Clube de Compras Dallas
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4,5
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313 Críticas do usuário

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anônimo
Um visitante
4,0
Enviada em 11 de julho de 2014
Um começo,que mostra de fato pra que o filme o personagem de Matthew McCounaghey,já se mostra com duas mulheres,me meio a um rodeio bem de Compras Dallas,é extremamente intenso,e realmente vivo no drama do personagem nos mostra como algo que era tratado com tanto preconceito,podia tomar um rumo que ser visto com bons olhos mesmo,e principalmente viver a a intensa entrega do elenco a história.
Tassiana
Tassiana

13 seguidores 41 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 25 de abril de 2021
Definitivamente, McConaughey conquistou seu lugar ao sol. A partir de “O poder e a lei”, tem mostrado que é sim um ótimo ator e que amadureceu. E que atuação visceral! Jared Leto também surpreende.
O filme é convincente ao retratar o preconceito com relação a Aids nos anos 80, época em que a sociedade era mal informada e um tratamento eficaz ainda não existia.
É sabido que no início não havia um teste que detectasse o vírus, logo, quem precisasse de uma transfusão de sangue corria o risco de ser infectado. Se no início todos os contaminados eram homossexuais masculinos, nos anos seguintes, o denominado “câncer gay” se espalhou para hemofílicos, usuários de drogas, heterossexuais e mulheres. E foi nessa última estatística que Ron Woodroof se enquadrou.
A falta de dados concretos sobre os mecanismos de transmissão deixava as pessoas em pânico, de modo que pegar na mão de uma pessoa contaminada, ou ser alvo de sua saliva, como na cena em que Woodroof cospe em seus amigos, era algo inaceitável.
Uma vez infectado pelo vírus, era provável que o tempo de vida se restringisse a no máximo quatro anos, e no caso de Ron Woodroof, 30 dias e nada mais.
E como sobreviver a tanto preconceito e desconhecimento acerca da doença, mantendo uma imagem pública, quando se é um garanhão homofóbico e grosseiro? Tornando-se um ativista, mas ainda assim mantendo a mesma pose de mau.
E é justamente aqui que o filme acerta, pois a luta pela causa é muito maior do que o preconceito que Ron tem, além de todos os seus outros adjetivos é claro, e se aliar ao “inimigo” que luta pela vida como ele, o faz passar por um processo de humanização ao longo do filme.
Todo esse contexto mais o humor ácido, a linearidade do roteiro e a fotografia contribuem para um grande filme, com grandes atores e um resultado impactante.
Alexandre S.
Alexandre S.

153 seguidores 116 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 23 de fevereiro de 2014
Nos meados dos anos 80, um eletricista, que passa a vida bebendo, se drogando, aplicando pequenos golpes e tendo relações sexuais casuais e sem proteção, sofre um acidente de trabalho e através dos exames feitos descobre ser soro positivo para HIV, o vírus da AIDS. Como na época o HIV era considerado erroneamente como "doença dos homosexuais", ele busca não só o tratamento do AZT como tratamentos alternativos afim de não só se tratar como ganhar uma grana com isso. Matthew Mcconaughey, que está em um momento espetacular na carreira, já assusta pela aparência, arrebenta na interpretação, onde é meu favorito ao prêmio de melhor ator no Oscar de 2014. Jared Letto também surpreende etambém pode ser premiado no Oscar como coadjuvante. Vale uma visita ao cinema e tirar suas próprias conclusões.
ymara R.
ymara R.

838 seguidores 262 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 31 de janeiro de 2014
Nao é um filme que vc saia leve dele.. pelo contrario.. mas quem viveu estes dias confusos dos primeiros contatos com as noticias sobre o HIV, sabe que o filme é serissimo..e sem comentarios sobre os dois atores.. fabulosos.. irreconhecíveis alias.. merecem todos os premios do mundo..
Fabiano S.
Fabiano S.

10 seguidores 5 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 24 de fevereiro de 2014
Clube de Compras Dallas | Crítica

Apenas para situar o leitor, cresci nos anos 80. E o grande monstro da década foi a AIDS. Até o início dos anos 90, a AIDS era considerada uma doença de gueto e restrita aos Homossexuais e drogados. Chegaram a ser noticiados alguns casos de contaminação por transfusão de sangue contaminado mas, para o grande público, a doença estava restrita a estes grupos.

No Brasil, a capa da revista Veja com o já debilitado Cazuza, foi algo assustador para todos e que reforçava a característica de gueto da AIDS. Nos anos 80, os homossexuais eram quase que obrigados a ficarem restritos aos clubes destinados a este público e sofriam com a não aceitação do seu modo de vida pela sociedade em níveis absurdos (um bom (e esquecido) filme que trata desta cena nos EUA é o policial “Parceiros da Noite” com Al Pacino).

