Robocop
Média
4,1
2678 notas

264 Críticas do usuário

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Danilo Miranda
Danilo Miranda

10 seguidores 57 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 18 de março de 2014
Estamos acostumados a ver uma sociedade corruptível, hipócrita no Brasil(vamos parar por aqui). Que tal abrir os horizontes e ver fora daqui? Robocop, apesar de ser um filme de ação futurística, te mostra isso.
Agora, saindo da analise social, recomendo esquecer os filmes antigos e sentar no cinema e ver algo novo. Vai gostar!

Encerro com um pedido: Mais filmes de Jose Padilha, por favor!
Marcel Aoki
Marcel Aoki

16 seguidores 55 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 22 de outubro de 2014
Em um futuro não muito distante, no ano de 2028, drones não tripulados e robôs são usados para garantir a segurança mundo afora, mas o combate ao crime nos Estados Unidos não pode ser realizado por eles e a empresa OmniCorp, criadora das máquinas, quer reverter esse cenário. Uma das razões para a proibição seria uma lei apoiada pela maioria dos americanos. No Oriente Médio seus drones soldados estão ajudando a impor a paz,o desafio é fazer isso nas ruas dos USA. Querendo conquistar a população, o dono da companhia Raymond Sellars (Michael Keaton) decide criar um robô que tenha consciência humana e a oportunidade aparece quando o policial Alex Murphy (Joel Kinnaman) sofre um atentado, deixando-o entre a vida e a morte.

Quando a nova versão de RoboCop de 1987 de Paul Verhoeven, foi anunciada, os fãs correram para a internet para expressar sua desaprovação.
O desabafo continuou durante toda a produção atrasada do filme. O vazamento do roteiro, sugeriu uma história mais séria recheado com alegorias sócio-políticas.
Sim, é um negócio complicado refazer um clássico. Fique perto demais do material de origem e você tornar-se redundante; mude muito e corre-se o risco dos fãs desaprovarem.
Assim como o original, a luta entre o homem ea máquina constitui a espinha dorsal, embora aqui o conceito é abalado. No lugar do cyborg sem memória de Peter Weller, Kinnaman é dolorosamente ciente do que aconteceu com ele; na verdade, são as tentativas duvidosas de OmniCorp para suprimir a humanidade de Murphy.
Como no filme de Verhoeven, a história realmente entra em ação quando Murphy ignora a sua programação e vai atrás de seus próprios assassinos. O elenco tem várias estrelas como Samule L.Jackson uma espécie de Datena com Marcelo Rezende,Michael Keaton e Gary Oldman.
O diretor Padilha,fez um filme de ação com ritmo frenético, como seu mega sucesso Tropa de Elite.Os diálogos são fracos e previsíveis,o forte são as cenas de ação e violência.
É difícil comparar com o original,arrisco a dizer que prefiro a versão original.Não sei se conta o fato,de que na época eu era criança e o adorei o filme na época.
Raffa S.
Raffa S.

10 seguidores 11 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 28 de maio de 2017
Muito fodasticoo,,Filme eh da hora muito bem feito cheio de efeito,,estiloo da marvel vcs estão de parabéns!
Pitacos.cinematográficos
Pitacos.cinematográficos

28 seguidores 71 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 29 de abril de 2015
Nova versão do clássico cult de 1987, RoboCop dirigido pelo brasileiro José Padilha (Tropa de Elite) muda o foco do original, trazendo o drama para o lado humano de Alex Murphy (Joel Kinnaman), o policial que estava praticamente morto e é "ressuscitado" em forma de máquina. Se no original Murphy acordava como uma máquina, e aos poucos, contra a vontade de seus criadores, ia relembrando seu passado, neste ocorre o contrário. Murphy acorda do coma e fica chocado ao se ver transformado em uma máquina, com pouquíssima coisa sobrando de seu corpo humano.

[Leia a continuação da crítica no link do meu blog]
Lucas T.
Lucas T.

