Robocop
Média
4,1
2678 notas

264 Críticas do usuário

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Camila Reis
Camila Reis

64 seguidores 103 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 2 de abril de 2014
Logo no início de “Robocop” (2014), é possível notar uma preocupação ligada ao uso de robôs na segurança dos Estados Unidos substancialmente maior do que a apresentada no original, de 1987. Novak, personagem de Samuel L. Jackson, por meio de seu programa de TV, indaga por que essa tecnologia pode ser usada no Oriente Médio e não nos EUA. O responsável por essa realidade é o senador Dreyfuss (Zach Grenier), que não simpatiza nada com a ideia de colocar agentes sem sentimentos ou emoções quaisquer nas ruas para defender os cidadãos. Após estudar o caso e chegar à conclusão de que o melhor, então, seria colocar um homem dentro de uma armadura, Raymond Sellars (Michael Keaton) e Dr. Dennett Norton (Gary Oldman) partem para a escolha do “premiado”, sem achar, num primeiro momento, o policial ideal para o teste. Eis que, pouco tempo depois, Alex Murphy (Joel Kinnaman), profissional, pai e marido exemplar, sofre um atentado e sobrevive, contudo, muito debilitado. spoiler: Cego de um olho, com um braço e uma perna amputados,
ganha uma segunda chance quando autorizada pela esposa (Abbie Cornish) sua robotização. A priori, apesar da aparência diferente, Murphy continua sendo um ser humano: ele detém controle sobre suas ações e preocupa-se com o procedimento adequado em cada situação. spoiler: Isso muda quando os resultados de seu treinamento não agradam os interessados em colocar máquinas para garantir a segurança de Detroit, os quais induzem, cada vez mais, a retirada de características de um indivíduo e transformam-no numa máquina, de fato. Dessa forma, o policial não reconhece mais sua família e não avalia, por exemplo, as consequências de atirar num bandido e acertar num refém – seu único objetivo torna-se combater o crime. A retomada da consciência aqui ocorre de uma maneira um tanto idealizada – por amor a Clara, a esposa, e a David (John Paul Ruttan), o filho – se comparada à do Robocop da década de 1980, que, por sua vez, faz uso inteligente das quatro diretrizes. O final feliz é garantido exatamente por essa volta de consciência acrescida à morte dos antagonistas Raymond Sellars, Antoine Vallon (Miguel Ferrer) e companhia.
A última cena, desculpa para estender uma enorme bandeira da maior potência mundial, spoiler: expõe o nacionalismo exacerbado do personagem de L. Jackson frente à negação da lei que transformaria robôs nada humanizados em policiais e entrega a oposição dele ao uso de máquinas com sentimentos.
Tirando essa parte, só elogios: ótima direção de José Padilha, boa fotografia, trilha sonora remetente ao primeiro filme e excelentes atuações (inclusive, chamo a atenção para a semelhança entre Cornish e Ruttan, que se passam facilmente por mãe e filho).
FRIT444
FRIT444

26 seguidores 12 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 26 de março de 2014
Achei um filme competente, exageros NORMAIS que se espera de um filme como este (afinal estamos falando de um homem robô), nao achei super-forçado como estes novos filmes de ação. Enfim, na minha opinião o filme é um bom divertimento, vale à pena.
Alexsandro S.
Alexsandro S.

13 seguidores 22 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 23 de março de 2014
Como a maioria das refilmagens, deixa à desejar um pouco... É uma historia totalmente diferente de Robocop - O policial do futuro. Poderiam ter inventado um nome diferente para o filme, que por sinal é um ótimo filme, que não chega a excelente por alguns exageros que não diminuem a grandiosidade da produção.
Vale a pena ser assistido!
Diego Marçal
Diego Marçal

12 seguidores 4 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 19 de março de 2014
Superou expectativas!! Esquecendo o nacionalismo exacerbado imposto na narrativa, tudo certo!!
Carlos H.
Carlos H.

8 seguidores 7 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 19 de março de 2014
Filme é muito interessante levanta duas questões interessante. Até que ponto podemos usar a medicina para manter a vida ? A outra até que ponto controlamos as máquinas que criamos ?
Danilo R
Danilo R

1 seguidor 10 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 19 de março de 2014
nao gostava do robocop eu o achava um personagem careta dos cinemas , mais quando fiquei sabendo que seria o padilha que fazeria o filme me interessei e fui assistir . resultado sai da ala do cinema impressionado e com um gostinho de quero mais , muito bom o filme , José Padilha parabens pelo otimo filme
Danilo Miranda
Danilo Miranda

10 seguidores 57 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 18 de março de 2014
Estamos acostumados a ver uma sociedade corruptível, hipócrita no Brasil(vamos parar por aqui). Que tal abrir os horizontes e ver fora daqui? Robocop, apesar de ser um filme de ação futurística, te mostra isso.
Agora, saindo da analise social, recomendo esquecer os filmes antigos e sentar no cinema e ver algo novo. Vai gostar!

Encerro com um pedido: Mais filmes de Jose Padilha, por favor!
Altair C.
Altair C.

2 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 14 de março de 2014
este filme. ja. foi. muito. bom. falta. ação. estórias. aventura. animações sem. sentido!!!
Joao Victor F.
Joao Victor F.

3 seguidores 1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 12 de março de 2014
nao muito bom mas com boa interpretaçao do ator a ação ficou bem montado.
mas a roupa preta muito basica ,preferia branca
Ester E Adroaldo O.
Ester E Adroaldo O.

2 seguidores 1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 11 de março de 2014
Muito bom, muita ação e história muito envolvente, só não foi 5 estrelas pelo final...
Temia pela direção brasileira, mas me surpreendi...
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