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Cinepop
"A Morte do Demônio" chega para quebrar esse tabu: violento, sangrento, nojento, pesado. Uma verdadeira homenagem ao filme original e aos clássicos do terror.
A Tarde
Fede Alvarez filma de maneira primorosa. Às vezes, coloca dois personagens num mesmo quadro, sem mostrar seus rostos. Usa penumbras, sombras e desfoques, como quem reproduz um pesadelo.
Blogs Pop
Apesar desta violência tão desnecessária que chega a ser maravilhosa, o filme ainda conta com uma boa dose de humor, talvez involuntário, mas que funciona perfeitamente bem.
Cinema com Rapadura
O maior acerto deste novo “A Morte do Demônio” é reconhecer que o filme tem de se sustentar sozinho, sem contar com a nostalgia do público como muletas para funcionar.
O Globo
Fede Alvarez segue a mesma diretriz de Raimi: uma estética ousada para provocar desconforto e medo no público, sem um pingo de reflexão. As ferramentas também são as mesmas: litros e litros de sangue temperados com brutalidade e violência gráfica.
Omelete
Esqueça o humor histérico/grotesco do filme de Raimi. Alvarez está nessa pelo choque. Através de efeitos práticos - que na tela ficam extremamente realistas -, o diretor uruguaio busca algumas das cenas mais graficamente intensas do terror recente.
Revista Interlúdio
O diretor uruguaio Fede Alvarez, que também estreia em longa-metragem, capricha nos efeitos e nas explosões de vermelho e realiza um dos filmes mais perturbadores e violentos dos últimos tempos.
The Hollywood Reporter
"Repleto de sangue" é um eufemismo para a refilmagem de "A Morte do Demônio", um filme gore que disseca as carnes do querido filme cult de Sam Raimi e expõe os demônios no interior.
Veja
Jane Levy é muito boa, o resto do elenco se segura bem, mas o principal é a direção. Fede Alvarez tem a capacidade de criar um clima de tensão constante, mas não frenético.
Preview
Um festival de momentos de puro gore, coroado por braços decepados pela própria pessoa e uma excelente reencenação do clássico estupro da árvore.
CineClick
Fãs da série vão reconhecer de imediato objetos e cenas icônicas; ao mesmo tempo, vão se divertir com as novas formas de acabar com uma possessão e rir do prazeroso exagero de algumas cenas.
Cineweb
Adore ou não, o cru das cenas de extirpação de membros e sangue jorrando das mais diferentes partes do corpo são, no fim, a graça da produção.
Diário de Pernambuco
Movimentos de câmera e luz (cheios de referências à obra original) também seguem princípios cinematográficos elementares, sem exageros digitais. Isso deixa o filme mais interessante do que a maioria das produções atuais do gênero.
Screen International
Um filme seguro, eficaz, às vezes até criativo, feito com cuidado e reflexão, e trazendo sustos suficientes para o público contemporâneo de multiplexes de sábado à noite, mesmo se ele não cumpre a promessa do cartaz de ser "o filme mais apavorante que você verá nessa vida".
Variety
"A Morte do Demônio" apresenta uma produção muito melhor do que no filme original de 1981, e deve agradar os fãs do gênero que nunca viram a primeira versão, ou suas outras refilmagens.
Zero Hora
Sequências célebres, como aquela em que a menina é possuída ao se emaranhar em galhos de uma árvore, são potencializadas aqui por um trabalho notável de som e imagem, capaz de tirar o fôlego mesmo dos fãs mais acostumados aos excessos que caracterizam os longas do gênero.
Cineplayers
Um filme de terror genérico, que em nada lembra a criatividade vista no original, trocando as ideias e a energia por nada mais do que litros e litros de sangue. É a típica produção do gênero realizada atualmente: aquela que não desenvolve personagens ou história e acredita que a violência gráfica basta para torná-lo uma experiência memorável.
New York Times
O novo "A Morte do Demônio" não tem nem um pouco do charme ou do humor (intencional ou não) que marcaram o filme original. O diretor, Fede Alvarez, aborda este material de maneira bem direta, clara, com muitas gargantas cortadas.
Rubens Ewald
Sr Fede se limitou a multiplicar as cenas de Gore, com mais e mais violência explicita, partindo para o Grand Guignol (teatro de bonecos franceses) e o lúgubre mas sem sustos e ou surpresas.
Chicago Sun-Times
Para cada refilmagem inteligente, ou versão ousada, existem inúmeros filmes que se limitam a um festival de mortes, com nada a dizer. Este é o caso de "A Morte do Demônio", edição 2013.