Robocop
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4,1
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Kai E
Kai E

1.057 seguidores 262 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 25 de janeiro de 2015
O filme é fraco, porque ele gira em torno de uma coisa que é ``ele, só quer voltar para dua família´´ e só. A ação que boa, mais mesmo assim ainda é fraca, recomendo mais não é o melhor filme de ação que você pode assistir, acho que o filme seria melhor se eles tivessem aproveitado mais o Samuel l. Jackson e o mais importante; eles podiam ter aproveitado o poder robótico do RobCop. (Fraco)E final mais mais fraco ainda!.
Roberto O.
Roberto O.

26 seguidores 59 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 22 de fevereiro de 2014
Temas filosóficos, existenciais e, claro, políticos estão no Robocop de José Padilha

Uma cidade com altíssimos índices de violência. Uma força policial insuficiente e descrente, salientada por um sistema penitenciário falido e decadente e um governo omisso e indolente. Um enorme conglomerado empresarial que monopoliza a segurança pública, ao administrar a polícia local, tendo, em contradição, membros do seu alto escalão diretamente envolvidos com o tráfico de drogas e de armas. Não, este não é o roteiro de um novo Tropa de Elite, e sim um emaranhado de elementos que contribuíram para compor, há quase 30 anos, uma contundente obra de ficção científica. Ao realizar, em 1987, RoboCop, seu primeiro filme americano, o cineasta holandês Paul Vehroeven teceu – com altas doses de ironia – uma realidade incrivelmente próxima da rotina caótica e incendiária vivida pelos milhares de policiais, não apenas nos EUA mas ao redor do mundo, que têm a árdua tarefa de patrulhar e tentar manter a “ordem” nas anárquicas ruas dessas conturbadas metrópoles que há muito fugiram do controle, o que inclui, infelizmente, alguns centros urbanos brasileiros que, não raro, já vimos se transformarem em verdadeiros campos de guerra. Este cenário da vida real, por sua vez, se mostrou um terreno extremamente fértil para que outro diretor, desta vez um jovem brasileiro, mostrasse, com uma crueza documental e assustadora, a triste e violenta realidade de seu país, com Ônibus 174 (2002) e principalmente com os dois longas da série Tropa de Elite (2007 e 2010), que lhe conferiram fama internacional e lhe renderam um convite para dirigir a nova versão de um dos filmes mais emblemáticos dos anos 1980.
No RoboCop de José Padilha, portanto, vemos, em um futuro próximo, unidades ED-209, do conglomerado empresarial Omnicorp, espalhadas por todos os países, garantindo a “segurança da população mundial” e contendo toda e qualquer resistência à “pacificação” estabelecida. Ironicamente, os EUA é a única nação onde não há robôs andando por aí. É que os cidadãos norte-americanos não confiam em máquinas para salvaguardá-los do crime. Contudo, o executivo da Omnicorp Raymond Sellars (Michael Keaton), tem a ideia de apresentar ao povo uma máquina que tenha sentimentos e, dessa forma, possa ganhar a sua simpatia. A busca por um “voluntário” para a junção homem-software coincide com o acidente sofrido por Alex Murphy, policial de Detroit, que ganha, com o projeto, a oportunidade de uma nova vida. “Mas que tipo de vida ele vai ter?”, indaga Sellars. Três meses se passam, e presenciamos uma cena terrivelmente perturbadora. Alex Murphy, no laboratório, seu “novo lar”, diante do espelho, observando com pavor o que restou de seu corpo após o acidente, e se defrontando com a triste realidade de sua situação, na qual se tornou totalmente dependente da estrutura metálica que o reveste, e lhe confere um “novo corpo”. Percebemos facilmente a forma dolorosa, ainda que contida, com que o seu “criador”, o Dr. Norton (Gary Oldman, em uma cuidadosa interpretação) se compadece de sua “criatura”. Em nenhum momento vemos empolgação no cientista, ao contrário, apenas um misto de ressentimento e complacência, uma mórbida analogia ao Dr. Victor Frankenstein da literatura. Quanto ao protagonista, o que vemos é um personagem nitidamente desconfortável com sua nova condição (numa sensível construção de personagem por parte de Joel Kinnaman), o que se intensifica quando há tentativas de reaproximação por parte de sua esposa (Abbie Cornish) e filho, tema que havia sido apenas sugerido no longa original. Esses reencontros, quando acontecem, proporcionam momentos melancólicos, que traçam a infeliz jornada de um trágico herói.
