Robocop
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4,1
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264 Críticas do usuário

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Damião V.
Damião V.

1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 25 de fevereiro de 2014
É um filme bom não tão bom quanto ao primeiro mas dos últimos remake que estão saindo este foi o melhor.
V.Wesker
V.Wesker

24 seguidores 15 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 25 de fevereiro de 2014
Efeitos legais, historia bacana vale o ingresso e prestar atenção nas cenas em que o Alex é transformado.
radioindoor
radioindoor

1 seguidor 2 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 25 de fevereiro de 2014
Com orçamento de apenas $ 100 milhões, podemos e devemos considerar um baita de um filme. Fiquei entusiasmado do começo ao fim muito bom mesmo!
Douglas C.
Douglas C.

1 seguidor 2 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 25 de fevereiro de 2014
O filme em questão, tem tudo a ver com filme tropa de elite só muda o cená gringos parece qie perderam a noção, estão fadados ao fracasso mais uma vez.
Luís Carlos B.
Luís Carlos B.

13 seguidores 2 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 25 de fevereiro de 2014
Excelente! Tão bom ou melhor quanto o original, vejo mais vantagens neste remake do que na versão de Paul Verhoeven. José Padilha mostra mais uma vez sua competência nos trazendo este Robocop com uma abordagem um pouco mais leve, no que diz respeito à violência de suas cenas, mas também mais séria com seus questionamentos.
Quem assistiu à versão de 1987 provavelmente vai sentir falta de dois aspectos cuja abordagem do diretor brasileiro foi bem diferente neste: A "morte" de Murphy no original é realmente forte (quem assistiu a versão do diretor sabe melhor), neste deram uma moderada até para que o filme pudesse atingir um maior público, mas no novo contexto desenvolvido pela versão de Padilha a tornou justificável.
O outro aspecto, esse mais importante para o desenvolvimento da história e onde o original leva boa vantagem, é a relação Murphy x Lewis (que neste é um homem). Aqui continuam parceiros, mas em boa parte do filme permanecem afastados, não vemos nem de longe aquele envolvimento e carisma que a dupla possuía no original. Isso, porém, abre espaço para uma relação melhor desenvolvida entre Murphy e sua família, que pouco vimos no longa de 87.
O grande trunfo desta nova versão que pesa a seu favor na comparação é o elenco de apoio. Samuel L. Jackson se mostra mais uma vez excelente em suas participações especiais (Alguém aí lembrou do André Mattos/Fortunato de Tropa 2?), Michael Keaton vai bem também como CEO da OCP, como há muito não se via e o grande Gary Oldman na pele do cientista responsável pela criação do Robocop. Este, mais um papel em que ouve troca de sexo, mas aqui a mudança foi bem trabalhada e melhor em relação ao original. Todos estes ajudam o até então desconhecido Joel Kinnaman a entregar um Alex Murphy/Robocop digno e com competência.
José Padilha acertou muito com sua abordagem de um mesmo universo, porém sobre uma ótica mais contemporânea, onde a mídia e a imprensa têm grande influência na opinião pública e também constrói uma boa linha do tempo com os acontecimentos que levam a OCP a se tornar a gigante que já conhecíamos do longa de Verhoeven. Recomendadíssimo!
Alan R.
Alan R.

5 seguidores 1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 24 de fevereiro de 2014
Não sou muito fã de ação, mas como passei minha infância brincando de robô cop, tinha que conferir essa versão atual. De início achei que não valeria a pena, mas a trama me prendeu. Sabe aquele gosto de quero mais!?
Lucas S. Lima
Lucas S. Lima

1 seguidor 6 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 25 de fevereiro de 2014
Crítica: RoboCop (2014

O diretor José Padilha já mostrou ser um grande realizador tanto como documentarista (Ônibus 174, 2002) quanto como diretor de ficção (Tropa de Elite 1 e 2, 2007/2010). E sempre tratando de temas polêmicos de uma forma muito abrangente e inteligente. Esse primeiro trabalho do diretor lá fora tem seus méritos, mas nos deixa com a sensação de que poderia mais.

