Robocop
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4,1
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Ian V.
Ian V.

5 seguidores 3 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 28 de fevereiro de 2014
Robocop, tá aí um excelente filme. Muito bom mesmo e espero que tenha continuação. Só achei que precisava de mais cenas de tiro, mas o filme é sensacional!!!
Luiz F.
Luiz F.

22 seguidores 3 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 27 de fevereiro de 2014
ROBOCOP| Crítica.

Autor: Luiz Fernando Correia.

“José Padilha brilha em sua estreia em Hollywood, e entrega um dos melhores e mais dignos remakes já feitos.”

Robocop, excelente filme de 1987 do cineasta holandês Paul Verhoeven, é considerado um clássico do mundo da sétima arte. O filme misturava ficção científica com muita ação, cenas impactantes, diálogos primorosos, ótimos efeitos, e uma ultra-violência jamais vista no cinema. O principal fator que o fez explodir, era o teor de grande sátira social que o filme abordava. Discutindo temas sobre o capitalismo, corrupção, ganancia, privatização, identidade, influência do poder político e Judiciário, natureza humana. Robocop foi tão bem recebido, que a critica o elegeu o melhor filme de 1987.
Quando anunciaram que o clássico de 87 ganharia um remake, uma forte preocupação e temor surgiu em mim, e na cabeça de todos os fãs. Como fã, fiquei preocupado que fizessem um filme ruim, desrespeitando todo o legado do policial do futuro. A única pergunta que rondeava a cabeça de todos era: Quem seria capaz de dirigir e fazer esse novo Robocop?
Para grande alívio, a Sony acertou brilhantemente em escolher o diretor da tropa, o cara responsável pelos 2 melhores filmes nacionais da ultima década, o diretor brasileiro José Padilha. E Para grande satisfação e tranquilidade de todos os fãs, Padilha nos entrega um remake digno de Robocop.
O diretor brasileiro peitou o estúdio, e só aceitou fazer se fosse seu próprio filme, e com sua equipe. O novo não é uma copia do original, é um novo filme. Ele mantém a mesma premissa do policial que sofre um atentado e é mantido vivo como máquina. O diretor presenteia os fãs com um filme recheado de referências ao original. O tema do original, os bordões clássicos, aparição da armadura clássica, o som da pisada robótica, dá ao filme um especial tom nostálgico.
O roteiro do estreante Joshua Zetumer , que conta com auxílio do próprio Padilha é bem sucedido. Usa e abusa das questões políticas e sociais, e toca varias vezes nas ferida da sociedade americana. Deve ser por isso, que a sua estreia nos EUA não foi muito bem recebida pelo público. O diretor brasileiro é corajoso, vemos ao longo do filme sua tradicional marca de criar diferentes pontos de vista, abordar o drama familiar, e ser mais fincado na realidade, estilo muito parecido com Tropa de Elite.
Toda a ação e os efeitos visuais são bem satisfatórios, com uma narrativa empolgante e chocante ao ponto de não parar; Parece que toda hora algo importante esta prestes a acontecer. Fator que aumenta cada vez mais o nível do filme.
O ótimo elenco brilha em suas interpretações. Joel Kinnaman convence muito bem no papel de Alex Murphy, e mais ainda como Robocop. Michael keaton esta muito bem a vontade como Raymod Sellars, o megaempresário presidente OminiCorp apoiado pelo governo e pela mídia. Samuel L. Jackson atua muito bem na pele de um apresentador de um programa jornalístico que apoia a violência radical. Destaque para Gary Oldman, interpretando brilhantemente o ambicioso médico cirurgião e especialista em robótica Dr. Dennett Norton.
O final Satisfaz, apesar de que poderia ter sido mais explosivo, não
diminui todos os méritos do filme. Mesmo não chegando a altura do filme original, o novo robocop é muito bem apresentado e brilhantemente chega para apagar todo o medo de remakes ruins em nossas mentes. Com um ritmo eletrizante e inteligente, josé padilha consegue prender a atenção do público do início ao fim. O diretor brasileiro brilha em sua estreia em Hollywood, e entrega um dos melhores e mais dignos remakes já feitos.

AVALIAÇÃO: ÓTIMO.
Hugo F.
Hugo F.

