Robocop
Média
4,1
2678 notas

264 Críticas do usuário

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Marcos A.
Marcos A.

95 seguidores 123 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 21 de fevereiro de 2014
Para começar, a primeira cena é sensacional. Depois.... o filme fica bastante irregular, com uma parte super chata onde o que sobrou do corpo do homem vira máquina, mas ainda assim tem muitos pontos positivos, a cena final é muito boa, e as pitadas sobre como somos (ou não somos) manipulados pela imprensa, pelas corporações e pelos políticos, também é muito boa. Destaque para o estilo "apresentador de TV indignado (comprado)" do grande Samuel L. Jackson.
Wander D.
Wander D.

7 seguidores 1 crítica Seguir usuário

2,5
Enviada em 21 de fevereiro de 2014
O filme, ou refilmagem, tem coisas boas e ruins. Tem muito de tropa de elite no filme: o Robocop(ou Capitão Nascimento), a esposa, os policiais corruptos, empresario inescrupuloso(políticos) e os robôs (homens de preto). Tá tudo recontado lá. Retoma o tema sobre a desumanização que os aspirantes (a policial) - opsss quer dizer: robocop - são submetidos. Então, o que é anormal torna-se aceitável, como normal. Padilha deixa claro que o próprio robocop (um justiceiro) é mal também. Esta tudo lá, inclusive o pregador (jornalista) gritando aos quatro cantos que o exercício da força é a solução.
Asafi P.
Asafi P.

16 seguidores 2 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 21 de fevereiro de 2014
Filme ótimo! Não dá pra não parabenizar o NOSSO (haha) José Padilha! Atuações excelentes do Michael Keaton, Gary Oldman, do próprio Kinnaman e Samuel L. Jackson dispensa comentários, arrebentou como ancora (cabeludo). O filme se desenvolve muito bem, prendendo a atenção o tempo todo. Em comparação com o antigo, perdeu alguns aspectos importantes. Nesse, ele se adapta à "roupa" muito rápido, t spoiler: ipo ele acorda e quando o soltam, ele já sai correndo que nem louco
(haha), mas tbm não podemos deixar de pensar que agora já estamos em um nível tecnológico MUITO mais avançado que o antigo, o que exige uma adaptação. Senti falta da trilha sonora clássica, que só apareceu alguns momentos no noticiário. Um aspecto legal foi a "briga" entre o Murphy e a "máquina" de quem está no controle e o fato dele "frustar" os planos spoiler: do Norton (e do Sellars) de tirar dele o poder da "escolha" no modo de combate
. É um novo robocop, bem adaptado, mais "tecnológico", mais ágil e "tático" (como diz o Sellars). Vale ressaltar que as cenas de ação estão MUITO boas! Vale a pena assistir!
Lucas T.
Lucas T.

12 seguidores 20 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 9 de março de 2014
um reboot a altura da série,o final foi meio fraco porém o filme é ótimo.
AndreiaR
AndreiaR

12 seguidores 5 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 21 de fevereiro de 2014
Posso dizer uma coisa? Vi o primeiro, na época foi muito bom, era uma inovação tecnológica, agradou muito, tanto que virou série, que também vi, e gostei bastante. Agora esse novo Robocop, além do elenco ser sensacional, me agradou mais ainda e me deixou com um baita orgulho de ser brasileira, por saber que o responsável é um brasileiro, um cara super do bem, que está provando que tem talento, também fora do Brasil, porque aqui ele já havia agradado o grande público com Tropa de Elite. Então quero dizer que o filme é muito bom, bem feito, com imagens ótimas, atores excelentes, e um brasileiro que fez a diferença!
dicmelo
dicmelo

