Extermínio 3: A Evolução
Média
2,6
208 notas

63 Críticas do usuário

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5 críticas
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Ana Clara Bonfim Reis
Ana Clara Bonfim Reis

1 crítica Seguir usuário

1,0
Enviada em 2 de julho de 2025
Filme muito ruim. Não condiz com os anteriores. Extremamente mal feito. Coisas sem sentido. Joguei fora o dinheiro do meu ingresso.
Rodrigo Gomes
Rodrigo Gomes

6.171 seguidores 973 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 27 de junho de 2025
Angustiante. As cenas são rápidas e desesperadas, no começo chega a irritar esse jogo com idas e vindas assimilada a trilha sonora de fundo. O roteiro é interessante e nos lembra a essência do primeiro.
Diogo Codiceira
Diogo Codiceira

24 seguidores 891 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 27 de junho de 2025
Extermínio 3: a evolução chegou depois 18 anos do último filme. Dessa vez a direção volta a  Danny Boyle e voltamos também a ter o roteiro de Alex Garland. O filme continua dessa vez após 28 anos do vírus que dizimou grande parte dos seres humanos. Acompanhamos uma pequena comunidade que vive isolada em uma ilha, mas que por tempos algumas pessoas se aventuram para sair da ilha e ir em direção ao continente que está cheio de infectados. A história do filme acompanha o jovem Spike ( Alfie Williams) que vai para o continente junto com o seu pai Jamei ( Aaron Taylor-Johnson). O que não esperavam é que ocorreu mutações do vírus em alguns dos infectados e isso pode ameaçar a sobrevivência do restante do seu grupo. Esse 3 filme procura se afastar das ideias do segundo filme e se aproximar mais com o 1°. Apesar disso, a narrativa cria um novo elemento com a ideia de mutação dos infectados, com uma crítica social mais atual que é a ideia de marginalização do "outro" a partir do medo. A atuação de Ralph Fiennes ( mesmo ingressando já quase no terceiro ato) é muito proveitosa para o filme. A ideia de usar Smartphone foi interessante, pois serviu para aproximar o grande público com a realidade vivida. Apesar disso tudo, podemos dizer que ocorreu show de cliches ( que chega a ser chato) e um roteiro conveniente, sem grandes novidades em seus desfecho. Fora que existem erros cruciais : como o garoto aprendeu rápido a usar sua arma , como conseguiu escapar de uma explosão de gás ileso?
Breno Braga
Breno Braga

3 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 26 de junho de 2025
Extermínio 3 – Um delírio coletivo financiado

Acabei de sair do cinema e ainda estou em estado de choque. Com absoluta certeza, esse foi um dos piores filmes que já tive o desprazer de assistir na telona — e olha que eu encaro muita coisa duvidosa com pipoca na mão. Acompanho a franquia desde o início, e quando anunciaram o terceiro filme, fiquei empolgado. Evitei ver críticas para não pegar spoiler. Arrependimento define. Que coisa HORROROSA.

O filme é uma salada de referências sem tempero e sem propósito. Parece que os roteiristas misturaram “A Mulher de Preto”, “300 de Esparta”, “O Rei Leão” e “Power Rangers” depois de uma sessão pesada de ayahuasca. Sério, não tem pé, cabeça ou qualquer vestígio de sanidade narrativa. Começa numa vila medieval aleatória onde as pessoas vivem como se tivessem voltado no tempo. O protagonista, um garoto de uns 12 anos, parte com o pai numa espécie de rito de passagem tipo Esparta, mas versão budget.

A tal viagem precisa ser feita antes da maré subir, porque senão fica preso forever na ilha — um negócio que, honestamente, só serve pra criar uma tensão artificial. Quando chegam ao continente, surgem uns zumbis gordos, rastejando como se tivessem escapado de um concurso de cosplay de “The Walking Dead” feito por alunos do ensino fundamental. Tosquice nível hard.

Depois aparece o tal do zumbi Alpha. Um monstrengo com o carisma de um vilão de filme B e a força de um Kid Bengala radioativo: mata geral puxando a cabeça da vítima junto com a coluna vertebral, tipo souvenir de violência gratuita. Eles fogem, se escondem numa casa que desaba, correm de novo da maré, voltam pra vila, rola uma festa, o moleque bebe, vomita, o pai conta mentira, trai a mãe, o menino vê tudo, se revolta, incendeia a vila e parte pro continente com a mãe, que está meio doente e completamente deslocada.

Lá, mais zumbis, mais nonsense. A mãe tem lapsos de memória, o moleque é uma mistura de precoce com burro, e de repente surge um soldado sueco com iPhone, todo tático e high-tech, enquanto o resto do povo parece saído da Idade Média. Dá a entender que só a ilha deles está em quarentena (acho que é no País de Gales, mas nem isso é claro).

Em um momento que beira o teatro do absurdo, a mãe ouve gritos dentro de um trem, encontra uma zumbi parindo (sim, você leu certo), ajuda no parto normal, segura a mão da morta-viva e ainda puxa o bebê. Quando a zumbi tenta atacar, o sueco executa e já mira no bebê, mas o menino e a mãe defendem. Logo depois, entra em cena o Zumbi Alpha da caceta, versão ultimate do primeiro, e arranca a cabeça do sueco como quem abre uma lata.