Voltando ao “Clube de Compras Dallas”, muito se foi falado da mudança física de Matthew McConaughey para interpretar o personagem principal Ron Woodroof. E realmente foi algo impressionante. Toda a fachada de galã de Hollywood desaparece e, com exceção da voz e do sotaque do sul dos EUA, é impressionante como a dedicação física e de interpretação do ator o fazem desaparecer em seu personagem. E é exatamente ai, na interpretação de Matthew McConaughey com o apoio de um surpreendente Jared Leto na pele do travesti Rayon, que o filme tem seu alicerce e consegue prender o espectador.

A história tem início em 1986 quando conhecemos o eletricista Ron Woodroof. Um típico sulista norte americano com suas posições homofóbicas e gosto por rodeio que tem como objetivo gastar o seu dinheiro com drogas, bebida e mulheres. Claro que em sua busca desenfreada pelo prazer, tem contato com drogas injetáveis e sexo com homens e mulheres sem nenhuma proteção.
Diagnosticado com o vírus HIV, os médicos lhe dão apenas 30 dias de vida em decorrência dos abusos com álcool e drogas e do seu já muito debilitado sistema imunológico.

Mas Ron não se conforma. Busca de todas as maneiras ter acesso ao ainda recente (para uso no combate ao HIV) AZT e consegue no mercado negro. Porém, nos anos 80, o AZT foi o primeiro remédio dedicado ao combate do vírus, ao contrário do coquetel de que hoje faz parte. Tomado sozinho e na medida que era indicada, o remédio destruía não somente as células contaminadas mas as saudáveis também.

Ao buscar a medicação no México, ele começa a tomar uma série de medicamentos não aprovados pelo FDA (Food and Drug Administration), órgão do Governo Americano que controla e libera o uso de remédios naquele país.
Após um tratamento inicial, Ron percebe que está muito melhor ao utilizar o coquetel mexicano do que com o AZT americano e, visando lucro, inicia uma rede de contrabando de remédios para venda nos EUA.

Sem apelar para saídas fáceis ou uma forçada “redenção” do personagem, vamos acompanhando a jornada de Ron Woodroof como ativista pelo direito à vida, mesmo que ainda visando o seu lucro. Sem se aceitar como bissexual, ele vai lutando contra tudo que faz dele a pessoa difícil e canhestra até alguém respeitado e admirado pelos portadores do vírus.

O trabalho de Matthew McConaughey e Jared Leto é magnífico e hipnotizante. Além das indicações ao Oscar de Ator e Ator Coadjuvante, respectivamente, ambos já faturaram os prêmios nestas categorias no Globo de Ouro e no SAG Awards (Sindicato dos Atores de Hollywood), transformando a dupla em fortes concorrentes ao prêmio máximo.

Um bom filme com uma ótima atuação de seus protagonistas e que vale, sem dúvida, ser conferido.
Leandro M.
Leandro M.

49 seguidores 79 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 23 de junho de 2015
Filme muito bom. Atuações incríveis tanto do Matthew quanto do Jared. Vale muito assistir.
Fábio R.
Fábio R.

23 seguidores 85 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 14 de outubro de 2015
O filme parecia ser tedioso, mais acabou que surpreendeu positivamente, principalmente com as belas atuações dos atores principais.
Joe Alvez E
Joe Alvez E

13 seguidores 24 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 8 de julho de 2015
Matthew McConaughey é Ron Woodroof um eletricista viciado em jogo em drogas e sexo que depois de um acidente de trabalho é diagnosticado com AIDS, isso em 1985 quando a vida dos portadores dessa síndrome era no minimo penosa, depois de negar sua condição ele enfim a aceita e começa a buscar tratamentos alternativos e decide fundar o Clube de compras dallas que nada mais é do que um clube que vendia drogas que ainda não eram legalizadas nos EUA. Essa é a premissa do filme baseado numa história real. Aqui nós temos um filme com uma direção bastante linear e sem muitos méritos do diretor Jean-Marc Vallée o que é marcante aqui é a fantástica atuação do Matthew McConaughey que é simplesmente brilhante, a transformação do personagem não é só psicológica é também física e muito intensa mas o filme não sobre um homem com AIDS é sobre a luta de um homem contra a industria farmacêutica americana. Um outro destaque aqui é a presença do talentoso Jared Leto que faz o papel de um travesti que se torna amigo do personagem principal, a química entre os dois é simplesmente fantástica. Agora o resto do elenco é no minimo funcional. Clube de Compras Dallas é um filme razoável que tem dois atores excelentes em atuações brilhantes. É um filme sobre Humanidade, preconceito e sobrevivência. Eu recomendo.
Sidnei C.
Sidnei C.

