É difícil barrar filmes de esporte como veículos para excelentes histórias de superação de obstáculos aparentemente intransponíveis. Dentro desse nicho, diria que os filmes de luta são ainda mais propícios para essa lição, já que os lutadores não dependem de uma equipe, apenas de sua própria força de vontade, técnica e, dependendo do filme, de seu treinador e/ou sua família mais próxima. Guerreiro é um exemplo desse tipo de obra que, infelizmente, teve uma divulgação tímida demais quando de seu lançamento tanto nos EUA quanto no Brasil (somente em vídeo ainda por cima!), sendo normalmente esquecido em meio a tantos outros exemplos mais vistosos como o recente – e também excelente – Creed: Nascido para Lutar
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