Robocop
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4,1
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264 Críticas do usuário

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Jony S.
Jony S.

7 seguidores 1 crítica Seguir usuário

4,5
Enviada em 22 de fevereiro de 2014
Finalmente um remake que vale a pena. Padilha trouxe um novo Robocop inserido em anos mais próximos a nossa realidade. Um filme tenso do início ao fim. Ótimas reflexões podem ser tiradas deste filme. Missão dada e cumprida por toda equipe que trabalhou neste projeto.
Muitos criticam sem ter visto. Não esperava muito e fui surpreendido!
Leandro M.
Leandro M.

8 seguidores 2 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 22 de fevereiro de 2014
José Padilha aceitou uma tarefa cruel, árdua e, geralmente, mal agradecida: refilmar um clássico de Hollywood. Neste caso, um filme de ação, ficção, fantasia, herói e policial ao mesmo tempo, Robocop. Logo assim vê-se o quão difícil era a sua missão.
E não é que o brasileiríssimo diretor acertou em cheio? Os fãs mais aficionados vão levantar da cadeira durante o filme pra reclamar daquela cena maravilhosa em o policial Alex Murphy "morria" pra ser transformado em robô, ou da leve diminuição de violência excessiva, brutalidade a flor da pele e ausência de sentimento na maior parte do filme.
Mas, acredito que tenha disso aí que o filme tem seu mérito. Padilha mostra um robô mais humano, uma situação mais crível, uma família mais presente. Dá ao povo de Detroit a chance de acompanhar o nascimento do herói, saber quem ele é, de onde veio. O filme permite que o homem por trás da máquina seja desmistificado, vencendo as limitações que a ciência impõe na trajetória.
O elenco é solto e brilhante: o quase estreante Joel Kinnaman passa segurança e carisma, Michael Keaton mostra mais uma vez que nasceu pra personagens enigmáticos e Gary Oldman sobra, como sempre, em talento e competência.
O ponto fraco fica, talvez, pela execução da nova armadura do robô, que aparenta mais ser de borracha do que de metal, mas que deu um toque moderno, aproximando o policial dos herói dos quadrinhos Marvel.
Alexandre S.
Alexandre S.

153 seguidores 116 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 22 de fevereiro de 2014
Lembro como se fosse hoje quando assisti ao "Robocop" original. Foi o primeiro filme violento que assisti. Um dos grandes filmes marcados na minha memória cinéfila. Agora com José Padilha, Robocop volta a ativa, em um remake mais atualizado, onde as gangues de Detroit dão lugar a segurança nacional americana e mundial e a grande questão de se ter um robô como proteção no mundo todo, porque não ter essa segurança dentro do território americano?? Essa é a questão que dá origem ao Robocop. Uma comparação com o original é fatalmente feita, mas como são momentos e épocas diferentes, são bem delineadas. Roteiro muito interessante mas que deixa a ação um pouco de lado na resolução dos casos, compensa com o tema clássico tocando. Vale muito uma visita ao cinema e parabéns Padilha!! Sucesso.
Fábio L.
Fábio L.

8 seguidores 5 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 22 de fevereiro de 2014
Filme para superar expectativas (pelo menos a minha foi superada)! José Padilha conseguiu trazer o clima oitentista porém de uma maneira repaginada, sem exageros , filme sóbrio, com críticas a balde aos USA. No final um sorriso de orgulho, tal como na torcida por um atleta brasileiro é inevitável. #thumbsup
Gabriel Torres
Gabriel Torres

