Robocop
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4,1
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264 Críticas do usuário

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Luís Carlos B.
Luís Carlos B.

13 seguidores 2 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 25 de fevereiro de 2014
Excelente! Tão bom ou melhor quanto o original, vejo mais vantagens neste remake do que na versão de Paul Verhoeven. José Padilha mostra mais uma vez sua competência nos trazendo este Robocop com uma abordagem um pouco mais leve, no que diz respeito à violência de suas cenas, mas também mais séria com seus questionamentos.
Quem assistiu à versão de 1987 provavelmente vai sentir falta de dois aspectos cuja abordagem do diretor brasileiro foi bem diferente neste: A "morte" de Murphy no original é realmente forte (quem assistiu a versão do diretor sabe melhor), neste deram uma moderada até para que o filme pudesse atingir um maior público, mas no novo contexto desenvolvido pela versão de Padilha a tornou justificável.
O outro aspecto, esse mais importante para o desenvolvimento da história e onde o original leva boa vantagem, é a relação Murphy x Lewis (que neste é um homem). Aqui continuam parceiros, mas em boa parte do filme permanecem afastados, não vemos nem de longe aquele envolvimento e carisma que a dupla possuía no original. Isso, porém, abre espaço para uma relação melhor desenvolvida entre Murphy e sua família, que pouco vimos no longa de 87.
O grande trunfo desta nova versão que pesa a seu favor na comparação é o elenco de apoio. Samuel L. Jackson se mostra mais uma vez excelente em suas participações especiais (Alguém aí lembrou do André Mattos/Fortunato de Tropa 2?), Michael Keaton vai bem também como CEO da OCP, como há muito não se via e o grande Gary Oldman na pele do cientista responsável pela criação do Robocop. Este, mais um papel em que ouve troca de sexo, mas aqui a mudança foi bem trabalhada e melhor em relação ao original. Todos estes ajudam o até então desconhecido Joel Kinnaman a entregar um Alex Murphy/Robocop digno e com competência.
José Padilha acertou muito com sua abordagem de um mesmo universo, porém sobre uma ótica mais contemporânea, onde a mídia e a imprensa têm grande influência na opinião pública e também constrói uma boa linha do tempo com os acontecimentos que levam a OCP a se tornar a gigante que já conhecíamos do longa de Verhoeven. Recomendadíssimo!
Alan R.
Alan R.

5 seguidores 1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 24 de fevereiro de 2014
Não sou muito fã de ação, mas como passei minha infância brincando de robô cop, tinha que conferir essa versão atual. De início achei que não valeria a pena, mas a trama me prendeu. Sabe aquele gosto de quero mais!?
Carla S.
Carla S.

5 seguidores 1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 24 de fevereiro de 2014
José Padilha se superou! Conseguiu transmutar um clássico num novo, repaginado e surpreendente novo clássico. Diferente do original traz em sua essência e mesma fórmula porém com um toque Padilha de ser. O filme é envolvente, dinâmico e retrata uma preocupação atual: até que ponto a tecnologia supera o ser humano? ela pode ser importante em vários aspectos, mas o elemento humano é dispensável? É o Brasil escrevendo história em Hollywood e mostrando na arte cinematográfica capacidade, qualidade e eficiência. Orgulho de ser brasileiro!
Pedro O.
Pedro O.

14 seguidores 2 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 24 de fevereiro de 2014
Robocop sem Spoilers...

O que dizer desse filme???

Não existe uma palavra para definir este grande sucesso de José Padilha, não sei quanto ao gosto de vocês, mas mesmo eu que sou um grande fã dos clássicos achei este reboot melhor e mais crítico que o de Verhoeven.

Inicio minha crítica dizendo que ao contrário da maioria dos espectadores, eu mantinha grande fé e confiança no trabalho de Padilha.

Ao iniciar a sessão, somos abordados com um discurso do personagem de Samuel L. Jackson (fundamental na trama), então, recebemos em seguida um verdadeiro bombardeio de críticas ao monopólio e dominação americanos, o filme indica massivamente como as ocupações dos EUA nos países menores são covardes e sem sentido (pois a maioria das invasões ocorrem principalmente para teste de armas e um verdadeiro roubo dos recursos alheios).

Vemos também, como exploram mão de obra barata como a chinesa, temos grande impacto socioeconômico, onde grandes indústrias fazem verdadeiras fronteiras com os costumes e tradição da agricultura da China.

Fora isso, temos lições de como o ser humano é destruído por sentimentos degenerativos, como Ganância, Ódio, Inveja, Corrupção e como somos iludidos por poder e dinheiro.

Do seu jeito, Padilha nos presenteia com grandes críticas à manipulação da imprensa sobre a opinião pública, mostrando como indiretamente acabamos sempre fazendo o que eles querem.

Enfim, entre lições e críticas temos verdadeiro resultado de um trabalho duro e inicialmente desacreditado de um verdadeiro gênio d indústria cinematográfica. José Padilha é o nosso verdadeiro herói dos filmes policiais.
Zulmira Maria B.
Zulmira Maria B.

