Robocop
Média
4,1
2678 notas

264 Críticas do usuário

5
63 críticas
4
93 críticas
3
66 críticas
2
28 críticas
1
10 críticas
0
4 críticas
Organizar por
Críticas mais úteis Críticas mais recentes Por usuários que mais publicaram críticas Por usuários com mais seguidores
anônimo
Um visitante
3,0
Enviada em 5 de setembro de 2014
Vamos esquecer,tudo aquilo que vimos no filme original de 1987.É claro que em alguns remakes,você se empolga bastante em tentar ver algo que possa ser bem reconstruído.Mas com Robocop,parece que a ideia não evoluiu.O filme é mesmo totalmente voltado a uma política e corrupções que acho que assombram toda a parte do mundo.O roteiro foca bastante nesse termo.Onde praticamente de dez em dez minutos,você irá se deparar com esse assunto.Esse mesmo assunto que dá um certo tipo de desanimo a história,onde,desfavorece toda aquela sequência de ação em que o personagem principal está metido.AÇÃO,essa palavra e essa atitude bem que poderia ter rondado mas a história de Robocop.Que na verdade,são poucas cenas em que a ação é prolongada,ficando quase que lento em relação ao filme original.A história se divide em muitos aspectos,de relação familiar,a relação profissional.Onde o foco é sim Alex Murphy (Joel Kinnaman),que está envolvido em todos os assuntos do filme.Ainda temos um bom elenco,cada um bem escolhido a função,de Abbie Cornish,ao sumido,Michael Keaton,passando por Gary Oldman,Jackie Early Haley e Samuel L.Jackson.Mas a grande atração,fica mesmo com Joel Kinnaman,que consegue seu primeiro grande trabalho de expressão,e mostra ser um bom nome para a ação daqui pra frente.
Victor Hugo P.
Victor Hugo P.

8 seguidores 12 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 23 de fevereiro de 2014
O roteiro no começo era até bom mas não souberam como terminar o filme.
Ele poderia enfretar alguém mais forte
André N.
André N.

1 crítica Seguir usuário

3,0
Enviada em 14 de fevereiro de 2014
Assisti ao Robocop, lançamento hoje, e achei comigo mesmo que colocaram o Chuck Norris dentro da armadura do Homem de Ferro. Me parece que o diretor brasileiro estava deslumbrado com os efeitos de um orçamento holliwoodiano. Dá para perceber, contudo, uma forma diferente.

Recomendo assistir, com um pouco de bom humor à la Chuck Norris ajudará a digerir. Engraçado é que uma das armas chama-se Beowulf, uma clara demonstração da pretensão do filme. Não chega a ser um Machete tampouco Kill Bill (do auge do bom humor do ridículo ao bom humor não ridículo), tá aí no meio. Nosso diretor é bem melhor do que o roteiro que lhe apresentaram, mas uma chance em Holliwood como essa, não se joga no lixo. Talvez nos próximos filmes lhe dêem mais liberdades na escolha de roteiros. Quem sabe não estaremos falando de um novo diretor com produções mais autênticas do que meros enlatados americanos (desculpe o trocadilho)?

Estamos num ambiente em que o homem de aço já se esgotou, agora para inová-lo ele deverá ter uma missão como impedir um desastre cósmico, levar a terra para orbitar outro sol ou coisa do tipo, porque eu não posso imaginar mais que batalha e pancadaria pode interessar ao p+ublico.

O homem de ferro foi no mesmo caminho, o único que ainda parece ter margem de manobra é o RoboCop mesmo até que ele se transforme no Goku ainda tem muito chão para trilhar.
Leandro d.
Leandro d.

