Robocop
Média
4,1
2678 notas

264 Críticas do usuário

5
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Adriano Silva
Adriano Silva

1.614 seguidores 482 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 28 de março de 2017
Quando falamos de Robocop o que vem em nossas cabeças? Claro que não é a musica dos Mamonas Assassinas e sim um grande clássico dos anos 80 em que mostrava todo poder de um homem em uma armadura robótica, o verdadeiro policial do futuro. Robocop marca a estréia de Jose Padilha, um grande diretor Brasileiro dirigindo pela primeira vez um filme Americano. Na minha opinião deram uma bomba na mão de Padilha e esperaram explodir. Robocop é um filme bom, mas poderia e tinha tudo para ficar excelente, tem um diretor que estreava em um filme Americano e vinha com muita vontade de acertar, tem um grande elenco, o que faltaria? Robocop peca muito no enredo, o filme é voltado totalmente para as brigas corruptas entre os políticos, o filme perde totalmente o foco do seu protagonista. Abbie Cornish consegue levar sua personagem Clara muito bem como a esposa apaixonada que procura respostas sobre todo ocorrido com Alex. Gary Oldman da um destaque a mais, Michael Keaton esta muito bem, assim como Michael K. Williams e Samuel L. Jackson que é sempre muito bom ve-lo atuando. Joel Kinnaman como Alex Murphy/RoboCop pra mim foi uns dos acertos do filme, ele conseguiu transmitir um Robocop enfurecido em vingança e muito bem trabalhado nas pouquíssimas cenas em que ele estava em ação (é um ponto que eu gostaria de destacar). Eu conheci Robocop sendo um policial do futuro voltado para os crimes, para investigação e prisão dos criminosos da cidade. Nessa versão temos um Robocop apático que a única coisa que tem em mente é fazer vingança, não temos aquelas cenas clássicas de um filme do Robocop. O filme força tanto em cima da parte política que chega a ficar chato. No começo temos as partes que são a favor das máquinas e as partes que são contra as máquinas, ai surge o atentado ao Alex e ele assume o Robocop e o filme cai no tédio mais uma vez em cima das discussões politicas em cima do próprio Robocop, o que ele deve e o que ele não deve fazer, o controle que querem ter sobre ele, as decisões que querem que ele tome. Enfim foi como destaquei no inicio, o filme tinha tudo pra dar certo mais não deu, criaram uma espectativa em cima que no fim não passou de apenas uma tentativa de trazer de volta um grande clássico que foi ROBOCOP.
Robson A.
Robson A.

2 seguidores 1 crítica Seguir usuário

3,0
Enviada em 5 de março de 2014
Excelentes cenários; deixou a desejar na ação! Teve muita conversa e pouca ação. Mas foi bom o filme. 
Sabrina B.
Sabrina B.

5 seguidores 1 crítica Seguir usuário

3,0
Enviada em 5 de março de 2014
Dessa vez os americanos esfregaram a bandeira na cara no mundo.
O filme é muito bom e parecido com o primeiro filme do homem de ferro.
André O.
André O.

7 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 5 de março de 2014
Remake, eu achei o filme até bacana. Uma coisa que me chamou a atenção é que o robocop está cada vez mais destruído, o pessoal não tem dó do coitado. Só tem cabeça e pulmão, o próximo será só cabeça, ou pulmão...
Hiago Jose S.
Hiago Jose S.

3 seguidores 1 crítica Seguir usuário

3,5
Enviada em 5 de março de 2014
Um bom filme mas nada d espetacular com um comeco fraco e uma historia fraca nao imploga no comeco mais melhora ao decorrer do filme
Miguel Neto
Miguel Neto

75 seguidores 99 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 5 de março de 2014
José Padilha, diretor em Hollywood, show de bola. E fez bonito. Embora tenha alguns truques que são dele mesmo (eu li antes), o filme é bem americano, muito tiro, muita destruição e muito ufanismo. Não lembro perfeitamente do filme original, mas acho que esse ganhou muito com as novas tecnologias de efeitos especiais. Interpretação..... ah deixa pra lá. Interessante é colocar o Hocus Pocus (Focus) na trilha sonora. Gostei!!!!
dumarco
dumarco

1 seguidor 8 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 4 de março de 2014
O filme gerou uma certa decepcao, talvez pela expectativa q foi criada em cima do diretor Jose Padilha...sem tentar comparar com o otimo Tropa de Elite, achei o filme mto politico, faltando um pouco mais de acao e um vilao a altura do filme original. Em suma, um filme comum...nda de mais.
Italo
Italo