23 seguidores 5 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 26 de fevereiro de 2014
Muito loco só não gostei muito do rosto do alex que parecia intacto e ele estava apenas com uma armadura e da roupa que em varios momentos parece que não é de aço,
Ricardo S.
Ricardo S.

4 seguidores 1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 26 de fevereiro de 2014
Muito bom, na minha opinião superou o original, espero que dêem continuidade na trilogia.
Damião V.
Damião V.

1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 25 de fevereiro de 2014
É um filme bom não tão bom quanto ao primeiro mas dos últimos remake que estão saindo este foi o melhor.
Vinícius P.
Vinícius P.

22 seguidores 1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 24 de fevereiro de 2014
Realmente o medo veio junto comigo quando fui ver este filme, porém ele mostrou que consegue andar sozinho sem o peso enorme que ele carrega em seu nome

Robocop é um bom filme e merece ser visto, sem medo, porém a violencia dos anos 80 ia ser de bom grado
Fábio W.
Fábio W.

7 seguidores 2 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 24 de fevereiro de 2014
Nem mesmo dentre os fãs mais cativos de RoboCop (1987) haverá muitos que se sentirão ultrajados pela nova versão do filme, dirigida pelo brasileiro José Padilha (da série Tropa de elite) e lançada recentemente nos cinemas. É verdade que o original, posto em cena por Paul Verhoeven (O vingador do futuro, Instinto selvagem e Tropas estelares), tornou-se um dos maiores cults de todos os tempos e durante muito tempo foi difícil imaginar um remake decente para o robô grandalhão e suas chacinas sistemáticas. E essa era a sina que os produtores do filme tinham nas mãos – até descobrirem o trabalho de Padilha. Basta observarmos o estilo do diretor carioca para entendermos que a intenção do novo filme não é a de resgatar o espírito cyberpunk cru do original, mas sim a de dar à velha história fôlego novo, num filme ágil e barulhento, tenso e angustiante, bem à moda de Tropa de elite – mas é claro que com todo o sangue enxugado, já que se trata de Hollywood dedicado ao público jovem. Na nova história, Alex Murphy, mais jovial do que o Murphy original, é casado com uma bela mulher com quem tem um filho pequeno e seu parceiro não é Nancy Allen (Dublê de corpo), mas Michael K. Williams (Doze anos de escravidão), um policial de pouca participação na história e cuja função principal parece ser a de levar tiros à custa do herói. Some-se a esse drama o cientista interpretado por Gary Oldman (o comissário Gordon da trilogia Batman) e temos o quadrilátero afetivo em que se envolve o protagonista: o fator humano, o familiar, o profissional e o tecnológico. A tragédia de Alex Murphy se insere numa das temáticas favoritas dos norte-americanos, a do armamentismo e da segurança privada. Numa época em que debates sobre a violência e a invasão de privacidade estão em alta, os produtores americanos fizeram bem em escolher um diretor que tem competência demonstrada no assunto para coordenar um filme que, com ele, tende a se afastar da opinião enviesada que um diretor americano certamente imprimiria à produção. Falando nisso, não me parece totalmente verdade o que alguns veículos de comunicação revelaram sobre o trabalho de Padilha nos EUA. De acordo com esses veículos, Hollywood teria comido na mão do nosso diretor, mas ele próprio, em uma conversa com Fernando Meirelles, teria afirmado que nove em cada dez ideias que ele tinha eram rejeitadas, mas que mesmo assim o filme ficaria bom. Voltemos ao que interessa: de fato ficou. Padilha não teve o pudor de aderir à estética norte-americana e seu RoboCop lembra muito um Tropa de Elite tecnológico e sinistro. As qualidades da direção de Padilha são muitas e exigiriam uma segunda crítica, então me contentarei com deixar em suspense a ideia de quão (ainda mais) brilhante o projeto teria sido se todas as suas ideias tivessem sido acatadas. Seus ângulos de câmera, elementos internos de cena, planos-sequências... Muito pouco do que vemos no filme é comum ao estilo de Hollywood e, levando-se em conta o incremento que o estilo brasileiro frenético dá ao filme, esse é obrigatório para qualquer fã de filmes de ação ou do robô-policial ou de José Padilha ou de todos eles. Agora, sejamos justos: se Padilha é o hemisfério criativo da obra, o montador Daniel Rezende é o hemisfério lógico. O gatilho rápido de Rezende, com certeza um dos melhores montadores hoje, é notado logo nos primeiros minutos do filme e sem dúvida sua edição genial aperfeiçoa e coroa o novo RoboCop como um todo. Genialidade que pode ser verificada em sua melhor forma na cena de tiroteio no escuro. Além de evitar comparações com o original, o expectador deve dedicar suas forças à ação. As cenas de drama familiar pouco têm de profundidade devido à má interação dos atores, que parecem desconfortáveis uns com a presença dos outros, e a própria atuação do parceiro de Murphy quase nada tem de carga dramática. Ordinário mas eficientemente cômico é o papel de Samuel L. Jackson, o jornalista barato bem ao molde dos jornalistas brasileiros que vemos na TV com mais frequência do que desejávamos. Com Jackson, Padilha não deixa de alfinetar sua própria cultura, ainda que escondido debaixo das listras da bandeira norte-americana. Porém, nenhum desses maus jogos de atores compromete a qualidade do frenesi das sequências de violência e heroísmo, que estão alicerçadas nos veteranos Gary Oldman e Michael Keaton (o Batman de Tim Burton), além do razoável Joel Kinnaman. O roteiro tem várias falhas e superficialidades, mas a mise-en-scène de Padilha as resolve em quase 100%. Nas mãos de um diretor barato, elas transpareceriam e o remake poderia ter sido um vergonhoso desastre. Se não me engano, há algumas semanas um colunista do The Guardian escreveu que “RoboCop não seria um desastre apenas por um milagre”. Talvez hoje ele seja religioso, não sei.
Tiago M.
Tiago M.

