Robocop
Média
4,1
2678 notas

264 Críticas do usuário

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Maikon P.
Maikon P.

8 seguidores 2 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 2 de março de 2014
O filme não é melhor que o primeiro. Mas é um bom filme. Talvez o seu maior erro foi ter se chamado Robocop.
Marcio A.
Marcio A.

165 seguidores 134 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 1 de março de 2014
Não acho que esta refilmagem seja superior ao filmaço do Holandês Paul Verhoeven, mas me passa a impressão de que se não existisse o filme original, Padilha tomaria alguns caminhos parecidos, talvez com um pouco menos daquela violência artística que em alguns momentos choca pela brutalidade das cenas, que não perfaz o estilo de Padilha; porquanto no viés irônico e documental, O Diretor Brazuca teve que sair um pouquinho da risca de seu estilo de fazer cinema, pra que não soasse uma réplica do filme original. Mas a sacada de explorar um pouco mais o lado da família do Personagem Murphy, com certeza fora o caminho mais acertado do Diretor. As cenas do treinamento são muito boas e realmente as armaduras ficaram muito boas no conceito visual e inserido no contexto do filme. Como característica de Padilha, não são utilizadas muitas trilhas mas ainda sim ele utiliza em alguns momentos a trilha original que é muito boa e traz uma súbita nostalgia. Acertada e original a escolha de kinnaman como o protagonista, e Oldman como o médico responsável pela aparição do Herói; mas sinto que Jackie Earle Haley , deveria ter sido ainda mais aproveitado, até porque o duelo psicológico dos dois soldados foram os momentos ápices do melhor que o filme poderia dar. Diante de tantas pressões de um grande estúdio, e principalmente de ser um remake, com um elenco de astros, na minha modesta opinião - ainda sim - era possível ver com clareza o cinema de Padilha e sua intrépida câmera. Excelente estréia Padilha!
Vinicius G.
Vinicius G.

3 seguidores 18 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 27 de fevereiro de 2014
Podia ser muuuuito melhor, alteraram bastante alguns detalhes da história original e podia ter mais cenas de tiros
Raffa S.
Raffa S.

10 seguidores 11 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 28 de maio de 2017
Muito fodasticoo,,Filme eh da hora muito bem feito cheio de efeito,,estiloo da marvel vcs estão de parabéns!
André A.
André A.

13 seguidores 1 crítica Seguir usuário

3,5
Enviada em 26 de fevereiro de 2014
bom filme, mais fugiu muito da história do primeiro, mesmo assim aconselho assistir para prestigiarmos o trabalho de um diretor brasileiro
V.Wesker
V.Wesker

24 seguidores 15 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 25 de fevereiro de 2014
Efeitos legais, historia bacana vale o ingresso e prestar atenção nas cenas em que o Alex é transformado.
Lucas S. Lima
Lucas S. Lima

1 seguidor 6 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 25 de fevereiro de 2014
Crítica: RoboCop (2014

O diretor José Padilha já mostrou ser um grande realizador tanto como documentarista (Ônibus 174, 2002) quanto como diretor de ficção (Tropa de Elite 1 e 2, 2007/2010). E sempre tratando de temas polêmicos de uma forma muito abrangente e inteligente. Esse primeiro trabalho do diretor lá fora tem seus méritos, mas nos deixa com a sensação de que poderia mais.

A trama se passa em 2028, e mostra uma nova forma de segurança pública com Robôs e drones operando no lugar de homens. Mas isso só acontece no exterior, já que os robôs não têm a simpatia e confiança do povo americano. Querendo reverter esse quadro, o CEO da OmniCorp Raymond Sellars (Michael Keaton) pretende lançar um híbrido homem/máquina.

O roteiro planta sementes para algumas discussões, como: uma máquina não sente o que um homem sente, então como confiar em suas ações? ; em contrapartida, com as máquinas em ação, muitas vidas humanas seriam poupadas; Quem teria o controle dessas máquinas, e quais vontades elas serviriam? ; tais questões poderiam servir como a ponta do iceberg rumo a um grande debate filosófico, mas o filme em nenhum momento parece querer se aprofundar nos temas.

