Robocop
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4,1
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Alexandre S.
Alexandre S.

153 seguidores 116 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 22 de fevereiro de 2014
Lembro como se fosse hoje quando assisti ao "Robocop" original. Foi o primeiro filme violento que assisti. Um dos grandes filmes marcados na minha memória cinéfila. Agora com José Padilha, Robocop volta a ativa, em um remake mais atualizado, onde as gangues de Detroit dão lugar a segurança nacional americana e mundial e a grande questão de se ter um robô como proteção no mundo todo, porque não ter essa segurança dentro do território americano?? Essa é a questão que dá origem ao Robocop. Uma comparação com o original é fatalmente feita, mas como são momentos e épocas diferentes, são bem delineadas. Roteiro muito interessante mas que deixa a ação um pouco de lado na resolução dos casos, compensa com o tema clássico tocando. Vale muito uma visita ao cinema e parabéns Padilha!! Sucesso.
Pedro A.
Pedro A.

24 seguidores 61 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 15 de setembro de 2014
Bem fiquei bem empolgado em saber que josé padilha dirigiria esse filme,minhas expectativas nao foram jogadas no lixo,um filme bem dirigido,bem roteirizado e com otimos efeitos especiais.Gary oldman tem um otima atuação interpretando o dr. Dennett Norton,michael keaton em uma grande atuaçao como o dono da omnicorp,no fim o filme e muito bom.
Rafael R.
Rafael R.

14 seguidores 35 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 1 de abril de 2014
É, foi e será uma pena ter tido um Brasileiro na direção e coordenação desse filme, pois, certamente, o nome desse Brasileiro foi e será rebaixado só por ter participado de um filme tão ruim e desagradável.

O FILME É PÉSSIMO.

Tudo aquilo que nós recobrávamos do Robocop 1, 2 e 3, nas décadas passadas, em nada, repito, EM NADA tem sentido com o Robocop atual.

O filme chega a ser CHATO.
O filme chega a ser CHATÍSSIMO.

Na verdade, eu uso a expressão “CHATO” para não parecer deselagante nessa joça, ou até mesmo POUCO GENTIL para com o filme.

Mas, na boa? HAJA SACO PRA ASSISTIR ESSE FILME VIU?????

O filme tenta, com uma espécie de NOTÍCIÁRIO, chamar a atenção de quem ESTÁ ASSSISTINDO, MAS SEM SUCESSO ALGUM.

Parecia que as pessoas queriam que o filme terminasse logo. TAVA RUIM A COISA VIU. Era gente indo ao banheiro O TEMPO TODO, pessoas conversando, ATÉ VIOLÃO TOCARAM NA SALA. Ou seja, num filme bom, TU TENS CORAGEM E CARA-DE-PAU DE IR AO BANHEIRO???? Ou ainda conversar? E tocar violão então? Dará tempo???? Na boa, tu conseguiria???

Parece que criaram esse novo Robocop única e exclusivamente para que ELE MESMO SE VINGUE, isso, o filme SÓ É ISSO, ou seja, VINGANÇA e mais nada.

A história só circula em meio de uma vingança, e de repente o filme retorna em uma vingança e recomeça novamente com uma vingança….Nossa, quanta vingança.

Falhas ocorrem o tempo todo no filme. Falhas do tipo:

1º Num trauma como aquele, COMO ELE SE RECORDA DA FAMÍLIA? Se lembram que o Robocop relembra da família aos poucos nos filmes? Pois é, agora é INSTANTÂNEO, é mágica galera !

2º Onde ficam os traços interligados de uma ação junto com as outras ações???? Jogaram no lixo????

3º Uma dependência constante de uma espécie de “RECARGA DE BATERIAS”, ou seja,o Robocop não agüenta NEM 6 HORAS EM BATALHA, pelo menos, dá a impressão disso, pois o cara só dorme no filme o tempo todo. Na verdade, se o filme demorasse mais uns 20 minutos, quem iria dormir na grande sala, ERA EU.

