Extermínio 3: A Evolução
Média
2,7
184 notas

58 Críticas do usuário

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5 críticas
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Thiago Petherson
Thiago Petherson

163 seguidores 242 críticas Seguir usuário

1,5
Enviada em 19 de junho de 2025
Não tenho palavras pra expressar minha decepção com esse filme. Fui assistir na estreia, movido pelo fato de ser fã da franquia e também pelo trailer, que prometia um filme bem interessante. Mas esse terceiro filme conseguiu ser o pior da franquia.

Os personagens tomam decisões completamente inverossímeis, e o roteiro é ruim (tenta utilizar de referências e ligações com filmes anteriores, mas nada disso é aproveitado de forma convincente). Só usa o universo de "Extermínio" como pano de fundo, sem se aprofundar em absolutamente nada. Os atores até se esforçaram, mas com um roteiro tão fraco, fica difícil.

E nem a trilha de "Boots", que foi usada com muita competência no trailer e criou expectativas, escapa da bagunça. No filme, ela é jogada num momento totalmente aleatório, sem impacto algum.

Sinceramente, é difícil acreditar que a direção seja a mesma do primeiro filme. Esperei muito por esse filme, mas fiquei com vergonha ao sair da sala do cinema.

Ah, e o que foi aquele final bizarro ? Meu Deus!
Breno Braga
Breno Braga

3 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 26 de junho de 2025
Extermínio 3 – Um delírio coletivo financiado

Acabei de sair do cinema e ainda estou em estado de choque. Com absoluta certeza, esse foi um dos piores filmes que já tive o desprazer de assistir na telona — e olha que eu encaro muita coisa duvidosa com pipoca na mão. Acompanho a franquia desde o início, e quando anunciaram o terceiro filme, fiquei empolgado. Evitei ver críticas para não pegar spoiler. Arrependimento define. Que coisa HORROROSA.

O filme é uma salada de referências sem tempero e sem propósito. Parece que os roteiristas misturaram “A Mulher de Preto”, “300 de Esparta”, “O Rei Leão” e “Power Rangers” depois de uma sessão pesada de ayahuasca. Sério, não tem pé, cabeça ou qualquer vestígio de sanidade narrativa. Começa numa vila medieval aleatória onde as pessoas vivem como se tivessem voltado no tempo. O protagonista, um garoto de uns 12 anos, parte com o pai numa espécie de rito de passagem tipo Esparta, mas versão budget.

A tal viagem precisa ser feita antes da maré subir, porque senão fica preso forever na ilha — um negócio que, honestamente, só serve pra criar uma tensão artificial. Quando chegam ao continente, surgem uns zumbis gordos, rastejando como se tivessem escapado de um concurso de cosplay de “The Walking Dead” feito por alunos do ensino fundamental. Tosquice nível hard.

Depois aparece o tal do zumbi Alpha. Um monstrengo com o carisma de um vilão de filme B e a força de um Kid Bengala radioativo: mata geral puxando a cabeça da vítima junto com a coluna vertebral, tipo souvenir de violência gratuita. Eles fogem, se escondem numa casa que desaba, correm de novo da maré, voltam pra vila, rola uma festa, o moleque bebe, vomita, o pai conta mentira, trai a mãe, o menino vê tudo, se revolta, incendeia a vila e parte pro continente com a mãe, que está meio doente e completamente deslocada.

Lá, mais zumbis, mais nonsense. A mãe tem lapsos de memória, o moleque é uma mistura de precoce com burro, e de repente surge um soldado sueco com iPhone, todo tático e high-tech, enquanto o resto do povo parece saído da Idade Média. Dá a entender que só a ilha deles está em quarentena (acho que é no País de Gales, mas nem isso é claro).

Em um momento que beira o teatro do absurdo, a mãe ouve gritos dentro de um trem, encontra uma zumbi parindo (sim, você leu certo), ajuda no parto normal, segura a mão da morta-viva e ainda puxa o bebê. Quando a zumbi tenta atacar, o sueco executa e já mira no bebê, mas o menino e a mãe defendem. Logo depois, entra em cena o Zumbi Alpha da caceta, versão ultimate do primeiro, e arranca a cabeça do sueco como quem abre uma lata.

Fuga continua. Campo aberto. Zumbi da piroca na cola. Surge então um curandeiro aleatório, tipo versão dark do Rafiki do Rei Leão, todo pintado de iodo, que acerta uma zarabatana sonífera no zumbizão. Ele dorme em pé — porque claro que dorme em pé — e o trio vai parar num lugar macabro com pilhas de crânios. O curandeiro, poético e pintado, manda frases em latim e informa que a mãe tem câncer terminal. E como o filme ama acelerar tragédias, ele simplesmente mata a mulher com uma zarabatanada e entrega a cabeça dela pro moleque colocar na pilha de caveiras, tudo sob um pôr do sol digno de propaganda de margarina infernal.

