A Garota Dinamarquesa
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4,3
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102 Críticas do usuário

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cinetenisverde
cinetenisverde

29.473 seguidores 1.122 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 17 de janeiro de 2017
Imagine como seria ser um transexual na década de 30 na Europa. Já vimos em O Jogo da Imitação que ser homossexual não daria muito certo. Usando a mesma lógica...
Alan David
Alan David

17.183 seguidores 685 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 22 de fevereiro de 2016
A história é interessante, mas contada de uma forma muito linear e melosa demais que você acaba perdendo o interesse numas partes, apesar disso as atuações de Redmayne e Vikander são muito boas.
Jackson A L
Jackson A L

13.705 seguidores 1.245 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 24 de dezembro de 2018
Ótimas atuações, tanto de Eddie Redmayne, quanto de Alicia Vikander. Um filme convincente e comovente ao mesmo tempo e também baseado em fatos reais. Realmente digno de Oscar. Vale a pena!
Kamila A.
Kamila A.

7.941 seguidores 816 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 15 de março de 2016
Existe uma certa ambiguidade em cima do título A Garota Dinamarquesa, filme dirigido por Tom Hooper. Tem um determinado momento da obra, em que não sabemos se isso se refere à pintora Gerda Wegener (Alicia Vikander, em atuação vencedora do Oscar 2016 de Melhor Atriz Coadjuvante) ou ao seu marido, o também pintor Einar Wegener (Eddie Redmayne, em performance indicada ao Oscar 2016 de Melhor Ator).

A verdade é que a construção do relacionamento entre Einar e Gerda é o ponto mais positivo do filme. Tente se imaginar no lugar da esposa que ama profundamente o seu marido e que testemunha a coragem dele em vivenciar aquilo que ele escondeu dentro de si durante todo esse tempo. Tente se colocar na posição do homem que relegou, durante anos, os seus verdadeiros desejos; ao mesmo tempo em que ele vive um dilema interno enorme, por possuir um enorme carinho e respeito pela mulher que ele assumiu como sua companheira de vida.

Tudo isso é difícil, mas A Garota Dinamarquesa escolhe um caminho correto a seguir ao nos retratar toda a cumplicidade que envolvia Einar e Gerda, que dividiam, além da vida, a casa, a profissão, o amor, o apoio, a parceria e o companheirismo. A transformação de Einar em Lili nos é retratada de uma maneira bastante respeitosa por Tom Hooper, que entende que a sua personagem (bem como as pessoas que a rodeavam) possuem um tempo próprio para “aceitar” tudo aquilo que estava se passando.

Diretor competente, Tom Hooper entrega, com A Garota Dinamarquesa, um filme tecnicamente perfeito. Entretanto, Hooper perde a mão a partir do momento em que decide colocar Gerda e Einar, mesmo que temporariamente, em sentidos opostos. A força de A Garota Dinamarquesa vem do amor e do respeito que ambos tinham um pelo outro. Sem o apoio de Gerda, Lili nunca existiria. Uma sempre foi a extensão da outra.
Sandro P.
Sandro P.

7.485 seguidores 572 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 3 de fevereiro de 2017
Um filme bem produzido, mas esperava mais, o destaque do longa vai para a química e atuação do casal (Eddie Redmayne e Alicia Vikander), o figurino e a trilha sonora. Na minha opinião faltou emoção!!!
Rodrigo Gomes
Rodrigo Gomes

6.171 seguidores 973 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 26 de janeiro de 2016
Um filme muito interessante, ainda mais por se tratar de fatos reais, do que possivelmente é um dos primeiros casos abertos de transexualidade. Um homem que totalmente à frente de sua época e em busca de sua felicidade, sem se importar com a sociedade e seus julgamentos, foge de diagnósticos absurdos e errôneos até mesmo pela falta de conhecimento e chega aos limites para se transformar completamente na sua essência. Por outro lado, ainda acompanhamos o sofrimento da coadjuvante que dividida entre seu amor incondicional e seus instintos femininos, apoia seu parceiro em toda sua jornada. Eddie Redhayne se aparenta mais uma vez um grande ator. Não se trata de sexo. Não tem promiscuidade ou homossexualidade. Temos uma pessoa trocada em seu íntimo, que expõe suas fraquezas, medos e confusões. Com um final triste, porém feliz em sua realização. Um legado histórico nasce aí. Fica uma parte de seu diálogo... "Deus me fez assim, a vida apenas me disfarçou".
Vitor Araujo
Vitor Araujo

3.873 seguidores 618 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 15 de junho de 2016
Transexual. Época. Delicado. Atuação. Dinamarca. Drama. Pintores. Suave. Triste. Quadros. Esposa. Situação difícil.
Juarez Vilaca
Juarez Vilaca

2.918 seguidores 393 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 12 de fevereiro de 2016
Um bom filme. Um drama sobre sexualidade. A direção foi irretocável, considerando a complexidade do tema. Eddie Redmayne, perfeito, embora não acredite em sua premiação. Quanto a Alicia Vikander, no papel de Gerda Wegener, apenas um bom desempenho, também não leva a estatueta de atriz coadjuvante. O filme, embora retrate uma época um pouco distante, trata do tema de forma mito madura e atual. As incertezas, a vida dupla, a insegurança o envolvimento de pessoas que sempre estiveram ao lado, retratam o que ainda acontece hoje em dia nas vidas dos homossexuais. Muito interessante, vale a pena. O tema está na moda, também em Hollywood, temos dois filmes tratando disso esse ano.
Alvaro S.
Alvaro S.

2.259 seguidores 349 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 22 de janeiro de 2016
A atuação do ator Eddie Redmayne é tão fascinante que conseguimos sentir a dor dos conflitos internos que seu personagem sente ao aceitar sua verdadeira natureza. Uma dor palpável.
É uma história corajosa, de um homem casado, o pintor Einar Wegener (Redmayne), que tem despertado nele uma mulher adormecida pela sua esposa a também pintora Gerda Wegener (Alicia Vikander).
O que começou apenas como uma brincadeira, ao posar para sua esposa semi vestido com roupas femininas, mostrou ser sua essência. Uma mulher presa num corpo masculino. A liberdade vem quando ele se submete a cirurgia de mudança de sexo, uma das primeiras da história.
Lindamente filmado, com um esmero em todos os detalhes, da fotografia a direção de arte e figuro.
A luta e coragem dele, somadas ao amor e apoio dela, me emociou.
Curiosidade. Recebeu 4 indicações para o Oscar 2016. Melhor Ator, Melhor Atriz Coadjuvante, Melhor Direção de Arte e Melhor Figurino.
Nota do público: 7.0 (IMDB)
Nota dos críticos: 71%(Rotten Tomatoes)
Bilheterias
EUA - $8 milhões*
Mundo - $15 milhões*
* e contando
Acesse o blog 365filmesem365dias.com.br para ler sobre outros filmes.
Hugo D.
Hugo D.

1.892 seguidores 318 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 15 de fevereiro de 2016
O filme tem um tema muito delicado e forte, porém o filme deixa muito à desejar como história, pois em alguns momentos falta explicação nos sentimentos dos personagens. O que segura mesmo a trama são as atuações de Eddie Redmayne, mais uma vez impecável como Einar/Lili, forte candidato ao Oscar, porém sem o lobby que tem o Di Caprio. Alicia Vikander merece o Oscar de coadjuvante, atuação quase perfeita.
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