICADEZA, enfim, IMPERDÍVEL
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