A trama se passa em 2028, e mostra uma nova forma de segurança pública com Robôs e drones operando no lugar de homens. Mas isso só acontece no exterior, já que os robôs não têm a simpatia e confiança do povo americano. Querendo reverter esse quadro, o CEO da OmniCorp Raymond Sellars (Michael Keaton) pretende lançar um híbrido homem/máquina.

O roteiro planta sementes para algumas discussões, como: uma máquina não sente o que um homem sente, então como confiar em suas ações? ; em contrapartida, com as máquinas em ação, muitas vidas humanas seriam poupadas; Quem teria o controle dessas máquinas, e quais vontades elas serviriam? ; tais questões poderiam servir como a ponta do iceberg rumo a um grande debate filosófico, mas o filme em nenhum momento parece querer se aprofundar nos temas.

Outra discussão que o longa aponta, é a participação da mídia perante o grande público, através do personagem de Samuel L. Jackson ( muito bem), que interpreta um jornalista manipulador .

As atuações estão muito coesas e satisfatórias, com destaque para Michael Keaton, que faz o presidente da OminiCorp como uma cara que deixa a parte humana de lado para se preocupar apenas com números e porcentagens. Gary Oldman, que dá vida a um cientista que vê no seu trabalho uma oportunidade de dar uma nova vida às pessoas, – e a cena do homem que tenta tocar violão com as próteses no lugar das mãos é bastante ilustrativa - mas se vê em uma discussão política, funcionando como uma marionete da empresa.

O ator Joel Kinnaman tem em algumas cenas o rosto coberto pelo capacete, mas nas cenas que exigem mais emoção ele deixa a desejar.

As cenas de ação são boas, mas poderiam ser melhores. Aliás, é bom o espectador tomar cuidado para não ser atingido, já que as cenas trazem um tiroteio exacerbado e sem direção.

A câmera na mão – característica documental de Padilha - está presente em boa parte do filme.

A trilha sonora do brasileiro Pedro Bromfmam aparece muito bem. Pontual e com uma dose de homenagem/saudosismo ao filme original (RoboCop, 1987) .

Com tantos temas à disposição e com um diretor que não tem medo de pôr o dedo na ferida, o filme prometia mais. Mas vale lembrar que essa é a estréia de Padilha em um blockbuster e com um grande estúdio por trás – talvez isso explique muita coisa. E o fato do diretor ter levado sua equipe e ter tido certa liberdade, já é uma vitória. Vale à pena.
Vinícius P.
Vinícius P.

22 seguidores 1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 24 de fevereiro de 2014
Realmente o medo veio junto comigo quando fui ver este filme, porém ele mostrou que consegue andar sozinho sem o peso enorme que ele carrega em seu nome

Robocop é um bom filme e merece ser visto, sem medo, porém a violencia dos anos 80 ia ser de bom grado
Fábio W.
Fábio W.