Essa abordagem altera completamente a nossa forma de ver o personagem, que se distancia do “policial do futuro” que outrora proporcionava contagiantes sequencias de ação. Padilha nos traz um herói amargurado, à beira do colapso mental, por conta da sobrecarga de emoções (e informações implantadas) em sua mente, e quando o vemos em ação testemunhamos um homem-máquina em um angustiante conflito interior, evidenciado pela expressão de seu rosto, mesmo quando coberto pelo capacete. Vê-lo em ação pode ser anticlimático para quem espera algum eco do herói metálico que (ainda que também tivesse seus questionamentos) empolgava plateias com seu caminhado robótico e sua pistola em punho. O Robocop de Padilha, de visual hi-tech, é muito mais ágil e, consequentemente, mais eficaz em suas patrulhas, e a “câmera na mão” utilizada em vários momentos pelo cineasta conferem o tom de perigo às cenas de ação, mas então por que elas não empolgam tanto quanto antes? Referências ao original, sim, elas são perceptíveis, a começar pelos famosos acordes originais compostos por Basil Podelouris que ouvimos nos créditos iniciais e em outro momento-chave do longa. Os fãs ficarão admirados ao verem as unidades ED-209 subindo e descendo escadas, ou quando ouvirem frases antológicas, das quais a mais marcante seguramente seja: “Morto ou vivo, você vem comigo.” Mas talvez a violência explícita do original tenha alimentado uma expectativa exagerada em torno do que o criador do linha-dura Capitão Nascimento faria nesta releitura, e aí resida a maior decepção. Além de possuir um protagonista frágil psicologicamente, o filme carece de sequências viscerais. As qualidades do longa de Padilha residem em seus conceitos morais, éticos e, principalmente, políticos.
A obra original trazia irônicas intervenções em formato de telejornais e comerciais de TV, que mostravam uma sociedade com uma distorcida visão do “sonho americano”, incluindo até filmes institucionais promovendo a OCP, então principal acionista da força policial. Mostrava também, por meio desses mesmos noticiários, uma América completamente ineficaz com sua fracassada e vergonhosa política externa, desmoronando em suas tentativas de amenizar conflitos. E este é um dos itens nos quais Padilha acertou em cheio, ao incluir em seu longa flashes do programa televisivo jornalístico sensacionalista de Pat Novak (Samuel L. Jackson, que está em todas), que nada mais é do que uma propaganda escancarada do governo, despejando sua “verdade” ao povo norte-americano.
Após o sucesso de RoboCop (uma das maiores bilheterias de 1987), Paul Verhoeven quis se dedicar a outros projetos – nesta que foi a fase mais criativa (e lucrativa) de sua carreira – e realizou em seguida outras duas obras também icônicas: O Vingador do Futuro, em 1990 (que também ganhou um remake recentemente, mas sem muito êxito) e Instinto Selvagem, em 1992 (que fez de Sharon Stone o sex symbol definitivo do fim do século). Quanto ao “policial do futuro”, entregue em outras mãos, um ótimo segundo filme foi realizado em 1990. O mesmo não pode ser dito do desastroso terceiro longa, de 1993, que banalizou o personagem ao nível do ridículo. Deslizando ladeira abaixo, foi produzido ainda um equivocado e desnecessário seriado de TV. Com foco no público infantil, a franquia gerou ainda duas séries em desenho animado, além de revistas em quadrinhos, games... e 27 anos após ter sido apresentado ao mundo, este ícone da Cultura Pop é resgatado pela mídia que o lançou, o cinema, e sob a batuta de um brasileiro, ávido conhecedor de um dos principais temas recorrentes do universo do personagem, a violência das ruas. Ainda que a experiência de assisti-lo não seja totalmente satisfatória, e mesmo tendo economizado no item violência e optado por abordar temas filosóficos e existenciais acerca do protagonista, bem como os avanços da robótica como ciência, e suas implicações éticas, a decisão acertada de Padilha em investir no contexto político, resgatando com isso premissas básicas do original, pode agradar a muitos. A aceitação deste filme, portanto, dependerá muito do ponto de vista de quem o assiste. Não à toa ele tem dividido opiniões da crítica e do público.
A última fala do filme, dita com orgulho por Pat Novak, com a bandeira dos EUA à sua retaguarda, sintetiza com exatidão toda a ironia e o sarcasmo que José Padilha conseguiu imprimir à obra que acabara de entregar, superando inclusive, ao menos neste quesito, o original. O diretor tupiniquim dá uma bela alfinetada a quem a carapuça servir, deixando em Hollywood a sua marca, transbordante de acidez política. Um ácido tão “cáustico” aos olhos do telespectador quanto o líquido que é derramado sobre um capanga no filme de 1987, deixando-o completamente desfigurado. Essa “desfiguração moral” à qual Padilha nos atira com o novo RoboCop é claramente um alerta diante do fascismo de uma nação cujas decisões poderiam ser capazes de afetar as vidas de todos nós, mesmo sem terem essa autonomia, um governo que se auto intitula no direito de interferir nas relações internacionais, impondo sua “paz”. E viva a democracia do cinema!