28 seguidores 5 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 21 de fevereiro de 2014
O filme RoboCop, de José Padilha, como a maioria deve saber é uma refilmagem de um clássico do cinema 'RoboCop - O Policial do Futuro' (1987). Hoje em dia há muitas pessoas que criticam refilmagens de filmes clássicos, já que são fascinados pelo bom e velho filme. Mas, nem todos os filmes que são regravados são necessariamente ruins. 'RoboCop' é um exemplo disso. O diretor brasileiro acerta em cheio em sua nova produção. O filme é recheado de bons efeitos, cenas de ação surpreendentes e uma enredo cativante.
A trilha sonora do filme é muito boa, principalmente quando toca a música "If I Only Had a Heart" (música épica para os verdadeiros fãs de cinema), que faz referência ao Homem de Lata do clássico 'O Mágico de Oz', de 1939, e a "Fly Me To The Moon (In Other Words)", de Frank Sinatra.
Os atores não se saíram EXTREMAMENTE bem, mas fizeram uma boa atuação, e a mesclagem com uma boa direção, enredo, efeitos e trilha sonora deixa isso quase invisível.
Enfim, José Padilha conseguiu alcançar uma meta: entreter e nos relembrar do clássico Homem-Robô.
Asafi P.
Asafi P.

16 seguidores 2 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 21 de fevereiro de 2014
Filme ótimo! Não dá pra não parabenizar o NOSSO (haha) José Padilha! Atuações excelentes do Michael Keaton, Gary Oldman, do próprio Kinnaman e Samuel L. Jackson dispensa comentários, arrebentou como ancora (cabeludo). O filme se desenvolve muito bem, prendendo a atenção o tempo todo. Em comparação com o antigo, perdeu alguns aspectos importantes. Nesse, ele se adapta à "roupa" muito rápido, t spoiler: ipo ele acorda e quando o soltam, ele já sai correndo que nem louco
(haha), mas tbm não podemos deixar de pensar que agora já estamos em um nível tecnológico MUITO mais avançado que o antigo, o que exige uma adaptação. Senti falta da trilha sonora clássica, que só apareceu alguns momentos no noticiário. Um aspecto legal foi a "briga" entre o Murphy e a "máquina" de quem está no controle e o fato dele "frustar" os planos spoiler: do Norton (e do Sellars) de tirar dele o poder da "escolha" no modo de combate
. É um novo robocop, bem adaptado, mais "tecnológico", mais ágil e "tático" (como diz o Sellars). Vale ressaltar que as cenas de ação estão MUITO boas! Vale a pena assistir!
Barbara Martins
Barbara Martins

34 seguidores 18 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 21 de fevereiro de 2014
A primeira incursão do diretor José Padilha em Hollywood vem com a nova versão da história de um personagem que virou um clássico do cinema de ação, pelo menos para a geração que acompanhou o surgimento do “policial perfeito” em 1987 no filme com direção de Paul Verhoeven. Devo concordar com a crítica do Jornal O Globo e dizer que o filme é mais entretenimento do que reflexão. Contudo, existe sim uma tentativa de provocar discussões, inclusive sobre os limites da ciência ao pisar em solo protegido por leis morais e éticas que regem a sociedade e as faces da instituição policial, por exemplo, assunto com o qual Padilha já está familiarizado.
O diretor brasileiro, mais conhecido por seu trabalho em Tropa de Elite 1 e 2, volta à cena policial, mas dessa vez nas cores da bandeira norte-americana, fortemente defendida por um Samuel L. Jackson interpretando um apresentador de TV pró-robôs que satiriza a mídia sensacionalista. Alguns aspectos marcantes no longa são bastante similares ao que já tínhamos visto de Padilha, a exemplo da câmera inquieta nas cenas de ação e da aproximação do trabalho policial à realidade. Aliás, a última sequência de ação, que marca o alcance do objetivo central do protagonista desde o início da trama, utiliza um jogo de iluminação muito interessante que cede à cena aquele sentimento de tensão em um confronto, só que maximizado pelo fato de alternar rapidamente entre completa escuridão e flashes de imagem.
Os primeiros minutos de filme nos apresentam a realidade de um mundo que convive com máquinas no ano de 2028 e um caso policial que não terminou bem e voltará a assombrar o protagonista, um policial persistente e pai de família que terá sua vida completamente transformada por uma tentativa de homicídio. É a partir do acidente que surge o Robocop. Desnorteado, Alex Murphy acorda depois da explosão dentro de uma armadura e percebe que não é mais o mesmo. Porém, é quando Alex pede para ver quem ele realmente é que o espectador é impactado por uma cena digna de elogios. A crise existencialista que atinge o personagem quase que instantaneamente também é sentida por quem assiste as partes mecânicas sendo removidas e dando lugar aos poucos membros que sobraram do corpo do policial (poucos mesmo!). E o longa segue, alternando de forma bastante equilibrada entre as cenas de ação, os discursos que concernem essa sociedade futurista e a batalha interna de Alex Murphy.
Toda reação é motivada por uma ação. Em Robocop não é diferente: toda cena de ação se dá devido à crise interior de um homem mental e fisicamente transformado por um acidente e que precisa recuperar o controle sobre sua nova (semi?) vida. E enquanto ele tenta, o espectador desfruta de um filme com conteúdo, bem produzido e cheio da experiência de Padilha quando se trata de mocinhos e bandidos entre tiros e questões sociais e humanas pouco aprofundadas, mas ainda assim presentes.
Sidney  M.
Sidney M.