12 seguidores 4 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 21 de fevereiro de 2014
O diretor José Padilha está a um passo de começar sua conquista ao mundo, com um currículo de dar inveja a qualquer cineasta brasileiro, em questões financeiras e de aprovação do publico, o mesmo ganha uma chance de peso para ter seu nome exposto com "categoria".
Primeiro vem a preocupação de refilmagem de um clássico dos anos 80, tirado a expectativa e o medo de uma possível e provável decepção, temos uma grata surpresa. O filme tem pegada desde os seus primeiros minutos e continua assim até o final, é isso mesmo que você leu.
A história não é meio rasa, o que se torna um diferencial para esse gênero, mas se sobressai com os efeitos especiais, as vezes relembram gráficos de console de video game e possui algumas cenas que estão ali apenas para preencher a lacuna sem ação em boa parte do filme.
Michael Keaton e Joel Kinnaman integram o elenco dessa nova versão, pelo que vimos em tela, vai embalar outras continuações em breve, uma boa pedida para esse final de semana e para os próximos, com muito papo e pouco tiro, mas suficiente para uma continuação a altura.
Kelvin Cri?ti
Kelvin Cri?ti

10 seguidores 47 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 28 de julho de 2015
A nota excelente é pelo fato de que o "Robocop" moderno demonstra ser humano. Os filmes "Robocop" da outra era eram muito bons, mas o protagonista quase não demonstrava sua humanidade. Nesta versão pop de Robocop conhecemos muito bem a relação do Alex Murphy com a sua família. spoiler: A cena clássica que todos já sabem que vai acontecer antes de assistir o filme, quando ele praticamente morre, foi perfeitamente remodelada.
Um dos melhores filmes de ação que eu já assisti. E vale a pena cada minuto deste filme fluído. Os efeitos especiais estão bem dosados sem excessos ou confusão de imagens. A história atual é muito simples e sem mistérios.
Barbara Martins
Barbara Martins

34 seguidores 18 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 21 de fevereiro de 2014
A primeira incursão do diretor José Padilha em Hollywood vem com a nova versão da história de um personagem que virou um clássico do cinema de ação, pelo menos para a geração que acompanhou o surgimento do “policial perfeito” em 1987 no filme com direção de Paul Verhoeven. Devo concordar com a crítica do Jornal O Globo e dizer que o filme é mais entretenimento do que reflexão. Contudo, existe sim uma tentativa de provocar discussões, inclusive sobre os limites da ciência ao pisar em solo protegido por leis morais e éticas que regem a sociedade e as faces da instituição policial, por exemplo, assunto com o qual Padilha já está familiarizado.
O diretor brasileiro, mais conhecido por seu trabalho em Tropa de Elite 1 e 2, volta à cena policial, mas dessa vez nas cores da bandeira norte-americana, fortemente defendida por um Samuel L. Jackson interpretando um apresentador de TV pró-robôs que satiriza a mídia sensacionalista. Alguns aspectos marcantes no longa são bastante similares ao que já tínhamos visto de Padilha, a exemplo da câmera inquieta nas cenas de ação e da aproximação do trabalho policial à realidade. Aliás, a última sequência de ação, que marca o alcance do objetivo central do protagonista desde o início da trama, utiliza um jogo de iluminação muito interessante que cede à cena aquele sentimento de tensão em um confronto, só que maximizado pelo fato de alternar rapidamente entre completa escuridão e flashes de imagem.
Os primeiros minutos de filme nos apresentam a realidade de um mundo que convive com máquinas no ano de 2028 e um caso policial que não terminou bem e voltará a assombrar o protagonista, um policial persistente e pai de família que terá sua vida completamente transformada por uma tentativa de homicídio. É a partir do acidente que surge o Robocop. Desnorteado, Alex Murphy acorda depois da explosão dentro de uma armadura e percebe que não é mais o mesmo. Porém, é quando Alex pede para ver quem ele realmente é que o espectador é impactado por uma cena digna de elogios. A crise existencialista que atinge o personagem quase que instantaneamente também é sentida por quem assiste as partes mecânicas sendo removidas e dando lugar aos poucos membros que sobraram do corpo do policial (poucos mesmo!). E o longa segue, alternando de forma bastante equilibrada entre as cenas de ação, os discursos que concernem essa sociedade futurista e a batalha interna de Alex Murphy.
Toda reação é motivada por uma ação. Em Robocop não é diferente: toda cena de ação se dá devido à crise interior de um homem mental e fisicamente transformado por um acidente e que precisa recuperar o controle sobre sua nova (semi?) vida. E enquanto ele tenta, o espectador desfruta de um filme com conteúdo, bem produzido e cheio da experiência de Padilha quando se trata de mocinhos e bandidos entre tiros e questões sociais e humanas pouco aprofundadas, mas ainda assim presentes.
Icaro A.
Icaro A.

