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Cada revista ou jornal tem seu próprio sistema de avaliação, que será adaptado ao sistema AdoroCinema, de 0.5 a 5 estrelas.
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Folha de São Paulo
Os dois passam a conversar o tempo todo dentro da cabeça de Brock, em diálogos de morrer de rir. Entre cenas de ação espetaculares, a dupla descobre que precisa impedir que uma grande ameaça destrua toda a vida na Terra.
Cineweb
O diretor Fleischer compensa essa exposição sinistra, além das altas doses de violência, com algumas sequências de ação eletrizantes – como uma perseguição entre a moto de Eddie, carros e drones pelas ladeiras de San Francisco.
Ccine10
O roteiro do filme é talvez o grande problema do projeto, por ser um longa de origem, a narrativa se perde em tentar dar tudo mastigado ao espectador e assim demora em criar a relação fundamental de Eddie e o Venom.
Cinepop
É justamente nas entrelinhas que "Venom" ganha força. Na relação quase amorosa entre o errático protagonista e seu parasita. Por falar no simbionte, a tal gosma preta e suas ideias ganham um aprofundamento não imaginado.
Collider
A premissa de "Venom" é um fracasso colossal. Rostos familiares tentam se passar por cientistas verossímeis, mas nunca convencem. Não apenas "Venom" é cheio desses personagens, mas também traz um advogado, um jornalista e um vilão difíceis de acreditar.
Estado de São Paulo
O curioso é que Eddie/Tom Hardy passa o filme conversando/discutindo com Venom, cuja voz só ele ouve. Essa ‘interação’ do ‘repórter e do monstro’ é inédita no universo das HQs no cinema. Tratada com humor, diverte razoavelmente.
Jornal do Brasil
Apesar da má escalação do vilão, Fleischer conta com a atuação em estado de graça de Tom Hardy. Ele humaniza Brock em múltiplas latitudes.
Preview
A produção é uma grata surpresa. Claro que tem problemas – como furos de roteiro e ritmo irregular –, mas a interpretação do ator Tom Hardy é tão boa que acaba deixando as falhas em segundo plano.
Screen Rant
"Venom" tem a clara intensão de ser uma comédia de amizade dentro do universo de super-heróis e, durante a maior parte do tempo, a relação entre Eddie e Venom se torna o aspecto mais bem resolvido do filme.
The Hollywood Reporter
O único momento surpreendente de “Venom” vem aos 71 minutos, quando Tom Hardy te sacode [...] O filme se sente como um retrocesso em segundo plano. Em parte, isso se deve ao fato de que, esta história parece pouco original - o filme parece aspirante e não o verdadeiro negócio.
Variety
“Venom” poderia ter sido uma criação divertida, mas o filme passa muito tempo observando ele se originar. [...] Tom Hardy traz qualidades que o fazem parecer como o irmão obscuro de Kevin Costner e isso funciona para o filme, já que Eddie não parece reduzido a se tornar um monstro.
Papo de Cinema
Da transformação física à psicológica, chega a ser crível o modo como Hardy retrata um humano comum que, de repente, começa a ouvir uma outra voz [...] Há saídas extremamente fáceis para as situações e algumas estão longe de possuir qualquer credibilidade.
Cineplayers
Vale mesmo sacrificar qualidade em nome de públicos presos em círculos viciosos de cliffhangers e cenas pós-créditos? Até quando esse modelo é sustentável? "Venom" é mais um índice do problema e não tem a resposta para isso.
Observatório do Cinema
Outro problema do filme é a falta de criatividade na ação, que não causa qualquer maravilhamento – isso é ainda mais decepcionante se considerarmos todas as situações promissoras que o poder do simbionte possibilitaria.
Screen International
“Venom” toca seu próprio ritmo, auxiliado por Tom Hardy em uma performance que dá tudo de si. No entanto, uma vez que o espectador se acostuma com o design peculiar desta história, não há muito além de uma demonstração de impudência - o que apenas coloca as falhas do filme em maior relevo.
ScreenCrush
Eu vou ficar chocado se "Venom" for um sucesso. O personagem é restrito a um nicho, o filme sobre ele é estranho demais - e francamente ruim demais - para que isso aconteça. Mas se acontecesse, "Venom" seria com certeza o filme mais comentado desde "Borat".
The Playlist
Dirigido de maneira incrivelmente incoerente por Ruben Fleischer, sem o mínimo senso de ritmo, fluxo ou coesão de tom. O diretor não faz um filme decente desde "Zumbilândia", e "Venom" não interrompe a série de fracassos.
CineClick
"Venom" não faz sentido e evita todos os elementos exagerados e potencialmente violentos que poderiam fazer desse filme algo tão divertido quanto "Deadpool" ou "Guardiões Da Galáxia". O resultado é uma bagunça que não sabe se quer ser uma comédia, um romance, um drama sério...
Almanaque Virtual
O arco evolutivo do personagem é escrito com motivações superficiais de ambos os lados, tanto do humano quanto do simbionte alienígena Venom, pouco críveis e bastante distantes das intenções originais de ambos os personagens.
O Globo
Um filme completamente sem pé nem cabeça, sem roteiro nem direção, uma obra sobre a qual não existem adjetivos suficientes para classificar sua falta de sentido.
Omelete
Os personagens de Venom podem ser irritantes, óbvios, apáticos; tudo isso se relevaria com alguma boa vontade, mas é mais difícil se relacionar com eles quando são inconsistentes.
The Guardian
Neste filme de super-heróis desajeitado, monolítico e fantasticamente entediante o confronto final é anticlimático e sem sentido [...] Como o repórter que se funde com um "simbionte" alienígena, Hardy tropeça em um filme que não está nem perto da excelência ágil do Universo Marvel.