12 seguidores 20 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 9 de março de 2014
um reboot a altura da série,o final foi meio fraco porém o filme é ótimo.
dicmelo
dicmelo

12 seguidores 4 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 21 de fevereiro de 2014
O diretor José Padilha está a um passo de começar sua conquista ao mundo, com um currículo de dar inveja a qualquer cineasta brasileiro, em questões financeiras e de aprovação do publico, o mesmo ganha uma chance de peso para ter seu nome exposto com "categoria".
Primeiro vem a preocupação de refilmagem de um clássico dos anos 80, tirado a expectativa e o medo de uma possível e provável decepção, temos uma grata surpresa. O filme tem pegada desde os seus primeiros minutos e continua assim até o final, é isso mesmo que você leu.
A história não é meio rasa, o que se torna um diferencial para esse gênero, mas se sobressai com os efeitos especiais, as vezes relembram gráficos de console de video game e possui algumas cenas que estão ali apenas para preencher a lacuna sem ação em boa parte do filme.
Michael Keaton e Joel Kinnaman integram o elenco dessa nova versão, pelo que vimos em tela, vai embalar outras continuações em breve, uma boa pedida para esse final de semana e para os próximos, com muito papo e pouco tiro, mas suficiente para uma continuação a altura.
Thiago A.
Thiago A.

9 seguidores 29 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 14 de fevereiro de 2015
acho que robocop nao merece sequencias,rebots,novas historias,fico mt chato,so gostei do final
Ricardo L.
Ricardo L.

63.294 seguidores 3.227 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 4 de março de 2014
Muito Bom! cenas de tirar o folego, tendo um roteiro respeitando o primeiro filme dos naos 80, dando destaque para o grande Samuel L. jackson dando um show de atuação,claro isso já é normal!!! Remake de primeira linha!! muito bom mesmo!!!!
Skybaggins
Skybaggins

11 seguidores 37 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 24 de fevereiro de 2014
"RoboCop - O Policial do Futuro" é um ficção científica cultuada de 1987 que marcou a geração de muitos amantes de cinema. O filme trazia uma crítica social poderosa, além de frases de efeito e personagens cativantes. Há alguns anos foi anunciado que o filme teria um remake. Os fãs já ficaram com um pé atrás, afinal é difícil refilmar um grande clássico. Depois, vieram os trailers e foi aí que a expectativa de todos ficou lá embaixo. Mas com expectativa alta ou baixa ou filme está aí. "RoboCop" conta a história do policial Alex Murphy (Joel Kinnaman) que após sofrer um acidente perde grande parte do corpo e para sobreviver é colocado dentro duma máquina. Essa máquina, chamada RoboCop, é um projeto do Dr. Norton (Gary Oldman), chefiado por Raymond Sellars (Michael Keaton) que visa acabar com a criminalidade nos Estados Unidos.

O roteiro é de Joshua Zetumer, em seu primeiro longa-metragem. O cenário político é muito bem usado no primeiro ato do filme e ali formou-se a esperança de um bom filme. Porém, a trama vai se desenrolando e essa trama política é esquecida para dar lugar ao drama do protagonista. Enquanto no filme original, as duas tramas eram excelentemente conectadas, nesse filme uma não dá espaço para a outra. Além disso, ocorre um romance entre o RoboCop e sua mulher totalmente desnecessários. Parece que isso foi feito para dar um final feliz para o filme. O filme, assim, tornou-se familiar. Os diálogos são irregulares. Enquanto as cenas com Samuel L. Jackson são hilárias, o público sente a falta das frases de efeito presentes no filme original. A famosa frase "Dead or alive, you are coming with me!" foi usada ridiculamente. Porém o filme também faz referências boas como no uso da frase "I would buy that for a dollar!" e na fantástica trilha sonora. O desenvolvimento do personagem principal foi bem mal feito. O roteiro não se decide qual é a posição do RoboCop em relação ao mundo e isso confunde o espectador.