127 seguidores 101 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 23 de fevereiro de 2014
O título pode parecer bem estranho, mas desta vez não podemos reclamar, ele foi literalmente traduzido do título original em inglês. O Clube de Compras a que o título se refere existiu de verdade, e foi criado por Ron Woodroof para de certa maneira despistar a sua distribuição ilegal de medicamentos e "vitaminas" - como ele chamava - a outros pacientes com HIV positivo, como ele, que sofriam na década de ´80 com as incipientes pesquisas e testes para controlar a AIDS. Seus clientes, então, eram obrigados a se associar a este "clube de compras", para garantir a sua cota de suprimentos para controlar os diversos sintomas da doença.

Os roteiristas não escondem que tomaram diversas liberdades ao retratar a história, mas que as personagens e situações acrescentadas à história de Woodroof surgiram de entrevistas que fizeram com pacientes reais. Além do mais, a família do retratado se recusou a colaborar com informações sobre ele para a construção do roteiro. Acredito que no final das contas nada disso importa, porque toda ficção, seja retratada em livro, filme ou peça de teatro sempre será apenas "baseada" na vida real de alguém.

O que este Clube de Compras Dallas tem de especial não é a veracidade ou acuidade de suas informações, mas sim um roteiro muito bem trabalhado, uma direção segura do diretor canadense Jean-Marc Vallée - que nunca havia feito nenhum trabalho de maior destaque até hoje (seu filme mais conhecido é A Jovem Rainha Vitória, de 2009), e as espetaculares interpretações de McConaughey e Jared Leto.

Matthew McConaughey começou uma virada em sua carreira a partir de 2012, com a intenção de deixar para trás o rótulo de ator de comédias românticas e provar que podia interpretar de verdade. Ele chamou a atenção da crítica em Killer Joe - Matador de Aluguel, que só foi lançado nos cinemas e locadoras do Brasil ano passado, obteve muitos elogios por sua interpretação no recente Mud - Amor Bandido, mas a consagração definitiva veio com este Clube de Compras Dallas, que já lhe valeu o prêmio de ator do ano no Globo de Ouro e do Sindicato dos Atores dos EUA. O Oscar parece bem provável, e não será injusto nem inesperado tendo em vista os outros concorrentes. Há pessoas que só enxergaram a extrema dedicação do ator ao papel, que lhe exigiu emagrecer em torno de 40 quilos. Mas ele vai além de uma composição apenas física. Sua interpretação realmente consegue construir um personagem e seu amadurecimento. Aliás, de início é difícil conectar a plateia com um personagem tão rude, grosseiro e de certa maneira até desonesto.

É quando surge a personagem interpretada por Jared Leto - a transexual Rayon - com quem ele formará uma parceria por força das circunstâncias, e que fará com que o homofóbico Woodroof se torne mais humano e um verdadeiro amigo. Leto é conhecido de muitos como o vocalista da banda 30 Seconds to Mars, e suas incursões no cinema incluem participações em Réquiem para um Sonho, O Clube da Luta e Alexandre. Nada que pudesse antever uma interpretação tão boa como neste filme. Sua caracterização como Rayon é impagável, e muitos que conhecem Leto terão dificuldade de reconhecê-lo no filme. Não seria muito dizer que, apesar da qualidade da interpretação de McConaughey, Leto quase lhe rouba a cena. É outro Oscar quase certo - como coadjuvante masculino - após uma chuva de prêmios que vem acumulando este ano.
Fabio Portela
Fabio Portela

14 seguidores 39 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 24 de julho de 2014
Matthew McConaughey (Ron Woodroof) e Jared Leto (Raymond) estão impecáveis, merecidissimos a premiação do Oscar a eles(ator e ator coadjuvante).
O filme é uma biografia do caubói texano Ron Woodroof diagnosticado com o vírus HIV em plena década de 80(começo dos casos), e a luta contra a indústria farmacêutica.
Ele faz o questionamento da lentidão das FDA, a legalizarem as drogas (legais contra HIV), assim não teria morrido tantas pessoas pela injeção das AZT.
O filme sendo fatos verídicos, tem momentos muito bom com a dupla principal, é cativante ver a transformação de Ron, passar de babaca extremamente homofóbico e machista, a um homem que ajudou milhares de pessoas (e muitos homossexuais).
A direção é muito boa e principalmente o roteiro, é demonstrado muito bem a época de 80 com milhares de casos de HIV, e o preconceito que eles vivenciaram.
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