Roberto Oliveira
Bruno L.
Bruno L.

9 seguidores 7 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 2 de março de 2014
Esse robôcop e muito frouxo, quase não se tem cenas de ação, deveria ser programando para fazer serviços de casa como lavar chão e panela!
Tiago S.
Tiago S.

9 seguidores 5 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 2 de março de 2014
Filme com muita expectativa mas mt fraco...vamos ver se terá sequência. ...José Padilha perdeu uma grande oportunidade de entrar melhor no mundo internacional do cinema
Luiz Marcelo (Padreco)
Luiz Marcelo (Padreco)

21 seguidores 131 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 6 de fevereiro de 2025
Filme apenas regular, longe do sucesso dos dois primeiros filmes, porém muito melhor que o terceiro filme da saga. Neste quarto filme, que tentou resgatar a franquia com uma nova dinâmica e elementos, infelizmente não empolga. É impossível não compararmos os atores que interpretam Robocop, e o ator anterior traz muitas saudades e sua interpretação é imbatível. A dinâmica do filme acaba terminando sem muita lógica e de forma fraca. O design dos elementos tecnológicos do filme é bom, mas mesmo com ótimo elenco, as interpretações são fracas e não conseguem absorver a alma da franquia.
Fabiano J.
Fabiano J.

5 seguidores 2 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 4 de março de 2014
História fraca e previsível. Não sei se por conta do roteiro ou os atores, a história não passa a emoção que deveria se ter. Tentaram transformar o Robocop em mais um filme de super-heróis como Homem Aranha e Superman. aliás sua semelhança é bastante com o Homem de Ferro. De novo, foi atuação de Samuel L Jackson, com uma crítica de leve ao sistema corrompido e parcial mas se ag puxar na memória vai lembrar de outros filmes de José Padilha que tem a mesma crítica.
Leandro Tavares Vasconcelos
Leandro Tavares Vasconcelos

16 seguidores 82 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 21 de junho de 2017
Afinal de contas,o que é ser um humano?Qual a diferença de uma máquina de um homem?São essas indagações que faz desse Robocop do Padilha ser mais didático do que o clássico de 1987!!Joel Kinnaman não fez feio,mas o grande destaque desse longa foi Michael Keaton,numa excelente atuação!!Faltou um pouco mais de ação para o longa ser mais completo,mesmo assim Padilha fez bem seu dever de casa!
Marcio S.
Marcio S.

108 seguidores 126 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 14 de novembro de 2014
Hollywood aposta atualmente em filmes que já possuam roteiros pré-fabricados (as HQs) ou continuações incessantes ou em refilmagens. Lamentavelmente isso demonstra um viés de que está faltando ideias aos roteiristas. Antes de assistir a refilmagem de Robocop me perguntei o porquê. Ainda mais pelo diretor José Padilha, que em minha opinião, é um dos diretores de destaque aqui no Brasil. Em entrevistas ele aprovou e gostou de realizar este filme, mas infelizmente o resultado não foi tão bom assim.
Alex Murphy (Joel Kinnaman) é um policial honesto que vive o dia-a-dia violento em uma América futurística em que os policiais correm risco de serem trocados por drones e robôs para o combate ao crime. Nesse futuro se encontra uma empresa chamada OmniCorp que é a responsável por criar esses seres mecânicos. Após uma mal sucedida missão de seus robôs, o CEO Raymond Sellars (Michael Keaton), pensa em criar com a ajuda do doutor Norton (Gary Oldman) um ser meio máquina meio ser humano que irá dominar o mercado de segurança nos EUA.
Neste filme temos a mesma essência do Robocop original, porém um pouco mais contextualizado. O novo Robocop acaba por ser mais um super-herói do que um ciborg. Diferente do antigo, este consegue pular muros altos e tem um movimento mais dinâmico, que em certas horas acaba por parecer mais um ser humano dentro de uma roupa do que um ciborg como foi o seu homônimo. Assim me faz pensar em mais uma criação para ganhar dinheiro com produtos do que uma criação que justifique realmente existir.
Os efeitos especiais conseguem ser interessantes ao desmontar e mostrar o que sobrou de Murphy, mas deixa a desejar quando o CGI prevalece. Pode afastar o espectador quando se deparar com bonecos (como vídeo game) em vez de atores atuando. É como se estivéssemos assistindo um desenho ou jogando um vídeo game.
Não consigo entender o personagem de Samuel L Jackson como importante para a trama. Ele é a forma que acharam para realizar críticas aos próprios americanos. Seu discurso patriótico serve como um anti-discurso. A escolha de um personagem para fazer isso não tem validade. Através de imagens seria uma melhor forma. O lado emocional mais acentuado nessa versão acaba com um efeito inverso, pois seu drama não consegue atingir tanto como o antigo que mesmo tendo uma escala menor do lado emocional consegue cativar mais somente com lembranças ou pela maldade exacerbada dos seus inimigos. Além disso Joel Kinnaman funciona mais na ação do que em seu lado emocional.
Através da atualização do roteiro temos mais incisivamente o lado do capitalismo voraz que as empresas empreendem a fim de buscar liderança no mercado e mais uma vez insiste em abordar o tema do terrorismo para justificar a implantação de máquinas no combate em vez de homens. Concordo que soa como uma crítica e não como uma propaganda, porém é um tema que já vem com uma utilização maciça e acabam, por esconder, as verdadeiras mazelas da sociedade americana. Além disso o roteiro do filme de 1987 mostra uma América internamente mais violenta do que é abordado nesse filme novo.
O roteiro até tenta levantar questões interessantes como quando o doutor Norton diz que quando Murphy está com a máscara é como se ele achasse que está controlando, mas na verdade é a máquina que manda. É o falso livre-arbítrio. Assim levanta-se questionamento sutil, mas inteligente a respeito de um mundo em que as pessoas vivem quase mecanicamente, ganhando o dia-a-dia sem perceber que na verdade somos máquinas sendo levadas adiante por um sistema extremamente arrojado e que em vários momentos da vida não nos tocamos o quanto há vida lá fora. Outro questionamento levantado, mas que seu homônimo de 1987 já tinha levantado é a relação homem x máquina e a questão do jogo de interesse que haveria dentro de um mundo em que a segurança seja realizada por uma empresa e não pelo Estado.
Um filme que já nasce fruto de uma indústria que, assim como a OmniCorp, quer visar somente o lucro de sua criação, mas que por pouco não torna sua criação desnecessária.
Rafael R.
Rafael R.

