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Carrie Bossuet
1 crítica
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0,5
Enviada em 4 de outubro de 2025
Como puderam estragar uma sequência tão fantástica? Horrível demais, nada faz sentido, fugiram totalmente da história dos últimos filmes. Perdi meu tempo
Estava ansiosa para ver a sequência. O filme tem uma história bem interessante e algumas cenas muito emocionantes. Mas os últimos momentos do filme é uma decepção . Ainda me recuperando .
"Extermínio 3" é um filme de “zumbi” tão bom que chega a doer — embora as criaturas não sejam necessariamente zumbis, são assustadoras. O primeiro ato, como um todo, é um belo exemplo de como se faz terror e, melhor ainda, absurdamente autoral, com cortes e edições frenéticas que contextualizam o espectador ao mesmo tempo em que criam correlações históricas do povo do Reino Unido. É um belo início: a sensação de estar em um local inseguro, com pouca munição, criaturas desconhecidas, a noite se aproximando, a possibilidade de fuga se esvaindo, e ainda saber que, além das criaturas, há humanos e mistérios ali contidos — tudo isso constrói uma atmosfera única e tensa.
O início é realmente muito bom. O longa desenvolve alguns subdramas familiares que, particularmente, são os pontos mais fracos do filme; porém, sem eles, a história não existiria, então aceitamos. Desde sempre, a franquia teve um toque de humor — algo quase terrír — e aqui não é diferente: o diretor entrega terror com pitadas cômicas, mas às vezes parece querer inverter essa lógica, como na cena final, que poderia facilmente ser um pós-créditos, para não diminuir o impacto da obra como um todo.
O final, de fato, é um problema. Mas quando se entende o quão autoral o filme é, esses detalhes se tornam aceitáveis. É um longa que abraça o terror clássico e cria uma nova história extremamente funcional, com potencial claro para expandir esse universo. 8/10
Filme: 28 Anos Depois Assistido: 14-9-25 Elenco: @aarontaulorjohnson @jodiemcomer @ralphfiennesactor @edvinrydings Modelo: #zumbi #trash Duração: 2 hs Ano: 2025 Minha opinião: Um filme que temos Kraven (Aaron) que pensei que seria o protagonista, mas me enganei, quem é o seu filho Erik (Ryding). O filme se passa em um futuro apocalíptico, onde se passa 28 anos depois do surto de zumbis que acabaram com o Mundo. E nesse momento, á um grupo de humanos que vivem em uma ilha, protegidos dos zumbis. Mas a tribo desde crianças, ensinam para se tornarem guerreiros. E existe um ritual de iniciação, onde o objetivo é matar zumbis. Assim Erik e seu pai Jamie vão para a terra, o continente. E lá consegue seus objetivos, mas nesta ida ele percebeu que havia fogueira que não era da sua tribo. E descobre que possa ser de um médico que deixou a tribo. Sua mãe é doente e resolve leva-la para o médico por diagnosticar a doença e cura-la. E assim o garoto e sua mãe doente vão a procura do dr. enfrentando todos os obstáculos que são os zumbis. Os zumbis depois de 28 anos, estão gordos como porcos (sério Kkkkk). E outros estão peladões parecendo os homens das cavernas e tem até uma zumbi que esta grávida, isso mesmo, os zumbis fazendo nhecu, nhecu Kkkkk. Maquiagem a desejar, muito fraco. E por fim encontram o dr. pirado,mas que consegue diagnosticar a mãe com câncer terminal. Assim ela morre e depois de conseguir o crânio Erik coloca no topo de uma pirâmide de crânios. E por fim Erik se torna um verdadeiro matador de zumbis e termina ele fazendo parte de uma gang. ale apena assistir? Tudo meia boca, mas o pior é este roteiro de fezes. Nota: 3
Fiquei intrigada me perguntando: cadê o Jimmy do início do filme com aquele cruz? Mas aquele final, com ele retornando e se apresentando para o Spike, foi sensacionalllll!
Forçado como esperado, mas essa falta de qualidade nas imagens de maneira propositadamente tosca... já deu. Legal a ampliação do universo com a ilha, mas nem se compara com o primeiro. Mas a bebezinha imortal mesmo sem comida... final de Power Ranger... me tiraram do filme.
O novo filme, 28 Years Later, conhecido no Brasil como Extermínio 3: A Evolução, chega aos cinemas com a difícil missão de revitalizar a franquia. E, no geral, ele faz um trabalho decente, entregando uma experiência de terror que, embora seja familiar, é eficaz. Para os fãs do gênero e da série, a sensação é de estar de volta em casa, mesmo que a casa tenha uma mobília um pouco gasta.
O ponto forte do filme é, sem dúvida, a tensão. A forma como ele constrói a atmosfera de perigo é louvável. As cenas de perseguição são bem-feitas, a maquiagem das criaturas é convincente, e o som te mantém sempre alerta. É o tipo de terror que te faz prender a respiração e te assusta com eficiência. A trama principal, sobre o grupo de sobreviventes tentando encontrar um refúgio, é um clichê, mas funciona. É um filme que, em grande parte de sua duração, te mantém engajado e curioso sobre o que vai acontecer.
Um final que não cumpre a promessa No entanto, o filme tropeça justamente onde não poderia. O final simplesmente não funciona. Depois de uma construção de tensão e suspense sólida, o desfecho parece apressado e, para mim, anticlimático. É como se a história estivesse caminhando para um clímax épico, mas de repente resolvesse pegar um atalho. A resolução é morna e não honra a jornada dos personagens. Em vez de nos deixar com uma sensação de triunfo ou desespero, o que sobra é uma leve decepção.
Em resumo, 28 Years Later é um filme mediano. Ele cumpre o que promete durante a maior parte do tempo, entregando um terror de qualidade, mas não consegue se destacar por causa de um final que não está à altura do restante da produção. É um filme para ser assistido sem grandes expectativas e para ser apreciado pelo que ele é: uma continuação que diverte, mas não choca.
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