Oldboy - Dias de Vingança
Média
3,3
231 notas

26 Críticas do usuário

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6 críticas
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Sidney  M.
Sidney M.

29.816 seguidores 1.082 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 5 de junho de 2014
Oldboy Dias de Vingança consegue entreter em seus curtos uma hora e quarenta, mantendo um bom clima de suspense. Não se trata de uma produção grandiosa, mas pelo menos conseguiu ser um bom entretenimento. Muitos vão torcer o nariz por ser um remake de uma produção coreana(elogiado por muitos), mas eu gostei. Gostei também da performance de Josh Brolin, está muito bem, e apresenta um bom vigor físico nas cenas de luta. O elenco de apoio está correto, alguns caricatos, e outros só esta lá para compor o elenco. Destaque fica para o tão esperado desfecho, confesso que fiquei arrasado, mas ficou legal. 7
Sandro P.
Sandro P.

7.485 seguidores 572 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 19 de março de 2015
O filme começa bem, mas em nenhum momento empolga e vai apelando cada vez mais pata o absurdo e exagero. O roteiro é fraco e sem criatividade e as atuações muito ruins para um elenco razoável. Spike Lee deixou a desejar!
Júnior S.
Júnior S.

1.193 seguidores 269 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 28 de julho de 2017
Não tem nem metade da força do filme original, e o final é de uma estupidez tremenda, tentando fazer uma espécie de plot twist ² que não tem nada a ver. Mas Josh Brolin segura bem a onda e as lutas são maravilhosamente bem coreografadas, além de ter um elenco de apoio bem arrojado, com destaque, claro, total para Elizabeth Olsen, ótima. É difícil em entrar na vibe de Spike Lee, mas aqui conseguiu me envolver legal.
Celso M.
Celso M.

346 seguidores 178 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 16 de outubro de 2014
Apesar de ter gostado da versão coreana, este filme me surpreendeu do começo ao fim, ainda mais com a escolha de Spike Lee, o qual não admiro seu trabalho, porém acertou em cheio esta direção. Josh Brolin é sedutoramente convincente e sua atuação nos remete a sua dor tão intensa e indelével. Para quem não conferiu a versão coreana, poderá ainda achar que este é o melhor filme de vingança já visto e também tenho de concordar. É um erro comparar as versões, já que as diferenças não são sutis. Solte-se neste imaginário que pode bem, ser totalmente real. Simplesmente indispensável. *****
Dagoberto M.
Dagoberto M.

262 seguidores 202 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 3 de setembro de 2017
A trama de suspense é fantástica, o final deixa realmente uma sensação de múltipla vingança, é para ver todas versões desse filme
Luiz Alexandre
Luiz Alexandre

20 seguidores 79 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 24 de julho de 2014
Muitos podem até não gostar por ser um remake de uma produção coreana (muito boa), mas esse filme consegue ser bem conduzido e entreter bastante com a performance excepcional de Josh Brolin. Após várias e violentas cenas de luta muito bem coreografadas, munidas por um roteiro intrigante e chocante, somos premiados com um final surpreendente. Não chega a ser um filmaço, mas vale a pena conferir.
Ricardo Pitão
Ricardo Pitão

18 seguidores 102 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 7 de janeiro de 2018
Achei o roteiro muito lixo apesar do excelente elenco.
Fiquei deprimido por ter assistido esta porcaria.
Sinceramente eu espera algo completamente diferente o que não aconteceu, dizem que a versão sul-coreana de 2003 é muito melhor.
Não recomendo!
Alexander D.
Alexander D.