14 seguidores 35 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 1 de abril de 2014
É, foi e será uma pena ter tido um Brasileiro na direção e coordenação desse filme, pois, certamente, o nome desse Brasileiro foi e será rebaixado só por ter participado de um filme tão ruim e desagradável.

O FILME É PÉSSIMO.

Tudo aquilo que nós recobrávamos do Robocop 1, 2 e 3, nas décadas passadas, em nada, repito, EM NADA tem sentido com o Robocop atual.

O filme chega a ser CHATO.
O filme chega a ser CHATÍSSIMO.

Na verdade, eu uso a expressão “CHATO” para não parecer deselagante nessa joça, ou até mesmo POUCO GENTIL para com o filme.

Mas, na boa? HAJA SACO PRA ASSISTIR ESSE FILME VIU?????

O filme tenta, com uma espécie de NOTÍCIÁRIO, chamar a atenção de quem ESTÁ ASSSISTINDO, MAS SEM SUCESSO ALGUM.

Parecia que as pessoas queriam que o filme terminasse logo. TAVA RUIM A COISA VIU. Era gente indo ao banheiro O TEMPO TODO, pessoas conversando, ATÉ VIOLÃO TOCARAM NA SALA. Ou seja, num filme bom, TU TENS CORAGEM E CARA-DE-PAU DE IR AO BANHEIRO???? Ou ainda conversar? E tocar violão então? Dará tempo???? Na boa, tu conseguiria???

Parece que criaram esse novo Robocop única e exclusivamente para que ELE MESMO SE VINGUE, isso, o filme SÓ É ISSO, ou seja, VINGANÇA e mais nada.

A história só circula em meio de uma vingança, e de repente o filme retorna em uma vingança e recomeça novamente com uma vingança….Nossa, quanta vingança.

Falhas ocorrem o tempo todo no filme. Falhas do tipo:

1º Num trauma como aquele, COMO ELE SE RECORDA DA FAMÍLIA? Se lembram que o Robocop relembra da família aos poucos nos filmes? Pois é, agora é INSTANTÂNEO, é mágica galera !

2º Onde ficam os traços interligados de uma ação junto com as outras ações???? Jogaram no lixo????

3º Uma dependência constante de uma espécie de “RECARGA DE BATERIAS”, ou seja,o Robocop não agüenta NEM 6 HORAS EM BATALHA, pelo menos, dá a impressão disso, pois o cara só dorme no filme o tempo todo. Na verdade, se o filme demorasse mais uns 20 minutos, quem iria dormir na grande sala, ERA EU.

O Robocop 1, 2 e 3 das décadas passadas, certamente, foram os melhores até o presente momento.

PONTOS POSITIVOS NO FILME:

1º Nenhum

2º Nem recordo

3º Existiu?
anônimo
Um visitante
2,0
Enviada em 29 de janeiro de 2015
É um filme que tem a sua produção bem feita, mas história chata e repetitiva. Mas o pior mesmo desse filme é ele ser o tempo todo tiroteio e história que é bom tem pouca.

Leia a minha resenha completa no link abaixo:
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