Robocop
Média
4,1
2678 notas

264 Críticas do usuário

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Ricardo L.
Ricardo L.

63.294 seguidores 3.227 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 4 de março de 2014
Muito Bom! cenas de tirar o folego, tendo um roteiro respeitando o primeiro filme dos naos 80, dando destaque para o grande Samuel L. jackson dando um show de atuação,claro isso já é normal!!! Remake de primeira linha!! muito bom mesmo!!!!
Neto S.
Neto S.

30.587 seguidores 773 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 4 de março de 2014
Em um futuro não muito distante, no ano de 2028, drones não tripulados e robôs são usados para garantir a segurança mundo afora, mas o combate ao crime nos Estados Unidos não pode ser realizado por eles e a empresa OmniCorp, criadora das máquinas, quer reverter esse cenário. Uma das razões para a proibição seria uma lei apoiada pela maioria dos americanos. Querendo conquistar a população, o dono da companhia Raymond Sellars (Michael Keaton) decide criar um robô que tenha consciência humana e a oportunidade aparece quando o policial Alex Murphy (Joel Kinnaman) sofre um atentado, deixando-o entre a vida e a morte. Bem minha expectativas tava meio a meio mais filme me supreendeu bastante tem boas cenas de ação e tem efeitos excelentes e ótimas atuações nota 9.5
Sidney  M.
Sidney M.

29.816 seguidores 1.082 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 24 de fevereiro de 2014
Robocop tem um começo empolgante com boas cenas de ação. spoiler: A cena estava divida em duas situações, tinha a imprensa fazendo uma reportagem sobre os robôs ou os drones, de como eles agem em situação de combate, e a outra tinhas os rebeldes ou homens bomba seja la o que for, querendo mostrar (eu acho) de como esse tipo de militarização é desonesta e insensível. Bem, o começo é realmente empolgante, mas achei meio vago, pois logo após a cena, ela é cortada para o apresentador, que sem muitos rodeios ele simplesmente expressa sua opinião de que os EUA merecia esse tipo de segurança em seu pais.
Mas isso só foi uma observação que eu tive, por que o mais importante de RoboCop estava por vir. Sobre o filme, achei ele muito bem feito, a história é bem rica, e o enredo merece destaque, por que fazer remakes não é la algo fácil, pois tem aqueles produtores que só se preocupam com dim dim, ou seja, fazem uma produção cheia de ação com efeitos grandiosos, não que seja ruim, á até divertido, mas infelizmente acabam esquecendo de algo importante, que é a trama, a história, a caracterização dos personagens, e isso Padilha faz muito bem. Tem muito Tropa de Elite aqui, pois a história foca na corrupção dentro da polícia e sem muita ênfase, mas cutuca também na corrupção políítica. Robocop tem muita ação, mas é no tempo certo, tudo é muito bem colocado como a cena do tiroteio na chuva (eletrizante). Outros destaques são as ótimas atuações, o elenco é bom com atuações importantes principalmente Joel Kilnnaman, Michael Keaton e claro, Gary Oldman. Mas eu destaco a direção de José Padilha, pode até ser que robocop não é perfeito, mas Padilha estreia muito bem. Eu falo isso por que recentemente foi feito um remake de O Vingador do Futuro por coincidência do mesmo criador de robocop. porém esse novo vingador do futuro é muito inferior ao robocop de padilha, e olha que o diretor Len Wiseman já meio experiente, e padilha faz sua em produção como essa. Enfim, achei o filme bom pra caramba deu até vontade de assistir de novo.
Luis R.
Luis R.

24.054 seguidores 759 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 23 de março de 2014
Bom!!!!!!!!!!!Honra os filmes antigos da franquia.
Jackson A L
Jackson A L

13.705 seguidores 1.245 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 12 de maio de 2016
Quem curtiu os Robocop´s anteriores, com certeza vai se amarrar também nesse. Na trama, estamos no ano de 2028. Já há vários anos os drones têm sido usados para fins militares mundo afora e agora a empresa OmniCorp deseja que eles sejam usados também para o combate ao crime nas grandes cidades. Entretanto, esta iniciativa tem recebido forte resistência nos Estados Unidos. Na intenção de conquistar o povo americano, Raymond Sellars (Michael Keaton) tem a ideia de criar um robô que tenha consciência humana, de forma a aproximá-lo à população. A oportunidade surge quando o policial Alex Murphy (Joel Kinnaman) sofre um atentado, que o coloca entre a vida e a morte. Um gfrande atuação do protagonista, que encara seu primeiro grande trabalho. A crítica fica por conta da armadura de cor preta, que na minha opinião, descaracterizou totalmente o Robocop e ainda faz lembrar do Homem Aranha 3.
Kamila A.
Kamila A.

7.941 seguidores 816 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 28 de março de 2014
Filme que marca a estreia de um dos melhores diretores brasileiros, José Padilha, no cinema hollywoodiano, “Robocop” é um remake de um dos maiores clássicos dos anos 80: “Robocop – O Policial do Futuro”, dirigido por Paul Verhoeven. A trama do longa dirigido por José Padilha parte de uma questão um tanto interessante. Estamos no ano de 2028. A empresa OmniCorp – capitaneada por Raymond Sellars (Michael Keaton) – é líder no segmento de tecnologia robótica. Os Estados Unidos já têm utilizado os drones produzidos pela empresa para fins militares, poupando muitas vidas humanas. Há a intenção de se aproveitar os drones dentro do próprio território norte-americano, criando uma força policial que, da mesma maneira, pouparia inúmeras vidas humanas. Porém, a OmniCorp tem como grande obstáculo para a consecução de seu objetivo a lei proposta pelo Senador Hubert Dreyfuss (Zach Grenier).

