Robocop
Média
4,1
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264 Críticas do usuário

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Gustavo N.
Gustavo N.

3 seguidores 2 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 10 de julho de 2014
No final do filme fiquei com um gostinho de quero mais.
Gustavo F.
Gustavo F.

9 seguidores 1 crítica Seguir usuário

3,5
Enviada em 23 de junho de 2014
Achei o filme incrível. Eu estava com expectativas baixas. Só não dou 5 estrelas pois achei o final muito, muito ruim. É como construir toda uma narrativa que te deixa super empolgado com a história, para depois desmoronar tudo num final medíocre.
Almir S.
Almir S.

306 seguidores 214 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 8 de junho de 2014
BOM. José Padilha fez um bom remake, colocando muitos aspectos parecidos com Tropa de Elite 2, corrupção, o roteiro adaptado ficou mais inteligente.
Achei muito legal ele dosar a ação na medida certa, trazendo ao filme um tom mais realista e também usando no filme tecnologias atuais.
Luiz Alexandre
Luiz Alexandre

20 seguidores 79 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 18 de maio de 2014
Padilha fez um filme que tenta ser emocional, mas não emociona, porém é inteligente, filosófico e político. Não tem a mesma violência do original, o que não compromete o longa, que foca em assuntos atuais, principalmente na pacificação das guerras através da tecnologia. Joel Kinamann demonstra um certo desconforto na interpretação da criatura híbrida, ao contrário de Michel Keaton, do excepcional Gary Oldman e de Samuel L. Jackson que, na pele de seu personagem chega incomodar com seu patriotismo exacerbado.
Osnir Sotério
Osnir Sotério

8 seguidores 25 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 10 de abril de 2014
Achei essa versão de Robocop um tanto quanto incoerente. A ideia precípua de "Robocop" é exatamente a de um policial HUMANO com poderes de um robô. Ou seja, um policial com força, agilidade, velocidade de raciocínio, habilidades e banco de dados de um robô com a capacidade de julgamento e sensibilidade de um humano. Quando o filme propõe um Robocop sem sensibilidade, se desvia completamente da ideia central. Para quem se contenta apenas com ação e efeitos especiais é um grande filme. Eu achei apenas razoável, porém, não saí do cinema com aquela sensação de que perdi duas hora da minha vida. rsrsrsrsrs Dá para entreter.
Fabrício V.
Fabrício V.

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3,5
Enviada em 10 de abril de 2014
Assisti a película de 1987 Robocop o policial do futuro pelos menos umas 15 vezês, já serei logo direto não sou crítico de cinema ou coisa do gênero muito menos me considero um, apenas sou um bom cinéfilo, e tenho que dizer francamente que o primeiro filme foi bem melhor, pelo menos na minha opinião, claro que o atual Robocop do diretor brasileiro José Padilha também assisti, e foi bem no dia do seu lançamento, e com toda certeza achei o novo Robocop muito cômico, mais cômico mesmo, de fazer piado o tempo todo até com sua propria situação, pelo fato de este novo robocop ter pinta de um maratonista profissional, recordo um momento em uma ótima tomada filmada em uma plantação que aparece o robocop correndo mais que o atleta Usain bolt, e do filme ter sido dirigido por um escritor brasileiro, recomendo o filme, e também acredito que José Padilha fez um ótimo trabalho digno de missão comprida e faca na caveira e pronto...
Kamila A.
Kamila A.

7.941 seguidores 816 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 28 de março de 2014
Filme que marca a estreia de um dos melhores diretores brasileiros, José Padilha, no cinema hollywoodiano, “Robocop” é um remake de um dos maiores clássicos dos anos 80: “Robocop – O Policial do Futuro”, dirigido por Paul Verhoeven. A trama do longa dirigido por José Padilha parte de uma questão um tanto interessante. Estamos no ano de 2028. A empresa OmniCorp – capitaneada por Raymond Sellars (Michael Keaton) – é líder no segmento de tecnologia robótica. Os Estados Unidos já têm utilizado os drones produzidos pela empresa para fins militares, poupando muitas vidas humanas. Há a intenção de se aproveitar os drones dentro do próprio território norte-americano, criando uma força policial que, da mesma maneira, pouparia inúmeras vidas humanas. Porém, a OmniCorp tem como grande obstáculo para a consecução de seu objetivo a lei proposta pelo Senador Hubert Dreyfuss (Zach Grenier).

O pensamento de Dreyfuss tem muito fundamento. Os drones produzidos pela OmniCorp são máquinas dotadas de programas que permitem que elas sejam, basicamente, executoras de uma função, sem questionar a ordem que lhes é dada. Ao contrário do ser humano, que, para tomar uma decisão de, para entrar no contexto de ‘Robocop”, por exemplo, dar um tiro em alguém, passa por vários processos emocionais até chegar ao seu ato final. Portanto, para resumir algo que é muito complexo, a pergunta inicial por trás do roteiro de “Robocop” é a seguinte: poderão os robôs – que, é importante frisar, são passíveis de erros como os seres humanos, uma vez que programas podem ter códigos equivocados – adquirirem qualidades típicas dos homens?

É esse o grande desafio por trás da OmniCorp: desenvolver um policial que seja metade homem, metade robô e que cause empatia suficiente no grande público, de forma a reverter a opinião pública a seu favor, derrubar a Lei Dreyfuss e poder comercializar esses novos policiais, resistentes e imbatíveis e prontos para combater a criminalidade. É aí que entra a figura de Alex Murphy (o ator sueco Joel Kinnaman, no primeiro grande papel de sua carreira – apesar de ele ser conhecido pela série “The Killing”). Após ser gravemente ferido num atentado, ele é usado como “bode expiatório” para o primeiro modelo daquele que seria o Robocop, o projeto dos sonhos da OmniCorp.

