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Mal feito, mal interpretado, ruim de assistir, sem razão alguma, início ruim e final igual o início! Perca de tempo!
Filme fraco, roteiro ruim e atuações da criança são péssimas. Uma perda de tempo sem fim. Nota 1. Arrependimento total.
Quando um clássico retorna após quase duas décadas de silêncio, a empolgação do público é inevitável. E no caso de Extermínio: A Evolução, ela veio turbinada pelo retorno de dois nomes fundamentais da franquia original: o diretor Danny Boyle e o roteirista Alex Garland. A promessa era de um novo marco dentro do subgênero de infectados, agora com o respaldo de um elenco estrelado — Aaron Taylor-Johnson, Jodie Comer, Ralph Fiennes e a revelação Alfie Williams — e uma estética mais moderna, como já dava a entender o trailer impactante que tomou conta da internet. Mas o que poderia ser uma explosão cinematográfica acaba se revelando uma narrativa arrastada, confusa e, por vezes, contraditória.
O filme deixa claro, desde os primeiros minutos, que não quer apenas ser uma sequência direta dos anteriores, mas sim o pontapé de uma nova trilogia. A intenção até pode ser compreensível — o mercado atual adora franquias —, mas o problema está em como isso é estruturado. A trama gira em torno de uma família isolada em uma ilha do Reino Unido, décadas após a primeira contaminação. Jamie (Taylor-Johnson), sua companheira Isla (Comer) e o filho adolescente Spike (Alfie Williams) vivem nesse cenário quase pós-apocalíptico, onde uma pequena civilização tenta se manter viva em meio ao caos. O foco parece ser a relação entre pai e filho, mas o roteiro nunca se decide sobre qual história quer contar: a dinâmica familiar ou a nova ameaça dos infectados.
Essa indecisão narrativa faz com que o longa se arraste. Os eventos importantes são espaçados e a construção dos personagens é rasa. A relação entre Jamie e Spike, que deveria ser o motor emocional do filme, soa pouco crível. A diferença geracional entre os dois não convence como vínculo de pai e filho, e a química entre os atores pouco ajuda nesse sentido. Além disso, o filme não se preocupa em preencher o vazio de quase 30 anos entre os acontecimentos dos filmes anteriores e os eventos atuais. Uma única fala menciona que a infecção ficou contida no Reino Unido, e é isso. A decisão de ignorar os acontecimentos de Extermínio 2 poderia ter sido interessante se houvesse algum esforço em mostrar como essa sociedade isolada evoluiu — mas não há.
O roteiro tenta dividir o filme em duas linhas narrativas: a primeira, mais contemplativa, apresenta a situação da família, a dinâmica entre eles e as ameaças que rondam a ilha. Essa parte até tem momentos de tensão, com novos tipos de infectados sendo introduzidos — os chamados "rastejantes" e os “alfas” — e visuais fortes que remetem à brutalidade do original. No entanto, a brutalidade aparece de forma muito pontual, quase comedida, como se o filme tivesse medo de abraçar totalmente a essência que tornou o primeiro tão marcante. Técnicas como o uso de câmeras de iPhone para criar efeitos de bullet-time até chamam atenção visualmente, mas rapidamente perdem o impacto. A sensação é de que a escolha estética está mais preocupada com o marketing do que com a narrativa.
Na segunda metade, a trama muda de direção com a chegada de personagens vindos de fora do Reino Unido, o que abre espaço para o conflito entre mundos completamente distintos. Lá fora, a civilização evoluiu. Aqui dentro, tudo está congelado no tempo. Esse choque de culturas até gera bons momentos, com alívios cômicos e reflexões interessantes, mas novamente não vai a fundo. O foco muda para Spike, que parte em busca do Dr. Kelson (Ralph Fiennes) numa missão quase suicida para salvar a mãe. É aqui que o roteiro mais se sabota. Spike, que horas antes mal sabia se defender, subitamente se transforma num herói destemido, capaz de atravessar regiões perigosas repletas de infectados. A mudança é tão brusca que quebra totalmente a suspensão de descrença e esvazia o peso dramático da jornada.
O filme passa a sensação de que os personagens tomam decisões ilógicas apenas para fazer a história andar. Muitas escolhas são apressadas e mal justificadas. O simbolismo que o roteiro tenta empurrar na reta final soa forçado, e a mudança de tom entre os dois atos é tão brusca que parece se tratar de dois filmes diferentes. No meio disso tudo, é Alfie Williams quem realmente segura o filme. O jovem ator entrega uma performance surpreendente, carregando emoção, intensidade e presença. Sua cena com Ralph Fiennes, por exemplo, é um dos raros momentos em que o filme atinge alguma profundidade emocional.