O Robocop 1, 2 e 3 das décadas passadas, certamente, foram os melhores até o presente momento.

PONTOS POSITIVOS NO FILME:

1º Nenhum

2º Nem recordo

3º Existiu?
João Paulo B.
João Paulo B.

13 seguidores 9 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 24 de fevereiro de 2014
"Missão dada é missão cumprida, parceiro!" A frase marco dos filmes mais bem sucedidos de José Padilha podem representar bem o que significa ele ter assumido a bronca de tocar esse novo filme. E é realmente importante entender que era uma grande missão. Robocop é um clássico, de 1987, do qual, no mínimo todo mundo já ouviu falar, conhece a musiquinha tema e e odiou as sequências e a série de tv que fizeram depois do sucesso.
Por isso tudo, reanimar o policial robô, num ambiente de trabalho com o qual não está habituado e ainda ter a "caraça" de dar sua própria versão pra ele pode sim ser entendido por um ato de coragem digno de um caveira.
Dito isso, já deu pra perceber que eu gostei do filme. Sim, gostei mesmo. Não é perfeito, e até mesmo não é tão bom quanto o original. É diferente.
José Padilha fez sua versão pedindo pra que evitassem comparações, já que é uma história nova, e um novo ponto de vista. De fato. Porém é impossível não tentar pelo menos ver se faz alguma referência ao passado.
Pra quem não lembra muito, o filme de 87 tinha Peter Weller no papel de Alex Murph. Era muito mais violento, a começar pela forma como Murph foi quase morto. Até aparecer o robô em detalhes, se fazia muito mistério, com imagens em primeira pessoa, onde se tinha a visão e informações bem mais discretas do banco de dados da polícia. Murph tinha uma parceira, Nancy Allen, e sua família deixou a casa onde viviam após o incidente, só aparecendo no filme nas lembranças que o já robô começa a ter após um certo tempo, já que é feito pra não ter memórias nem consciência. E era ainda carregado de cenas de humor, desde a alimentação parecida com papinha de bebê até a cena quem atira nas partes íntimas de um estuprador que usa a vítima como escudo, deixando um furo imenso na saia da moça.
Eis aí as principais diferenças para o novo. Como o trailer revela, Alex (agora Joel Kinamann) sofre um atentado onde seu carro explode, por ter descoberto uma rede de corrupção policial (tema suspeito, não?). Era o que um programa de criação de máquinas de guerra precisava para progredir, já que apenas eram usadas fora do país, por falta de confiança e aprovação dos americanos. Queriam algo que pudesse sentir o que um homem sentia, para não cometer atrocidades e matar apenas pelo princípio de ser ou não ameaça.
Assim, é feito um robô com consciências, emoções e lembranças, mas com o corpo de uma máquina. A cena em que Murph descobre o que sobrou de si mesmo e foi aproveitado para confeccionar a armadura é muito interessante.
Mesmo assim, todo esse recurso mental também estava sob controle da empresa, através do médico e cientista interpretado por Gary Oldman, que podia desligá-lo ou afetar suas lembranças a qualquer momento.
Sua família ainda permanece com ele, sendo a esposa a responsável por autorizar o procedimento, convencida pela equipe liderada pelo CEO da OminiCorp (Michael Keaton), ganancioso e sem escrúpulos.
A partir daí é tudo bem parecido, com Robocop indo às ruas, aclamado pelo povo e investigando de tudo até se ver na obrigação de desbaratar a trama que envolveu a tentativa de seu assassinato. E quanto mais ele mexe, mais bichos aparecem no seu caminho, e acaba descobrindo que não pode confiar em ninguém. (outra referência ao Tropa 2).
As lutas e ação são bem mais ágeis dessa vez. O carro da polícia de Detroit agora é uma moto feita pra ele, o que com certeza dá bem mais agilidade na caça aos bandidos. O ED-209 também está bem presente, agora em maior número, mas sem a atenção que tinha antes, onde protagonizou uma cena super violenta em que metralha acidentalmente um membro da OCP. Não passa de um instrumento de segurança, mas está mais moderno e bacana.
Detalhes legais como o barulho das pisadas e os bordões como "obrigado por sua cooperação" também foram lembrados.
Esse novo filme carrega mais na emoção, no dilema de Alex ao perceber que sua família vai ter que lidar com a nova situação. É difícil pra ele e mais ainda para a família, que presenciou o atentado e não consegue ter o contato prometido pela empresa quando o converteu em máquina. Há um bom investimento nessa área, deixando de lado o humor e as piadas que simplesmente não fazem parte do roteiro.
Outro ponto interessante é a presença de um programa de TV de extrema direita, apresentado brilhantemente por Samuel L Jackson, que tentar mover a opinião em favor dos interesses da OminiCorp.
Competente e bem resolvido, o novo Robocop chega pra provar que Padilha está pronto pra esse novo terreno, tendo ainda a audácia de criticar a política americana através dos seus textos. Conseguiu reunir e bem conduzir um ótimo elenco, efeitos de primeira e certamente vai conseguir uma ótima bilheteria no seu primeiro trabalho hollywoodiano. Primeiro porque, apesar de já ter dito que não quer dirigir a possível sequência, vai saber aproveitar uma boa oportunidade que deve surgir logo em breve pra ele.
Thomas Jefferson
Thomas Jefferson