6 seguidores 1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 24 de fevereiro de 2014
Pouca ficção, pouca ação e é um filme sentimental de mais. Porém gostei por ser um filme baseado num futuro não muito distante.
João Paulo B.
João Paulo B.

13 seguidores 9 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 24 de fevereiro de 2014
"Missão dada é missão cumprida, parceiro!" A frase marco dos filmes mais bem sucedidos de José Padilha podem representar bem o que significa ele ter assumido a bronca de tocar esse novo filme. E é realmente importante entender que era uma grande missão. Robocop é um clássico, de 1987, do qual, no mínimo todo mundo já ouviu falar, conhece a musiquinha tema e e odiou as sequências e a série de tv que fizeram depois do sucesso.
Por isso tudo, reanimar o policial robô, num ambiente de trabalho com o qual não está habituado e ainda ter a "caraça" de dar sua própria versão pra ele pode sim ser entendido por um ato de coragem digno de um caveira.
Dito isso, já deu pra perceber que eu gostei do filme. Sim, gostei mesmo. Não é perfeito, e até mesmo não é tão bom quanto o original. É diferente.
José Padilha fez sua versão pedindo pra que evitassem comparações, já que é uma história nova, e um novo ponto de vista. De fato. Porém é impossível não tentar pelo menos ver se faz alguma referência ao passado.
Pra quem não lembra muito, o filme de 87 tinha Peter Weller no papel de Alex Murph. Era muito mais violento, a começar pela forma como Murph foi quase morto. Até aparecer o robô em detalhes, se fazia muito mistério, com imagens em primeira pessoa, onde se tinha a visão e informações bem mais discretas do banco de dados da polícia. Murph tinha uma parceira, Nancy Allen, e sua família deixou a casa onde viviam após o incidente, só aparecendo no filme nas lembranças que o já robô começa a ter após um certo tempo, já que é feito pra não ter memórias nem consciência. E era ainda carregado de cenas de humor, desde a alimentação parecida com papinha de bebê até a cena quem atira nas partes íntimas de um estuprador que usa a vítima como escudo, deixando um furo imenso na saia da moça.
Eis aí as principais diferenças para o novo. Como o trailer revela, Alex (agora Joel Kinamann) sofre um atentado onde seu carro explode, por ter descoberto uma rede de corrupção policial (tema suspeito, não?). Era o que um programa de criação de máquinas de guerra precisava para progredir, já que apenas eram usadas fora do país, por falta de confiança e aprovação dos americanos. Queriam algo que pudesse sentir o que um homem sentia, para não cometer atrocidades e matar apenas pelo princípio de ser ou não ameaça.
Assim, é feito um robô com consciências, emoções e lembranças, mas com o corpo de uma máquina. A cena em que Murph descobre o que sobrou de si mesmo e foi aproveitado para confeccionar a armadura é muito interessante.
Mesmo assim, todo esse recurso mental também estava sob controle da empresa, através do médico e cientista interpretado por Gary Oldman, que podia desligá-lo ou afetar suas lembranças a qualquer momento.
Sua família ainda permanece com ele, sendo a esposa a responsável por autorizar o procedimento, convencida pela equipe liderada pelo CEO da OminiCorp (Michael Keaton), ganancioso e sem escrúpulos.