Visualmente, o filme acerta. A fotografia é consistente, especialmente nas cenas em ambientes fechados, onde o medo da proximidade com os infectados é palpável. Em espaços abertos, o uso da luz e da profundidade cria a constante sensação de que algo está à espreita, prestes a atacar. A trilha sonora também funciona como um complemento bem dosado, sem exageros, mas sempre presente para manter o clima de tensão.
Mas no fim das contas, Extermínio: A Evolução parece mais preocupado em pavimentar o caminho para as próximas sequências do que em contar uma boa história por si só. É um filme que tenta emular o impacto do original, mas falha em praticamente todos os aspectos emocionais e narrativos. A trama é inconsistente, os personagens pouco desenvolvidos, e a tentativa de modernizar a fórmula fica mais na intenção do que na execução. Para uma produção que carrega nomes como Danny Boyle e Alex Garland, o resultado é decepcionante. E se nem eles conseguiram fazer a reinicialização funcionar, fica difícil acreditar que os próximos capítulos consigam.
O filme deixa claro, desde os primeiros minutos, que não quer apenas ser uma sequência direta dos anteriores, mas sim o pontapé de uma nova trilogia. A intenção até pode ser compreensível — o mercado atual adora franquias —, mas o problema está em como isso é estruturado. A trama gira em torno de uma família isolada em uma ilha do Reino Unido, décadas após a primeira contaminação. Jamie (Taylor-Johnson), sua companheira Isla (Comer) e o filho adolescente Spike (Alfie Williams) vivem nesse cenário quase pós-apocalíptico, onde uma pequena civilização tenta se manter viva em meio ao caos. O foco parece ser a relação entre pai e filho, mas o roteiro nunca se decide sobre qual história quer contar: a dinâmica familiar ou a nova ameaça dos infectados.
Essa indecisão narrativa faz com que o longa se arraste. Os eventos importantes são espaçados e a construção dos personagens é rasa. A relação entre Jamie e Spike, que deveria ser o motor emocional do filme, soa pouco crível. A diferença geracional entre os dois não convence como vínculo de pai e filho, e a química entre os atores pouco ajuda nesse sentido. Além disso, o filme não se preocupa em preencher o vazio de quase 30 anos entre os acontecimentos dos filmes anteriores e os eventos atuais. Uma única fala menciona que a infecção ficou contida no Reino Unido, e é isso. A decisão de ignorar os acontecimentos de Extermínio 2 poderia ter sido interessante se houvesse algum esforço em mostrar como essa sociedade isolada evoluiu — mas não há.
O roteiro tenta dividir o filme em duas linhas narrativas: a primeira, mais contemplativa, apresenta a situação da família, a dinâmica entre eles e as ameaças que rondam a ilha. Essa parte até tem momentos de tensão, com novos tipos de infectados sendo introduzidos — os chamados "rastejantes" e os “alfas” — e visuais fortes que remetem à brutalidade do original. No entanto, a brutalidade aparece de forma muito pontual, quase comedida, como se o filme tivesse medo de abraçar totalmente a essência que tornou o primeiro tão marcante. Técnicas como o uso de câmeras de iPhone para criar efeitos de bullet-time até chamam atenção visualmente, mas rapidamente perdem o impacto. A sensação é de que a escolha estética está mais preocupada com o marketing do que com a narrativa.
Na segunda metade, a trama muda de direção com a chegada de personagens vindos de fora do Reino Unido, o que abre espaço para o conflito entre mundos completamente distintos. Lá fora, a civilização evoluiu. Aqui dentro, tudo está congelado no tempo. Esse choque de culturas até gera bons momentos, com alívios cômicos e reflexões interessantes, mas novamente não vai a fundo. O foco muda para Spike, que parte em busca do Dr. Kelson (Ralph Fiennes) numa missão quase suicida para salvar a mãe. É aqui que o roteiro mais se sabota. Spike, que horas antes mal sabia se defender, subitamente se transforma num herói destemido, capaz de atravessar regiões perigosas repletas de infectados. A mudança é tão brusca que quebra totalmente a suspensão de descrença e esvazia o peso dramático da jornada.
