Oldboy - Dias de Vingança
Média
3,3
231 notas

26 Críticas do usuário

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Asia Mundi
Asia Mundi

12 seguidores 44 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 7 de agosto de 2016
Não que o filme seja bom… mas sinceramente, eu esperava que fosse ser bem pior.O grande problema desse remake, é que é um filme totalmente desnecessário, sem um único motivo plausível que justifique a sua existência.Acho que o fato dos americanos terem tanta preguiça de ler legenda, que preferem refazer um filme “estrangeiro” inteiro, pode ser um dos motivos.

Bom, a história, caso ainda não tenha visto o original, é sobre um homem comum, Joe Douchett (Josh Brolin) que um belo dia é sequestrado e colocado em um cativeiro durante diversos anos, sem nenhum motivo aparente. Da mesma forma que ele foi preso é libertado e então parte em uma cruzada para descobrir quem o prendeu e se vingar dessa pessoa.

É meio difícil fazer a resenha sem comparar com o original, então se vc ainda não assistiu, pare de ler, pois vai ter bastante SPOILERS ao longo da resenha. Aproveite pra baixar o filme original aqui:

spoiler:
Na minha opinião um dos pontos mais fracos desse remake é justamente o encontro de Joe Douchett (Josh Brolin), com a Marie (Elizabeth Olsen), que mais tarde será revelado ser sua filha.Diferente do original, o encontro dos dois foi totalmente ao acaso. Como o vilão, (mal) interpretado por , Sharlto Copley, ia adivinhar que ela ia precisar de atendimento naquele posto. Baixou a Mãe Diná ?!

Outro ponto, dessa vez muito mais sério. A motivação da vingança dele não faz o menor sentido.No original, o personagem de Min-sik Choi é responsável pelo suicídio da irmã Yu Ji Tae. Nesse remake Joe era responsável por praticar bullyng na irmã, e descobriu que ela era abusada pelo próprio pai.Mas ele não teve nada a ver com o fato do pai ter matado a família e depois se suicidar. Aliás, qual o motivo pra ele ter matado a família ? Eles já estavam em outro país, onde, teoricamente ninguém os conhecia e não sabia do seu segredo sujo. Então, porque ele fez isso?

Acho que Spike Lee quis fazer outro final , apenas pra ficar diferente e não parou pra pensar se ia ser forçado ou não.Se é pra copiar, copia logo tudo, meu filho! spoiler:


Com relação às atuações,Josh Brolin, que geralmente é um bom ator, está simplesmente péssimo no filme.Não demonstra nada, parece que estava sendo obrigado a fazer o filme só pra pagar as contas.Indo no caminho inverso da apatia de Josh Brolin, , Sharlto Copley dá um autêntico show… de canastrice. Completamente caricato e exagerado.

Elizabeth Olsen é a melhor coisa do filme. Muito melhor que a atriz coreana que ficou “miando” o filme inteiro, de uma forma totalmente irritante.Já Elizabeth Olsen, ao mesmo tempo conseguiu equilibrar a fragilidade da personagem, com a sua determinação em descobrir o que estava acontecendo com “Oldboy”.

De um modo geral o filme é ruim sim, principalmente se vc assistiu o original, mas definitivamente, não foi o pior filme que eu assisti na minha vida.

Vale apenas como curiosidade.
Sandro P.
Sandro P.

7.485 seguidores 572 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 19 de março de 2015
O filme começa bem, mas em nenhum momento empolga e vai apelando cada vez mais pata o absurdo e exagero. O roteiro é fraco e sem criatividade e as atuações muito ruins para um elenco razoável. Spike Lee deixou a desejar!
Ariane A.
Ariane A.

13 seguidores 3 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 27 de outubro de 2014
Spike Lee fez a diferença?

Infelizmente, os remakes viraram moda recentemente, porém, nem todos eles tiveram sucesso como os originais. Há casos de exceções, que foram aclamados pela crítica e pelo público.
“Old Boy” não é um deles.
“Adaptação” (na verdade, é um remake) do clássico de Chan-wook Park de 2003, “Old Boy” conta a história do mau caráter Joe (Josh Brolin – MIB: Homens de Preto 3), que sem motivos aparentes, é trancafiado em um quarto por 20 anos, onde sua alimentação é a base de comida chinesa. Através de uma televisão posicionada em seu cárcere, ele descobre que a ex-mulher foi assassinada e que ele é o principal suspeito, deixando sua filha de 3 anos, abandonada. Após ser libertado no meio do nada, dentro de uma mala, ele parte em busca de sua filha e da punição dos responsáveis pelo seu sequestro. Estranho não?
Uma busca que pareceria impossível aos olhos do espectador, Joe, consegue facilmente retornar ao local onde foi mantido em cárcere. Com a participação desnecessária do ilustre Samuel L. Jackson, em uma tentativa falha de marketing positivo, o filme mostra que a direção de Spike Lee fez a diferença nas cenas de luta e na perspectiva cênica dos admiradores do clássico sul-coreano.
Um dos poucos acertos da produção, foi Sharlto Copley (Esquadrão Classe A) que dá vida ao vilão sádico e desequilibrado, Adrian, capaz de fazer qualquer coisa imoral, ilegal ou ilícita para afirmar seu ponto de vista.
Ao contrário da atuação “apagada” de Elizabeth Olsen (Godzilla – 2014), que só mostra sua importância nos momentos finais do filme.
O filme teve um orçamento de aproximadamente U$S 30 milhões e teve bilheteria de aproximadamente U$S 2 milhões nos EUA. Prejuízo hein? Mas poderia ter sido pior. E se o diretor e o protagonista, que foram convidados previamente, não tivessem “desistido” da produção? Hein, Sr. Spielberg e Sr. Smith?
*Ponto Positivo: Durante a cena de luta, deu pra notar que Josh Brolin se encaixa naturalmente em filmes de ação. (Nosso futuro-quase só que não Batman).
*Ponto Negativo: O período do cárcere foi tratado superficialmente, deixando o espectador confuso a cerca de quantos anos haviam se passado.
Nota: 2,5
Pelo esforço de Spike Lee e pela retaguarda durinha de Josh Brolin. :)
Luiz Fittipaldi O.
Luiz Fittipaldi O.