O show não para. O zumbi pirocudo reaparece, toma outra zarabatanada (porque é isso que funciona), e o moleque retorna à vila, entrega o bebê zumbi (aparentemente não infectado) e vai pro continente fazer seu rolê de amadurecimento. Agora com cara de mau, começa a atirar flechas em zumbis na estrada. Só que ele se vê cercado, e aí… meus amigos… entra um padre anticristo com um grupo trajado com moletons dos anos 80 numa vibe “Kill Bill meets culto apocalíptico”. Eles enfrentam os zumbis numa sequência digna dos primeiros episódios dos Power Rangers. Sério. É tão tosco, tão desconcertante, que eu queria que fosse mentira.

Resumo: “Extermínio 3” não é só ruim. É uma mistura de delírio febril com teatro escolar distópico. Um desastre cinematográfico que nem o apocalipse zumbi consegue justificar. E ainda paguei ingresso and PorCorn
Fabio Domingues
Fabio Domingues

4 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 21 de junho de 2025
Filme fraco, roteiro ruim e atuações da criança são péssimas. Uma perda de tempo sem fim. Nota 1. Arrependimento total.
Brenda Cavalcante dos Santos
Brenda Cavalcante dos Santos

1 crítica Seguir usuário

2,0
Enviada em 20 de junho de 2025
Ai, eu nem tenho palavras para descrever...
Estava aguardando esse filme a muito tempo, estava muito ansiosa. Sai da sala de cinema decepcionada.
Sinto que venderam um filme diferente para as mídias.
É confuso, cenas sem sentido, sons exagerados, um jogo de câmeras sem sentido que não quiseram (ou não conseguiram) sustentar pelo resto do filme (ainda bem...)
O segundo ato do filme foi bom, mas nada realmente interessante.
E o final, Deus, eu nem quero falar daquele final.
Para mim foi um desperdício de tempo e dinheiro.
Diogo Codiceira
Diogo Codiceira

20 seguidores 727 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 27 de junho de 2025
Extermínio 3: a evolução chegou depois 18 anos do último filme. Dessa vez a direção volta a  Danny Boyle e voltamos também a ter o roteiro de Alex Garland. O filme continua dessa vez após 28 anos do vírus que dizimou grande parte dos seres humanos. Acompanhamos uma pequena comunidade que vive isolada em uma ilha, mas que por tempos algumas pessoas se aventuram para sair da ilha e ir em direção ao continente que está cheio de infectados. A história do filme acompanha o jovem Spike ( Alfie Williams) que vai para o continente junto com o seu pai Jamei ( Aaron Taylor-Johnson). O que não esperavam é que ocorreu mutações do vírus em alguns dos infectados e isso pode ameaçar a sobrevivência do restante do seu grupo. Esse 3 filme procura se afastar das ideias do segundo filme e se aproximar mais com o 1°. Apesar disso, a narrativa cria um novo elemento com a ideia de mutação dos infectados, com uma crítica social mais atual que é a ideia de marginalização do "outro" a partir do medo. A atuação de Ralph Fiennes ( mesmo ingressando já quase no terceiro ato) é muito proveitosa para o filme. A ideia de usar Smartphone foi interessante, pois serviu para aproximar o grande público com a realidade vivida. Apesar disso tudo, podemos dizer que ocorreu show de cliches ( que chega a ser chato) e um roteiro conveniente, sem grandes novidades em seus desfecho. Fora que existem erros cruciais : como o garoto aprendeu rápido a usar sua arma , como conseguiu escapar de uma explosão de gás ileso?
Nelson J
Nelson J

50.811 seguidores 1.938 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 3 de agosto de 2025
Filme bem aborrecido e com poucas ideias. Roteiro precário arrasta atores e público por quase 2 horas.
NerdCall
NerdCall

46 seguidores 405 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 20 de junho de 2025
Quando um clássico retorna após quase duas décadas de silêncio, a empolgação do público é inevitável. E no caso de Extermínio: A Evolução, ela veio turbinada pelo retorno de dois nomes fundamentais da franquia original: o diretor Danny Boyle e o roteirista Alex Garland. A promessa era de um novo marco dentro do subgênero de infectados, agora com o respaldo de um elenco estrelado — Aaron Taylor-Johnson, Jodie Comer, Ralph Fiennes e a revelação Alfie Williams — e uma estética mais moderna, como já dava a entender o trailer impactante que tomou conta da internet. Mas o que poderia ser uma explosão cinematográfica acaba se revelando uma narrativa arrastada, confusa e, por vezes, contraditória.

O filme deixa claro, desde os primeiros minutos, que não quer apenas ser uma sequência direta dos anteriores, mas sim o pontapé de uma nova trilogia. A intenção até pode ser compreensível — o mercado atual adora franquias —, mas o problema está em como isso é estruturado. A trama gira em torno de uma família isolada em uma ilha do Reino Unido, décadas após a primeira contaminação. Jamie (Taylor-Johnson), sua companheira Isla (Comer) e o filho adolescente Spike (Alfie Williams) vivem nesse cenário quase pós-apocalíptico, onde uma pequena civilização tenta se manter viva em meio ao caos. O foco parece ser a relação entre pai e filho, mas o roteiro nunca se decide sobre qual história quer contar: a dinâmica familiar ou a nova ameaça dos infectados.