4 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 4 de março de 2014
Estou longe de ser um crítico contundente e detalhista como muitos aqui. Porém, não sei quanto a vocês, mas o filme é quase uma cópia do Tropa de Elite 2, o inimigo agora é outro. Mostra muito bem que na verdade os bandidos das ruas são o menor problema, ou em outras palavras, são o 'problema' mais fácil de se resolver. O grande mal está nos policiais e políticos corruptos. Numa escala hierárquica, fica fácil perceber que acabar com os bandinhos de rua terá o mesmo efeito que enxugar gelo. O buraco é mais embaixo. Enfim, a crítica do filme é a mesma do TE2. Mas as cenas de efeitos especiais até que são legais.
Dinha B.
Dinha B.

15 seguidores 2 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 3 de março de 2014
exceto pela trilha sonora desconexa, o filme foi de muito bom gosto, sem nada meloso demais, simples e direto! recomendado!
Fábio C.
Fábio C.

2 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 2 de março de 2014
Estreou na última sexta-feira (21) o filme Robocop, remake dirigido pelo brasileiro José Padilha (Tropa de Elite 1 e 2). É um filme que divide a opinião do público e da crítica – seja isso bom ou ruim. Confira nossa resenha abaixo.

José Padilha é um diretor que sempre teve muita liberdade de criação na execução de seus projetos cinematográficos, com seu nome em destaque pelo sucesso de Tropa de Elite 1 e 2, foi convidado pelos executivos da MGM para dirigir o novo Robocop. Uma tarefa nada fácil, tendo em vista que a franquia Robocop já é tida como um clássico da cultura pop, e que comparações com o primeiro filme seriam inevitáveis, até porque se trata de um remake da franquia. Outro problema é a falta de liberdade criativa que as produtoras impõem aos diretores de hoje, o filme precisa dar um retorno financeiro ao investimento que foi feito, então nem todas as idéias do diretor serão bem aproveitadas. A classificação etária do filme (PG-13) também limita o tipo de material que pode ser apresentado Então não vá ao cinema esperando ver um filme transbordando de violência gratuita e sem culpa.

Parte homem, parte maquina, Robocop surge a partir da necessidade da Omnicorp (OCP) de comercializar seus robôs em território norte americano, o que já acontece em outras partes do mundo, principalmente nos países “pacificados” pelos Estados Unidos. A lei Dreyfuss impede que drones puxem o gatilho em solo norte americano. Apoiada pela opinião pública, não permite que a OCP coloque seus drones para patrulhar as ruas e levanta uma questão interessante: o que sente um robô quando puxa o gatilho? “Nada” é a resposta de Raymond Sellars (Michael Keaton), presidente da Omnicorp quando questionado por Hubert Dreyfuss (Zach Grenier), senador conservador que deu nome e força a essa lei.

Procurando um meio de burlar a lei Dreyfuss, Raymond Sellars se questiona: “e se colocássemos um homem em uma máquina?” Apoiado pela mídia pouco conservadora que defende que os Estados Unidos são “robofóbicos”, surge então Robocop, desenvolvido pelo Dr. Dennett Norton (Gary Oldman). Robocop funciona como um rosto, o fator humano na máquina. Uma forma de mudar a opinião pública a respeito do uso de drones em solo norte americano. Alex Murphy (Joel Kinnaman) é um policial da cidade de Detroit no ano de 2028, equilibrado emocionalmente, tem amigos e família. Após um atentado contra sua vida – o que o deixa em uma situação crítica – torna-se o candidato perfeito para vestir o suit de Robocop.

José Padilha aborda alguns conflitos éticos e sociais em seu remake, desde a exploração do setor terciário, produção em massa na china – provavelmente explorando a mão de obra barata – até a inclusão do homem robô no meio social, por exemplo – a esposa de Alex Murphy questiona que tipo de vida ele terá, ressaltando a possibilidade de segregação e preconceito. É algo a se pensar: como algo, parte máquina, parte robô, irá socializar no ambiente familiar? Existe também a manipulação da opinião pública através da mídia sensacionalista que defende o uso de drones em solo norte-americano. E também a maneira como o Robocop se torna rapidamente obsoleto e descartável depois que a lei Dreyfuss é derrubada.

Contudo, Robocop é um bom programa para o fim de semana. Não espere uma releitura fiel do clássico de Paul Verhoeven, tampouco um Tropa de Elite 3. Algumas referências do filme de 1987 foram mantidas, entretanto, o que temos disponível hoje é uma releitura da obra, uma nova visão com pontos de vista diferentes.
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