Outra discussão que o longa aponta, é a participação da mídia perante o grande público, através do personagem de Samuel L. Jackson ( muito bem), que interpreta um jornalista manipulador .

As atuações estão muito coesas e satisfatórias, com destaque para Michael Keaton, que faz o presidente da OminiCorp como uma cara que deixa a parte humana de lado para se preocupar apenas com números e porcentagens. Gary Oldman, que dá vida a um cientista que vê no seu trabalho uma oportunidade de dar uma nova vida às pessoas, – e a cena do homem que tenta tocar violão com as próteses no lugar das mãos é bastante ilustrativa - mas se vê em uma discussão política, funcionando como uma marionete da empresa.

O ator Joel Kinnaman tem em algumas cenas o rosto coberto pelo capacete, mas nas cenas que exigem mais emoção ele deixa a desejar.

As cenas de ação são boas, mas poderiam ser melhores. Aliás, é bom o espectador tomar cuidado para não ser atingido, já que as cenas trazem um tiroteio exacerbado e sem direção.

A câmera na mão – característica documental de Padilha - está presente em boa parte do filme.

A trilha sonora do brasileiro Pedro Bromfmam aparece muito bem. Pontual e com uma dose de homenagem/saudosismo ao filme original (RoboCop, 1987) .

Com tantos temas à disposição e com um diretor que não tem medo de pôr o dedo na ferida, o filme prometia mais. Mas vale lembrar que essa é a estréia de Padilha em um blockbuster e com um grande estúdio por trás – talvez isso explique muita coisa. E o fato do diretor ter levado sua equipe e ter tido certa liberdade, já é uma vitória. Vale à pena.
Benedicto Ismael C. Dutra
Benedicto Ismael C. Dutra

92 seguidores 145 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 24 de fevereiro de 2014
Embora a fase inicial mais se assemelhe a um vídeo game, o filme vai crescendo, embora com alguma previsibilidade, mas empolga pela posição delicada em que Alex Murphy fica em meio aos interesses econômicos na produção e venda das máquinas policiais. Fica bem nítida a manipulação da opinião pública, conduzida para decisões que julga ser de livre escolha influenciada. Um ensaio de neurociência no estudo da dinâmica cerebral, muito distante porém do núcleo interior humano, que quando desperto, se sobrepõe ao raciocínio.
ANTONIOFPSS
ANTONIOFPSS

1 crítica Seguir usuário

3,0
Enviada em 24 de fevereiro de 2014
É um bom filme mas a história poderia ser bem mais elaborada. Vale o ingresso mas não surpreende.
anônimo
Um visitante
3,0
Enviada em 5 de setembro de 2014
Vamos esquecer,tudo aquilo que vimos no filme original de 1987.É claro que em alguns remakes,você se empolga bastante em tentar ver algo que possa ser bem reconstruído.Mas com Robocop,parece que a ideia não evoluiu.O filme é mesmo totalmente voltado a uma política e corrupções que acho que assombram toda a parte do mundo.O roteiro foca bastante nesse termo.Onde praticamente de dez em dez minutos,você irá se deparar com esse assunto.Esse mesmo assunto que dá um certo tipo de desanimo a história,onde,desfavorece toda aquela sequência de ação em que o personagem principal está metido.AÇÃO,essa palavra e essa atitude bem que poderia ter rondado mas a história de Robocop.Que na verdade,são poucas cenas em que a ação é prolongada,ficando quase que lento em relação ao filme original.A história se divide em muitos aspectos,de relação familiar,a relação profissional.Onde o foco é sim Alex Murphy (Joel Kinnaman),que está envolvido em todos os assuntos do filme.Ainda temos um bom elenco,cada um bem escolhido a função,de Abbie Cornish,ao sumido,Michael Keaton,passando por Gary Oldman,Jackie Early Haley e Samuel L.Jackson.Mas a grande atração,fica mesmo com Joel Kinnaman,que consegue seu primeiro grande trabalho de expressão,e mostra ser um bom nome para a ação daqui pra frente.
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