12 seguidores 14 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 9 de março de 2014
Bacana muito tiro ... um robô chinês tipo exportação para o mercado bélico americano com gps e wi fi de fabrica kkk
Adriano Silva
Adriano Silva

1.614 seguidores 480 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 28 de março de 2017
Quando falamos de Robocop o que vem em nossas cabeças? Claro que não é a musica dos Mamonas Assassinas e sim um grande clássico dos anos 80 em que mostrava todo poder de um homem em uma armadura robótica, o verdadeiro policial do futuro. Robocop marca a estréia de Jose Padilha, um grande diretor Brasileiro dirigindo pela primeira vez um filme Americano. Na minha opinião deram uma bomba na mão de Padilha e esperaram explodir. Robocop é um filme bom, mas poderia e tinha tudo para ficar excelente, tem um diretor que estreava em um filme Americano e vinha com muita vontade de acertar, tem um grande elenco, o que faltaria? Robocop peca muito no enredo, o filme é voltado totalmente para as brigas corruptas entre os políticos, o filme perde totalmente o foco do seu protagonista. Abbie Cornish consegue levar sua personagem Clara muito bem como a esposa apaixonada que procura respostas sobre todo ocorrido com Alex. Gary Oldman da um destaque a mais, Michael Keaton esta muito bem, assim como Michael K. Williams e Samuel L. Jackson que é sempre muito bom ve-lo atuando. Joel Kinnaman como Alex Murphy/RoboCop pra mim foi uns dos acertos do filme, ele conseguiu transmitir um Robocop enfurecido em vingança e muito bem trabalhado nas pouquíssimas cenas em que ele estava em ação (é um ponto que eu gostaria de destacar). Eu conheci Robocop sendo um policial do futuro voltado para os crimes, para investigação e prisão dos criminosos da cidade. Nessa versão temos um Robocop apático que a única coisa que tem em mente é fazer vingança, não temos aquelas cenas clássicas de um filme do Robocop. O filme força tanto em cima da parte política que chega a ficar chato. No começo temos as partes que são a favor das máquinas e as partes que são contra as máquinas, ai surge o atentado ao Alex e ele assume o Robocop e o filme cai no tédio mais uma vez em cima das discussões politicas em cima do próprio Robocop, o que ele deve e o que ele não deve fazer, o controle que querem ter sobre ele, as decisões que querem que ele tome. Enfim foi como destaquei no inicio, o filme tinha tudo pra dar certo mais não deu, criaram uma espectativa em cima que no fim não passou de apenas uma tentativa de trazer de volta um grande clássico que foi ROBOCOP.
Juarez Vilaca
Juarez Vilaca

2.918 seguidores 393 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 24 de fevereiro de 2014
Um bom filme, bastante diferente do primeiro. Sem a surpresa do home-robô optaram por atualizar os problemas. Os bandidos ficaram mais dissimulados. Dependendo da perspectiva um mocinho poderia virar bandido e vice-versa. Os diálogos ficaram mais rápidos e as ações sem muitas explicações. De mensagem política apenas uma propaganda satírica da hegemonia americana no mundo. Vale a pena.
Kamila A.
Kamila A.

7.940 seguidores 816 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 28 de março de 2014
Filme que marca a estreia de um dos melhores diretores brasileiros, José Padilha, no cinema hollywoodiano, “Robocop” é um remake de um dos maiores clássicos dos anos 80: “Robocop – O Policial do Futuro”, dirigido por Paul Verhoeven. A trama do longa dirigido por José Padilha parte de uma questão um tanto interessante. Estamos no ano de 2028. A empresa OmniCorp – capitaneada por Raymond Sellars (Michael Keaton) – é líder no segmento de tecnologia robótica. Os Estados Unidos já têm utilizado os drones produzidos pela empresa para fins militares, poupando muitas vidas humanas. Há a intenção de se aproveitar os drones dentro do próprio território norte-americano, criando uma força policial que, da mesma maneira, pouparia inúmeras vidas humanas. Porém, a OmniCorp tem como grande obstáculo para a consecução de seu objetivo a lei proposta pelo Senador Hubert Dreyfuss (Zach Grenier).

