: É um bom filme, de boas atuações. Ron (Matthew McConaughey) é um eletricista que foi diagnosticado com AIDS, o filme é baseado em fatos, na década de 80 , ainda estavam experimentando tratamentos para a doença. Os médicos deram 30 dias de vida a ele, e ele não aceita isso, um cara de personalidade muito forte, a AIDS é uma doença esteriotipada de homossexual, e ele faz o maior escândalo no hospital insunuando que o médio o chamara de gay. Foi hostilizado por seus amigos e chamado de gay sempre que possível, muito irônico, pois é um sujeito super homofóbio e machista. Apartir dai ele vira um ativista por acaso, começa traficar remédios não autorizados (liegais). Eu considero um filme muito importante e informativo, aborda temas delicados como a AIDS nos anos 80 (que foi sua '' era de ouro''), a luta do Ron por seus direitos em usar o que ele acha necessário pra sobreviver/ser curado, além do lado Humano, que foi muito, mas muito bem desenvolvida a relação entre o Ron e o transsexual Rayon (Jared Leto), em nenhum momento soa falso, toda a mudança de caráter do protagonista . A cena inicial do hospital e a do mercado quando Ron defende sua parceira de negócios, que é a afirmação da mudança de carater. o filme não está a altura a história
Filme excelente que retrata os anos 80/90 e o tratamento do HIV, o preconceito sofrido pelos usuários, a luta contra a indústria farmacêutica... Uma obra de arte com uma atuação absurda do elenco...
Que atuação e essa do Mattew e do Jared!...... sensacional. Filme que expõe um pouco do esquema da mafia da industria farmacêutica que coloca interesses financeiros acima da vida das pessoas, colocando as pessoas em risco e muitas vezes levando a morte isso para colocar seu produto altamente lucrativo nos hospitais, e ofuscando o que realmente os pacientes de HIV realmente precisa isso logico na historia do filme, mas com toda certeza isso deve ocorrer muito na vida real.
Além de ser uma excelente história, que nos conta apenas o necessário sem fazer juízo de valor, o filme tem como maior trunfo seu elenco, em especial para um esquelético Matthew McConaughey, que vive o garanhão homofóbico Ron e Jared Leto , também com alguns quilos a menos para viver o travesti Rooney. A atuação de ambos é assustadora e talvez, a melhor de suas carreiras. Um filme obrigatório, principalmente pelo fato de ter sido baseado em uma história real, que mantém o otimismo durante toda a projeção mesmo diante de um cenário nebulosamente pessimista.
O que dizer desse filme? Parecia ser mais um que retrata a realidade do começo da epidemia de AIDS nos anos 80. Mas esse é mais que isso. Através da história de um eletricista homofóbico, usuário de drogas e que faz sexo direto sem proteção, conhecemos o universo dos pacientes de AIDS e a dificuldade de acesso a tratamento e às medicações que lhes daria mais qualidade de vida. O longa faz uma dura crítica às empresas farmacêuticas dos EUA, e também a FDA, acusando-os de permitir o uso de remédios que mais causam danos tóxicos aos doentes do que reais benefícios (no caso, o AZT) ; e de oferecer pílulas placebo aos pacientes durante os estudos de novas drogas. Mas o ponto alto realmente são as atuações de Matthew McConauhey e de Jared Leto. Uau! Nunca vi McConauhey como nesse filme, ele se superou daquelas comédias água com açúcar que costumava fazer, nem parecia o mesmo! Seu Oscar foi supermerecido. E Jared Leto, outro que mereceu disparado a estatueta, incrível como um transexual que se torna amigo do personagem de McConauhey depois que este superou seu preconceito contra homossexuais. Em resumo: um filme bom, com um roteiro um tanto quanto arrastado, mas que levanta por causa da escolha em cheio dos atores. Impressionante. Tocante. Recomendo.
Só a quantidade de indicações ao Óscar já falam por si só da excelente qualidade do Filme. Mcconaughey e Leto brilham intensamente e mereceram, ambos, o Óscar. Sem mais.
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