44 seguidores 18 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 24 de fevereiro de 2014
O filme é um remake, e todos sabemos que remakes tem tendência àquela chateação de vermos mais uma vez acontecer tudo aquilo que todo mundo já tá cansado de saber que vai rolar. Murphy quase morre em função do trabalho de policial e entra numa experiência onde seu corpo é restaurado usando os seus restos somados a partes robóticas, porem é uma experiencia inédita e acaba trazendo vários imprevistos quanto ao operador, à maquina e ao aberracionismo da ideia.

Porem esse filme não se encaixa nesse padrão, tudo bem que a historia se repete um pouco, mas Padilha conseguiu fazer um filme classicamente espetacular e intocável ficar mais enxuto (ele eliminou o excesso de violência e por consequência baixou a censura) e numa formula de proporção inversa, essa eliminação deu espaço para o filme ficar com um certo conteúdo mais confortável e o Robocop receber um estilo mais “maneiro”, além é claro das melhorias tecnológicas que ele recebe. Claro que Robocop é Robocop, mas nem por isso iremos manter a mente fechada para essa novidade. Outra característica marcante é que eu esperava que o Robocop a qualquer momento olhasse pra alguém e falasse “pede pra sair 02”, não, isso não é ironia, pois realmente o estilo Robocop 2014 lembra bastante o Capitão Nascimento do BOPE, um policial, problemas familiares, policiais corruptos, atitude incorruptível e valentia pra enfrentar a morte caso isso complete sua missão de limpeza.

Essa versão tem um foco maior na política e menos na ética. As guerras entre bandidos nas ruas passam para o senado, onde está havendo debates quanto a uma lei que proíbe o uso de robôs do exercito nas ruas americanas (coisa já usada pelo exercito em operações internacionais), Samuel L Jackson entra nesse contexto com sua seriedade piadista, ele é o titular de um telejornal dessa época, e mostra claramente um típico exemplar da mídia tendenciosa (claro que exagerada).

Jackson vive Novak, um jornalista que é a favor do uso de robôs policiais e está sempre manipulando os fatos para mostrar apenas as vantagens disso. Keaton é Raymond Sellars, um empresário dono da OmniCorp e criador dos robôs do exercito, ele usa Alex com objetivo de manipular o povo a ver o lado bom de se ter um robô policial nas ruas. Gary Oldman como Norton, mostra a ciência por trás das transformações e o que isso pode levar pessoas a fazerem em troca de uma descoberta tão promissora. Resumindo, a questão do filme não é apenas um homem que virou robô e vai combater o crime, é um homem que sofre um acidente e tem sua vida salva para que, sem saber, se torne uma peça de xadrez na mão dos políticos e manipular as pessoas a mudarem suas opiniões.

Daí surgem outros tópicos do filme, o filme explora a consciência e o controle humano, até onde um homem pode controlar um corpo que não é seu e que, apesar de ser controlado pelo seu cérebro, consegue usar um programa pra controlar seus atos e fazer seu corpo te obrigar a agir como ele (ou quem quer que controle a parte maquina) bem desejar. A questão é, até onde homens poderiam dominar maquinas para o bem e até onde homens iriam para controlar homens.
Hercules F.
Hercules F.

27 seguidores 27 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 18 de fevereiro de 2014
Sempre fui fã desse filme assistia sempre que passava na tv inclusive a serie animada com cereza é um ótimo filme
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