4 seguidores 9 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 27 de fevereiro de 2014
é uma pena que tenham mutilado o filme original, se apenas tivessem refilmado o filme mantendo a história, atualizando o tempo e adaptando para cultura americana podia ter ficado bom, mas do jeito que costuraram a história é uma pena, assisntam o original que é forte mas genial
anônimo
Um visitante
2,5
Enviada em 25 de janeiro de 2016
A tarefa de se fazer um remake nunca é fácil. Conhecemos casos que deram certo, como “Os Infiltrados (2006)” e “Bravura Indômita (2010)” e também alguns que nunca deveriam ter saído do papel, como “Quarentena (2008)”, que é um remake do espanhol “REC (2007)” e "Psicose (1998)", que dispensa comentários. Mas como Hollywood parece estar sofrendo de um “bloqueio criativo” nos dias de hoje, lhes pareceu uma boa ideia ocidentalizar um dos filmes cult mais reverenciados dos últimos anos no continente asiático, para ser mais exato na Coréia do Sul.

“Oldboy (2003)”, de Chan-wook Park é um sórdido, torpe e sombrio conto sobre um homem comum, Dae-su Oh, que é sequestrado e trancado por 15 anos sem saber o motivo de sua captura. Inexplicavelmente após esse tempo ele é solto e decide buscar vingança contra quem lhe manteve preso, a fim de saber o que havia feito para ser punido de tal forma. Esquecendo-se de quem é, Dae Su se torna um homem cruel e desumano, com apenas um propósito: saborear sua vingança. O sucesso do Oldboy original deve-se a visceralidade de suas passagens, as cenas de luta impressionantes (e violentas) e ao desespero do protagonista em buscar sua redenção.

Quando pensaram em qual diretor poderia manter a “essência” brutal do filme original, mas criando um novo personagem em um novo universo, garanto que a escolha agradou a maioria: Spike Lee (que também produziu o filme). O estilo sincero, cru e violento do diretor, acostumado a lidar com assuntos polêmicos e conflitos de forma muito satisfatória certamente encaixaria bem neste projeto ousado. No elenco, o durão Josh Brolin (Onde os Fracos Não Têm Vez, 2007) seria Joe Doucett, nosso protagonista, acompanhado de Elizabeth Olsen (Godzilla, 2014), Sharlto Copley (Distrito 9) e o “arroz de festa” (de luxo, é verdade) Samuel L. Jackson (Pulp Fiction, 1994). As mudanças principais na trama foram o tempo de confinamento, que passou para 20 anos, além de alguns detalhes impossíveis de abordar sem um alerta de spoilers, portanto vamos seguir em frente.

Spike tem seus méritos ao conseguir instituir um clima sombrio e tornar válido o drama sofrido por Brolin, que consegue uma atuação marcante e repulsiva. O problema é que mesmo separando este remake do original, vemos que o diretor buscou não sair muito da sua zona de conforto e ousar mais, acabando por conceber um trabalho seguro, porém superficial. É bom ressaltar que apenas os grandes fãs do longa sul-coreano deverão ficar decepcionados, mas o filme deve ser muito bem aceito pelo seu novo público, pois irão se deparar com um thriller diferente do que estão habituados, abordando assuntos ainda “tabu”, porém com a estética e a violência que consagrou tantos estilos de direção, como Tarantino, Scorsese e o próprio Spike Lee.

A verdade é que o projeto poderia ter sido muito mais ousado e quando se tem a chance de se “refazer” algo, espera-se que o resultado seja melhor que o anterior. Era um desafio muito grande para as pretensões dessa produção, que se preocupou mais em trazer para o público ocidental essa obra magnífica, que nem todos teriam interesse em buscar lá no cinema asiático. Se fosse no futebol, eu diria que Spike Lee não jogou buscando a vitória, mas se preocupou em não perder, o que de fato, conseguiu.
Luiz W.
Luiz W.

1 crítica Seguir usuário

2,5
Enviada em 14 de março de 2015
Assisti ao filme ontem, surpresa, o filme é muito bom e o trabalho do Broslim esta otimo
Jordane Morais
Jordane Morais

1 seguidor 9 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 14 de fevereiro de 2026
Olha .. pelo elenco ok, muito bom. Mas que história mais tenebrosa. Perdi horas importantes da minha vida assistindo, pois pensei que seria uma coisa e no entanto, foi outra totalmente .... Kkkkk
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