Fuga continua. Campo aberto. Zumbi da piroca na cola. Surge então um curandeiro aleatório, tipo versão dark do Rafiki do Rei Leão, todo pintado de iodo, que acerta uma zarabatana sonífera no zumbizão. Ele dorme em pé — porque claro que dorme em pé — e o trio vai parar num lugar macabro com pilhas de crânios. O curandeiro, poético e pintado, manda frases em latim e informa que a mãe tem câncer terminal. E como o filme ama acelerar tragédias, ele simplesmente mata a mulher com uma zarabatanada e entrega a cabeça dela pro moleque colocar na pilha de caveiras, tudo sob um pôr do sol digno de propaganda de margarina infernal.

O show não para. O zumbi pirocudo reaparece, toma outra zarabatanada (porque é isso que funciona), e o moleque retorna à vila, entrega o bebê zumbi (aparentemente não infectado) e vai pro continente fazer seu rolê de amadurecimento. Agora com cara de mau, começa a atirar flechas em zumbis na estrada. Só que ele se vê cercado, e aí… meus amigos… entra um padre anticristo com um grupo trajado com moletons dos anos 80 numa vibe “Kill Bill meets culto apocalíptico”. Eles enfrentam os zumbis numa sequência digna dos primeiros episódios dos Power Rangers. Sério. É tão tosco, tão desconcertante, que eu queria que fosse mentira.

Resumo: “Extermínio 3” não é só ruim. É uma mistura de delírio febril com teatro escolar distópico. Um desastre cinematográfico que nem o apocalipse zumbi consegue justificar. E ainda paguei ingresso and PorCorn
rossano bezerra do nascimento bezerra do nascimento
rossano bezerra do nascimento bezerra do nascimento

5 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 26 de junho de 2025
Um filme que vale cada centavo, o enredo a luta da sobrevivência nos mostra que aparentemente não estamos longe de viver um tempo caótico, com já vivemos na pandemia, esse filme relata o pode acontecer com a humanidade.
Sammuel Santos
Sammuel Santos

3 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 26 de junho de 2025
Assisti hoje O Extermínio: A Evolução e, sinceramente, não gostei. O filme tentou resgatar a força do original, mas acabou se perdendo numa trama confusa e sem impacto. A ideia de “evolução” até parecia promissora, mas o roteiro foi raso, corrido e com diálogos forçados, como se estivesse mais preocupado em entregar cenas de ação do que em desenvolver bem os personagens ou criar tensão real.

As atuações também não me convenceram. Faltou carisma, presença e, principalmente, emoção. Em vários momentos, parecia que os personagens estavam ali apenas para cumprir função de roteiro, sem profundidade ou envolvimento. A direção apostou em sustos previsíveis e cenas de violência gratuitas, mas sem aquele peso psicológico que marcou o primeiro Extermínio.

No fim, o filme ficou parecendo uma sequência genérica, sem alma e sem o impacto que a franquia merecia. Como fã do universo criado lá atrás, fiquei decepcionado. Esperava muito mais.

Cena final...meus amigos, que parada bizarra, Horroroso! Pra quem não é fã do primeiro e nunca tinha assistido deve ter amado. Espero que não estraguem o que já foi bom. O de 2002 não tinha tanta "verba" e conseguiu entregar um belo filme sobre o mundo dos infectados.
Gruilherme Rodrigo
Gruilherme Rodrigo

1 crítica Seguir usuário

1,0
Enviada em 22 de junho de 2025
Filme ruim por conta do roteiro que ficou fraco, trilha sonora horrível, deixou a desejar. Quem escreveu certamente estav chapado de cogumelcogumelo
Soso 5002
Soso 5002

1 crítica Seguir usuário

1,0
Enviada em 22 de junho de 2025
Esse filme é uma bomba atômica, uma arma de destruição. Cheio de furos, sem pé nem cabeça. Senti vontade de pedir reembolso do valor do ingresso. spoiler: [spoiler]
O Spike simplesmente decide sair da zona segura com uma mãe extremamente doente pra passar por zumbis avançados só pra visitar um médico que ninguém sabe como está depois de 15 anos sozinho na própria loucura. E ainda por cima, sobre o pretexto de "todos vamos morrer um dia", aceita que o médico doido matou e queimou o crânio da mãe pra ele colocar no "melhor lugar de todos" naquela pilha ridícula de crânios.[/spoiler] Tudo bem que pode ser um monumento pra lembrar os que foram, mas ainda assim não faz sentido. Não é um atentado, é uma quarentena, um vírus que controla mentes.
tulio soares de oliveira lopes
tulio soares de oliveira lopes

1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 21 de junho de 2025
Mal feito, mal interpretado, ruim de assistir, sem razão alguma, início ruim e final igual o início! Perca de tempo!
Fabio Domingues
Fabio Domingues

4 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 21 de junho de 2025
Filme fraco, roteiro ruim e atuações da criança são péssimas. Uma perda de tempo sem fim. Nota 1. Arrependimento total.
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