O filme passa a sensação de que os personagens tomam decisões ilógicas apenas para fazer a história andar. Muitas escolhas são apressadas e mal justificadas. O simbolismo que o roteiro tenta empurrar na reta final soa forçado, e a mudança de tom entre os dois atos é tão brusca que parece se tratar de dois filmes diferentes. No meio disso tudo, é Alfie Williams quem realmente segura o filme. O jovem ator entrega uma performance surpreendente, carregando emoção, intensidade e presença. Sua cena com Ralph Fiennes, por exemplo, é um dos raros momentos em que o filme atinge alguma profundidade emocional.
Visualmente, o filme acerta. A fotografia é consistente, especialmente nas cenas em ambientes fechados, onde o medo da proximidade com os infectados é palpável. Em espaços abertos, o uso da luz e da profundidade cria a constante sensação de que algo está à espreita, prestes a atacar. A trilha sonora também funciona como um complemento bem dosado, sem exageros, mas sempre presente para manter o clima de tensão.
Mas no fim das contas, Extermínio: A Evolução parece mais preocupado em pavimentar o caminho para as próximas sequências do que em contar uma boa história por si só. É um filme que tenta emular o impacto do original, mas falha em praticamente todos os aspectos emocionais e narrativos. A trama é inconsistente, os personagens pouco desenvolvidos, e a tentativa de modernizar a fórmula fica mais na intenção do que na execução. Para uma produção que carrega nomes como Danny Boyle e Alex Garland, o resultado é decepcionante. E se nem eles conseguiram fazer a reinicialização funcionar, fica difícil acreditar que os próximos capítulos consigam.
Ai, eu nem tenho palavras para descrever...
Estava aguardando esse filme a muito tempo, estava muito ansiosa. Sai da sala de cinema decepcionada.
Sinto que venderam um filme diferente para as mídias.
É confuso, cenas sem sentido, sons exagerados, um jogo de câmeras sem sentido que não quiseram (ou não conseguiram) sustentar pelo resto do filme (ainda bem...)
O segundo ato do filme foi bom, mas nada realmente interessante.
E o final, Deus, eu nem quero falar daquele final.
Para mim foi um desperdício de tempo e dinheiro.
Estava aguardando esse filme a muito tempo, estava muito ansiosa. Sai da sala de cinema decepcionada.
Sinto que venderam um filme diferente para as mídias.
É confuso, cenas sem sentido, sons exagerados, um jogo de câmeras sem sentido que não quiseram (ou não conseguiram) sustentar pelo resto do filme (ainda bem...)
O segundo ato do filme foi bom, mas nada realmente interessante.
E o final, Deus, eu nem quero falar daquele final.
Para mim foi um desperdício de tempo e dinheiro.
Não tenho palavras pra expressar minha decepção com esse filme. Fui assistir na estreia, movido pelo fato de ser fã da franquia e também pelo trailer, que prometia um filme bem interessante. Mas esse terceiro filme conseguiu ser o pior da franquia.
Os personagens tomam decisões completamente inverossímeis, e o roteiro é ruim (tenta utilizar de referências e ligações com filmes anteriores, mas nada disso é aproveitado de forma convincente). Só usa o universo de "Extermínio" como pano de fundo, sem se aprofundar em absolutamente nada. Os atores até se esforçaram, mas com um roteiro tão fraco, fica difícil.
E nem a trilha de "Boots", que foi usada com muita competência no trailer e criou expectativas, escapa da bagunça. No filme, ela é jogada num momento totalmente aleatório, sem impacto algum.
Sinceramente, é difícil acreditar que a direção seja a mesma do primeiro filme. Esperei muito por esse filme, mas fiquei com vergonha ao sair da sala do cinema.
Ah, e o que foi aquele final bizarro ? Meu Deus!
Os personagens tomam decisões completamente inverossímeis, e o roteiro é ruim (tenta utilizar de referências e ligações com filmes anteriores, mas nada disso é aproveitado de forma convincente). Só usa o universo de "Extermínio" como pano de fundo, sem se aprofundar em absolutamente nada. Os atores até se esforçaram, mas com um roteiro tão fraco, fica difícil.
E nem a trilha de "Boots", que foi usada com muita competência no trailer e criou expectativas, escapa da bagunça. No filme, ela é jogada num momento totalmente aleatório, sem impacto algum.
Sinceramente, é difícil acreditar que a direção seja a mesma do primeiro filme. Esperei muito por esse filme, mas fiquei com vergonha ao sair da sala do cinema.
Ah, e o que foi aquele final bizarro ? Meu Deus!
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