O pensamento de Dreyfuss tem muito fundamento. Os drones produzidos pela OmniCorp são máquinas dotadas de programas que permitem que elas sejam, basicamente, executoras de uma função, sem questionar a ordem que lhes é dada. Ao contrário do ser humano, que, para tomar uma decisão de, para entrar no contexto de ‘Robocop”, por exemplo, dar um tiro em alguém, passa por vários processos emocionais até chegar ao seu ato final. Portanto, para resumir algo que é muito complexo, a pergunta inicial por trás do roteiro de “Robocop” é a seguinte: poderão os robôs – que, é importante frisar, são passíveis de erros como os seres humanos, uma vez que programas podem ter códigos equivocados – adquirirem qualidades típicas dos homens?

É esse o grande desafio por trás da OmniCorp: desenvolver um policial que seja metade homem, metade robô e que cause empatia suficiente no grande público, de forma a reverter a opinião pública a seu favor, derrubar a Lei Dreyfuss e poder comercializar esses novos policiais, resistentes e imbatíveis e prontos para combater a criminalidade. É aí que entra a figura de Alex Murphy (o ator sueco Joel Kinnaman, no primeiro grande papel de sua carreira – apesar de ele ser conhecido pela série “The Killing”). Após ser gravemente ferido num atentado, ele é usado como “bode expiatório” para o primeiro modelo daquele que seria o Robocop, o projeto dos sonhos da OmniCorp.

É importante mencionar que Alex Murphy é o candidato perfeito para esse papel: pai e marido amoroso, e policial íntegro e comprometido com a sua função. Quando Alex Murphy passa a ser um homem dentro de uma máquina, o roteiro escrito por Joshua Zetumer é perfeito ao retratar a divisão que existe entre um lado e outro, a diferença da motivação entre um homem e uma máquina, a forma como Murphy passa a ser visto pelas outras pessoas (especialmente as que ele conhece bem) e a forma como o seu comportamento difere quando ele deixa um lado predominar perante o outro. Porém, a constatação mais importante que fica ao observarmos Alex Murphy na nova chance que ele recebeu é a de que o lado humano pode ser preponderante e influenciar o lado máquina, e vice-versa.

Apesar de ser um filme de ação/ficção cientifica propriamente dito, que trata de temas como corrupção policial, desejo de vingança e senso de heroísmo e de dever cumprido; ao mesmo tempo, “Robocop” é um longa diferente, por ter um roteiro que proporciona o espaço para que surjam reflexões como a que estamos fazendo em nossa resenha crítica. Discussões como o uso ético e apropriado das novas tecnologias nunca se tornam cansativas, por serem algo extremamente atual e por nos mostrarem realidades que poderão estar muito próximas a nós num futuro não muito distante.

Em termos cinematográficos, “Robocop” é um competente filme, que tem conflitos que causam empatia na plateia – apesar também do longa original ser muito querido pelos cinéfilos. Mesmo não acrescentando ou justificando a necessidade de uma refilmagem da história, é muito bom que filmes assim possam ser redescobertos por um público mais jovem – que não conhece, por exemplo, a obra de Paul Verhoeven. Porém, nos causa tristeza ver que o estilo ágil e de crítica social presente na obra de José Padilha (como comprovam “Tropa de Elite”, “Tropa de Elite 2” e o documentário “Ônibus 174”) foram totalmente engolidos por Hollywood. Que ele possa ser mais assertivo e ter mais liberdade na próxima oportunidade.
André da S. Ribeiro
André da S. Ribeiro

53 seguidores 43 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 6 de março de 2014
José Padilha trabalhou mt bem na refilmagem com uma boa narrativa, infelizmente não teve muitas cenas de ação, mas isso não fez muita importância. O modo como é criado o RoboCop é o que mais chama a atenção no filme, tbm dou destaque quando RoboCop começa spoiler: a investigar sua própria tentativa de assassinato
, outro ponto positivo do filme! A tecnologia foi mt bem aproveitada durante o filme todo como esperado, enfim RoboCop é um bom filme de Ação e Ficção com um trabalho competente de Padilha em seu 1 filme fora do Brasil.
Lucas S. Lima
Lucas S. Lima