É importante mencionar que Alex Murphy é o candidato perfeito para esse papel: pai e marido amoroso, e policial íntegro e comprometido com a sua função. Quando Alex Murphy passa a ser um homem dentro de uma máquina, o roteiro escrito por Joshua Zetumer é perfeito ao retratar a divisão que existe entre um lado e outro, a diferença da motivação entre um homem e uma máquina, a forma como Murphy passa a ser visto pelas outras pessoas (especialmente as que ele conhece bem) e a forma como o seu comportamento difere quando ele deixa um lado predominar perante o outro. Porém, a constatação mais importante que fica ao observarmos Alex Murphy na nova chance que ele recebeu é a de que o lado humano pode ser preponderante e influenciar o lado máquina, e vice-versa.

Apesar de ser um filme de ação/ficção cientifica propriamente dito, que trata de temas como corrupção policial, desejo de vingança e senso de heroísmo e de dever cumprido; ao mesmo tempo, “Robocop” é um longa diferente, por ter um roteiro que proporciona o espaço para que surjam reflexões como a que estamos fazendo em nossa resenha crítica. Discussões como o uso ético e apropriado das novas tecnologias nunca se tornam cansativas, por serem algo extremamente atual e por nos mostrarem realidades que poderão estar muito próximas a nós num futuro não muito distante.

Em termos cinematográficos, “Robocop” é um competente filme, que tem conflitos que causam empatia na plateia – apesar também do longa original ser muito querido pelos cinéfilos. Mesmo não acrescentando ou justificando a necessidade de uma refilmagem da história, é muito bom que filmes assim possam ser redescobertos por um público mais jovem – que não conhece, por exemplo, a obra de Paul Verhoeven. Porém, nos causa tristeza ver que o estilo ágil e de crítica social presente na obra de José Padilha (como comprovam “Tropa de Elite”, “Tropa de Elite 2” e o documentário “Ônibus 174”) foram totalmente engolidos por Hollywood. Que ele possa ser mais assertivo e ter mais liberdade na próxima oportunidade.
Tiago Luiz Bubniak
Tiago Luiz Bubniak

14 seguidores 16 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 23 de março de 2014
‘Tropa de Elite’ à la Hollywood

José Padilha conseguiu fazer de sua releitura do clássico RoboCop um produto coerente com sua filmografia sem deixar de lado, é claro, a obediência à cartilha hollywoodiana

Não tão ácido porque é Hollywood. Mas não tão ameno porque é um produto sob o comando do diretor dos dois ‘Tropa de Elite’. Esse é o resultado da refilmagem de ‘RoboCop’ feita pelo brasileiro José Padilha em sua estreia na mais poderosa indústria cinematográfica do planeta. Por mais que a violência e a ousadia dos dois filmes sobre corrupção policial no Brasil não estejam evidentes no remake de ‘RoboCop’, Padilha providenciou pinceladas críticas. Tal qual os tiros vindos de tudo quanto é lado em várias cenas (algumas que remetem a videogames), sobrou para todo o mundo. Ou, pelo menos, para muitos setores: polícia, política, mídia e a própria sociedade estadunidense, retratada como detentora de uma opinião pública suscetível a estratégias midiáticas que escondem interesses escusos.
Em 2028, drones garantem a segurança dos cidadãos. Menos nos Estados Unidos, cuja população “robofóbica” teme a presença de policiais sem consciência humana. O dono da empresa de tecnologia OmniCorp (Michael Keaton) tem a ideia de colocar um homem dentro da máquina e, assim, ganhar apoio popular para expandir seus negócios no promissor mercado estadunidense. A cobaia para o experimento é o policial Alex Murphy (Joel Kinnaman), gravemente ferido em uma explosão.
O ‘RoboCop’ de Padilha recupera parte do original de Paul Verhoeven, de 1987. Mas dá um salto qualitativo, aprofundando (e muito!) a dicotomia homem/máquina, seja em termos filosóficos ou visuais. Pudera. De lá para cá, a imersão da tecnologia no cotidiano teve uma ampliação mais do que considerável. O avanço nas possibilidades dos efeitos especiais na grande tela? Idem.
Um dos grandes achados é justamente o aprofundamento na discussão sobre as fronteiras entre ser humano e autômato. Provocações para isso? 1) Softwares que criam a ilusão de livre arbítrio. 2) Administração calculada de neurotransmissores para fazer com que o corpo de Murphy (ou o que sobrou dele) seja manipulado. 3) O relacionamento do protagonista com a mulher e o filho. 4) E, claro, a cena emblemática que mostra claramente o que é orgânico e o que é tecnológico no corpo (?) do policial do futuro. O ‘Robocop’ de Padilha é, enfim, uma boa dose de diversão. O ‘Robocop’ de Padilha é, afinal, uma dose razoável de reflexão.
Luis R.
Luis R.

24.054 seguidores 759 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 23 de março de 2014
Bom!!!!!!!!!!!Honra os filmes antigos da franquia.
Gianlucca I.
Gianlucca I.

7 seguidores 7 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 20 de março de 2014
Filme digamos razoável,em cenas de ação possui cortes rápidos ,teve atuações regulares nada demais,
efeitos especiais bons(grande ponto positivo),mas o tem um grande problema , é que ele chega a ser repetitivo e entediante em alguns momentos pois é só tiroteio para lá e pra cá.
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