29.816 seguidores 1.082 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 24 de fevereiro de 2014
Robocop tem um começo empolgante com boas cenas de ação. spoiler: A cena estava divida em duas situações, tinha a imprensa fazendo uma reportagem sobre os robôs ou os drones, de como eles agem em situação de combate, e a outra tinhas os rebeldes ou homens bomba seja la o que for, querendo mostrar (eu acho) de como esse tipo de militarização é desonesta e insensível. Bem, o começo é realmente empolgante, mas achei meio vago, pois logo após a cena, ela é cortada para o apresentador, que sem muitos rodeios ele simplesmente expressa sua opinião de que os EUA merecia esse tipo de segurança em seu pais.
Mas isso só foi uma observação que eu tive, por que o mais importante de RoboCop estava por vir. Sobre o filme, achei ele muito bem feito, a história é bem rica, e o enredo merece destaque, por que fazer remakes não é la algo fácil, pois tem aqueles produtores que só se preocupam com dim dim, ou seja, fazem uma produção cheia de ação com efeitos grandiosos, não que seja ruim, á até divertido, mas infelizmente acabam esquecendo de algo importante, que é a trama, a história, a caracterização dos personagens, e isso Padilha faz muito bem. Tem muito Tropa de Elite aqui, pois a história foca na corrupção dentro da polícia e sem muita ênfase, mas cutuca também na corrupção políítica. Robocop tem muita ação, mas é no tempo certo, tudo é muito bem colocado como a cena do tiroteio na chuva (eletrizante). Outros destaques são as ótimas atuações, o elenco é bom com atuações importantes principalmente Joel Kilnnaman, Michael Keaton e claro, Gary Oldman. Mas eu destaco a direção de José Padilha, pode até ser que robocop não é perfeito, mas Padilha estreia muito bem. Eu falo isso por que recentemente foi feito um remake de O Vingador do Futuro por coincidência do mesmo criador de robocop. porém esse novo vingador do futuro é muito inferior ao robocop de padilha, e olha que o diretor Len Wiseman já meio experiente, e padilha faz sua em produção como essa. Enfim, achei o filme bom pra caramba deu até vontade de assistir de novo.
Wellington B.
Wellington B.

3 seguidores 2 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 19 de março de 2014
gostei muito do filme , a vizão do diretor nos coloca quase dentro do filme , e muito emocionante , marcante mesmo , o unico pecado foi a clacifcação muito baicha empedindo q o diretor ousace mais .
Sandro B
Sandro B

13 seguidores 42 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 23 de março de 2014
Boa discussão politico-filosofica sobre a utilização de drones na segurança pública. O roteiro e direção muito bons, mas o elenco deixa a desejar.
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