1 seguidor 6 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 25 de fevereiro de 2014
Crítica: RoboCop (2014

O diretor José Padilha já mostrou ser um grande realizador tanto como documentarista (Ônibus 174, 2002) quanto como diretor de ficção (Tropa de Elite 1 e 2, 2007/2010). E sempre tratando de temas polêmicos de uma forma muito abrangente e inteligente. Esse primeiro trabalho do diretor lá fora tem seus méritos, mas nos deixa com a sensação de que poderia mais.

A trama se passa em 2028, e mostra uma nova forma de segurança pública com Robôs e drones operando no lugar de homens. Mas isso só acontece no exterior, já que os robôs não têm a simpatia e confiança do povo americano. Querendo reverter esse quadro, o CEO da OmniCorp Raymond Sellars (Michael Keaton) pretende lançar um híbrido homem/máquina.

O roteiro planta sementes para algumas discussões, como: uma máquina não sente o que um homem sente, então como confiar em suas ações? ; em contrapartida, com as máquinas em ação, muitas vidas humanas seriam poupadas; Quem teria o controle dessas máquinas, e quais vontades elas serviriam? ; tais questões poderiam servir como a ponta do iceberg rumo a um grande debate filosófico, mas o filme em nenhum momento parece querer se aprofundar nos temas.

Outra discussão que o longa aponta, é a participação da mídia perante o grande público, através do personagem de Samuel L. Jackson ( muito bem), que interpreta um jornalista manipulador .

As atuações estão muito coesas e satisfatórias, com destaque para Michael Keaton, que faz o presidente da OminiCorp como uma cara que deixa a parte humana de lado para se preocupar apenas com números e porcentagens. Gary Oldman, que dá vida a um cientista que vê no seu trabalho uma oportunidade de dar uma nova vida às pessoas, – e a cena do homem que tenta tocar violão com as próteses no lugar das mãos é bastante ilustrativa - mas se vê em uma discussão política, funcionando como uma marionete da empresa.

O ator Joel Kinnaman tem em algumas cenas o rosto coberto pelo capacete, mas nas cenas que exigem mais emoção ele deixa a desejar.

As cenas de ação são boas, mas poderiam ser melhores. Aliás, é bom o espectador tomar cuidado para não ser atingido, já que as cenas trazem um tiroteio exacerbado e sem direção.

A câmera na mão – característica documental de Padilha - está presente em boa parte do filme.

A trilha sonora do brasileiro Pedro Bromfmam aparece muito bem. Pontual e com uma dose de homenagem/saudosismo ao filme original (RoboCop, 1987) .

Com tantos temas à disposição e com um diretor que não tem medo de pôr o dedo na ferida, o filme prometia mais. Mas vale lembrar que essa é a estréia de Padilha em um blockbuster e com um grande estúdio por trás – talvez isso explique muita coisa. E o fato do diretor ter levado sua equipe e ter tido certa liberdade, já é uma vitória. Vale à pena.
Rômulo L
Rômulo L

249 seguidores 261 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 28 de abril de 2017
Esta refilmagem do Robocop veio totalmente reformulada. A Família Murphy ganha mais espaço na tela e mostra mais detalhe da esposa do Murphy e a abordagem da narrativa continua a mastigar no mesmo assunto: Politica e Segurança Pública. O diretor interessou em filmar outra localidade além da cidade Detroit, pode reparar no começo do filme na primeira narrativa mostra um grupo de robôs liderado por um líder humano no país Irã.
Quer ver mais críticas?
  • As últimas críticas do AdoroCinema
  • Melhores filmes
  • Melhores filmes de acordo a imprensa