192 seguidores 133 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 23 de fevereiro de 2014
Um remake que vale a pena se apreciado. Padilha soube fazer um filme cruel. Tornou diferente, inteligente e agiu. As cenas de tiro, explosões, são impactantes, fortes e bem produzidas. Corruptos, pessoas sujas, crués, a maldade domina o dinheiro, faz com que o ser humano avance cade vez mais, tornando a imbuição um perigo eminente. A beleza deste filme, carrega uma trilha sonora gozadora, ela envolve cada vez mais o publico pra esse mundo fantástico. Robocop é um filme excelente, bem produzido. Não se deve comparar produções diferentes, mas Robocop é um novo mundo, um novo caminho pra o universo expansivo e apavorador.
Ricardo A.
Ricardo A.

45 seguidores 6 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 28 de maio de 2014
Muito bom no que se propõe, boas cenas de ação e ótimos questionamentos. Não gostei mto da cena final, acho que poderia ser mais impactante.
Elias N.
Elias N.

13 seguidores 25 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 22 de fevereiro de 2014
O filme consegue nos levar para dentro das telonas sem ter o 3D e isso é culpa principal do seu diretor: Zé Padilha, com movimentos de câmera,roteiro inspecionado por ele e com a ajuda financeira de Hollywood, ele conseguiu fazer um filma eletrizante e com bastante crítica a vários temas atuais e vindouros,um exemplo: a utilização de drones e o poder que a mídia tem em manipular opniões e interesses... Vale salientar as grandes atuações de Michael Keaton, Gary Oldman, e uma participação convincente de Samuel L. Jackson e também uma interpretação convincente de Joel Kinnaman. Recomendo que vão assistir esse filme "Brasileiro" no cinema que vai ser muito mais divertido!!!
Roberto H.
Roberto H.

13 seguidores 9 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 24 de fevereiro de 2014
Quando foi anunciado que o remake de Robocop seria dirigido por José Padilha, os fãs do original já ficaram preocupados, e ainda mais quando saíram os trailers do personagem em um novo uniforme. Por sorte, Padilha conseguiu um filme bem equilibrado e que agradou a maioria.
Alguns reclamaram bastante de como o original de Paul Verhoeven tinha uma carisma e tom diferente, mas quem disse que esse novo filme deveria ser a mesma coisa? Os tempos mudaram, infelizmente não temos mais a carisma de tempos passados - o que é uma pena, pois muitos filmes seriam bem melhores se fossem levados com um pouco de simplicidade - mas, no caso de Padilha, ele não quer apenas um grande filme de ação e ficção científica, que por si só já poderiam fazer algo ótimo, o rapaz tem uma abordagem mais séria e crítica do que o original. Verhoeven fez um excelente trabalho construindo todo universo em volta de Robocop e a trama de Alex Murphy, o que deixou para Padilha apenas o trabalho de incluir alguns elementos e criar um remake respeitável. Pouca coisa mudou do original, se formos falar da premissa envolvendo a batalha entre homem e máquina e a constante contradição envolvendo emoção e automação, mas aqui temos todo o ambiente e o tom que são completamente diferentes.