16 seguidores 2 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 12 de março de 2014
Assisti o remake americano do aclamado longa Sul-coreano ‘’Oldboy’’. Posso dizer que é muito exagero por parte dos críticos caírem matando sobre o filme, mas que também, a nova película não promete nada de tão espetacular.
Vamos lá, nessa refilmagem dirigida por quem nada menos que Spike Lee buscando preservar uma atmosfera bem sangrenta e delirante, o que eram elementos consagradores na versão coreana. Sem muito lero-lero Spike Lee apresenta de maneira direita e limpa a vida de Joey Doucett (Dae-su Oh na versão coreana), sendo ele um empresário arrogante, traiçoeiro e uma pessoa solitária. Da mesma maneira que o longa coreano, Joey numa noite para se apagar da memória, decide tomar todas e acaba por cai inconsciente no chão, após isso, acorda num quarto fechado sem pode sair dele ou se quer se comunicar com alguém, ao qual, permanecerá nesse local por precisos 20 anos, a beira de sua própria loucura e descobrindo por um comunicado jornalístico na televisão que sua ex-mulher, o marido dela foram brutalmente assassinados, sua filha sobrevive e o principal suspeito é o próprio Joey. Até ai os primeiros 40 minutos do filme funcionam muito bem, Spike conseguiu envolver bem a atenção do telespectador, consegue-se perceber que não se trata de um mocinho como protagonista e sim um personagem tão podre quanto o próprio vilão. Depois de duas décadas nesse cubículo, Joey é libertado dentro de uma enorme caixa, com um celular e muita grana, nisso ele recebe informações via celular que sua filha está nas mãos desse suposto vilão que se apresenta em boa parte do filme no anonimato e que está com os dias contados, com isso, Joey segue na luta contra o tempo para descobrir quem é o vilão? por que ficou 20 anos preso? e por que foi libertado?
Parecia ser mais uma obra fantástica de Spike Lee, porém, não é isso que ocorre. Alguns erros são evidentes no filme como a falta de controle em certas cenas e jogos de câmera. O diretor trabalha num clima bem sangrento, no entanto, funciona bem em outros momentos cai no exagero e acaba sendo frustrante. Nos momentos que necessita-se uma dose a mais de violência, cortes de cenas são evidentes, desapontando o telespectador. As cenas de ação são excelentes e menos secas que a versão anterior (Embora, isso seja excelente devido ao estilo do filme), a trilha sonora também é muito boa acompanhando o estilo desse novo longa. Algumas diferenças podem ser notadas nesse longa, mas que não são ruins em alguns aspectos, já em outros, são péssimos. Não veremos uma cena de Joey devorando um polvo vivo, mas veremos a referência a ela, nem mesmo a própria narração do personagem, entendendo sua mente que se tornou insana no decorrer dos 20 anos preso, o que torna pontos bem negativos ao filme, fora os flashbacks que desastrosos. O final do filme simplesmente é muito ruim e clichê, não acompanhando o ritmo e mentalidade do filme, que se propôs ao dinamismo e doses boas de violência.
Atuações, Josh Brolin está excelente no papel de Joey, com uma evolução na aparência e forma física bem notada no filme, juntamente ao estilo atrasado do personagem aos avanços da modernidade. Elisabeth Olsen faz bem o seu papel, diga-se de passagem, até melhor que a atriz coreana. Samuel L Jackson, como já é figurinha marcada em Hollywwod sempre fazendo uma pontinha nos filmes, mas não vacila em sua atuação e deixa sua marca no filme. Shartlo Copley, fez uma boa atuação, mas seu personagem não transmite o mesmo tom frio e sombrio da versão coreana, porém, seu esforço é bem reconhecido.
Portanto, ‘’Oldboy – Dias de Vingaça’’ é um remake que não vinga, não estamos diante do pior filme de Spike Lee, porém, não estamos diante de seus melhor. Vale o ingresso, claro, se for pagar meia.
Ariane A.
Ariane A.

13 seguidores 3 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 27 de outubro de 2014
Spike Lee fez a diferença?

Infelizmente, os remakes viraram moda recentemente, porém, nem todos eles tiveram sucesso como os originais. Há casos de exceções, que foram aclamados pela crítica e pelo público.
“Old Boy” não é um deles.
“Adaptação” (na verdade, é um remake) do clássico de Chan-wook Park de 2003, “Old Boy” conta a história do mau caráter Joe (Josh Brolin – MIB: Homens de Preto 3), que sem motivos aparentes, é trancafiado em um quarto por 20 anos, onde sua alimentação é a base de comida chinesa. Através de uma televisão posicionada em seu cárcere, ele descobre que a ex-mulher foi assassinada e que ele é o principal suspeito, deixando sua filha de 3 anos, abandonada. Após ser libertado no meio do nada, dentro de uma mala, ele parte em busca de sua filha e da punição dos responsáveis pelo seu sequestro. Estranho não?
Uma busca que pareceria impossível aos olhos do espectador, Joe, consegue facilmente retornar ao local onde foi mantido em cárcere. Com a participação desnecessária do ilustre Samuel L. Jackson, em uma tentativa falha de marketing positivo, o filme mostra que a direção de Spike Lee fez a diferença nas cenas de luta e na perspectiva cênica dos admiradores do clássico sul-coreano.
Um dos poucos acertos da produção, foi Sharlto Copley (Esquadrão Classe A) que dá vida ao vilão sádico e desequilibrado, Adrian, capaz de fazer qualquer coisa imoral, ilegal ou ilícita para afirmar seu ponto de vista.
Ao contrário da atuação “apagada” de Elizabeth Olsen (Godzilla – 2014), que só mostra sua importância nos momentos finais do filme.
O filme teve um orçamento de aproximadamente U$S 30 milhões e teve bilheteria de aproximadamente U$S 2 milhões nos EUA. Prejuízo hein? Mas poderia ter sido pior. E se o diretor e o protagonista, que foram convidados previamente, não tivessem “desistido” da produção? Hein, Sr. Spielberg e Sr. Smith?
*Ponto Positivo: Durante a cena de luta, deu pra notar que Josh Brolin se encaixa naturalmente em filmes de ação. (Nosso futuro-quase só que não Batman).
*Ponto Negativo: O período do cárcere foi tratado superficialmente, deixando o espectador confuso a cerca de quantos anos haviam se passado.
Nota: 2,5
Pelo esforço de Spike Lee e pela retaguarda durinha de Josh Brolin. :)
Manoel A.
Manoel A.

13 seguidores 38 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 31 de maio de 2015
Com certeza esse filme entrou para o top five dos melhores filmes de suspense! E o que dizer do final, surpreendente e perturbador!
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