4 seguidores 8 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 24 de fevereiro de 2014
Ontem fui ver o filme, achei que eles colocaram em bastante evidência o lado emotivo do Alex( Robocop).
Ao longo da história senti muita pena do personagem, que estava dividido em fazer justiça no que aconteceu com ele e a familia!
Senti também que, infelizmente, com o avanço da tecnologia, as pessoas acabam transformando um ser humano com sentimentos, em um pedaço de metal. Como sempre o homem quando possue tecnologia avançada e ambição, querendo poder e dinheiro, esquece que dentro daquela máquina , existe um cérebro e um coração marcados por uma tragédia!
É certo que também sonhamos em ter um policial assim , quase que invencível nos dias de hoje, seria a solução para acabar com o crime organizado muito legal a armadura final dele, e as técnicas de efeitos visuais, claro a maioria computadorizada!
Parabéns ao José Padilha!
Luiz S.
Luiz S.

3 seguidores 3 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 24 de fevereiro de 2014
Sempre quando vou assistir a um filme que se baseia num anterior, sempre busco verificar se a essência da história está lá, pois tanto faz como será a roupagem nova que vai receber no novo roteiro, o que importa é se a história está nos trilhos. Sou fã descarado do diretor holandês Paul Verhoeven e de sua violência e modo de ver o mundo de forma muito pessoal e da trilha sonora inesquecível do greco-americano Basil Poledouris que neste filme só aparece em momentos ínfimos no filme, mas aparece. Agora voltando a essência da história, digo a você, sendo fã do filme original de 1987, você não irá se decepcionar com esta versão do diretor brasileiro José Padilha, pois não é mais um Tropa de Elite, apenas certas referências como a desumanização do homem quando exerce uma função, exemplo: o treinamento do Bope, a imprensa sensacionalista e as questões políticas e suas influências que foram inclusas para se misturar a idéia controversa de se colocar um homem numa máquina, o roteiro está muito bem escrito, o elenco muito bem escolhido, a edição do filme com os cortes nos momentos certos, tudo neste filme funciona e é explicado por menores, além de... pasmem... a essência da história está lá... você que é fã vai identificá-las e vai gostar do resultado, mesmo aqueles que não são fãs, irão gostar, pois este roteiro expandiu e criou novos questionamentos sobre as consequências reais do uso de máquinas no lugar de homens no combate ao crime e em guerras, se a desumanização é o ideal, se um homem é propriedade particular de uma empresa? Um homem pode ser realmente controlado? Mas ao mesmo tempo impele e demonstra que nós humanos somos o real problema, pois criador e criatura, são homens brigando por seus ideais e interesses. A presença da família do Alex Murphy nunca esteve tão presente quanto neste filme, sua importância foi essencial para o protagonista até o fim. Mas a cena que mais choca é quando é apresentado ao Alex Murphy, de como ele ficou após a transformação para máquina e que são restos que o representam como homem, suas palavras ali expõe o livre arbítrio de tal forma que não tem como não se impressionar e se colocar no lugar dele, e estas palavras batem no peito tão forte que a pergunta que retorna é: O que é "ser" humano? A única resposta que me veio foi que o homem realmente é regido pelo caos, fruto do meio de sua existência neste vasto universo, onde achamos estar no controle, mas no fim são apenas ilusões humanas, ilusões que criam a forma deturpada do mundo em que vivemos. Aos céticos de plantão que são fãs do original, deixem o "mimimi" de lado e vão curtir este excelente filme e você que não é fã, estará apreciando a melhor refilmagem que o Robocop estava merecendo a bastante tempo.
Vanysla K.
Vanysla K.

16 seguidores 4 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 23 de fevereiro de 2014
fui pro cinema imaginando que poderia me decepcionar afinal nem sempre o remake e legal mas, Robocop ficou ótimo quase tão bom quanto o clássico, José Padilha arrasou!!!
anderson lennon
anderson lennon

2 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 23 de fevereiro de 2014
O filme de padilha é excelente, mas é uma tarefa ingrata refilmar um personagem tão querido! E quem bilha mesmo é Gary Oldman, que mostra o excelente ator que é! O filme quase não tem sangue(o oposto do original), mas tem muito veneno, na forma de ideologia implícita, é ação/ficção científica cerebral, coisa rara de sair dos estúdios de Hollywood atualmente, mas com toda certeza não supera o original, que é um clássico ainda atual. E o primeiro filme tinha tanta violência, que justificava a existência de um Robocop violento e justiceiro, mas nesta versão, quase não há violência e existem poucas gangues, o que não justifica a existência do herói(algo como precisar haver um criminoso do calibre do Coringa, para justificar a existência do Batman). Mas uma coisa que estragou foi o equivocado uso da estrondosa trilha sonora original do falecido compositor Basil Poledouris(agora é uma versão remixada, que só toca quando os vilões estão em cena, ou seja, não é o tema do herói). A trilha sonora era o personagem coadjuvante no Robocop de 1987, a mesma coisa a trilha de John Williams nos filmes do Superman com Christopher Reeve...Ou Indiana Jones....
Victoria L.
Victoria L.

3 seguidores 1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 23 de fevereiro de 2014
muito bom mesmo amei o filme quero ver de novo esse filme eu do nota 100 estou procurando esse filme na internet de novo espero que aqui tenha
Marcos T.
Marcos T.

13 seguidores 1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 23 de fevereiro de 2014
É um ótimo filme. Acho que o filme poderia ser mais longo para poder abordar a política (Levantar a discussão sobre o uso da robótica na guerra) e ir mais a fundo na história. Mas, contudo: recomendo.
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