7 seguidores 2 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 24 de fevereiro de 2014
Nem mesmo dentre os fãs mais cativos de RoboCop (1987) haverá muitos que se sentirão ultrajados pela nova versão do filme, dirigida pelo brasileiro José Padilha (da série Tropa de elite) e lançada recentemente nos cinemas. É verdade que o original, posto em cena por Paul Verhoeven (O vingador do futuro, Instinto selvagem e Tropas estelares), tornou-se um dos maiores cults de todos os tempos e durante muito tempo foi difícil imaginar um remake decente para o robô grandalhão e suas chacinas sistemáticas. E essa era a sina que os produtores do filme tinham nas mãos – até descobrirem o trabalho de Padilha. Basta observarmos o estilo do diretor carioca para entendermos que a intenção do novo filme não é a de resgatar o espírito cyberpunk cru do original, mas sim a de dar à velha história fôlego novo, num filme ágil e barulhento, tenso e angustiante, bem à moda de Tropa de elite – mas é claro que com todo o sangue enxugado, já que se trata de Hollywood dedicado ao público jovem. Na nova história, Alex Murphy, mais jovial do que o Murphy original, é casado com uma bela mulher com quem tem um filho pequeno e seu parceiro não é Nancy Allen (Dublê de corpo), mas Michael K. Williams (Doze anos de escravidão), um policial de pouca participação na história e cuja função principal parece ser a de levar tiros à custa do herói. Some-se a esse drama o cientista interpretado por Gary Oldman (o comissário Gordon da trilogia Batman) e temos o quadrilátero afetivo em que se envolve o protagonista: o fator humano, o familiar, o profissional e o tecnológico. A tragédia de Alex Murphy se insere numa das temáticas favoritas dos norte-americanos, a do armamentismo e da segurança privada. Numa época em que debates sobre a violência e a invasão de privacidade estão em alta, os produtores americanos fizeram bem em escolher um diretor que tem competência demonstrada no assunto para coordenar um filme que, com ele, tende a se afastar da opinião enviesada que um diretor americano certamente imprimiria à produção. Falando nisso, não me parece totalmente verdade o que alguns veículos de comunicação revelaram sobre o trabalho de Padilha nos EUA. De acordo com esses veículos, Hollywood teria comido na mão do nosso diretor, mas ele próprio, em uma conversa com Fernando Meirelles, teria afirmado que nove em cada dez ideias que ele tinha eram rejeitadas, mas que mesmo assim o filme ficaria bom. Voltemos ao que interessa: de fato ficou. Padilha não teve o pudor de aderir à estética norte-americana e seu RoboCop lembra muito um Tropa de Elite tecnológico e sinistro. As qualidades da direção de Padilha são muitas e exigiriam uma segunda crítica, então me contentarei com deixar em suspense a ideia de quão (ainda mais) brilhante o projeto teria sido se todas as suas ideias tivessem sido acatadas. Seus ângulos de câmera, elementos internos de cena, planos-sequências... Muito pouco do que vemos no filme é comum ao estilo de Hollywood e, levando-se em conta o incremento que o estilo brasileiro frenético dá ao filme, esse é obrigatório para qualquer fã de filmes de ação ou do robô-policial ou de José Padilha ou de todos eles. Agora, sejamos justos: se Padilha é o hemisfério criativo da obra, o montador Daniel Rezende é o hemisfério lógico. O gatilho rápido de Rezende, com certeza um dos melhores montadores hoje, é notado logo nos primeiros minutos do filme e sem dúvida sua edição genial aperfeiçoa e coroa o novo RoboCop como um todo. Genialidade que pode ser verificada em sua melhor forma na cena de tiroteio no escuro. Além de evitar comparações com o original, o expectador deve dedicar suas forças à ação. As cenas de drama familiar pouco têm de profundidade devido à má interação dos atores, que parecem desconfortáveis uns com a presença dos outros, e a própria atuação do parceiro de Murphy quase nada tem de carga dramática. Ordinário mas eficientemente cômico é o papel de Samuel L. Jackson, o jornalista barato bem ao molde dos jornalistas brasileiros que vemos na TV com mais frequência do que desejávamos. Com Jackson, Padilha não deixa de alfinetar sua própria cultura, ainda que escondido debaixo das listras da bandeira norte-americana. Porém, nenhum desses maus jogos de atores compromete a qualidade do frenesi das sequências de violência e heroísmo, que estão alicerçadas nos veteranos Gary Oldman e Michael Keaton (o Batman de Tim Burton), além do razoável Joel Kinnaman. O roteiro tem várias falhas e superficialidades, mas a mise-en-scène de Padilha as resolve em quase 100%. Nas mãos de um diretor barato, elas transpareceriam e o remake poderia ter sido um vergonhoso desastre. Se não me engano, há algumas semanas um colunista do The Guardian escreveu que “RoboCop não seria um desastre apenas por um milagre”. Talvez hoje ele seja religioso, não sei.
Carla S.
Carla S.

5 seguidores 1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 24 de fevereiro de 2014
José Padilha se superou! Conseguiu transmutar um clássico num novo, repaginado e surpreendente novo clássico. Diferente do original traz em sua essência e mesma fórmula porém com um toque Padilha de ser. O filme é envolvente, dinâmico e retrata uma preocupação atual: até que ponto a tecnologia supera o ser humano? ela pode ser importante em vários aspectos, mas o elemento humano é dispensável? É o Brasil escrevendo história em Hollywood e mostrando na arte cinematográfica capacidade, qualidade e eficiência. Orgulho de ser brasileiro!
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