Clube de Compras Dallas
Média
4,5
2614 notas

313 Críticas do usuário

5
189 críticas
4
100 críticas
3
22 críticas
2
2 críticas
1
0 crítica
0
0 crítica
Organizar por
Críticas mais úteis Críticas mais recentes Por usuários que mais publicaram críticas Por usuários com mais seguidores
Pablo M.
Pablo M.

19 seguidores 25 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 21 de fevereiro de 2014
CLUBE DE COMPRAS DALLAS é um filme chocante e mais ainda pela excelente atuação de Matthew Mcconaughey nos faz lembrar que a AIDS é ainda uma realidade crua. O filme retrata a história do início quando a AIDS foi descoberta e nada sabia sobre a doençidade nas atuações e no roteiro que não vemos desde Philadelphia. Apesar de um drama triste o filme está longe de ser um filme chato. Bom filme.
apenasumr
apenasumr

3.905 seguidores 449 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 16 de fevereiro de 2015
O Jared Leto sozinho já deixa o filme muito bom,Agora com uma história dessas e um roteiro perfeito não é atoa que ganhou o globo de ouro.
Almir S.
Almir S.

306 seguidores 214 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 10 de maio de 2014
BOM. Excelentes atuações de Matthew McConaughey e Jared Leto, mereceram o Oscars dentre os outros indicados.
Em relação ao filme, roteiro e final do filme poderiam ser melhores.
Sidney  M.
Sidney M.

29.815 seguidores 1.082 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 11 de setembro de 2014
Clube de Compras Dallas tem uma boa história, e grandes atuações também.
Phelipe V.
Phelipe V.

510 seguidores 204 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 27 de janeiro de 2014
Ainda que a força de sua mensagem seja, de certa forma, diluída no ato final, o novo filme Jean-Marc Vallée segue ressoando por causa da boa direção e, acima de tudo, de seu elenco. Matthew McConaughey transformado e Jared Leto absolutamente irreconhecível. Me incomodam algumas coisas na montagem, como por exemplo a separação por datas, sempre indecisa: no início, é apenas um mês, onde dias são mostrados; então, a partir de certo ponto começa a se tornar meses, datas especiais, e até passagens de anos. Claro que isso serve pra aumentar ainda mais o senso de sobrevivência de Woodroof, mas poderiam ser usadas várias formas mais inteligentes e precisas e evidenciar o quão além das expectativas o protagonista conseguiu sobreviver. Num geral, o elenco maior que o filme. Mas não deixa de ser bom.
Kelvin Cri?ti
Kelvin Cri?ti

10 seguidores 47 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 14 de dezembro de 2014
Quando vi a positividade da crítica profissional, imaginei um filme inesquecível. No entanto não me tocou, a ponto de chamá-lo de excelente.
Eu recomendo para quem está pouco habituado com um drama sobre portadores de um vírus cruel como o HIV. Embora ao pensar, inevitavelmente, em "Mr White" e "Augustus Waters", ambos personagens tiveram mais sucesso de emocionar o público.
A história é bem feita, mas nada surpreendente. Foi muito bom ver o estudo do personagem sobre a doença. Sendo que sua vida visivelmente foi transformada.
E que homem não enxerga suas fraquezas nos piores momentos?
Skybaggins
Skybaggins

11 seguidores 37 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 24 de fevereiro de 2014
A AIDS foi uma doença gravíssima, que se intensificou nos anos 80. A doença matou milhões de pessoas em todo o mundo. Decorrente desse problema gravíssimo, filmes usaram dessa temática para contar uma boa história. Exemplo disso é o filme "Filadélfia" protagonizado por Tom Hanks e, agora, "Clube de Compras Dallas". O filme é baseado em fatos reais e conta a história do eletricista texano Ron Woodroof (Matthew McConaughey) que recebeu o diagnóstico da doença e tentou tratar-se com remédios do hospital. Após descobrir que aqueles remédios não melhoravam nada, Ron juntamente com seu parceiro de negócios Rayon (Jared Leto) abre o Clube de Compras Dallas, onde eles tentam ajudar os aidéticos com remédios e medicamentos que pudessem funcionar.

O roteiro é de Craig Borten e Melisa Wallack ("Espelho, Espelho Meu"). Apesar da história ser boa e os personagens terem características que os tornam forte, o roteiro peca na apresentação dos personagens. O desenvolvimento dos personagens é quase sempre superficial e as partes emotivas são extremamente forçadas. Além disso, o clímax do filme não é bem introduzido. O público não consegue perceber a conclusão da história, devido a falta do clímax. Porém o roteiro possui coisas boas também. Os diálogos são sensacionais e algumas piadas são excelentes. Além disso, o roteiro consegue mostrar a evolução de Ron por meio de sua relação com Rayon. Enquanto no início Ron discriminava Rayon por ser homossexual, no meio do filme já percebemos que a relação de respeito entre eles já mudou e que Ron como uma pessoa também mudou, se importando com pessoas que antes ele discriminava.

