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Cada revista ou jornal tem seu próprio sistema de avaliação, que será adaptado ao sistema AdoroCinema, de 0.5 a 5 estrelas.
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Omelete
"O Homem que Matou Dom Quixote" fala sobre erros e como é fácil viver assombrado por eles. [...] Gilliam passou por muitas personas, mas ao transmitir toda essa angústia e luta em pouco mais de duas horas, ele definitivamente conseguiu uma vitória diante dos moinhos de vento.
Cinema com Rapadura
Misturando ficção com fantasia e inserindo temas cotidianos, como a imigração e o poder econômico de poderosos (assunto não tão novo assim), “O Homem que Matou Dom Quixote” se destaca pelo seu roteiro conciso, no qual tudo é amarrado de forma muito natural.
Critikat.com
Gilliam se contenta em ser simples, engraçado, e fiel ao que sempre fez. Deste ponto de vista, ele pode ser comparado com um Dom Quixote contemporâneo, sem jamais temer o ridículo, continuando a oferecer uma imaginação sem limites.
The Playlist
Ele é certamente longo demais e bagunçado demais, muito indulgente em algumas partes e pobre em outras. [...] Mas a surpresa é presenciar momentos, como o inspirado primeiro ato, quando o filme realmente funciona, quando ele parece ter uma energia maníaca, uma alegria de existir.
Papo de Cinema
É um longa que não se finaliza, mas que adquire forma única, tornando-se independente daquele que se supunha estar no comando da situação. Assim como aconteceu com Cervantes, que se tornou menor que a obra que gerou, esse trabalho também se tornou independente, dono do seu nariz.
Cineweb
A maneira como se coloca o cineasta entrando na pele de Sancho Pança e vivendo peripécias descabeladas com seu Quixote, numa trama que inclui um mafioso russo, uma bela garota e um tipo de humor que às vezes parece um tanto pastelão, não atinge o tom de comédia pretendido.
Collider
"O Homem que Matou Dom Quixote" parece uma fábula convencional de estúdio [...] Conforme o filme se aproxima de sua inevitável conclusão, no entanto, simplesmente não existem traços suficientes do lendário Gilliam para fazer o espectador se importar de fato.
Folha de São Paulo
Jonathan Price, formidável, se encarrega de transformar o zé ninguém em paradigma dos que preferem viver no mundo da lua. A partir desse material, Gilliam embaralha situações realistas, memórias e sonhos para afirmar a contiguidade entre criação artística e imaginação.
O Globo
O longa parece desgastado pelo tempo, pelas tentativas frustradas e pelo dinheiro desperdiçado desde 1989, quando Gilliam deu início à aventura de tentar adaptar o clássico literário de Miguel de Cervantes.
CineClick
Uma película cômica que mescla metalinguagem cinematográfica com fantasia e drama contribui, e muito, para o revirar de olhos depois da primeira hora de filme.
Télérama
Desigual, "O Homem que Matou Dom Quixote" parece sofrer dos mesmos tormentos de Toby, ao mesmo tempo sem criatividade e vítima das mais loucas alucinações.