Pela primeira vez numa super produção hollywoodiana temos um brasileiro na direção. O responsável pela façanha é José Padilha. Ele é responsável por grandes filmes brasileiros como "Ônibus 174", "Tropa de Elite" e "Tropa de Elite 2 - O Inimigo Agora é Outro". A direção dele é bem notável no filme. A câmera que acompanha os movimentos táticos do personagem é muito bem usada. Os movimentos de câmera também são bem feitos e eficientes. Esse movimento que acompanha os personagens no chão, em vez de mostrá-los de cima, é muito característico dos filmes anteriores do Padilha e tornam sua direção autoral, pois isso mostra que ele não se omitiu perante aos produtores e dirigiu o filme da forma que gostaria. O filme passa-se alguns anos no futuro e a imagem que o longa proporciona é bem viável. A fotografia do filme não é bem usada e não é dado espaço a ela. Os robôs do filme, assim como as naves são bem feitos. O visual do RoboCop faz uma referência no início ao mostrar a cor cinza, mas depois já muda a cor e o estilo da roupa e fica mais parecido com o Homem de Ferro. Os tiros nas cenas de ação poderiam ser melhores, mas a direção ofuscou esse problema.

O elenco é razóavel. Joel Kinnaman possui uma atuação eficiente. Mas o problema não é a atuação. O problema é que ele é muito galã para fazer o papel. Ao escolher um galã para o papel, o filme perdeu o medo/horror que a cara do RoboCop passava ao público. Michael Keaton (Batman do Tim Burton) é o principal vilão do filme. Ele não faz uma atuação má, mas ele não tem cara de vilão. Parece que a escolha do elenco foi errada, não pelas atuações, mas pelo estilo de cada ator. Porém nem todas as escolhas foram más. Gary Oldman está excelente no papel e apresenta-se como o ator mais emotivo do longa. Samuel L. Jackson está muito bem interpretando ele mesmo, falando palavrões e sendo engraçado. O grande problema do filme é a produção. O roteiro, mesmo sendo superficial, dava para ser melhor trabalhado, principalmente com a auxílio do Padilha. Mas os produtores tomaram conta do filme. Eles não se importaram com o roteiro e com a história. Eles tornaram bons personagens e bons conceitos em cenas de ação. Afinal, o filme é um blockbuster do verão americano. Mas essas cenas de ação são muito cansativas e desnecessárias. Lógico que se você vai ao cinema querendo relaxar e descansar a cabeça, o filme é uma boa escolha. Mas se você quiser um bom filme profundo, a sugestão é o filme do Verhoeven. Se José Padilha tivesse total liberdade sobre o filme, aposto que veríamos uma excelente ficção científica com críticas à sociedade. Mas, como é um blockbuster comandado por produtores, obtemos um filme de ação para a família despreocupado com o roteiro.
Fabiano O.
Fabiano O.

54 seguidores 78 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 10 de março de 2015
Se Robocop não tivesse nenhum filme anterior ao dirigido por Padilha seria um ótimo filme...
Mas aí que está, é um remake, um ""estupro"" (sem más interpretações) de um dos ícones de ação e particularmente um dos meus heróis do cinema. Além da descarecterização do personagem como a mudança da cor da "lataria" do Robocop para preto, o que apenas me faz pensar que Padilha queria dar um toque de Tropa de Elite como se a personagem fosse do BOPE, além das personagens secundárias que nada acrescentam, e sem contar que no original a parceira do Robocop o ajuda a se redescobrir enquanto no novo, mudaram pra um homem, deixando apenas o sobrenome igual e que se não estivesse na história não faria falta alguma.
Será que a troca de gênero do parceiro de Murphy seria o velho machismo latino? Não sei dizer ao certo, mas isso colaborou pro filme ficar sem consistencia, sem contar que Padilha estava mais preocupado em criticar os EUA do que fazer um medley entre isso e a história de Murphy como foi feito no primeiro filme de 87
Não é péssimo, durante um tempo da um certo divertimento, ☆☆ e meia está de bom tamanho, principalmente pelas boas cenas de ação feitas que valem a pena ser ressaltadas mas consistencia e roteiro bem longe de serem bons como o de 1987.
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