Essa indecisão narrativa faz com que o longa se arraste. Os eventos importantes são espaçados e a construção dos personagens é rasa. A relação entre Jamie e Spike, que deveria ser o motor emocional do filme, soa pouco crível. A diferença geracional entre os dois não convence como vínculo de pai e filho, e a química entre os atores pouco ajuda nesse sentido. Além disso, o filme não se preocupa em preencher o vazio de quase 30 anos entre os acontecimentos dos filmes anteriores e os eventos atuais. Uma única fala menciona que a infecção ficou contida no Reino Unido, e é isso. A decisão de ignorar os acontecimentos de Extermínio 2 poderia ter sido interessante se houvesse algum esforço em mostrar como essa sociedade isolada evoluiu — mas não há.

O roteiro tenta dividir o filme em duas linhas narrativas: a primeira, mais contemplativa, apresenta a situação da família, a dinâmica entre eles e as ameaças que rondam a ilha. Essa parte até tem momentos de tensão, com novos tipos de infectados sendo introduzidos — os chamados "rastejantes" e os “alfas” — e visuais fortes que remetem à brutalidade do original. No entanto, a brutalidade aparece de forma muito pontual, quase comedida, como se o filme tivesse medo de abraçar totalmente a essência que tornou o primeiro tão marcante. Técnicas como o uso de câmeras de iPhone para criar efeitos de bullet-time até chamam atenção visualmente, mas rapidamente perdem o impacto. A sensação é de que a escolha estética está mais preocupada com o marketing do que com a narrativa.

Na segunda metade, a trama muda de direção com a chegada de personagens vindos de fora do Reino Unido, o que abre espaço para o conflito entre mundos completamente distintos. Lá fora, a civilização evoluiu. Aqui dentro, tudo está congelado no tempo. Esse choque de culturas até gera bons momentos, com alívios cômicos e reflexões interessantes, mas novamente não vai a fundo. O foco muda para Spike, que parte em busca do Dr. Kelson (Ralph Fiennes) numa missão quase suicida para salvar a mãe. É aqui que o roteiro mais se sabota. Spike, que horas antes mal sabia se defender, subitamente se transforma num herói destemido, capaz de atravessar regiões perigosas repletas de infectados. A mudança é tão brusca que quebra totalmente a suspensão de descrença e esvazia o peso dramático da jornada.

O filme passa a sensação de que os personagens tomam decisões ilógicas apenas para fazer a história andar. Muitas escolhas são apressadas e mal justificadas. O simbolismo que o roteiro tenta empurrar na reta final soa forçado, e a mudança de tom entre os dois atos é tão brusca que parece se tratar de dois filmes diferentes. No meio disso tudo, é Alfie Williams quem realmente segura o filme. O jovem ator entrega uma performance surpreendente, carregando emoção, intensidade e presença. Sua cena com Ralph Fiennes, por exemplo, é um dos raros momentos em que o filme atinge alguma profundidade emocional.

Visualmente, o filme acerta. A fotografia é consistente, especialmente nas cenas em ambientes fechados, onde o medo da proximidade com os infectados é palpável. Em espaços abertos, o uso da luz e da profundidade cria a constante sensação de que algo está à espreita, prestes a atacar. A trilha sonora também funciona como um complemento bem dosado, sem exageros, mas sempre presente para manter o clima de tensão.

Mas no fim das contas, Extermínio: A Evolução parece mais preocupado em pavimentar o caminho para as próximas sequências do que em contar uma boa história por si só. É um filme que tenta emular o impacto do original, mas falha em praticamente todos os aspectos emocionais e narrativos. A trama é inconsistente, os personagens pouco desenvolvidos, e a tentativa de modernizar a fórmula fica mais na intenção do que na execução. Para uma produção que carrega nomes como Danny Boyle e Alex Garland, o resultado é decepcionante. E se nem eles conseguiram fazer a reinicialização funcionar, fica difícil acreditar que os próximos capítulos consigam.
Rodrigo Gomes
Rodrigo Gomes

6.132 seguidores 947 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 27 de junho de 2025
Angustiante. As cenas são rápidas e desesperadas, no começo chega a irritar esse jogo com idas e vindas assimilada a trilha sonora de fundo. O roteiro é interessante e nos lembra a essência do primeiro.
Leonardo .
Leonardo .

5 seguidores 30 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 30 de julho de 2025
Muito inferior aos dois primeiros, parece mais drama que terror, quase não aparecem os infectados.
Não tem a mesma adrenalina dos primeiros.
Jackson A L
Jackson A L

13.601 seguidores 1.227 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 12 de agosto de 2025
Há uma premissa interessante, mas conforme vai passando o tempo, pior fica. Ponto para as belas imagens e pela atuação do menino. Jodie Comer está irreconhecível. Esperava mais.. principalmente um final emocionante. O filme foi inteiro rodado com iPhones 15 Pro Max.

spoiler: - Esperando o plot.. e nada... - O final, juro que achei que era o Mestre dos Magos e os demais personagens (foi bizarro)
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