A partir daí é tudo bem parecido, com Robocop indo às ruas, aclamado pelo povo e investigando de tudo até se ver na obrigação de desbaratar a trama que envolveu a tentativa de seu assassinato. E quanto mais ele mexe, mais bichos aparecem no seu caminho, e acaba descobrindo que não pode confiar em ninguém. (outra referência ao Tropa 2).
As lutas e ação são bem mais ágeis dessa vez. O carro da polícia de Detroit agora é uma moto feita pra ele, o que com certeza dá bem mais agilidade na caça aos bandidos. O ED-209 também está bem presente, agora em maior número, mas sem a atenção que tinha antes, onde protagonizou uma cena super violenta em que metralha acidentalmente um membro da OCP. Não passa de um instrumento de segurança, mas está mais moderno e bacana.
Detalhes legais como o barulho das pisadas e os bordões como "obrigado por sua cooperação" também foram lembrados.
Esse novo filme carrega mais na emoção, no dilema de Alex ao perceber que sua família vai ter que lidar com a nova situação. É difícil pra ele e mais ainda para a família, que presenciou o atentado e não consegue ter o contato prometido pela empresa quando o converteu em máquina. Há um bom investimento nessa área, deixando de lado o humor e as piadas que simplesmente não fazem parte do roteiro.
Outro ponto interessante é a presença de um programa de TV de extrema direita, apresentado brilhantemente por Samuel L Jackson, que tentar mover a opinião em favor dos interesses da OminiCorp.
Competente e bem resolvido, o novo Robocop chega pra provar que Padilha está pronto pra esse novo terreno, tendo ainda a audácia de criticar a política americana através dos seus textos. Conseguiu reunir e bem conduzir um ótimo elenco, efeitos de primeira e certamente vai conseguir uma ótima bilheteria no seu primeiro trabalho hollywoodiano. Primeiro porque, apesar de já ter dito que não quer dirigir a possível sequência, vai saber aproveitar uma boa oportunidade que deve surgir logo em breve pra ele.
Thiara F.
Thiara F.

2 seguidores 1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 24 de fevereiro de 2014
spoiler: Fui dia 22/02 assistir o filme Robocop, gostei do filme mais na minha opinião o final teria que ser diferente, foi decepcionante o final, gostei da historia e fiquei com muita raiva do dono da empresa que estava montando o Robocop, deu muita dó pois o doutor estava tirando sua humanidade e o transformando mais e mais em maquina, no decorrer do filme foi mostrando que a unica coisas que eles queriam era apenas um corpo dentro de uma maquina pois eles foram tirando as emoções e a humanidades do policial, fiquei muito feliz em ver que por causa do filho o ROBOCOP começou a recobrar suas memorias e começou a seu uma pessoa por inteiro mesmo enfurnado dentro de uma maquina,achei mais legal foi quando ele começou a desvendar sua própria tentativa de assassinato este foi o augue do filme pois a partir dai começou a ação que o filme prometia, quando ele entrou no armazém para pegar o bandido foi muito bom mais não tanto quanto ele conseguiu pegar os policiais corruptos e o melhor ainda foi quando ele foi atras do dono da empresa. A unica coisa que não gostei foi que o filme terminou com ele se encontrando com a família eu teria feito diferente, teria feito o ROBOCOP saindo do quartel da policia para enfrentar novos viloes e novas historias dando assim uma abertura para ter uma continuação do filme. Este foi o a minha opinião sobre o filme.
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