O pensamento de Dreyfuss tem muito fundamento. Os drones produzidos pela OmniCorp são máquinas dotadas de programas que permitem que elas sejam, basicamente, executoras de uma função, sem questionar a ordem que lhes é dada. Ao contrário do ser humano, que, para tomar uma decisão de, para entrar no contexto de ‘Robocop”, por exemplo, dar um tiro em alguém, passa por vários processos emocionais até chegar ao seu ato final. Portanto, para resumir algo que é muito complexo, a pergunta inicial por trás do roteiro de “Robocop” é a seguinte: poderão os robôs – que, é importante frisar, são passíveis de erros como os seres humanos, uma vez que programas podem ter códigos equivocados – adquirirem qualidades típicas dos homens?

É esse o grande desafio por trás da OmniCorp: desenvolver um policial que seja metade homem, metade robô e que cause empatia suficiente no grande público, de forma a reverter a opinião pública a seu favor, derrubar a Lei Dreyfuss e poder comercializar esses novos policiais, resistentes e imbatíveis e prontos para combater a criminalidade. É aí que entra a figura de Alex Murphy (o ator sueco Joel Kinnaman, no primeiro grande papel de sua carreira – apesar de ele ser conhecido pela série “The Killing”). Após ser gravemente ferido num atentado, ele é usado como “bode expiatório” para o primeiro modelo daquele que seria o Robocop, o projeto dos sonhos da OmniCorp.

É importante mencionar que Alex Murphy é o candidato perfeito para esse papel: pai e marido amoroso, e policial íntegro e comprometido com a sua função. Quando Alex Murphy passa a ser um homem dentro de uma máquina, o roteiro escrito por Joshua Zetumer é perfeito ao retratar a divisão que existe entre um lado e outro, a diferença da motivação entre um homem e uma máquina, a forma como Murphy passa a ser visto pelas outras pessoas (especialmente as que ele conhece bem) e a forma como o seu comportamento difere quando ele deixa um lado predominar perante o outro. Porém, a constatação mais importante que fica ao observarmos Alex Murphy na nova chance que ele recebeu é a de que o lado humano pode ser preponderante e influenciar o lado máquina, e vice-versa.

Apesar de ser um filme de ação/ficção cientifica propriamente dito, que trata de temas como corrupção policial, desejo de vingança e senso de heroísmo e de dever cumprido; ao mesmo tempo, “Robocop” é um longa diferente, por ter um roteiro que proporciona o espaço para que surjam reflexões como a que estamos fazendo em nossa resenha crítica. Discussões como o uso ético e apropriado das novas tecnologias nunca se tornam cansativas, por serem algo extremamente atual e por nos mostrarem realidades que poderão estar muito próximas a nós num futuro não muito distante.

Em termos cinematográficos, “Robocop” é um competente filme, que tem conflitos que causam empatia na plateia – apesar também do longa original ser muito querido pelos cinéfilos. Mesmo não acrescentando ou justificando a necessidade de uma refilmagem da história, é muito bom que filmes assim possam ser redescobertos por um público mais jovem – que não conhece, por exemplo, a obra de Paul Verhoeven. Porém, nos causa tristeza ver que o estilo ágil e de crítica social presente na obra de José Padilha (como comprovam “Tropa de Elite”, “Tropa de Elite 2” e o documentário “Ônibus 174”) foram totalmente engolidos por Hollywood. Que ele possa ser mais assertivo e ter mais liberdade na próxima oportunidade.
apenasumr
apenasumr

3.905 seguidores 449 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 16 de fevereiro de 2015
Eu gostei deste remake,E Sinceramente um rebote para a franquia era inevitavel,É Claro que não ficou uma obra prima como o primeiro mas é um bom filme.
Jhonathan C.
Jhonathan C.

3.325 seguidores 415 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 14 de maio de 2014
Um filme incrível. José Padilha se saiu muito bem dessa vez. Além de ter bons nomes (Gary Oldman, Samuel L. Jackson), Joel Kinnaman se saiu bem na pele do Alex Murphy, depois do fracasso de A Hora Mais Escura. O filme teve belos efeitos especiais, abordou temas da violência, política e até mesmo da saude, mas em muitos momentos tudo foi previsível, especialmente nas cenas de ação. Mas vale a pena assistir.
Juarez Vilaca
Juarez Vilaca

2.918 seguidores 393 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 24 de fevereiro de 2014
Um bom filme, bastante diferente do primeiro. Sem a surpresa do home-robô optaram por atualizar os problemas. Os bandidos ficaram mais dissimulados. Dependendo da perspectiva um mocinho poderia virar bandido e vice-versa. Os diálogos ficaram mais rápidos e as ações sem muitas explicações. De mensagem política apenas uma propaganda satírica da hegemonia americana no mundo. Vale a pena.
Vilmar O.
Vilmar O.

2.033 seguidores 357 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 11 de dezembro de 2015
Filme bem fraco e eu só assistir por causa do José Padilha.
Ficou devendo demais: roteiro ruim, história chata e elenco fraco.
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