O ano é 2028 - Alex Murphy (Joel Kinnaman) é um policial que consegue atrair a atenção do crime organizado, chegando a sofrer um atendado em sua própria casa. O atentado acaba resultando em queimaduras de mais de 80 porcento do corpo do policial, o que atrai a atenção da empresa multinacional OmniCorp. Mas que que essa empresa quer? Bem, a OmniCorp tem atuação forte no Oriente com seus drones e artilharia pesada contra o terrorismo, mas ainda não conseguiu realizar o maior sonho de Raymond Sellars (Michael Keaton), o presidente da empresa, colocar androides no combate ao crime nas ruas da América. O governo não aceita muito bem a ideia, já que uma máquina não teria o poder de escolha. Qual a solução? Unir um homem a uma máquina, neste caso, Alex. O que poderia ser a salvação do policial, transforma-se em uma maldição, quando descobre não ter total controle de sua vida.

Padilha consegue equilibrar muito bem o filme, dando espaço para outros personagens que são bem aproveitados, como a família de Alex e o doutor Dennett Norton (Gary Oldman); O mais divertido é, sem duvidas, o apresentador de um programa sensacionalista na defesa da empresa OmniCorp, Pat Novak, interpretado por Samuel L. Jackson.

Por mais que sofra de alguns inevitáveis clichés, Padilha cria um ritmo interessante e nada cansativo, além de algumas sequências incríveis. O maior diferencial do diretor aqui é a dimensão que deu ao filme e o personagem, que não só recebeu uma trama mais elaborada, como um desenvolvimento muito bom.

Pode parecer chato ficar comparando o original com o remake, mas é a melhor forma de mostrar como este é um dos poucos casos em que o segundo não pareceu desnecessário e veio no momento certo, por mais que se passe mais de 10 anos no futuro, tudo parece real e acessível.

Nada é perfeito, é claro, mas como diz aquele ditado, "se é pra fazer, faz direito" - e Padilha conseguiu fazer a lição de casa.
Kelvin Cri?ti
Kelvin Cri?ti

10 seguidores 47 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 28 de julho de 2015
A nota excelente é pelo fato de que o "Robocop" moderno demonstra ser humano. Os filmes "Robocop" da outra era eram muito bons, mas o protagonista quase não demonstrava sua humanidade. Nesta versão pop de Robocop conhecemos muito bem a relação do Alex Murphy com a sua família. spoiler: A cena clássica que todos já sabem que vai acontecer antes de assistir o filme, quando ele praticamente morre, foi perfeitamente remodelada.
Um dos melhores filmes de ação que eu já assisti. E vale a pena cada minuto deste filme fluído. Os efeitos especiais estão bem dosados sem excessos ou confusão de imagens. A história atual é muito simples e sem mistérios.
Neto S.
Neto S.

30.587 seguidores 773 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 4 de março de 2014
Em um futuro não muito distante, no ano de 2028, drones não tripulados e robôs são usados para garantir a segurança mundo afora, mas o combate ao crime nos Estados Unidos não pode ser realizado por eles e a empresa OmniCorp, criadora das máquinas, quer reverter esse cenário. Uma das razões para a proibição seria uma lei apoiada pela maioria dos americanos. Querendo conquistar a população, o dono da companhia Raymond Sellars (Michael Keaton) decide criar um robô que tenha consciência humana e a oportunidade aparece quando o policial Alex Murphy (Joel Kinnaman) sofre um atentado, deixando-o entre a vida e a morte. Bem minha expectativas tava meio a meio mais filme me supreendeu bastante tem boas cenas de ação e tem efeitos excelentes e ótimas atuações nota 9.5
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