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Omelete
"Crimes em Happytime" opera até o fim acreditando que essa combinação (bonecos meigos fazendo grosserias) pode sustentar o filme, e com uma variação mínima de situações até que a coisa toda se sustenta bem.
Papo de Cinema
Sobressai a incorreção como elemento narrativo, com direito a bonecos destilando palavrões, mencionando práticas sexuais das mais diversas, isso sem contar as cenas ótimas pelo potencial de subversão e graça.
Collider
O verdadeiro prazer de "Crimes em Happytime" se encontra nos fantoches incrivelmente criativos, detalhados e variados, feitos por uma equipe de produção experiente e muito talentosa. Infelizmente, a maior parte destes personagens coadjuvantes ganha poucos segundos de tela.
New York Times
Para quem cresceu assistindo aos filmes dos Muppets, “Crimes em Happytime” será um crime contra a infância ou a realização de um sonho. Há algo irresistível e vergonhoso na ideia de que fantoches também podem falar palavrão e ter a capacidade de representar todos os impulsos lascivos e violentos.
Screen International
O roteiro consegue ajustar as convenções de gênero enquanto imagina como seriam os fantoches se fossem cheios dos mesmos desejos, impulsos e falhas como humanos. [...] No geral, o filme parece uma coleção solta de momentos estridentes intermitentes, sem muito para amarrá-los.
The Hollywood Reporter
Se você riu da sequência mostrada no trailer, é provável que você se divirta muito [...] O roteiro apresenta alguns diálogos muito inteligentes, além de truques visuais perfeitamente orquestrados pelo diretor. “Crimes em Happytime” não é entretenimento sofisticado, é grosseiro, bruto e vulgar.
O Globo
Henson não investe como poderia no humor corrosivo, a julgar pela ocasional inclusão de passagens dramáticas e sentimentais [...]. Além da indefinição de tom, as cenas não divertem muito.
Observatório do Cinema
O filme de Henson prefere trabalhar apenas com os limites que sua censura garante, aproveitando toda chance que tem para colocar palavrões nas bocas dos fantoches e humanos.
Rubens Ewald
Na verdade, em vez de desenvolver grandes tramas e humor visual, insistem em apelações para ter determinadas ousadias.
Variety
“Crimes em Happytime” se beneficia de vários veteranos de marionetes que viajam para o lado sombrio. O que decepciona é que o filme não se atreve a ajustar qualquer das convenções do próprio legado de Henson. Este filme parece ter apenas um objetivo: encenar uma cena em que uma marionete ejacula.
Screen Rant
"Crimes em Happytime" deposita todo o seu humor na comédia de fantoches proibida para menores de idade, além dos números típicos de Melissa McCarthy, mas as piadas se esgotam rapidamente.
Cinepop
O roteiro é composto de piadas clichês e parece, por muitas vezes, ter sido escrito por um adolescente que assistiu Vila Sésamo demais, a um nível preocupante. É uma mistura de bonecos fantoches mais um caminhão inteiro de teor sexual e drogas.
Cineweb
"Crimes em Happytime" pretende ser ousado, criativo e divertido. Não é nada disso. Meia-hora de qualquer episódio de Muppets é mais sagaz e hilário do que o filme inteiro.
The Guardian
Melissa McCarthy investiga uma série de assassinatos de fantoches brutais em uma tentativa ruim de adicionar humor com censura à Vila Sésamo [...] O filme pode não ser o mais engraçado ou coerente desta época, mas é o único em que o enredo depende dos pêlos pubianos de um fantoche ninfomaníaco.
Washington Post
Há momentos em que Melissa McCarthy é engraçada, fora isso, “Crimes em Happytime” é o tipo de filme que acontece quando as pessoas estão de folga e decidem lançar um longa. [...] Melhor gastar sua mente e seu dinheiro em outras coisas, porque este filme não vai te fazer feliz e não vale o seu tempo.
Chicago Sun-Times
A esperança de que seria bom começou a morrer nos primeiros minutos deste desastre desgastante, barato e livre de risos [...] A primeira parte é dominada por piadas sexuais grosseiras e uma série de assassinatos. Depois, o foco muda para uma trama dos anos 80, com um mistério fácil de resolver.
Jornal do Brasil
(...) O que seria subversivo, ou diferente, é apenas tedioso. Parece que só os manipuladores se divertiram.
ScreenCrush
"Crimes em Happytime" está tão desesperado para surpreender o público com sua indecência que ele ultrapassa qualquer limite e se revela incrivelmente sem graça.