A direção é de Jean-Marc Vallée ("C.R.A.Z.Y."). A direção dele é simples, mas existem partes em que ele exagera. Existe algumas cenas que acabam com a imagem congelada e depois já começa outra cena. Tudo bem o diretor usar isso um ou duas vezes (Tarantino faz isso em quase todos seus filmes), porém ele abusa desse artifício, fazendo com que toda a cena do primeiro ato do filme acabe desse jeito. Isso irritou extremamente. As tomadas que o diretor usa são extremamente clichês e ele não faz nenhuma inovação no quesito movimento de câmera. A fotografia do filme não é muito bem trabalhada e a montagem tem esse grande problema no primeiro ato, mas no resto ela funciona bem. A maquiagem do filme é excepcional e demonstra uma sutileza e detalhismo incríveis.O figurino também é bem trabalhado, fazendo com que cada personagem tenha seu figurino próprio. Com a junção da maquiagem e figurino obtivemos personagens caricatos determinados por suas roupas e expressões faciais.

O elenco é o ponto forte do filme. Matthew McConaughey ("Amor Bandido") apresenta uma ótima caracterização e interpretação, demonstrando não ser mais o ator das comédias pastéis americanas. Outro ponto que demonstra como sua atuação é boa, é o fato dele ser privado da sua aparência que agrada o público feminino (presente nos outros filmes) para viver um personagem que não tem nada a ver com ele de uma forma brilhante. Jared Leto também está excelente no papel. Mesmo tendo um papel caricato, o ator consegue driblar isso e ir além. Ele consegue passar emoções diferentes em um personagem difícil, que muitos atores não aceitariam fazer. Ele, igual ao seu companheiro de filme, também foi privado de sua aparência, mas nem por isso teve uma atação ofuscada. Pelo contrário, teve uma ótima atuação que deixa o público ansioso para sua próxima participação. O resto do elenco coadjuvante consegue trabalhar bem e não prejudicam o filme. O filme tem 6 indicações ao Oscar (melhor filme, melhor ator - Matthew McConaughey, melhor ator coadjuvante - Jared Leto, melhor roteiro original, melhor maquiagem e melhor montagem). O filme merece os prêmios para os atores, mas nos outros existem muitos outros filmes melhores. O filme possui grandes atuações e uma boa história, que não é bem aproveitada pela preguiça do roteiro e pela falta do clímax.
Daniel W.
Daniel W.

52 seguidores 111 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 27 de junho de 2015
a atuação de jared leto e matthew mcconaguey seguram o filme interiinho
André Land
André Land

8 seguidores 8 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 2 de março de 2014
: É um bom filme, de boas atuações. Ron (Matthew McConaughey) é um eletricista que foi diagnosticado com AIDS, o filme é baseado em fatos, na década de 80 , ainda estavam experimentando tratamentos para a doença. Os médicos deram 30 dias de vida a ele, e ele não aceita isso, um cara de personalidade muito forte, a AIDS é uma doença esteriotipada de homossexual, e ele faz o maior escândalo no hospital insunuando que o médio o chamara de gay. Foi hostilizado por seus amigos e chamado de gay sempre que possível, muito irônico, pois é um sujeito super homofóbio e machista.
Apartir dai ele vira um ativista por acaso, começa traficar remédios não autorizados (liegais).
Eu considero um filme muito importante e informativo, aborda temas delicados como a AIDS nos anos 80 (que foi sua '' era de ouro''), a luta do Ron por seus direitos em usar o que ele acha necessário pra sobreviver/ser curado, além do lado Humano, que foi muito, mas muito bem desenvolvida a relação entre o Ron e o transsexual Rayon (Jared Leto), em nenhum momento soa falso, toda a mudança de caráter do protagonista . A cena inicial do hospital e a do mercado quando Ron defende sua parceira de negócios, que é a afirmação da mudança de carater. o filme não está a altura a história
Flávia F.
Flávia F.

8 seguidores 37 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 23 de fevereiro de 2015
O que dizer desse filme? Parecia ser mais um que retrata a realidade do começo da epidemia de AIDS nos anos 80. Mas esse é mais que isso. Através da história de um eletricista homofóbico, usuário de drogas e que faz sexo direto sem proteção, conhecemos o universo dos pacientes de AIDS e a dificuldade de acesso a tratamento e às medicações que lhes daria mais qualidade de vida. O longa faz uma dura crítica às empresas farmacêuticas dos EUA, e também a FDA, acusando-os de permitir o uso de remédios que mais causam danos tóxicos aos doentes do que reais benefícios (no caso, o AZT) ; e de oferecer pílulas placebo aos pacientes durante os estudos de novas drogas. Mas o ponto alto realmente são as atuações de Matthew McConauhey e de Jared Leto. Uau! Nunca vi McConauhey como nesse filme, ele se superou daquelas comédias água com açúcar que costumava fazer, nem parecia o mesmo! Seu Oscar foi supermerecido. E Jared Leto, outro que mereceu disparado a estatueta, incrível como um transexual que se torna amigo do personagem de McConauhey depois que este superou seu preconceito contra homossexuais. Em resumo: um filme bom, com um roteiro um tanto quanto arrastado, mas que levanta por causa da escolha em cheio dos atores. Impressionante. Tocante. Recomendo.
Quer ver mais críticas?
  • As últimas críticas do AdoroCinema
  • Melhores filmes
  • Melhores filmes de acordo a imprensa